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Crônica de Ademar Rafael

FOTO COM FILTRO

Tem sido comum em nosso país vermos agentes públicos com mandatos eletivos, indicados, nomeados ou concursados nas três esferas União, Estados e Municípios e nos poderes Executivo, Legislativo  e Judiciário abdicarem aos princípios básicos da Administração Pública: “Legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”, adormecidos no Artigo 37 de Constituição Federal em favor da popularidade e da quantidade de seguidores nas plataformas virtuais.

Esses falsos defensores da democracia fogem da alternância do poder e dormem abraçados com a perpetuação nos cargos no modelo das “capitanias hereditárias”. Uma leitura rápida pode ligar estes comportamentos à questão da reeleição nos cargos do executivo, no entanto um mergulho profundo no tema não encontra amparo para esta justificativa hipótese nos demais cargos.

Assusta-nos verificar que a essa pratica é alimentada pela percepção de uma sociedade doente, que mede o desempenho dos gestores pelos níveis de popularidade e pelo quantitativo de seguidores nas redes sociais, com isto os princípios acima enumerados pulam do estágio “adormecidos” para o patamar  “mortos”.  A vulgaridade banca a nociva prática.

Todas as vezes que vejo elevados gastos com campanhas publicitárias de agentes públicos, especialmente do Executivo e Legislativo, assim como a excessiva exposição em redes socais percebo numa “foto com filtros” a cara de um projeto de nação que tudo permite em favor dos seus mandatários. Os custos de  tais publicações sugam os recursos restritos e impedem que sejam usados em favor dos brasileiros.

Em minha opinião, respeitando as opiniões contrárias, entendo que a polaridade perseguida deveria ter origem numa gestão de acertos e jamais dependerem de reiteradas mensagens nos diversos canais das mídias socais. Não é este o entendimento das autoridades, uma pena.

Crônica de Ademar Rafael

TRAGÉDIAS NA TRAGÉDIA

Qualquer ser humano com o mínimo de bom senso não concorda com o posicionamento que pessoas sem cargos eletivos, políticos e jornalistas estão adotando diante dessa tragédia que atingiu o povo gaúcho. É inadmissível vermos pessoas sem o mínimo de sensibilidade no coração manipular fatos, politizar e banalizar o sofrimento das vítimas e das ações empreendidas pelos governantes para abrandamento da catástrofe. Neste texto cito três situações que incomodam.

A primeira são as postagens das redes sociais que abordam a situação com sentimento preconceituoso, narrando depoimentos de pessoas do sul em relação aos nordestinos. Ora essa discriminação indefensável não pode ser utilizada em um momento da angustias e perdas. Esse posicionamento separatista sempre houve e continuará existindo com ou sem calamidades em qualquer dos territórios envolvidos. A briga Sul x Norte é vergonhosamente histórica.

A segunda são os pronunciamentos com cunho ideológico de políticos e empresários. É preciso entender que se não quer ajudar fique em silêncio. Uma manifestação desproposital anula muitas vezes uma ação em andamento. Todos podem contribuir com atos e atitudes. Politizar, comparar ou jogar no campo ideológico o sofrimento alheio é, no mínimo,  ação desaconselhável.

A terceira são publicações de alguns órgãos da imprensa nacional, que teimam em ser seu esgoto. Charges, editoriais e pautas deslocadas do atendimento das necessidades do povo gaúcho é ato condenável. Novamente ao serem questionados citam a liberdade de expressão.

Nosso país, sequelado por desigualdades sociais históricas, não merece esse tipo de comportamento. Os gestores públicos municipais, estaduais e federal, dos três poderes precisam agir mais e falar menos. Os brasileiros exigem respeito. Abaixo o preconceito, a mentira e o descaso.

Crônica de Ademar Rafael

SEJA DONO

Neste mês que se inicia com o feriado dedicado ao Dia do Trabalho nossa reflexão de hoje será sobre a condição que cada uma e cada um deve dar no direcionamento da sua carreira. De pronto destacamos que terceirizar a ondição de sua vida profissional é caminho tortuoso. O ideal é seguir a rota definida no título desta crônica.

Se alguém perguntar de há uma receita pronta para condução do assunto eu entendo que não. Fiquei praticamente trinta anos numa única empresa, o Banco do Brasil. Nos dezessete anos que nos separa da minha aposentaria em 2007 já atuei em mais de dez atividades como funcionário de empresa pública, privada, do terceiro setor e como consultor autônomo. Esta é a maior prova que passei a ser dono da minha carreira. Sempre dando mais destaque ao cidadão do que ao profissional.

Este posicionamento não significa ser descuidado com o lado profissional é entender que cargos são transitórios e por isto não podemos nos anular como pessoa em função deles. O cidadão vai do berço ao túmulo. Este discurso repito constantemente com meus alunos. É fácil? Claro que não. Em muitos momento teremos que negociar e
renunciar, sem trocarmos nossa dignidade por cargos ou poder.

O mentor de carreiras Luciano Santos em seu livro “Seja egoísta com sua carreira” aponta caminhos a serem trilhados por quem deseja assumir o controle de sua vida profissional. Sugere, com exemplar clareza, que devemos ter sempre um plano “B”, que devemos declarar nossas intenções sem medo, que devemos buscar a pluralidade; que devemos estudar continuadamente…

Parte destas sugestões apliquei em minha vida e obtive os resultados que esperava. Talvez a minha opção por não me encartar com as alegorias dos cargos que exerci tenha facilitado minha cainhada. Sugiro: “Busque seu espaço com ética, valores morais e sendo dono da carreira”.

Crônica de Ademar Rafael

ALEGRIA

A poetisa paraibana Ceiça Sousa, para uma coletânea de glosas, sugeriu o seguinte mote: “Como é bom ser diferente/Neste mundo dos iguais”. Inspirado nesta sugestão apresento o seguinte mote: “Como é bom ter alegria/Neste mundo de tristeza”. A partir desta ponderação quero expor minha visão sobre o tema e levar cada leitora e cada leitor a uma reflexão.

Em uma das agências do Banco do Brasil que administrei havia uma telefonista que era detentora de uma alegria contagiante. Ela trazia consigo uma marca sedimentada que poderia ser lida da seguinte forma. “Seu mau humor e sua agressividade não contaminará minha alegria”. Baseado neste mantra ela superava todo tipo de situação em sentido contrário e sua forma de encarar o cotidiano.

Algumas vezes eu chegava para esta colega e repetia a frase “Tire seu sorriso do caminho/Que eu quero passar com minha dor”, que faz parte da música “A flor e o espinho”, de Nelson Cavaquinho. Ela com o seu sorriso dizia: “Passe rápido chefe”. Este posicionamento atesta que alegria extrapola a sentido dado pela psicologia e entra no estágio do estado de espírito.

Como estado de espírito encontramos a seguinte definição: “…abordagem que nos lembra que a felicidade não depende de fatores externos, mas sim da forma como interpretamos e lidamos com as situações da vida. Ela nos convida a cultivar uma mentalidade positiva, buscar o autoconhecimento e encontrar alegria e satisfação internamente”.

Assim sendo, a sugestão “Como é bom ter alegria/Neste mundo de tristeza” deve ser respondida com a percepção individual. Vejo com muita clareza algumas coisas: “Alegria é igual motivação, vem de dentro – Viver alegre não é ser insensível na forma lida no universo da tristeza e sim uma forma de viver com leveza – Terceirizar a condição de ser alegre é abrir mão de uma prática saudável”. Tirem suas conclusões com alegria.

Crônica de Ademar Rafael

PATRULHAMENTO

Na época do plebiscito sobre a divisão do Estado do Pará ouvi de uma vereadora de Marabá a seguinte frase: “Meu amigo você não sabe o terror que é você viver patrulhada durante vinte e quatro horas. Sou contra qualquer ação nesse sentido.” Esta ponderação era com intuito de não ser estimulado patrulhamento sobre pessoas que residiam na região do sonhado Estado de Carajás que eram contra a divisão.

Os conceitos clássico e figurado de patrulhamento: “Ronda ou reconhecimento da posição do inimigo. Cobrança de posições morais ou de ação; exigência ou pressão para que algo se faça ou se cumpra segundo as expectativas” foi ampliado pela política de pastoril reinante no mundo. Nela no lugar das correntes vermelho e azul estão esquerda e direita. O patrulhamento além de moda é o vetor que contamina as plataformas de comunicação de massa, especialmente as redes sociais.

Com o fenômeno dos blogs de observação “watchblogs” a espionagem é feita por detentores e postulantes de cargos públicos em direção às publicações nos veículos de comunicação e pelos jornalistas, ativistas, curiosos, etc. em direção das autoridades. É violenta a guerra entre “patrulha ideológica x perseguição política” .

É interessante registrar a existência de uma tese que defende que o patrulhamento deve ser classificado como “patrulha ideológica” e não como “perseguição política” quando é praticado por pessoas ou grupos sem vinculação com um governo ou agentes públicos. Afirmam os defensores dessa teoria que ação visa buscar variáveis para influenciar a opinião pública e a sociedade civil, e não causar vexames e limitar direitos.

Fica a indagação: “Quando comprovadamente uma ala cria ferramentas e remunera terceiros para buscar tais informações e as utiliza em benefício próprio a tese da ‘patrulha ideológica’ é extinta? Cada lado tem uma resposta distinta e a “liberdade de expressão” paga a conta.

Crônica de Ademar Rafael

CARIRI CANGANÇO

Nos dias 18/21.04.24 Afogados da Ingazeira – PE será sede de evento de grande magnitude, relacionado com fatos relevantes da sociologia e cultura nordestina: “CARIRI CANGAÇO AFOGADOS DA INGAZEIRA”.

Com grade de atividades riquíssima teremos: feira, lançamentos e apresentações de livros; entregas de comendas; homenagens; posse de Conselheiros; diplomações; visitas técnicas em museus e locais relacionados com figuras sob estudo – Municípios de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Ingazeira, Jabitacá – Iguaracy -; conferências; painéis; debates; apresentações de grupos locais; passagem do estandarte da sede anfitriã para Jardim-CE, próxima sede; etc.

Tudo isto baseado em nos objetivos do ‘CARIRI CANGAÇO’, entidade que segundo registros do https://cariricangaco.blogspot.com/ nasceu com “…foco no estudo do cangaço; não nasceu com o sentimento de fazer apologia ao mesmo, ou ao banditismo rural, aos cangaceiros, ou mesmo à violência que cercava o fenômeno, enfim; não nasceu para “mitificar” e nem procura elementos para “endeusar”  Virgulino Lampião; seu principal protagonista ; nem nenhum outro personagem dessa saga sertaneja tão penosa e cheia de dor…”. Esta mesma lógica foi utilizada pelo Padre João Carlos de Acioly Paz, no prefácio do livro “Jabitacá. Segundo Quincas Rafael” ao escrever: “…Convido os leitores para que percebam os aspectos positivos da história, lembrando que seus vultos como pessoas que merecem nosso reconhecimento, não se deixando levar apenas pelos acontecimentos negativos descritos, mas procurando entender o contexto histórico da época…”.

Em nome do Instituto Cultural Quincas Rafael – ICQR manifesto total apoio ao evento e garanto aos que para a Pajeú vierem: “A viagem valará muito, nosso região tem muito a contribuição com a nobre missão do ‘CARIRI CANGAÇO”’. O regate da nossa história, sem preconceitos ou rótulos externos, será feito com eventos desta envergadura. Viva o SERTÃO.

Crônica de Ademar Rafael

ESCRAVIDÃO ESPONTÂNEA

Desde os primórdios é clara a forma como os vencedores transformaram os vencidos em escravos, os grandes conquistadores deram aulas sobre isto. O livro sagrado em Êxodos 20-10 e 17 cita o termo escravo. Percebe-se que a exploração de um ser humano pelo outro alcança largo horizonte temporal.

A escravidão é uma das práticas indefensáveis em nosso país. Mesmo após a decretação de Lei 3.353, de 13.05.1888, sancionada pela Princesa Isabel – cujo Artigo 1º diz:  “É declarada extincta desde a data desta lei a escravidão no Brazil” – a relação de dependência e libertação plena nunca aconteceu. Até os dias atuais na área urbana e rural ainda temos flagrantes do que é chamado de “trabalho análogo à escravidão”, tipificado como crime no Artigo 149 do Código Penal Brasileiro, alterado pela Lei 10.803, de 11.12.2003.

Eis que nos dias atuais surge um fenômeno social que me arrisco definir como “Escravidão Espontânea” nele as pessoas que se deixam escravizar por mentiras que passou a receber o nome de ”fake News”.São produzidas em de ambientes sofisticados e assumidas por boa parte da imprensa e por falsos profetas que usam o nome de Deus “em vão”, numa afronta a um dos dez mandamentos, especificamente, o terceiro citado em Êxodo 20-7. Tais mentiras são manipuladas e multiplicadas pelas redes sociais.

As duas frases a seguir transcritas, com os respectivos autores, servem para ratificar o que estamos ponderando neste diálogo. “O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos” – Simone de Beauvoir e “Se não estás prevenido ante os meios de comunicação, te farão amar o opressor e odiar o oprimido” – Malcolm X. Percebam que a primeira frase ratifica a ideia da “Escravidão Espontânea” e a segunda vincula a forma de divulgação da mensagem e a submissão total ao enunciado por quem dele deveria se desvincular. Vamos nos libertar? A chave das algemas está em nosso poder.

Crônica de Ademar Rafael

SUCESSO, DIVERSOS OLHARES

É impossível identificarmos uma resposta para a indagação “O que é o sucesso?”. Cada um expõe uma lista de variáveis que representam esse sonho. São intermináveis as definições encontradas em livros, revistas especializadas, sites e plataformas digitais.

Neste sentido a psicóloga e empreendedora Fátima Zorzato em seu livro “O que faz a diferença – As características e oportunidades que criam o grande líder”, no tópico “Em busca do sucesso” assim aborda o tema: “Viver numa espiral positiva constante equivalente ao que por acreditar que muitos chamam de sucesso. Evito usara palavra sucesso por acreditar que ela é uma definição relativa, pessoal, que varia de acordo com as parâmetros de cada um. É um conceito abstrato.”

Cita na obra que realizou uma pesquisa quantitativa com mais de oitocentas pessoas em busca de respostas para seguinte pergunta: “O que é o sucesso para você?”. Transcreve doze entre as diversas respostas obtidas, a saber: “Felicidade – Realização – Impacto na sociedade – Trabalhar com o que gosta – Legado e conhecimento – Fazer
a diferença para alguém – Ganhar dinheiro – Paz equilíbrio e tempo – Liberdade- Conquistar sonhos – Poder de decisão e Família.”

Ao abordar teses de terceiros eu costumo expor minha opinião, sem o intuito de encontrar a verdade absoluta e sim para dizer como me posiciono perante tais ponderações. Assim sendo eu escolheria três das variáveis acima para sintetizar o que sucesso. Acredito que ao obter “Legado e reconhecimento – Paz, equilíbrio e tempo e Liberdade” eu fico muito perto do patamar onde se encontra o sucesso.

Com absoluta certeza cada leitora e cada leitor escolherá variáveis diferentes para definir o que é sucesso. Importa sabermos que o sucesso é algo finito, não dura para sempre e que sua perenidade exige escolhas e posicionamentos adequados. Vamos em busca do nosso sucesso?

Crônica de Ademar Rafael

EM BUSCA DO TEMPO PERDIDO

Durante a preparação de aulas para alunos atendidos pelo Programa Jovem Aprendiz sempre nos deparamos com novas tecnologias utilizadas nas indústrias onde tais jovens atuarão e muitas abordagens nos levam a refletir sobre o que estamos fazendo com nossas vidas atualmente em nome de uma automação galopante.

Convivemos com plataformas como “ChatGPT”, “Magalu”, “BIA”, “Alexa” e outros similares, auto atendimento nos bancos e lojas de varejo, cafés expressos e tantas outras comodidades. Tudo isto está nos levando a viver com “avatar”, perdendo a nossa capacidade de convivência com familiares e amigos sem pressa de forma humanizada.

Em toda e qualquer reunião com presença de mais de dez pessoas a esmagadora maioria está conectada com seus aparelhos de telefone celular, usando uma ou mais mídias sociais simultaneamente. O diálogo fica em segundo ou terceiro planos.

Estes fenômenos da atualidade nos leva a perguntar: Onde anda o tempo que gastávamos para jogar conversa fora enquanto esperávamos o café ficar pronto, para ouvirmos músicas pacientemente e para conversarmos com os atendentes nas lojas? Se as tecnologias surgiram para liberar esforços o tempo estaria sobrando. Não é o que ocorre, estamos correndo em velocidade crescente dia após dia.

Por defender a tese que somos muito mais emocionais que racionais, assustei-me com a frase “O ambiente digital está alterando nosso cérebro de forma inédita”, pronunciada pela neurocientista britânica Susan Greenfield em palestra sobre como a imersão na era tecnológica está afetando nosso cérebro e a formação da nossa identidade. Mesmo sabendo que não podemos excluir as tendencias tecnológicas da nossas vidas acredito que é possível continuarmos como humanos, apesar delas. Cada uma e cada um tire suas conclusões e faca suas escolhas.

Crônica de Ademar Rafael

SOLUÇÃO DIFÍCIL

O Brasil segue o mundo numa tendência que busca validar a frase “Nada é tão ruim que não possa piorar.” Nesta crônica pretendo focar o caminho que alguns estudantes seguem em sua trajetória de aprendizado. Por volta de 1984 guardei da palestra de um educador da Universidade Corporativa do Banco do Brasil fenômeno o seguinte fragmento “No Brasil, lemos tão pouco, que tem pessoa que ao ler cinco livros se acha intelectual.”

Ao apresentarmos os casos abaixo e juntarmos a primeira frase acima destacada com a segunda vamos ver que ambas transitam com total liberdade nas estradas do saber em busca da validade plena.

Recentemente um educador deparou-se com as seguintes situações. Primeiro ato: Ao solicitar que um aluno uma atividade ouviu: “Professor passe outro tipo de tarefa uma vez que pra realizar esta é preciso ler e eu não gosto de ler.” Segundo ato: ao pedir que os alunos indicassem as dinâmicas que preferiam nas aulas recebe de um aluno a indicação de que deveriam “ter menos leitura.”

Ao tomar conhecimento das ponderações dos alunos busquei refletir sobre modelos aplicáveis para ensinar alunos que não gostar ler. Honestamente, por força das minhas limitações, não encontrei nada palpável. Mas, depois de muito pensar surgiram duas hipóteses. A primeira seria pelo método de abdução indicado na ufologia, ou seja, o aluno seria abduzido e durante o rapto receberia mensagens com os ensinamentos desejados. A segunda seria a massificação da instalação de um “chip” no celebro do aluno com as informações necessárias.

Tenham certeza que não estou sob efeito da confusão mental provocada pelo “delirium tremens”, nem deixei de tomar os remédios. Este texto deriva da minha incapacidade de encontrar uma forma de aprender ser ler, para este aprendiz são atividades interligadas. Nesta pisada a quantidade de livros indicada pelo educador será reduzida e a intelectualidade zerada.