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Crônica de Ademar Rafael

MAIOR PARCEIRO

Ao ler o livro “O jardineiro que tinha fé” da psicóloga americana Clarissa Pinkola Estés, famosa pela obra “Mulheres que correm com os lobos” encontrei o seguinte: “Essa é a parte que Deus não faz sozinho. Deus gosta de parceria. Cabe a nós completar o que Deus começou. Ninguém que esse tipo de queimada, esse tipo de fogo. Queremos que o campo fique como foi um dia, na sua beleza original, exatamente como queremos que a nossa vida seja como foi um dia”. O contexto onde o texto acima foi aplicado refere-se ao relacionamento do jardineiro com o solo.

Se olharmos o conteúdo da transcrição sob a hipótese do poder infinito de Deus iremos nos assustar, mas, se sobre ele nos debruçarmos com a perspectiva de que somos parte da criação de Deus com o reforço do sentido de missão que devemos carregar vamos descobrir que é possível sim firmamos parcerias com Deus.

Entendo perfeitamente que quando preservamos a natureza, respeitamos os direitos e espaços alheios, apoiamos um semelhante necessitado, amparamos uma pessoa que nos pede ajuda…estamos sendo parceiros de Deus na grande obra que é fazer o bem, sem pensar somente em nosso benefício estamos materializando a parceria que Deus nos invoca.

Da mesma forma julgo que quando provocamos destruição dos bens da natureza, atropelamos os direitos e espaços de terceiros, e negamos apoio aos que precisam de uma ação em seu favor… estamos jogando fora a convocação feita por Deus para que dele sejamos parceiros.

Qualquer um tem o direito de achar que esta viagem que estou fazendo com esta abordagem está fora da razoabilidade que é pura utopia ou algo parecido. Eu, com minhas convicções, sigo entendendo que temos algo
mais importante para fazer no mundo, defendendo a tese que Deus não nos deu inteligência para usarmos exclusivamente em nosso benefício e sim para que com nossa ações alcancemos o bem coletivo. Isto é parceria.

Crônica de Ademar Rafael

RESULTADO ZERO

Em junho de 1972, na cidade de Estocolmo – Suécia, houve a primeira grande reunião para tratar do assunto “Meio Ambiente”, foram mais de um centena de países, cento e treze para ser exato, e quatro centenas de organizações governamentais e não governamentais. Já se foram cinquenta e dois anos e a situação a cada ano fica mais grave.

Para que cada uma leitora e cada um leitor tire suas conclusões, transcrevo a seguir os objetivos da reunião pioneira sobre o tema a) Discutir as mudanças climáticas e a qualidade da água; b) Debater soluções para reduzir os desastres naturais; c) Reduzir e encontrar soluções para a modificação da paisagem; d) Elaborar as bases do desenvolvimento sustentável; e) Limitar a utilização de pesticidas na agricultura; e f) Reduzir a quantidade de metais pesados lançados na natureza.

As propostas indicadas na alíneas “a” e “b” continuam sendo discutidas e debatidas, no entanto, as ações efetivas citadas nas alíneas “c/f” são tímidas, pálidas e sem resultados palpáveis. Quem mais agride menos apoia. Bilhões foram gastos, muitos cartas de intenções impressas, muita conversa, muito boicote e pouca ação efetiva. Os efeitos estão batendo em nossas portas. Catástrofes surgem em cima da nossa omissão, no próximo ano em Belém-PA mais dinheiro jogado fora

O resultado também beira zero ao medirmos soluções dos princípios da Declaração sobre o Meio Ambiente Humano: “Descarte correto de substâncias tóxicas – Apoio à luta contra a poluição – Prevenção à poluição em mares, utilização legítima do mar – Garantia de ambiente seguro para assegurar a melhoria da qualidade de vida – Assistência financeira e transferência de tecnologia para os países em desenvolvimento – Melhoria das políticas adequadas dos estados-membros da ONU – Gestão racional dos recursos naturais em benefício de toda a população – Investimento em educação e pesquisa – Eliminação completa das armas de destruição em massa, como bombas nucleares”. Até quando?

Crônica de Ademar Rafael

MODO BRASIL

Em pleno século XXI muitos gestores públicos brasileiros seguem em seus cargos como se imperadores fossem, isto é, governam com poderes soberanos, colocando seus interesses acima dos interesses do país, dos estados e dos municípios.

Na última semana de janeiro muitas notícias circularam a respeito de atividades desenvolvidas pela Agência Brasileira de Inteligência – ABIN, com utilização do “modo Brasil” e distante das atribuições previstas na Lei 9.983, de 07.12.1999. Em respeito aos profissionais que atuam na agência, dotados de habilidades compatíveis com as atividades a seu cargo, não tenho intuito de entrar em detalhes sobre procedimentos, mas sugiro uma reflexão se dispositivos legais foram ignorados, se informações foram manipuladas, se objetivos foram desviados, etc.

Ao criar o órgão a Lei acima indica: “Art. 3º Fica criada a Agência Brasileira de Inteligência – ABIN, órgão de assessoramento direto ao Presidente da República, que, na posição de órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência, terá a seu cargo planejar, executar, coordenar, supervisionar e controlar as atividades de inteligência do País, obedecidas a política a as diretrizes superiormente traçadas nos termos desta Lei. Parágrafo único. As atividades de inteligência serão desenvolvidas, no que se refere aos limites de sua extensão e ao uso de técnicas e meios sigilosos, com irrestrita observância dos direitos e garantias individuais, fidelidade às instituições e aos princípios éticos que regem os interesses e a segurança do Estado.”

Referido dispositivo legal define, com extrema clareza, outras competências para ABIN, que carrega consigo traços do Serviço Nacional de Informações – SNI, instituído pela Lei 4.341, de 13.06.64 para servir ao regime militar. Esta herança não invalida a importância da ABIN no fornecimento de dados confiáveis ao Presidente, no mundo da tecnologia a inteligência não pode ser descartada.

Crônica de Ademar Rafael

MISTÉRIOS

Mesmo tendo passando boa parte da minha vida estudando cenários, especialmente quando trabalhei com gestão de recursos de terceiros de 2014 a 2017, não consigo desvendar os mistérios escondidos nos atos de pessoas que lutam para ganhar uma eleição de prefeito em nosso país.

Vamos aos fatos reais. Com o falido pacto federativo e os encargos impostos aos municípios com a municipalização de serviços, especialmente saúde e educação, o ente federativo conhecido como município é uma empresa falida. Raríssimos municípios são geradores de recursos próprios suficientes para não ser dependente de repasses da União, cada vez mais escassos em tempo de orçamento curto.

Assim os mistérios são: Como um empresário de sucesso, um renomado profissional liberal ou um cidadão do povo deseja administrar uma massa falida, inclusive gastando no pleito somas superiores aos valores recebidos ao sentar por quatro anos na principal cadeira do executivo municipal? O que leva uma pessoa a deixar suas confortáveis residências e seus luxuosos escritórios para percorrer ruas alagadas, bairros periféricos sem segurança nenhuma para disputar voto a voto pelo cargo de gestor de uma prefeitura em cidade do interior, desprovida de qualquer perspectiva quanto a dar as respostas desejadas pelos munícipes.

Aqui faço um relato de um caso real. Em uma das cidades que atuei como gestor do Banco do Brasil o prefeito ao fazer uma visita de cortesia a minha residência comentou: “- Aceitei o desafio de disputar a eleição por entender que no cargo teria a chance de devolver a esse povo parte do que dele recebi.” E completou: “- Aqui cheguei há 20 anos com um diploma de médico um filho pequeno e a esposa grávida, hoje disponho de bom patrimônio e tenho situação financeira confortável. Somente cuidando bem do dinheiro público e ofertando serviços públicos de excelência devolverei um pouco do que recebi.” Durante três anos comprovei o que me disse o prefeito. Será que esta lógica alcança todos?  Duvido muito.

Crônica de Ademar Rafael

A QUEM INTERESSA?

É raro um organismo internacional que não seja menino de recado dos países centrais e que para atestar sua submissão não tenha a “coleira” nas mãos dos “xerifes do mundo”, os EUA.

Não foge esta regra a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, organização criada no final dos anos 1940, com a missão de cuidar do desenvolvimento econômico dos países membros por meio de estudos e reuniões destinadas a discutir políticas públicas e econômicas que possam sugerir caminhos seguros para as nações que a integra.

Em 2023 essa organização errou três vezes ao emitir opiniões sobre o crescimento do Produto Interno Bruto – PIB no Brasil. Mas, no final do ano sentiu-se à vontade para emitir um relatório que joga gasolina pura sobre as labaredas do mercado, ao afirmar que a dívida pública do Brasil deverá atingir 80% do PIB em 2024, alcançando 90% em 2047. Tais fatos segundo a OCDE seriam catastróficos para o país e os investidores externos.

É interessante percebermos que no Japão este mesmo parâmetro situa-se acima de 260% do PIB (266%) e nos EUA supera 110% do PIB (112,9%). Em tais países a luz verde não foi, sequer, trocada pela luz amarela por parte da OCDE. No nosso caso sob o guarda-chuva de uma previsão, sob encomenda de alguém, a luz vermelha foi acesa.

Sabemos da nossa eterna deficiência em gerar riqueza para o país e o povo brasileiro e nossa subserviência aos países ricos, mas emitir um parecer desta envergadura, sob meu ponto de vista sugere fazermos a pergunta indicada no título desta crônica.

Atualmente integra a OCDE trinta e oito países, cada um recebe um tratamento diferenciado, o nosso pelo que se ver é o mesmo que as classes abastadas dedicam aos excluídos. Será coincidência? Acho que não.

Crônica de Ademar Rafael

ÚNICA LUZ

Recebi com muita alegria a notícia que a TV CULTURA, ligada a Fundação Padre Anchieta em São Paulo colocaria no ar o “Programa Balaio”, apresentado pelo cantor e compositor Renato Teixeira e seu filho Chico Texeira com entrevista de artistas cujas produções musicais sejam dignas de assim serem classificadas.

Na estreia, dia 10.12.23 e no programa seguinte em 17.12.23, os entrevistados deram sinais da linha que o programa seguirá. Na primeira data esteve conversando e cantando Almir Sater, no domingo seguinte estiveram no programa Anastácia e Daniel Gonzaga, o filho de Gonzaguinha e neto de Luiz rei do baião, melhor é quase impossível.

Conforme anúncio da própria emissora o “Programa Balaio”, apesar de exibido aos domingos às 09:00 horas, guarda similaridade com o “Viola, minha viola” de Inezita Barroso e o “Sr. Brasil” de Rolando Boldrin somente no bom gosto musical e no nível dos entrevistados.

Não tenho dúvida que os amantes de música de alto nível serão agraciados todo domingo com atrações aderentes com suas preferências musicais, os apresentadores/entrevistadores possuem ligação com o melhor da nosso música raiz. As manhãs de domingo passam a ter um programa com conteúdo musical defensável.

Torço para que a Fundação Padre Anchieta consiga se livrar da sanha dos entreguistas liberais que imperam na política paulista e nunca caia na rede de arrasto da privatização defendida por essa gente. Hoje, com todo respeito para com os que pensam diferente, vejo como única luz na escuridão essa emissora de São Paulo.

Dos serviços concedidos no Brasil a comunicação de massa via televisão é, talvez, o que devolve a pior resposta. A TV CULTURA tem sido a exceção da regra, o “Programa Balaio” e prova disto, que tenha vida longa.

Crônica de Ademar Rafael

RESPEITO AOS LIMITES

Recentemente recebi insistentes abordagens de uma entidade em que estou fazendo um curso a distância com oferecimento de outro treinamento. Respondi que no futuro, após conclusão do curso atual, eu examinaria a oferta. Em função da insistência da vendedora eu respondi que hoje, diferente de tempos idos, eu respeito muito meus limites. Ela, como boa vendedora, ouviu e me parabenizou por não tentar assumir compromissos acima das possibilidades de atendimento.

Permitam-me nesse início de ano, depois dos excessos nas festas natalinas e  “réveillon”, sugerir que respeitemos nossos limites. Façamos tudo que pode no tempo hábil. Respeitar limites não é ser omisso é cumprir suas obrigações sem estressar sal capacidade.

Os estudiosos sobre o assunto enumeram longa lista de sequelas deixadas pelos excesso de atividades, de busca de informações e outras formas de descumprimento das regras ligadas à nossa capacidade laboral. Como leigo e por ter sido vítima desse sistema quero deixar as ponderações abaixo para reflexão, cada leitora e cada leitor aproveita o que entender como salutar para o caso pessoal.

Julgo que quando não respeitamos a linha divisória entre o possível e o ideal atraímos, no mínimo, três sequelas: Alto endividamento, frustração e impotência. O alto endividamento ocorre quando gastamos acima das disponibilidades, movidos muitas vezes pelas ofertas demasiadas de produtos e serviços; a frustração aparece ao tentarmos resolver os problemas do mundo sem estarmos prontos para solucionar as nossas dificuldades e a impotência surge ao tentarmos acessar, informações, cargos, poder em níveis acima da nossa possibilidade de absorção e de darmos respostas compatíveis com as responsabilidade assumidas.

Pensem nisto, eu estou vigilante e tenho melhorado muito minha qualidade de vida. Acredito ser sábia e decisão de respeitarmos nossos limites.

Crônica de Ademar Rafael

ANISTIA

No último quadrimestre do ano que a Lei nº 6.683, de 28.08.1979 completou quarenta e quatro anos, tomamos conhecimento que tramita no parlamento brasileiro proposta para anistiar os manifestantes que por iniciativa própria, convicção ou indução de terceiros praticaram atos fora das letras mortas da Constituição em 08.01.2023.

A lei acima citada, conhecida como Lei da Anistia, na época da sua tramitação relâmpago no governo do General Figueiredo, foi bastante questionada por nivelar os que torturaram, os pegaram em armas e os que simplesmente manifestaram opiniões contrárias ao regime. Mas, quem tinha idade para discernir o bem e o mal no final dos anos 1970 lembra das mensagens cifradas que diziam: “Ou esta lei ou nada”.

Como a regra, mesmo com suas aberrações era melhor do que o que tínhamos muitos aderiram ao projeto. No site do Senado Federal, em texto sobre os quarenta anos da Lei da Anistia podemos ler: “Foram anistiados tanto os que haviam pegado em armas contra o regime quanto os que simplesmente haviam feito críticas públicas aos militares. Graças à lei, exilados e banidos voltaram para o Brasil, clandestinos deixaram de se esconder da polícia, réus tiveram os processos nos tribunais militares anulados, presos foram libertados de presídios e delegacias.” Não há dúvidas que cada um defendeu seus interesses, graças a essa regra retomamos parte das variáveis existentes numa democracia.

O perdão é um princípio que devemos carregar conosco, contudo, no caso dos atos de 08.01.23 é necessário cautela. Anistiar pode se configurar como banalização de atos praticados ao arrepio da lei e agravar os desvios de conduta presentes em nossos dias. A cada manifestante devemos dar todo direito de defesa, julgar à luz das regras existentes e evitar colocar todos no mesmo “balaio” como a Lei da Anistia fez. Quem pratica atos ilegais deve por eles responder, minimizar o que foi feito no segundo domingo de 2023 é um risco que nossa democracia não deve correr.

Crônica de Ademar Rafael

A FESTA SUMIU?

Nós que ultrapassamos a barreiras dos sessenta anos quando falamos “No meu tempo era assim ou assado” somos chamados de saudosistas por uns ou de ultrapassados por outros. Mesmo correndo este risco quero hoje falar sobre o festa do Senhor Bom Jesus dos Remédios em Afogados da Ingazeira.

Nas décadas de 1970 e 1980 a Praça Arruda Câmara vestia roupa de gala para receber os visitantes durante as festividades que neste ano chega ao evento de número cento e noventa e cinco, isto mesmo, a 195ª festa. O Parque de Diversão era montado no meio da praça, as barracas em todo seu entorno e os habitante da localidades e visitantes criavam espaços para caminhar, paquerar, tomar sua bebida favorita e comer as delícias ofertadas pelos ambulantes ou nos pontos fixos da praça.

Não há meio de esquecermos os bailes do Aéreo Clube de Afogados da Ingazeira – ACAI, os jogaços no Paulo de Sousa Cruz e no Campo da Estação, as pastorinhas sob comando de Beto de Madalena, nosso “Beto Limonta”, as músicas tocadas na difusora e tantos outras coisas que o mundo das redes sociais teima em jogar na vala do esquecimento.

Quantos jovens da nossa querida cidade desconhecem que seus avós deram os primeiros beijos durante a “Festa de Ano”, alguns deles nas cadeiras do parque de Mané Jacó ou no salão da ACAI. No campo religioso a grande expectativa para este cronista era a homilia e Dom Francisco, o Profeta do Pajeú. Após a procissão na missão campal nosso pastor soltava o voz em defesa dos excluídos e denunciando os desmandos das autoridades sob tutela dos militares instalados na presidência de república por força do golpe de 1964.

Não temos como reativar as festividades no modelo antigo, mas, entendo ser nossa a obrigação de zelar para que não caiam no esquecimento.

Crônica de Ademar Rafael

É NATAL

Durante algum tempo fugi das comemorações natalinas por entender que a festa havia descambado para o lado do consumo esquecendo-se da sua essência. Convencido pela esposa voltei a participar do jantar em família, reservando tempo para refletir sobre o nascimento de Jesus de Cristo, a “Missa do Galo”, instituída o ano 143 pelo Papa Telésforo”, a “Coroa do Advento” e a “Guirlanda”, isto à luz do juízo de valor advindo da minha crença, sem questionar as escolhas alheias.

Farei neste texto uma síntese dos principais símbolos do Natal, começando pelo “Presépio”, criando em 1223 por São Francisco de Assis, numa gruta na cidade italiana de Greccio com intuito de demonstrar aos moradores da região como havia sido o nascimento de Cristo. Existem registros de que no Brasil o primeiro “Presépio” foi montado na cidade de Olinda-PE, no século XVII, pelo religioso Gaspar de Santo Agostinho.

Sobre a “Arvore de Natal” entre as diversas versões destaco a que indica seu surgimento na cidade de Riga, na região onde está hoje a Letônia, por volta de 1510. No Brasi esta tradição ganhou força no início do século passado. Acompanho a tese que sua expansão sofreu influência da chegadas dos eurupeus em nosso país.

Entre as versões acerca da “A troca de presentes” muitos registros disponíveis indicam que a entega dos presentes pelos Reis Magos é a base dessa tradição, pela vertente religiosa.

A “Ceia de Natal” foi herdada de festas da Roma Antiga para comemorar o migração da época fria para o período em que o sol trazia alegria e colheitas abundantes. Na festa romana também tem origem os “Cartões de Natal”

A origem do bom velhinho “Papai Noel” está relacionada a São Nicolau de Mira, que viveu na Turquia entre os séculos III e IV. Nos dias atuais encanta as crianças e embala as vendas do comércio.