Três nomes estariam sendo avaliados pelo governador para o lugar de Ranilson Ramos: Anchieta Patriota, ex-prefeito de Carnaíba; Adelmo Moura (foto), ex-prefeito de Itapetim, e o secretário-executivo da pasta, Aldo Santos. Os dois últimos levariam mais vantagens, porque Anchieta, atualmente na Secretaria de Cidades, é candidato a deputado estadual.(Coluna do Magno)
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Ao sair de casa, na última terça-feira, para visitar uma filha no centro da cidade sertaneja de Floresta, a 439 quilômetros de Recife, Manoel Afonso dos Santos, de 82 anos, delegou uma triste tarefa à mulher, Maria Fátima Alves Laurentino, de 46: deixar com fome o cavalo Canário por um dia, para que não faltasse ração aos bois Sereno e Mineiro e ao bezerro Boa Vista. Morando em uma casa de taipa, sem direito a água nem colheita, ele adotou esses rodízio para administrar os seis hectares do sítio Riacho do Ouro, onde, ao longo dos últimos doze meses, viu sumir o patrimônio de uma vida, na pior seca em meio século. Assistiu à morte de 31 bichos e vendeu cinco outros, “a preço de banana” para garantir o sustento dos que sobreviveram.
Em 47,5% das cidades do semiárido, 1/3 dos moradores vive de programas federais
Seca: levantamento aponta foco em ações remediadoras
Em Serra Talhada, também no sertão, a 418 quilômetros de Recife, José Lopes da Costa, de 78 anos, vive a mesma dor: já perdeu 20 cabeças de gado. Há um mês, vendeu uma “junta de boi de trabalho” por R$ 5 mil para garantir alimentação dos que sobraram.
Era bicho “danado de bom”, que Zeca do Jazigo, como o agricultor é mais conhecido, não pretendia comercializar por dinheiro algum. Em São Caetano, no agreste, José Albertino da Silva, de 75 anos, já não tem “mais nenhum bichinho”. Nem tentou plantar melancia, milho, feijão e mandioca porque “a terra não molhou” no seu sítio, chamado ironicamente Poço D´Água.
Além de verem os rebanhos minguarem Afonso, José e Albertino são a prova de que a indústria da seca não acabou: eles vêm gastando os últimos trocados na compra de água, já que a frota oficial não atende à demanda das populações da caatinga.
Água virou ouro, e tem muita gente enricando com ele — reclamaram Maria Angelina Cordeiro, de 71 anos, e sua filha, Josefa Márcia, de 29.
Elas moram no Sítio Mocós, em Tacaimbó, também no agreste, uma zona de transição entre a Zona da Mata e o sertão. Beneficiária de aposentadoria rural, Maria pôde comprar água. Este ano já gastou R$ 600 só com pagamento de carros-pipa. Contou que a venda da água, transformada em artigo de luxo, virou um negócio tão rentável, que há pessoas vendendo até automóveis para comprar caminhões-tanque:
Teve um aqui perto que vendeu um açude por R$ 3 mil — disse ela, referindo-se a Albino Jota Barros, que não foi localizado em casa pelo GLOBO.
Carro-pipa chega a custar R$ 180
O comprador do açude, segundo a agricultora, secou a represa e vendeu a água a um preço muito alto para os lavradores já descapitalizados com a estiagem. O problema, porém, é mais abrangente: O GLOBO não esteve em uma só casa onde os moradores não compraram água na atual seca. Os preços não são baixos: variam de R$ 120 a R$ 180 cada carro-pipa. Na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Tacaimbó, a 169 quilômetros de Recife, a maioria dos lavradores levantou as mãos, quando pergunta se já tinha gasto dinheiro com água este ano.
Não comprei, mas não por falta de necessidade, mas por falta de dinheiro. Minha cisterna está seca — reclamou José Herculino de Macedo, de 66 anos.
Quem comprou reconhece a exploração. Angelina contou que parentes seus, que moram na cidade com água encanada, têm conta mensal de R$ 36 com uma família do mesmo tamanho da sua. Ela não entende por que tem que pagar um preço tão exorbitante pelo que é um direito. Em Pernambuco, há 1.476 carros-pipa em operação: 638 do Exército e 838 do governo estadual. Isso sem falar nos mobilizados pelas prefeituras. Mas, segundo a população da caatinga, a oferta está longe de atender à demanda. Assim quem quase mais nada têm a oferecer é explorado. Gente como Adriano João da Silva, de 23 anos, residente em São Caetano, vizinho a seu Albertino, que está vendendo o rebanho para comprar água e comida para a família e os caprinos:
O governo diz que vem todo mês uma carrada, mas não chega. A gente compra a R$ 130 no caminhão, e nem boa a água é, é salobra a danada. Até os bichos acham ruim — disse Adriano.
Para economizar, ele gasta três horas diárias no jumento para arranjar água barrenta nos açudes que ainda têm “um espelhinho” na caatinga. Precisa de 250 litros por dia para matar a sede das 40 cabras que restam.(Jornal o Globo)
Um dos membros do PT no Governo Eduardo Campos, o secretário de Transportes, Isaltino Nascimento, anda silencioso sobre questões políticas, mas tem andado o Estado em agendas administrativas.
Só nesta semana, assina ordens de serviço de duas rodovias – uma em Macaparana e outra em Bom Jardim. A PE-89 passa por Macaparana e São Vicente Férrer. A PE – 88 liga Bom Jardim a Orobó e Umburetama (PB).
Somadas, resultam num montante de R$ 35 milhões. Além dessas, há mais três ordens de serviço a serem assinadas – da PE-28, da PE-360, que vai de Floresta a Ibimirim e a PE-380, que vai de Sertânia a Custódia.(Folha Política)
Um dia antes da reunião entre a presidente Dilma Rousseff (PT) com os governadores do Semiárido do Nordeste para articular ações e projetos de combate à seca, a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) promoverá um encontro com os prefeitos de Pernambuco para esclarecer as dúvidas de como deverá ser aplicado o Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) – criado e sancionado pelo governador Eduardo Campos (PSB) devido ao acúmulo de dívidas das prefeituras ocasionada pela queda do Fundo de Participação dos Municípios (FMP). O cacique socialista, inclusive, pretende replicar seu projeto durante a reunião com os governadores.
O seminário será realizado amanhã, na sede da Amupe, a partir das 9h, e contará com a presença do secretário de Planejamento do Governo do Estado, Fred Amâncio, que irá detalhar os decretos de regulamentação de instituição do Fundo. “Queremos manter esse contato permanente com as prefeituras para dar suporte aos gestores sobre qualquer dificuldade na utilização do FEM. Nós disponibilizamos, no site da Secretaria de Planejamento, uma página explicando do que se trata essa ferramenta, mas sabemos que as dúvidas surgirão com a parte operacional”, explicou Amâncio.
Estima-se que R$ 228 milhões sejam injetados no fundo. Na última quinta-feira, o Diário Oficial divulgou a criação de uma Comissão, gerenciada por dez secretários, que irá receber os planos de trabalhos das prefeituras para avaliar e verificar se são viáveis. Caso não sejam, o colegiado encaminha as observações para que o prefeito reformule o projeto. Os gestores têm até o dia 15 para elaborarem seus planos de infraestrutura nas áreas de Saúde, Meio ambiente, Educação, Segurança, Desenvolvimento social e Sustentabilidade.
Apesar de considerar louvável o empenho do Governo Estadual em minimizar os efeitos da estiagem no Agreste e Sertão de Pernambuco, o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), declarou que a sugestão do governador Eduardo Campos (PSB) em desburocratizar os recursos enviados pela União até chegarem ao município é uma iniciativa já pensada e anunciada pelo Governo Federal através do cartão da Defesa Civil. “Nós tivemos uma reunião com o ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB) para discutir ações voltadas para ajudar o município nessa questão tão crítica. Fernando, foi quem primeiro anunciou que o Governo Federal pretendia elaborar uma maneira de repassar os recursos diretamente para os prefeitos, e no momento eu coloquei que deveria ser por meio do cartão da Defesa Civil”, explicou o petista.
Duque reconheceu que o Estado deu um salto à frente ao lançar o Fundo de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios (FEM) como uma contraparte do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), mas rememorou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também socorreu os municípios em situação de emergência facilitando os repasses do FPM. “Este dinheiro não deve ser liberado para pagar dívidas, mas para custear as ações emergenciais, como recuperação de açudes, por exemplo, para segurar o rebanho até que esse período de estiagem passe”, observou. Sobre o perdão das dívidas, o prefeito pontuou que a iniciativa partiu do encontro entre Eduardo e os representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, onde foi entregue um documento com 100 reivindicações e sugestões de convivência com a seca. “O que acredito é que o governo não deveria se basear só no perdão, mas na recuperação do rebanho. É necessário ter políticas de apoio voltadas aos animais, para passarmos por esse período”, afirmou.
Para o prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), independente do detentor das iniciativas, é natural que a União tenha mais condições de investir e ampliar suas ações do que as esferas Estadual e Municipal. “Tanto o Estado quanto a União têm obrigação de alocar recursos para essas dificuldades. A diferença é que Eduardo está colocando recursos de infraestrutura onde o prefeito vai dizer onde deverá usar, e a União está repassando verbas para a seca”. (Folha de Pernambuco – Foto Júnior Finfa)
O governador Eduardo Campos inaugura, nesta segunda-feira (1º/04), mais uma unidade de saúde destruída pelas fortes chuvas de 2010. O Hospital Municipal Maria Helena de Andrade Silva, no município de Jaqueira, na Mata Sul pernambucana, será entregue à população em uma nova área livre do risco de enchentes, com estrutura moderna e equipamentos de ponta. A solenidade de inauguração está marcada para as 9h.
Com 3,2 mil metros quadrados de área construída, o Hospital Municipal de Jaqueira beneficiará mais de 11 mil pessoas. A nova unidade será administrada pela prefeitura e terá perfil voltado para casos de urgência e emergência de baixa complexidade em clínica médica, obstetrícia e pediatria. Em relação à estrutura, o novo hospital de Jaqueira conta com 32 leitos, sendo 20 para adultos, cinco pediátricos e sete de maternidade. Além disso, a unidade possui sala de cirurgia, sala de parto e sala de raio-X. O investimento total nas obras e compra de equipamentos foi de aproximadamente R$ 10,6 milhões.
Com o Hospital de Jaqueira, sobe para quatro o número de hospitais construídos pelo Governo de Estado na Zona da Mata Sul do Estado, ampliando, assim, a oferta dos serviços de saúde e assegurando a assistência médica à população da Região. O primeiro foi o Hospital Regional Sílvio Magalhães, em Palmares, inaugurado em dezembro de 2011. Já o Hospital Municipal de Cortês foi entregue em setembro de 2012, enquanto o Hospital de Barreiros entrou em funcionamento no dia 1º de fevereiro deste ano.
Água Preta – Ainda no primeiro semestre de 2013, a Secretaria Estadual de Saúde prevê entregar à população o Hospital Municipal Cientista Nelson Chaves, em Água Preta. A unidade tem capacidade, projeto arquitetônico e perfil de atendimento idêntico ao de Jaqueira e é o último hospital da Mata Sul destruído pelas fortes chuvas de 2010. Ao todo, o Governo de Pernambuco investiu cerca de R$ 90 milhões na reconstrução das cinco unidades da região.
O vice-prefeito de Casinha, Vital Andrade, de 51 anos, conhecido como Índio, e um outro homem que estava com ele no Bar do Baca, foram mortos a tiros de espingarda calibre 12 na manhã deste sábado (30). O crime aconteceu na comunidade de Catolé de Napoleão, zona rural do município de Casinhas, no agreste de Pernambuco.
De acordo com os agentes da Delegacia de Limoeiro, também no Agreste, os dois estariam jogando baralho em uma das mesas do bar, quando dois homens não identificados chegaram em uma moto, se aproximaram das vítimas e efetuaram os disparos. Uma das balas atingiu a nuca do vice-prefeito, que também exercia a atividade de comerciante. O Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados, comparecendo ao local.
Os corpos das vítimas, após levantamento cadavérico, foram levados ao IML de Caruaru.
Vital Andrade, exerceu três mandatos de vereador em Casinhas e era tido como uma pessoa bem relacionada no meio social. Nas eleições de outubro passado, ele foi eleito vice-prefeito na chapa encabeçada por Rosineide Barbosa, atual prefeita do município. Muitos políticos estiveram no local do crime para acompanhar as investigações iniciais.
O ex-deputado Ranilson Ramos, secretário estadual de Agricultura e membro da direção regional do PSB, faz uma leitura interessante da entrevista dada ao jornal “Valor” pelo ex-presidente Lula. A seu ver, ao reconhecer que o governador Eduardo Campos está terminando o seu segundo mandato muito bem avaliado pelos pernambucanos e pensando “em ocupar espaço na política brasileira, tão necessitada de novas lideranças”, o ex-presidente deu-lhe o aval para seguir adiante.
Sua provável candidatura a presidente da República, já agora em 2014, na avaliação de Ranilson Ramos, é algo positivo para o próprio PT não fosse a “visão estreita e míope” de sua direção nacional. Isso porque, segundo ele, em vez de atrapalhar a presidente Dilma Rousseff, o governador de Pernambuco daria uma importante colaboração para que o governo federal não volte a ser controlado pela plutocracia paulista ligada ao PSDB, independente de ganhar ou perder a eleição.
Ramos trabalha com três cenários para 2014. O primeiro projeta a vitória de Dilma no 1º turno, “o que para o PSB não é problema porque já ocorreu isso em 2002 (Ciro contra Lula) e o partido foi para o governo”. O segundo seria uma final entre Dilma e Aécio, o que também não seria mal para o PSB “porque o partido a acompanharia”. E o terceiro seria uma disputa entre ela e Eduardo, com vitória deste último, o que o leva a perguntar ao PT: “É melhor perder para nós ou para o PSDB?”
Por: Inaldo Sampaio
O senador Armando Monteiro, em pronunciamento no plenário do Senado Federal, fez uma defesa veemente da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. Ele sugeriu que a lei sirva de modelo para a construção das reformas em discussão na Casa sobre o novo sistema tributário brasileiro.
O argumento de Armando é baseado nos impactos positivos que a lei teve sobre o setor, sobretudo no aumento da receita propiciado por meio da adesão dos micro e pequenos empreendedores ao Simples, a forma unificada de recolhimento de diferentes tipos de tributos, e a geração de emprego e renda na economia do País.
Segundo ele, entre os anos de 2008 e 2011, as receitas oriundas do Simples cresceram 50% quando alcançaram a marca de R$ 42 bilhões. Nesse mesmo período, houve um aumento de 17% no número de empregados no setor, isso significa que os micro e pequenos empreendedores optantes do Simples são responsáveis por um em cada quatro empregos com carteira assinada no Brasil.
Diante desse cenário positivo, o senador fez um alerta para o fato de que as atuais disfunções do sistema tributário brasileiro já ameaçam as conquistas do Simples.
Armando chama atenção que a opção pela produtividade fiscal e a facilidade em arrecadar estão fazendo com que os governos estaduais utilizem de forma indiscriminada e abusiva o instrumento da substituição tributária do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Ou seja, a empresa substituta recolhe o imposto pelo restante da cadeia produtiva ou faz a comercialização considerando estimativas de margem de lucro. No entendimento do senador isso já está anulando os benefícios proporcionados pelo Simples.
“Isso reduz o capital de giro das empresas, atinge os empregos, inibe os investimentos, além de incentivar a informalidade. Todos os efeitos vão na contramão do que foi preconizado e posto em prática pelo Simples”, ressaltou. Armando não deseja a eliminação da susbtituição tributária, mas propõe o uso disciplinado do mecanismo, sob risco de penalizar a força empreendedora do País, que nasce nos pequenos negócios.
“É uma sensação muito boa ver poder esse belo espetáculo, feito com tanta luta por aqueles que produzem há 17 anos a Paixão de Cristo do Recife. Vim para poder ver esta que é a mais bela história da humanidade, a história da vida, da morte e da ressurreição de Jesus”. Essas foram as palavras do governador Eduardo Campos, após conferir, na noite desta quarta-feira (27/03), a estreia da 17ª edição da Paixão de Cristo do Recife, na Praça do Marco Zero. O governador assistiu ao espetáculo ao lado da primeira-dama Renata Campos, do filho mais novo, José, do prefeito Geraldo Julio e da primeira-dama do Recife, Cristina Mello.
A ocasião também marcou a homenagem à dama do teatro pernambucano, a atriz Geninha da Rosa Borges, que interpretou Marta, uma das seguidoras de Jesus, por 16 anos na encenação do Recife. Ao lado do prefeito, Eduardo entregou um troféu para Geninha e destacou a grandeza e referência que a atriz simboliza para a cultura pernambucana. “Toda homenagem que se preste a Geninha é pouco perto de tudo que ela fez pelo teatro e pelos atores e atrizes. Todos que estão no palco passaram pela mão dela”, disse Eduardo, ao falar da alegria em poder homenagear a atriz por duas vezes em dez dias. No último dia 18, Geninha recebeu a Medalha da Ordem do Mérito Guararapes, maior comenda concedida pelo Estado.
Emocionada, ao ser questionada sobre o valor da homenagem, Geninha respondeu: “Imagina, uma pessoa com 90 anos receber uma homenagem dessas, ainda mais da mão do governador”, disse sorridente, ladeada por Eduardo e Geraldo.
O governador estendeu suas congratulações ao ator e diretor José Pimentel. “Gostaria de prestar também uma homenagem a este guerreiro do teatro pernambucano, José Pimentel, que com tanta luta coloca de pé essa Paixão, para a alegria de milhares de pessoas que vêm assistir a um espetáculo gratuito, na Praça do Marco Zero do Recife”, exaltou Eduardo. Pimentel se disse “muito feliz” e “honrado” com a presença do prefeito e do governador na estreia da Paixão, que será encenada até o domingo (31/03).
PÁSCOA – Antes da encenação, Eduardo deixou uma mensagem de Páscoa para todo público presente. “Quero desejar a todos os pernambucanos e pernambucanas uma grande Páscoa. Que seja um momento de reflexão para pedirmos perdão pelo que fizemos de errado. Mas que também seja um tempo em que possamos encher o coração de esperança e de fé no futuro para construir um mundo mais justo, sem tantas desigualdades”, disse o governador.(Fotos: Raul Buarque/SEI)








