Home » Crônicas de Ademar Rafael (Page 6)

Você está lendo: Crônicas de Ademar Rafael

Crônica de Ademar Rafael

SUCESSO, DIVERSOS OLHARES

É impossível identificarmos uma resposta para a indagação “O que é o sucesso?”. Cada um expõe uma lista de variáveis que representam esse sonho. São intermináveis as definições encontradas em livros, revistas especializadas, sites e plataformas digitais.

Neste sentido a psicóloga e empreendedora Fátima Zorzato em seu livro “O que faz a diferença – As características e oportunidades que criam o grande líder”, no tópico “Em busca do sucesso” assim aborda o tema: “Viver numa espiral positiva constante equivalente ao que por acreditar que muitos chamam de sucesso. Evito usara palavra sucesso por acreditar que ela é uma definição relativa, pessoal, que varia de acordo com as parâmetros de cada um. É um conceito abstrato.”

Cita na obra que realizou uma pesquisa quantitativa com mais de oitocentas pessoas em busca de respostas para seguinte pergunta: “O que é o sucesso para você?”. Transcreve doze entre as diversas respostas obtidas, a saber: “Felicidade – Realização – Impacto na sociedade – Trabalhar com o que gosta – Legado e conhecimento – Fazer
a diferença para alguém – Ganhar dinheiro – Paz equilíbrio e tempo – Liberdade- Conquistar sonhos – Poder de decisão e Família.”

Ao abordar teses de terceiros eu costumo expor minha opinião, sem o intuito de encontrar a verdade absoluta e sim para dizer como me posiciono perante tais ponderações. Assim sendo eu escolheria três das variáveis acima para sintetizar o que sucesso. Acredito que ao obter “Legado e reconhecimento – Paz, equilíbrio e tempo e Liberdade” eu fico muito perto do patamar onde se encontra o sucesso.

Com absoluta certeza cada leitora e cada leitor escolherá variáveis diferentes para definir o que é sucesso. Importa sabermos que o sucesso é algo finito, não dura para sempre e que sua perenidade exige escolhas e posicionamentos adequados. Vamos em busca do nosso sucesso?

Crônica de Ademar Rafael

EM BUSCA DO TEMPO PERDIDO

Durante a preparação de aulas para alunos atendidos pelo Programa Jovem Aprendiz sempre nos deparamos com novas tecnologias utilizadas nas indústrias onde tais jovens atuarão e muitas abordagens nos levam a refletir sobre o que estamos fazendo com nossas vidas atualmente em nome de uma automação galopante.

Convivemos com plataformas como “ChatGPT”, “Magalu”, “BIA”, “Alexa” e outros similares, auto atendimento nos bancos e lojas de varejo, cafés expressos e tantas outras comodidades. Tudo isto está nos levando a viver com “avatar”, perdendo a nossa capacidade de convivência com familiares e amigos sem pressa de forma humanizada.

Em toda e qualquer reunião com presença de mais de dez pessoas a esmagadora maioria está conectada com seus aparelhos de telefone celular, usando uma ou mais mídias sociais simultaneamente. O diálogo fica em segundo ou terceiro planos.

Estes fenômenos da atualidade nos leva a perguntar: Onde anda o tempo que gastávamos para jogar conversa fora enquanto esperávamos o café ficar pronto, para ouvirmos músicas pacientemente e para conversarmos com os atendentes nas lojas? Se as tecnologias surgiram para liberar esforços o tempo estaria sobrando. Não é o que ocorre, estamos correndo em velocidade crescente dia após dia.

Por defender a tese que somos muito mais emocionais que racionais, assustei-me com a frase “O ambiente digital está alterando nosso cérebro de forma inédita”, pronunciada pela neurocientista britânica Susan Greenfield em palestra sobre como a imersão na era tecnológica está afetando nosso cérebro e a formação da nossa identidade. Mesmo sabendo que não podemos excluir as tendencias tecnológicas da nossas vidas acredito que é possível continuarmos como humanos, apesar delas. Cada uma e cada um tire suas conclusões e faca suas escolhas.

Crônica de Ademar Rafael

SOLUÇÃO DIFÍCIL

O Brasil segue o mundo numa tendência que busca validar a frase “Nada é tão ruim que não possa piorar.” Nesta crônica pretendo focar o caminho que alguns estudantes seguem em sua trajetória de aprendizado. Por volta de 1984 guardei da palestra de um educador da Universidade Corporativa do Banco do Brasil fenômeno o seguinte fragmento “No Brasil, lemos tão pouco, que tem pessoa que ao ler cinco livros se acha intelectual.”

Ao apresentarmos os casos abaixo e juntarmos a primeira frase acima destacada com a segunda vamos ver que ambas transitam com total liberdade nas estradas do saber em busca da validade plena.

Recentemente um educador deparou-se com as seguintes situações. Primeiro ato: Ao solicitar que um aluno uma atividade ouviu: “Professor passe outro tipo de tarefa uma vez que pra realizar esta é preciso ler e eu não gosto de ler.” Segundo ato: ao pedir que os alunos indicassem as dinâmicas que preferiam nas aulas recebe de um aluno a indicação de que deveriam “ter menos leitura.”

Ao tomar conhecimento das ponderações dos alunos busquei refletir sobre modelos aplicáveis para ensinar alunos que não gostar ler. Honestamente, por força das minhas limitações, não encontrei nada palpável. Mas, depois de muito pensar surgiram duas hipóteses. A primeira seria pelo método de abdução indicado na ufologia, ou seja, o aluno seria abduzido e durante o rapto receberia mensagens com os ensinamentos desejados. A segunda seria a massificação da instalação de um “chip” no celebro do aluno com as informações necessárias.

Tenham certeza que não estou sob efeito da confusão mental provocada pelo “delirium tremens”, nem deixei de tomar os remédios. Este texto deriva da minha incapacidade de encontrar uma forma de aprender ser ler, para este aprendiz são atividades interligadas. Nesta pisada a quantidade de livros indicada pelo educador será reduzida e a intelectualidade zerada.

Crônica de Ademar Rafael

ALTOS E BAIXOS DA VIDA

Recebi de um amigo, via redes sociais, um belo texto sobre os altos e baixos da vida. Destaquei os fragmentos a seguir transcritos para estabilizar os propósitos da nossa conversa de hoje. “Houve momentos em que não tinha R$10,00 para eu gastar, mas também já tive muito mais que R$1000,00 para gastar à toa. Às vezes você tem fartura, mas outras não tem quase nada. Já paguei minhas contas em dia e também com atraso. Já dei dinheiro para ajudar e também já tive que pedir emprestado. Todos nós temos altos e baixos na vida. Alguns certamente mais do que outros. Ninguém é melhor do que ninguém, e meu coração fica triste pelas pessoas que pensam que são…”

Por ter passado por momentos idênticos em minha vida, desejo fazer uma reflexão sobre o tema. E começo com algumas indagações. “Somos as mesmas pessoas na abundancia e na falta? Como reagimos diante da dificuldade e da facilidade? Temos a mesma prudência nos momentos de fartura e nos momento de escassez? Como nos apresentamos ao pedirmos e ao ofertarmos?”

Tenho certeza que muitas e muitos, iguais e mim, reagem de forma diferente em cada situação. O que nos leva a demorar entender que a vida tem rampas e batentes, ou mais batentes que rampas? Não há dúvida que, nas coisas que nos são agradáveis, a sobra é muito melhor que a falta. O tempo nos ensina a criar musculatura para suportar melhor as horas da dificuldade e da falta de recursos tangíveis e intangíveis, algumas vezes demora tanto que nos sufoca.

Que tal praticarmos o que nos ensina a bíblia sagrada em Jó? Encerro este texto com outros fragmentos da mensagem: “Não importa o tamanho da sua casa, quão novo é seu carro ou quanto dinheiro você tem em sua conta bancária. Todos nós morreremos um dia e eventualmente desapareceremos desta terra…Seja gentil com os outros…Seja humilde…” Acredito nos resultados positivos avindos das posturas sugeridas.

Crônica de Ademar Rafael

MAIOR PARCEIRO

Ao ler o livro “O jardineiro que tinha fé” da psicóloga americana Clarissa Pinkola Estés, famosa pela obra “Mulheres que correm com os lobos” encontrei o seguinte: “Essa é a parte que Deus não faz sozinho. Deus gosta de parceria. Cabe a nós completar o que Deus começou. Ninguém que esse tipo de queimada, esse tipo de fogo. Queremos que o campo fique como foi um dia, na sua beleza original, exatamente como queremos que a nossa vida seja como foi um dia”. O contexto onde o texto acima foi aplicado refere-se ao relacionamento do jardineiro com o solo.

Se olharmos o conteúdo da transcrição sob a hipótese do poder infinito de Deus iremos nos assustar, mas, se sobre ele nos debruçarmos com a perspectiva de que somos parte da criação de Deus com o reforço do sentido de missão que devemos carregar vamos descobrir que é possível sim firmamos parcerias com Deus.

Entendo perfeitamente que quando preservamos a natureza, respeitamos os direitos e espaços alheios, apoiamos um semelhante necessitado, amparamos uma pessoa que nos pede ajuda…estamos sendo parceiros de Deus na grande obra que é fazer o bem, sem pensar somente em nosso benefício estamos materializando a parceria que Deus nos invoca.

Da mesma forma julgo que quando provocamos destruição dos bens da natureza, atropelamos os direitos e espaços de terceiros, e negamos apoio aos que precisam de uma ação em seu favor… estamos jogando fora a convocação feita por Deus para que dele sejamos parceiros.

Qualquer um tem o direito de achar que esta viagem que estou fazendo com esta abordagem está fora da razoabilidade que é pura utopia ou algo parecido. Eu, com minhas convicções, sigo entendendo que temos algo
mais importante para fazer no mundo, defendendo a tese que Deus não nos deu inteligência para usarmos exclusivamente em nosso benefício e sim para que com nossa ações alcancemos o bem coletivo. Isto é parceria.

Crônica de Ademar Rafael

RESULTADO ZERO

Em junho de 1972, na cidade de Estocolmo – Suécia, houve a primeira grande reunião para tratar do assunto “Meio Ambiente”, foram mais de um centena de países, cento e treze para ser exato, e quatro centenas de organizações governamentais e não governamentais. Já se foram cinquenta e dois anos e a situação a cada ano fica mais grave.

Para que cada uma leitora e cada um leitor tire suas conclusões, transcrevo a seguir os objetivos da reunião pioneira sobre o tema a) Discutir as mudanças climáticas e a qualidade da água; b) Debater soluções para reduzir os desastres naturais; c) Reduzir e encontrar soluções para a modificação da paisagem; d) Elaborar as bases do desenvolvimento sustentável; e) Limitar a utilização de pesticidas na agricultura; e f) Reduzir a quantidade de metais pesados lançados na natureza.

As propostas indicadas na alíneas “a” e “b” continuam sendo discutidas e debatidas, no entanto, as ações efetivas citadas nas alíneas “c/f” são tímidas, pálidas e sem resultados palpáveis. Quem mais agride menos apoia. Bilhões foram gastos, muitos cartas de intenções impressas, muita conversa, muito boicote e pouca ação efetiva. Os efeitos estão batendo em nossas portas. Catástrofes surgem em cima da nossa omissão, no próximo ano em Belém-PA mais dinheiro jogado fora

O resultado também beira zero ao medirmos soluções dos princípios da Declaração sobre o Meio Ambiente Humano: “Descarte correto de substâncias tóxicas – Apoio à luta contra a poluição – Prevenção à poluição em mares, utilização legítima do mar – Garantia de ambiente seguro para assegurar a melhoria da qualidade de vida – Assistência financeira e transferência de tecnologia para os países em desenvolvimento – Melhoria das políticas adequadas dos estados-membros da ONU – Gestão racional dos recursos naturais em benefício de toda a população – Investimento em educação e pesquisa – Eliminação completa das armas de destruição em massa, como bombas nucleares”. Até quando?

Crônica de Ademar Rafael

MODO BRASIL

Em pleno século XXI muitos gestores públicos brasileiros seguem em seus cargos como se imperadores fossem, isto é, governam com poderes soberanos, colocando seus interesses acima dos interesses do país, dos estados e dos municípios.

Na última semana de janeiro muitas notícias circularam a respeito de atividades desenvolvidas pela Agência Brasileira de Inteligência – ABIN, com utilização do “modo Brasil” e distante das atribuições previstas na Lei 9.983, de 07.12.1999. Em respeito aos profissionais que atuam na agência, dotados de habilidades compatíveis com as atividades a seu cargo, não tenho intuito de entrar em detalhes sobre procedimentos, mas sugiro uma reflexão se dispositivos legais foram ignorados, se informações foram manipuladas, se objetivos foram desviados, etc.

Ao criar o órgão a Lei acima indica: “Art. 3º Fica criada a Agência Brasileira de Inteligência – ABIN, órgão de assessoramento direto ao Presidente da República, que, na posição de órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência, terá a seu cargo planejar, executar, coordenar, supervisionar e controlar as atividades de inteligência do País, obedecidas a política a as diretrizes superiormente traçadas nos termos desta Lei. Parágrafo único. As atividades de inteligência serão desenvolvidas, no que se refere aos limites de sua extensão e ao uso de técnicas e meios sigilosos, com irrestrita observância dos direitos e garantias individuais, fidelidade às instituições e aos princípios éticos que regem os interesses e a segurança do Estado.”

Referido dispositivo legal define, com extrema clareza, outras competências para ABIN, que carrega consigo traços do Serviço Nacional de Informações – SNI, instituído pela Lei 4.341, de 13.06.64 para servir ao regime militar. Esta herança não invalida a importância da ABIN no fornecimento de dados confiáveis ao Presidente, no mundo da tecnologia a inteligência não pode ser descartada.

Crônica de Ademar Rafael

MISTÉRIOS

Mesmo tendo passando boa parte da minha vida estudando cenários, especialmente quando trabalhei com gestão de recursos de terceiros de 2014 a 2017, não consigo desvendar os mistérios escondidos nos atos de pessoas que lutam para ganhar uma eleição de prefeito em nosso país.

Vamos aos fatos reais. Com o falido pacto federativo e os encargos impostos aos municípios com a municipalização de serviços, especialmente saúde e educação, o ente federativo conhecido como município é uma empresa falida. Raríssimos municípios são geradores de recursos próprios suficientes para não ser dependente de repasses da União, cada vez mais escassos em tempo de orçamento curto.

Assim os mistérios são: Como um empresário de sucesso, um renomado profissional liberal ou um cidadão do povo deseja administrar uma massa falida, inclusive gastando no pleito somas superiores aos valores recebidos ao sentar por quatro anos na principal cadeira do executivo municipal? O que leva uma pessoa a deixar suas confortáveis residências e seus luxuosos escritórios para percorrer ruas alagadas, bairros periféricos sem segurança nenhuma para disputar voto a voto pelo cargo de gestor de uma prefeitura em cidade do interior, desprovida de qualquer perspectiva quanto a dar as respostas desejadas pelos munícipes.

Aqui faço um relato de um caso real. Em uma das cidades que atuei como gestor do Banco do Brasil o prefeito ao fazer uma visita de cortesia a minha residência comentou: “- Aceitei o desafio de disputar a eleição por entender que no cargo teria a chance de devolver a esse povo parte do que dele recebi.” E completou: “- Aqui cheguei há 20 anos com um diploma de médico um filho pequeno e a esposa grávida, hoje disponho de bom patrimônio e tenho situação financeira confortável. Somente cuidando bem do dinheiro público e ofertando serviços públicos de excelência devolverei um pouco do que recebi.” Durante três anos comprovei o que me disse o prefeito. Será que esta lógica alcança todos?  Duvido muito.

Crônica de Ademar Rafael

A QUEM INTERESSA?

É raro um organismo internacional que não seja menino de recado dos países centrais e que para atestar sua submissão não tenha a “coleira” nas mãos dos “xerifes do mundo”, os EUA.

Não foge esta regra a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, organização criada no final dos anos 1940, com a missão de cuidar do desenvolvimento econômico dos países membros por meio de estudos e reuniões destinadas a discutir políticas públicas e econômicas que possam sugerir caminhos seguros para as nações que a integra.

Em 2023 essa organização errou três vezes ao emitir opiniões sobre o crescimento do Produto Interno Bruto – PIB no Brasil. Mas, no final do ano sentiu-se à vontade para emitir um relatório que joga gasolina pura sobre as labaredas do mercado, ao afirmar que a dívida pública do Brasil deverá atingir 80% do PIB em 2024, alcançando 90% em 2047. Tais fatos segundo a OCDE seriam catastróficos para o país e os investidores externos.

É interessante percebermos que no Japão este mesmo parâmetro situa-se acima de 260% do PIB (266%) e nos EUA supera 110% do PIB (112,9%). Em tais países a luz verde não foi, sequer, trocada pela luz amarela por parte da OCDE. No nosso caso sob o guarda-chuva de uma previsão, sob encomenda de alguém, a luz vermelha foi acesa.

Sabemos da nossa eterna deficiência em gerar riqueza para o país e o povo brasileiro e nossa subserviência aos países ricos, mas emitir um parecer desta envergadura, sob meu ponto de vista sugere fazermos a pergunta indicada no título desta crônica.

Atualmente integra a OCDE trinta e oito países, cada um recebe um tratamento diferenciado, o nosso pelo que se ver é o mesmo que as classes abastadas dedicam aos excluídos. Será coincidência? Acho que não.

Crônica de Ademar Rafael

ÚNICA LUZ

Recebi com muita alegria a notícia que a TV CULTURA, ligada a Fundação Padre Anchieta em São Paulo colocaria no ar o “Programa Balaio”, apresentado pelo cantor e compositor Renato Teixeira e seu filho Chico Texeira com entrevista de artistas cujas produções musicais sejam dignas de assim serem classificadas.

Na estreia, dia 10.12.23 e no programa seguinte em 17.12.23, os entrevistados deram sinais da linha que o programa seguirá. Na primeira data esteve conversando e cantando Almir Sater, no domingo seguinte estiveram no programa Anastácia e Daniel Gonzaga, o filho de Gonzaguinha e neto de Luiz rei do baião, melhor é quase impossível.

Conforme anúncio da própria emissora o “Programa Balaio”, apesar de exibido aos domingos às 09:00 horas, guarda similaridade com o “Viola, minha viola” de Inezita Barroso e o “Sr. Brasil” de Rolando Boldrin somente no bom gosto musical e no nível dos entrevistados.

Não tenho dúvida que os amantes de música de alto nível serão agraciados todo domingo com atrações aderentes com suas preferências musicais, os apresentadores/entrevistadores possuem ligação com o melhor da nosso música raiz. As manhãs de domingo passam a ter um programa com conteúdo musical defensável.

Torço para que a Fundação Padre Anchieta consiga se livrar da sanha dos entreguistas liberais que imperam na política paulista e nunca caia na rede de arrasto da privatização defendida por essa gente. Hoje, com todo respeito para com os que pensam diferente, vejo como única luz na escuridão essa emissora de São Paulo.

Dos serviços concedidos no Brasil a comunicação de massa via televisão é, talvez, o que devolve a pior resposta. A TV CULTURA tem sido a exceção da regra, o “Programa Balaio” e prova disto, que tenha vida longa.