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Blog do Finfa - A verdade em forma de notícia

Raquel confiou em Fredson, e o Pajeú respondeu nas urnas

Escolhido pela governadora para coordenar sua campanha em uma das regiões mais simbólicas de Pernambuco, Fredson Brito comandou uma articulação envolvendo os 17 municípios do Pajeú, 11 prefeitos aliados e grupos de oposição nas outras seis cidades. O resultado apareceu de forma expressiva nas urnas.

Os números apresentados pela coordenação regional resumem o tamanho da votação: Raquel Lyra recebeu 103.273 votos no Pajeú, contra 82.711 de João Campos. Considerando os votos dos dois candidatos, isso corresponde a 55,53% para Raquel e 44,47% para João, uma diferença de 20.562 votos e 11,06 pontos percentuais.

O resultado ganha ainda mais dimensão quando comparado ao cenário de quatro anos atrás. Em 2022, Danilo Cabral teve 60.785 votos no Pajeú, enquanto Raquel Lyra teve apenas 11.619 votos na região. Agora, quatro anos depois, Raquel salta de 11.619 para 103.273 votos, enquanto João Campos registra 82.711 votos.

Em 2022, Raquel Lyra não foi a candidata mais votada para governador em nenhum dos 17 municípios do Pajeú no primeiro turno, enquanto Danilo Cabral venceu em nove cidades da região.

Na consolidação regional, portanto, o contraste é expressivo:

2022

* Danilo Cabral: 60.785 votos
* Raquel Lyra: 11.619 votos

2026

* Raquel Lyra: 103.273 votos
* João Campos: 82.711 votos
* Diferença: 20.562 votos
* Raquel: 55,53%
* João: 44,47%

É justamente nessa mudança que o trabalho político de Fredson Brito ganha destaque.

A governadora entregou ao prefeito de São José do Egito a missão de coordenar uma região formada por realidades políticas muito diferentes. Em 11 municípios, Raquel contava com o apoio dos prefeitos. Nos outros seis, a campanha precisou ser construída ao lado das forças de oposição locais.

Fredson participou de reuniões, organização de agendas, eventos, logística, mobilização e articulação permanente entre as coordenações municipais e a coordenação estadual da campanha.

Mas o resultado também foi fruto de uma circunstância política importante: Raquel conseguiu reunir uma ampla maioria de prefeitos do Pajeú ao seu redor. A função da coordenação regional foi transformar essa força política em organização, mobilização e, por fim, voto registrado nas urnas.

DE 11.619 PARA 103.273 VOTOS

A comparação entre as duas eleições ajuda a dimensionar a transformação.

Em 2022, o Pajeú ainda apresentava forte influência eleitoral do grupo político ligado historicamente ao PSB. Danilo Cabral venceu naquele ano em Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Flores, Iguaracy, Ingazeira, Itapetim, Santa Terezinha, São José do Egito e Solidão. Raquel não venceu nenhum município da região no primeiro turno.

Agora, quatro anos depois, o quadro é outro:

* Raquel Lyra — 103.273 votos
* João Campos — 82.711 votos
* Diferença — 20.562 votos
* Raquel — 55,53%
* João — 44,47%

A leitura feita pelo grupo governista é de que esse resultado consolida Raquel como uma das principais referências políticas atuais do Pajeú, região historicamente marcada pela influência de Miguel Arraes e Eduardo Campos.

Se antes o Pajeú esteve fortemente identificado com o campo político construído por Arraes, Eduardo e pelo PSB, a eleição de 2026 apresenta uma nova configuração, com Raquel alcançando maioria regional e uma ampla rede de prefeitos e lideranças municipais.

ATÉ ONDE O CENÁRIO ERA MAIS DIFÍCIL, RAQUEL MOSTROU FORÇA

O desempenho também chama atenção nos municípios onde o prefeito estava em outro campo político.

Em Afogados da Ingazeira, apesar da estrutura política adversária, a diferença em favor de João Campos ficou na casa dos 7 pontos percentuais, segundo o levantamento apresentado pela coordenação.

Em Serra Talhada, maior município do Pajeú, o cenário foi diferente: Raquel terminou à frente, com uma vantagem próxima de 10 pontos percentuais, conforme os números levantados pela campanha.

São resultados que reforçam um dos aspectos centrais da estratégia regional: manter unidos os aliados de Raquel mesmo nos municípios em que esses grupos estavam na oposição local.

SÃO JOSÉ DO EGITO VIROU A GRANDE VITRINE

Na cidade administrada por Fredson Brito, os números foram particularmente expressivos.

Em 2024, Fredson foi eleito prefeito com 10.523 votos. Dois anos depois, Raquel ultrapassou novamente a marca de 10 mil votos no município e abriu ampla vantagem sobre João Campos.

Na apuração divulgada com 98,72% das urnas contabilizadas, Raquel aparecia com 10.757 votos, ou 63,34% dos válidos, contra 6.040 votos, ou 35,56%, de João Campos.

Outro dado eleitoral despertou atenção.

Túlio Gadêlha recebeu 7.050 votos para o Senado em São José do Egito, terminando como o segundo candidato ao cargo mais votado no município.

Isso produziu uma comparação curiosa: Túlio, individualmente, recebeu 1.010 votos a mais do que João Campos teve para governador na cidade — 7.050 contra 6.040.

Naturalmente, são eleições com regras distintas — para o Senado o eleitor dispõe de dois votos —, mas o número ajuda a demonstrar o desempenho individual de Túlio dentro de São José do Egito.

GUSTAVO E MARCELO TAMBÉM CONCENTRAM VOTOS

A votação proporcional completou o desempenho da chapa apoiada por Fredson.

Segundo os números apresentados pela coordenação, Gustavo Gouveia, para deputado estadual, e Marcelo Gouveia, para deputado federal, ultrapassaram a marca de 37% dos votos em suas respectivas disputas em São José do Egito.

A concentração dos votos nos candidatos apoiados pelo prefeito é apontada pelo grupo como outro indicador da capacidade de organização da campanha no município.

Assim, o desempenho não ficou restrito à eleição para governador. Raquel, Túlio, Gustavo Gouveia e Marcelo Gouveia tiveram votações expressivas dentro da estratégia eleitoral conduzida pelo grupo de Fredson.

UMA MUDANÇA NO MAPA POLÍTICO DO PAJEÚ

O significado político do resultado ultrapassa São José do Egito.

O Pajeú carrega uma longa história de ligação com Miguel Arraes, Eduardo Campos e o PSB. Em 2022, essa influência ainda aparecia de forma clara: Danilo Cabral teve 60.785 votos na região, enquanto Raquel Lyra somou apenas 11.619 votos.

Quatro anos depois, o quadro apresentado é outro.

Raquel reuniu 103.273 votos contra 82.711 de João Campos, estabelecendo uma vantagem regional superior a 20 mil votos.

O resultado não pode ser atribuído a uma única liderança: ele envolve a própria governadora, os 11 prefeitos aliados, os grupos de oposição das outras seis cidades, vereadores, lideranças e coordenações locais. Mas Fredson ocupou uma posição central nessa engrenagem ao assumir a responsabilidade pela coordenação regional.

Seu desafio foi aproveitar essa ampla base política e ajudar a convertê-la em organização eleitoral efetiva.

RAQUEL CONFIOU. FREDSON CORRESPONDEU.

Raquel Lyra entregou a Fredson Brito uma missão que ultrapassava as fronteiras de São José do Egito.

Foram 17 municípios, 11 prefeitos aliados e seis grupos de oposição, reunidos dentro de uma mesma estratégia regional.

O resultado apresentado pela coordenação foi de 103.273 votos para Raquel contra 82.711 para João Campos.

Em São José do Egito, a votação também refletiu essa organização: Raquel abriu ampla vantagem; Túlio Gadêlha ultrapassou 7 mil votos e teve mais votos individualmente que João Campos na cidade; e Gustavo Gouveia e Marcelo Gouveia ultrapassaram 37% em suas respectivas disputas, segundo os dados fornecidos pela coordenação.

Para o grupo governista, os números representam mais do que uma vitória eleitoral. Representam uma mudança relevante na correlação de forças de uma região que durante décadas teve Arraes, Eduardo Campos e o PSB como referências predominantes.

Raquel confiou em Fredson. Fredson ajudou a organizar e unir sua base no Pajeú. E 103.273 votos deram a dimensão dessa resposta nas urnas.

Grupo Porto festeja “tetra” de Álvaro na Alepe e eleição de Gabriel para Câmara dos Deputados

Reeleito para o quarto mandato consecutivo com 53.473 votos, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado estadual Álvaro Porto (MDB), comemora a eleição do médico Gabriel Porto (PSB), seu filho, para a Câmara dos Deputados. Estreante em disputas eleitorais, Gabriel obteve 114.860 votos.

“Deus e o povo de Pernambuco me deram a alegria imensa de ver a eleição do meu filho como deputado federal. Canhotinho (terra natal e principal base do grupo) e nosso estado terão um parlamentar comprometido e sempre pronto para trabalhar pelo povo. Como diz a música, ‘o futuro começa agora’. Tenho certeza que Gabriel vai honrar cada voto recebido com trabalho e dedicação a Pernambuco”, disse.

O deputado também agradeceu pelo “tetra” conquistado. “Mais uma vez, o povo pernambucano me honra com sua confiança. Fui eleito pela quarta vez para um novo mandato de deputado estadual e recebo essa vitória com o coração cheio de gratidão e, acima de tudo, de responsabilidade”, afirmou.

Álvaro externou gratidão também à família, aos amigos, às lideranças municipais e a cada um dos mais de 53 mil pernambucanos que, segundo ele, caminharam ao seu lado e acreditaram no trabalho feito por ele. “A nossa luta por Pernambuco continua. Temos muito mais trabalho pela frente”, completou.

Já Gabriel disse que recebeu cada um dos mais de 114 mil votos com o coração grato e ciente do seu papel. “Saberei retribuir a confiança de cada um de vocês com muito trabalho, todos os dias. Nossa missão é executar o projeto que foi construído com diálogo e parcerias pelos mais de 90 municípios que nossa campanha percorreu”, observou.

“Agradeço à minha família, a todo mundo que chegou junto, perto ou longe, e, principalmente, aos mais de 114 mil eleitores de todas as regiões de Pernambuco. Essa vitória é coletiva e o mandato também será”, assegurou o deputado federal eleito.

Comemoração – Álvaro e Gabriel acompanharam a apuração dos votos e festejaram a conquista dos mandatos, em Canhotinho, ao lado pela prefeita do município – esposa do deputado e agora mãe de deputado federal – Sandra Paes, de familiares, correligionários e amigos. A comemoração foi marcada pela emoção e manifestações de gratidão pela dupla vitória.

História – A renovação do mandato de Álvaro na Assembleia e a conquista da cadeira de Gabriel em Brasília é a continuação de uma história de dedicação à vida pública iniciada com Costa Porto, ministro da Agricultura durante o governo de Café Filho (1954–1955), e sedimentada, em Canhotinho, com os dois mandatos do patriarca Lourival Mendonça de Barros na prefeitura do município (1965-1968 e 1977-1982).

A partir dali, a presença dos herdeiros de Lourival e Edite Rodrigues Porto no Legislativo tem sido marcante. O hoje conselheiro aposentado do TCE-PE Carlos Porto foi deputado estadual por três legislaturas, entre 1979 e 1990. Já o delegado Eduardo Porto ocupou cadeira na Alepe por dois mandatos consecutivos, entre 2007 e 2014.

Há que se destacar ainda que, desde 2005, a Prefeitura de Canhotinho é administrada, ininterruptamente, por representante dos Porto. Foram dois mandatos consecutivos de Álvaro, dois de Felipe Porto e, atualmente, Sandra Paes está no exercício do segundo mandato.

Governadora Raquel Lyra comanda primeira reunião de planejamento com os secretários de Estado após a reeleição

A governadora Raquel Lyra comandou, nesta segunda-feira (5), no Palácio do Campo das Princesas, a primeira reunião com os secretários que compõem o Governo do Estado. Na ocasião, a chefe do Executivo alinhou o trabalho de planejamento e execução das metas de fechamento da atual gestão e as prioridades de início do próximo mandato.

“Na reunião com nosso secretariado, atualizamos as pautas para fechamento do ciclo deste ano, as entregas que a gente irá realizar e a organização do Governo para fechar todos os indicadores. Tudo isso, para que a gente possa começar o próximo mandato com a garantia que os investimentos que a gente se comprometeu com a população de Pernambuco vão acontecer”, declarou a governadora Raquel Lyra.

Acompanhando a reunião, a vice-governadora Priscila Krause enfatizou a gratidão ao time de secretários: “Os titulares das nossas secretarias garantiram que pudéssemos cuidar de Pernambuco e dar prosseguimento às nossas ações com entregas todos os dias”, agradeceu a vice-governadora Priscila Krause.

Já o secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, destacou a união da gestão estadual. “Temos um time fantástico e que sempre esteve unido. Estamos aqui com propósito de fazer política e transformar a vida das pessoas. O povo pernambucano reconheceu esse trabalho e posso afirmar que teremos os melhores próximos quatro anos da nossa história”, disse o titular da pasta.

Participaram da reunião com a governadora os secretários Ana Maraíza (Administração); Paulo Paes (Administração Penitenciária e Ressocialização); João Salles (Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais); Andreza Pacheco (Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas); Hercílio Mamede (Casa Militar); Mauricélia Montenegro (Ciência, Tecnologia e Inovação); Rodolfo Costa Pinto (Comunicação); Renato Cirne (Controladoria-Geral do Estado); Yanne Teles (Criança e Juventude); Cacau de Paula (Cultura); Alessandro Carvalho (Defesa Social); Cícero Moraes (Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca); Danielle Jar Souto (Desenvolvimento Econômico); Diogo Alexandre (Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo); Rodrigo Ribeiro (Desenvolvimento Urbano e Habitação); Gilson Monteiro (Educação); Robson Fellype (Esportes); Flávio Mota (Fazenda); Joana Figueirêdo (Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência); Nathalie Mendonça (Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha); Pedro Neves (Mobilidade e Infraestrutura); Fabrício Marques (Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional); Almir Cirilo (Recursos Hídricos e Saneamento); Zilda Cavalcanti (Saúde); Roberto Asfora Filho (Turismo e Lazer); Bianca Teixeira (Procuradora-Geral do Estado) e Eduardo Vieira (chefe do Gabinete da Governadora).

Luciano Pacheco vence grupo de Zeca Cavalcanti e se destaca nas urnas em Arcoverde

O presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Luciano Pacheco, saiu das urnas com uma importante demonstração de força política no município, ao superar o grupo liderado pelo prefeito Zeca Cavalcanti na disputa eleitoral deste domingo (4). O resultado coloca o vereador-presidente no centro do cenário político local.

A disputa ocorreu em um cenário de forte confronto político entre os dois grupos. O rompimento foi entre o prefeito Zeca Cavalcanti e o vereador Luciano Pacheco, que passaram a ocupar lados opostos no cenário político de Arcoverde. O embate também foi marcado por tentativas de cassação do mandato de Pacheco e por uma disputa envolvendo diferentes forças políticas do município.

Com a oposição dividida entre diferentes candidaturas, Luciano Pacheco conseguiu concentrar uma parcela expressiva dos votos de Arcoverde. O resultado reforça seu protagonismo político no município e abre um novo capítulo na disputa entre o presidente da Câmara e o grupo político de Zeca Cavalcanti.

Sebastião Oliveira se despede de Dr. Ney Cavalcanti

A medicina pernambucana perdeu, nesta segunda-feira (5), um de seus nomes mais ilustres. A morte do Dr. Ney Cavalcanti foi recebida com profunda tristeza por Sebastião Oliveira, médico que teve nele um mentor e uma figura paterna.

“Dr. Ney Cavalcanti não foi apenas meu mentor na medicina. Foi meu segundo pai. Muito do profissional que me tornei, muito do que aprendi e carrego comigo até hoje, devo aos seus ensinamentos, aos seus conselhos e ao privilégio de ter caminhado ao seu lado”, afirmou Sebastião Oliveira.

Em sua homenagem, ele também expressou a dimensão da perda e a gratidão por tudo o que viveu ao lado do mestre: “A dor da despedida é imensa, mas maior ainda é a minha gratidão por tudo que ele representou na minha vida.”

Sebastião Oliveira desejou conforto à família e a todos que tiveram a felicidade de conhecer e admirar Dr. Ney Cavalcanti; “Que sua passagem seja de muita luz e que ele descanse em paz. Obrigado por tudo, meu mestre, meu mentor, meu segundo pai. Você seguirá vivo em mim, em tudo aquilo que me ensinou.”

Flávio, Lula ou nenhum? Quem Cury, Renan, Caiado e Zema apoiarão

CNN – Com a confirmação do segundo turno presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT), os candidatos derrotados da primeira etapa do pleito começaram a definir os posicionamentos para a sequência da disputa.

Flávio saiu na frente com 47,03% dos votos, enquanto Lula conquistou 45,16%.

omeu Zema (Novo)

O ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência reafirmou a postura de oposição ao PT. Na declaração concedida durante a apuração do primeiro turno, Zema afirmou que, “onde tiver PT”, ele e seu partido serão “do outro lado”. 

Embora houvesse expectativa em relação ao anúncio formal de apoio a Flávio Bolsonaro, o candidato do Novo não citou nominalmente o senador do PL na primeira manifestação pública.

Na ocasião, Zema destacou que a prioridade do partido no pleito foi o cumprimento da cláusula de barreira para garantir prerrogativas e recursos na próxima legislatura.

Augusto Cury (Avante)

O escritor e candidato pelo Avante declarou que não apoiará nenhum postulante no segundo turno e que manterá a neutralidade.

Cury afirmou que vai se “silenciar completamente” em relação as dois nomes que avançaram na disputa, além de acrescentar que suas propostas de governo continuam à disposição para quem desejar aproveitá-las.

Além disso, o escritor ressaltou que ninguém está autorizado a utilizar seu nome ou o de seu candidato a vice-presidente para declarar apoio a qualquer um dos lados. Cury indicou ainda que não pretende dar continuidade à carreira política e descartou assumir cargos ministeriais em um futuro governo.

Renan Santos (Missão)

O postulante do partido Missão anunciou que não fará campanha para nenhum candidato e tampouco para o voto nulo. Ao comentar o resultado das urnas, afirmou que não faria diferença se engajar na etapa final e orientou seus eleitores a agirem como preferirem. 

Renan avaliou que o cenário desenhado pelas urnas indica favorecimento ao candidato do PL no segundo turno. Apesar de criticar o resultado do pleito, o candidato afirmou que não deixará a atuação política e que rpetende dar sequência à construção do seu partido para as próximas eleições.

Ronaldo Caiado (PSD)

Quinto colocado na corrida presidencial, o ex-governador de Goiás informou que passará por alinhamento intenrno antes de formalizar qualquer posição.Caiado declarou que pretende manter sua coerência política, mas ponderou que só anunciará uma decisão após se reunir com Gilberto Kassab.

O político goiano destacou o agradecimento ao partido pela oportunidade de disputar o Palácio do Planalto e indicou que, independentemente do desfecho nacional, continuará a acompanhar a política regional em apoio ao governo de Goiás.

Luciano Duque é reeleito deputado estadual

O deputado estadual Luciano Duque foi reeleito para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) com 50.096 votos. O resultado das urnas consolida mais uma vez a confiança dos pernambucanos no trabalho desenvolvido pelo parlamentar em defesa do Sertão, do interior e de todo o estado.

Após a confirmação do resultado, Luciano agradeceu aos eleitores, às lideranças e a todos que estiveram ao seu lado durante a caminhada.

“Minha palavra é gratidão. Agradeço, de coração, a cada um dos pernambucanos que confiaram mais uma vez no nosso trabalho. Cada voto aumenta a nossa responsabilidade e renova a nossa disposição para trabalhar ainda mais. Vamos continuar firmes, defendendo o nosso povo, buscando investimentos, fortalecendo a saúde, a agricultura e lutando pelo desenvolvimento do Sertão, do interior e de todo Pernambuco”, afirmou Luciano Duque.

O parlamentar destacou ainda que o novo mandato será de continuidade e ampliação das ações desenvolvidas nos municípios, mantendo o diálogo com a população e a defesa das demandas das diferentes regiões do estado.

Zeca fortalece liderança em Arcoverde com reeleição de Raquel Lyra e eleição de Gustavo e Marcelo Gouveia

O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (Podemos), sai fortalecido politicamente das eleições deste domingo (4). O gestor comemorou a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), sua candidata ao Governo de Pernambuco, e a eleição de Gustavo Gouveia para deputado estadual e Marcelo Gouveia para deputado federal, seus aliados políticos.

Em Arcoverde, Raquel Lyra obteve 19.494 votos (51,32%), superando João Campos (PSB), que recebeu 17.889 votos (47,10%). No resultado estadual, a governadora foi reeleita com 53,27% dos votos válidos.

Na disputa proporcional, Gustavo Gouveia conquistou 67.605 votos em Pernambuco, enquanto Marcelo Gouveia obteve 182.812 votos, garantindo representação na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal.

Para Zeca, a eleição dos dois parlamentares amplia a capacidade de articulação do município na busca por recursos e investimentos.

“Arcoverde agora tem dois deputados de verdade, eleitos pelo povo e comprometidos com a nossa cidade. Gustavo Gouveia e Marcelo Gouveia vão trabalhar ainda mais por Arcoverde, buscando recursos, obras e ações que melhorem a vida da nossa população”, destacou o prefeito.

Na eleição presidencial, o resultado foi diferente. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o mais votado em Arcoverde, com 28.012 votos (69,71%), contra 10.180 votos (25,33%) de Flávio Bolsonaro (PL).

O resultado das urnas fortalece a posição política de Zeca Cavalcanti e abre novas perspectivas de articulação com o Governo de Pernambuco e os representantes eleitos para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados, com foco na ampliação dos investimentos e das ações em benefício de Arcoverde.

Crônica de Ademar Rafael

DIGNIDADE, NÃO TOQUEM!

Esta palavra pode ser definida como um valor correspondente a honra, a autoridade moral, aos direitos e o respeito aos valores próprios. Ela será o tema da nossa reflexão desta primeira do semana do mês dedicado as crianças e aos professores e muito caro para nós católicos para ser o mês da padroeira do Brasil Nossa Senhora Aparecida e diríamos o mês em que os paraenses dedicam suas orações para Virgem de Nazaré.

Com nossa alma entregue aos preceitos religiosos vamos conversar sobre a dignidade humana que sob meu ponto de vista vem sendo atacada de diversas formas. Seu valor tem sido negligenciado com muita facilidade por nós e por terceiros, inclusive pelo estado opressor.

Esta negligência ocorre da nossa parte quando aceitamos jornadas de trabalho acima da nossa capacidade laboral, na hora que normalizamos a violência e fechamos os olhos para as injustiças e nos momentos que permitimos ser manipulados pelos linchamentos virtuais e suas nefastas regras comportamentais, em nome do “politicamente correto”.

O mesmo fenômeno ocorre por ações de terceiros em hipóteses normalizadas pelas omissões citadas acima, a saber: negação de direitos, a discriminação, preconceito e utilização de vulnerabilidades socias e/ou financeiras em favor de outrem.

O estado, por meio de ações de governantes indignos, faz sua parte no rol das negligências quando nega acessos e bens e serviços essenciais para uma vida digna, nos atos que sucateia a educação e desqualifica a ação nobres dos professores, na seletividade para aplicação das leis e criar barreiras burocráticas também seletivas para acesso aos benefícios conquistados pelo esforço e pelas contribuições ou por fatores temporários que impede trabalhar.

A soma de tais negligências obriga-nos a agir e preservar nossa dignidade.