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SEGUNDA ETAPA DA ADUTORA DO PAJEÚ TEM LICITAÇÃO ENCERRADA

A segunda etapa da Adutora do Pajeú teve a licitação encerrada e o resultado publicado no Diário Oficial da União. O empreendimento é uma das grandes obras hídricas do Ministério da Integração Nacional, que tem o objetivo de oferecer segurança hídrica às cidades do sertão nordestino. A primeira etapa evitou o colapso no abastecimento de água de importantes cidades pernambucanas, como Serra Talhada e Afogados de Ingazeira. A obra vai beneficiar cerca de 230 mil brasileiros em 16 localidades em Pernambuco e oito localidades da Paraíba.

A segunda etapa levará água do Rio São Francisco para as sedes dos municípios de Betânia (PE), Carnaubeira da Penha (PE), Triunfo (PE), Santa Cruz da Baixa Verde (PE), Quixaba (PE), Iguaraci (PE), Ingazeira (PE), Solidão (PE), Tabira (PE), Tuparetama (PE), Santa Terezinha (PE), São José do Egito (PE), Itapetim (PE) e Brejinho (PE), além dos distritos de Tupananci, no município de Mirandiba (PE), e Riacho do Meio, em São José do Egito (PE). Na Paraíba, serão abastecidas as sedes dos municípios de Imaculada, Desterro, Livramento, São José dos Cordeiros, Taperoá, Princesa Isabel, Teixeira e Cacimbas.

O projeto da segunda etapa prevê duas unidades de captação no Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) nos municípios de Betânia (PE) e Sertânia (PE), 13 estações elevatórias, mais de 400 quilômetros de adutoras com diâmetro de 100 a 700 milímetros, 11 reservatórios com capacidade unitária variando de 200 a 7.000 metros cúbicos.

O Projeto de Integração do Rio São Francisco vai levar água do Velho Chico para Pernambuco, Paraíba, Ceará e o Rio Grande do Norte. Nos Estados, grandes adutoras, como a do Pajeú, servirão para distribuir essa água no sistema de abastecimento local. Também faz parte desse sistema a Adutora do Agreste (PE), o Canal das Vertentes Litorâneas (PB) e o Cinturão das Águas (CE).

De acordo com a comissão de licitação da Superintendência do Departamento de Obras Contra a Seca (Dnocs), a segunda etapa da Adutora do Pajeú será construída pela MRM Construtora. A obra será executada por R$ 88,5 milhões, com prazo de conclusão estabelecido em 24 meses.

EDUARDO CAMPOS EM LÁGRIMAS

 
 
 A missa comandada na manhã de hoje pelo Padre Edwaldo, na paróquia de Casa Forte, levou o governador Eduardo Campos às lágrimas. Conhecido por sua formalidade, ele não se conteve ao ver o filho João cantando a música “Faz um milagre”.

LYRA É EMPOSSADO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO

Após um juramento rápido e sem microfone, João Lyra Neto (PSB) foi empossado novo governador de Pernambuco. Como prevê a legislação eleitoral, o socialista entregou a declaração pública de bens ao presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Guilherme Uchoa (PDT), onde ocorre a cerimônia, na tarde desta sexta-feira (4).

A ata de posse foi lida pelo deputado João Fernando Coutinho (PSB), primeiro secretário da Mesa Diretora, e Lyra assinou o livro de posse. O socialista comandará o Estado pelos próximos nove meses.

Em discurso, Uchoa declarou que a Casa vive um momento da democracia e disse que é com muita honra empossar Lyra e ressaltou que a saída de Eduardo Campos (PSB) se deve ao fato de ele disputar a presidência da República.

O presidente da Casa disse também que Lyra tem a missão de dar prosseguimento ao trabalho de Campos. Durante sua fala, fez uma ode ao Governo Eduardo, citando obras entregues por ele, entre elas os três hospitais.

Uchoa disse também que a administração de Campos é ‘moderna e arrojada’, que se transformou em referência nacional. Além disso, ele declarou que os sete primeiros anos desse governo podem ser resumidos em uma palavra: eficiência. O deputado ressaltou que Lyra teve participação fundamental nesse governo, destacando quando o atual governador foi secretário da Saúde. Uchoa garantiu que a Alepe vai estar ao lado dele.

O recém-empossado governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB), afirmou, em discurso de posse, na tarde desta sexta-feira (04), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), que ‘estou aqui para dar continuidade a uma caminhada que iniciamos há sete anos com o governador Eduardo Campos (PSB)’.

“Assumo o mandato que nos foram assegurados pela população”, afirmou. Segundo Lyra, o governo mudou as políticas públicas. “Quero concluir a obra iniciada por Eduardo Campos. E quero ir além. Avançar”, disse o gestor.(Gilberto Prazeres – Blog da Folha)

ARMANDO PARABENIZA JOÃO LYRA PELA SECRETARIA DA MICROEMPRESA

Defensor do estímulo aos micro e pequenos empresários e do importante papel deste setor para a economia do País e de Pernambuco, o senador Armando Monteiro elogiou a criação da Secretaria Estadual de Microempresa pelo Governo João Lyra.
Para Armando, a pasta estadual entra em sintonia com as políticas já adotadas pelo Governo Federal, que desde o ano passado criou a Secretaria Federal da Micro e Pequena Empresa, com status de Ministério.
“O Governo Eduardo Campos, em seus quase sete anos e meio, não dispensou um tratamento adequado às micro e pequenas empresas, como eu já havia acentuado. Mas não posso deixar de me congratular com o novo governador João Lyra, porque num dos primeiros atos de seu governo, e em linha com o que a presidente Dilma já havia feito no plano nacional desde o ano passado, cria a secretaria da Microempresa. Está mais do que na hora de colocar no centro da agenda de Pernambuco e da nossa própria estratégia de desenvolvimento o importantíssimo papel das micro e pequenas empresas”.disse Armando. 

GOVERNADOR INAUGUROU PRIMEIRA ETAPA DO CAIS AO SERTÃO

A população pernambucana e os turistas que visitam o Estado já podem fazer uma imersão no universo do semiárido nordestino. A experiência poderá ser vivenciada no Módulo 1 do Museu Cais do Sertão, que foi inaugurado na noite desta quinta-feira (03/04) pelo governador Eduardo Campos, que esteve no espaço acompanhado da primeira dama, Renata Campos, dos cinco filhos e secretários estaduais. Interdisciplinar e democrático, o equipamento reúne acervo documental e trabalhos inéditos de grandes criadores das artes plásticas, cinema, música, literatura e novas mídias.

“Esse será um espaço muito visitado. Ele é muito importante para a divulgação da nossa cultura, da vida no semiárido pernambucano, e também para a compreensão da importância e contribuição da cultura sertaneja para a cultura brasileira”, afirmou o governador Eduardo Campos, após visitar o espaço guiado pela curadora Isa Ferraz. Com recursos inovadores e tecnologia de última geração, todos os espaços do Cais do Sertão estimulam a interatividade, para que, desta forma, o visitante possa não só conhecer, mas vivenciar a vida no Sertão, tendo a vida e a obra de Luiz Gonzaga como pano de fundo.

Com investimentos da ordem de R$ 97 milhões, recursos do Ministério da Cultura e do Governo de Pernambuco, o Cais do Sertão se consolida como um dos mais modernos equipamentos culturais do País. Para a execução do projeto também foram firmados convênios com o Porto do Recife, Porto Digital (através do Porto Mídia) e Fundação Gilberto Freyre. Neste início de operação, serão gerados cerca de 50 empregos diretos, número que deve dobrar nos próximos dez meses, período em que estará em soft open.

Instalado no Bairro do Recife, no lugar antigo Armazém 10 do Porto do Recife, o equipamento ocupa uma área total de 7,5 metros quadrados, divido em dois módulos: Módulo 1 Acesso Norte e Módulo 2 Acesso Sul. Este último será inaugurado até o final deste ano. O Módulo 1 possui dois mil metros quadrados e abriga a exposição de longa duração.

No térreo, os visitantes podem “navegar” pelo Rio São Francisco, “encravado” no piso, por diferentes territórios temáticos denominados de Viver, Trabalhar, Ocupar, Cantar, Criar, Crer e Migrar. O espaço conta também com projeções e instrumentos de trabalho reais, roupas e sanfonas de Luiz Gonzaga, estações multimídias de pesquisa, obras de arte popular e erudita, além de dois grandes auditórios que exibem materiais audiovisuais.

Já no primeiro andar foram instalados karaokês sertanejos, estúdios de gravação, oficinas de instrumentos musicais e a obra completa de Luiz Gonzaga, disponível para acesso e pesquisa. “Esse é um lugar para a gente vir muitas vezes, e torcer para que muitos daqui e de fora possam viver essa experiência. Aqui dá para passar um dia inteiro e voltar no outro, e ainda assim não dá para ver tudo o que tem aqui”, brincou o governador.

Até o final deste ano, deverá ser inaugurado o Módulo 2 do Cais do Sertão. O novo prédio, com 5,5 mil metros, abrigará salas de exposição temporária, auditório para 280 pessoas, salas para oficinas e cursos, restaurante, café e outros espaços de convivência. As obras físicas estão em fase de execução.

O PROJETO NACIONAL DE EDUARDO CAMPOS

Terça-feira, 10 de janeiro de 2006. Na sede estadual do PSB, localizada no bairro do Espinheiro, os principais nomes do Partido Socialista Brasileiro reuniram-se para bater o martelo em prol da candidatura do então deputado federal Eduardo Campos ao governo do Estado. As articulações já estavam sendo maturadas, mas foi a partir daquele dia que a postulação de Eduardo passou a ser trabalhada mais intensamente. O objetivo: acabar com a hegemonia do então governador Jarbas Vasconcelos (PMDB) – que já estava há sete anos no comando do Executivo – em Pernambuco.

Após a reeleição de Jarbas, em 2002, o PSB começou a passar por um processo de reorganização. Naquele ano, a legenda lançou Dilton da Conti para disputar o governo. O socialista saiu do pleito com 3,7% dos votos válidos. Depois de inúmeras lideranças migrarem para o “outro lado”, os membros do partido decidiram reagir. O PSB precisava apresentar alguém que pudesse vencer o candidato que seria colocado por Jarbas quatro anos depois.

Com um mandato de deputado estadual e três de federal, Eduardo era tido como a nova liderança do PSB. A aposta se fortaleceu depois que o socialista assumiu o Ministério da Ciência e Tecnologia, em 2004, no primeiro mandato do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No ano seguinte, saiu da pasta e, com a morte de Miguel Arraes, seu avô, passou a comandar o PSB nacionalmente. Em Pernambuco, era dado início ao trabalho de tentar conquistar novos aliados.

A pré-candidatura de Eduardo foi alvo de questionamentos. O socialista iria enfrentar duas grandes forças em Pernambuco: o então candidato governista Mendonça Filho (à época, no PFL, hoje DEM), apoiado por Jarbas Vasconcelos, e Humberto Costa (PT), que contava com o apoio do ex-presidente Lula.

Os atos normalmente eram esvaziados, até que surgiu a ideia de lançar a Tribuna 40. Num caixote de madeira e sem recursos suficientes para grandes estruturas, Eduardo ocupava as praças das cidades para fazer comícios. Os atos aconteciam as terças e as quintas, sempre com poucos líderes políticos. Ele tinha o apoio do PR, PDT, PSC e PP.

Seu primeiro ato como candidato aconteceu na comunidade Ilha de Deus, na Imbiribeira. O ponto era estratégico pela ligação que o ex-governador Miguel Arraes tinha com a localidade. O ato, assim como os que vieram em seguida, não mobilizou muitas lideranças.

A situação de Eduardo começou a mudar no final de agosto. Quase dois meses após o início oficial da campanha, as denúncias que atingiam o então candidato Humberto Costa no envolvimento na máfia dos vampiros, esquema de superfaturamento na compra de produtos hemoderivados no Ministério da Saúde, começavam a favorecer Eduardo. Com o crescimento do socialista nas pesquisas, não demorou muito para o candidato do PSB polarizar com Mendonça Filho. Em setembro, os levantamentos de intenções de voto já mostravam Eduardo à frente de Humberto.

Na análise do cientista político Túlio Velho Barreto, a crise vivenciada por Humberto foi determinante para a vitória de Eduardo. “Humberto era a bola da vez, era do partido do presidente Lula. E de certa forma Lula não deu prioridade, estava com os dois”, destaca. Barreto ainda destaca que as acusações de Mendonça direcionadas a Eduardo sobre o caso dos precatórios não tiveram efeito porque já tinham se tornado “ultrapassadas”.

Eduardo saiu do primeiro turno com 33% dos votos, enquanto Mendonça obteve 39% e Humberto alcançou 25% da preferência do eleitorado. No mesmo dia, o PT anunciou o apoio ao socialista no segundo turno. As demais legendas que faziam parte da coligação de Humberto seguiram a decisão dos petistas. Logo o palanque de Eduardo cresceu. No segundo turno, ele venceu Mendonça com quase 30 pontos de vantagem.

Já no primeiro governo foi apoiado por uma ampla base governista, o que contribuiu para assegurar o segundo mandato com facilidade. No pleito de 2010, enfrentou o senador Jarbas Vasconcelos nas urnas, numa disputa em que foi acusado pelo peemedebista de cooptar prefeitos e lideranças municipais. Com o apoio de quase 400 candidatos da proporcional e boa aprovação do governo, Eduardo venceu a eleição com mais de 80% dos votos válidos.

O segundo mandato foi ainda mais confortável para o governador. A oposição ao seu governo foi diminuta, apesar do barulho feito por alguns nomes na Assembleia Legislativa, a exemplo do deputado estadual Daniel Coelho (PSDB). Com a quase unanimidade dos deputados na Casa de Joaquim Nabuco, os projetos de interesse do governo não sofreram dificuldades para serem aprovados.

Foi no pleito municipal de 2012 que Eduardo Campos testou sua popularidade. Num caminho de afastamento do PT, Eduardo articulou candidaturas do PSB em várias cidades do País onde o os petistas tinham o monopólio eleitoral. A principal vitória foi no Recife, com o então candidato Geraldo Julio (PSB), que disputou contra Humberto Costa.

Geraldo, um técnico desconhecido, venceu no primeiro turno e Humberto ficou como terceiro colocado. Em outras cidades do País, Eduardo manteve o distanciamento do PT, ao mesmo tempo em que se aproximou do PSDB em palanques locais.

Após a eleição, o socialista começou a intensificar seus movimentos de olho na disputa nacional. O cientista político Túlio Velho Barreto destaca que a coligação com o PT foi mantida até o momento em que os socialistas eram beneficiados pela aliança. Para ele, caso o ex-presidente Lula ainda estivesse no Planalto, Eduardo não teria se desvinculado do PT. “Ele sempre nutriu (o desejo de disputar), mas a relação nunca foi harmônica. Porém, com Lula ele não estaria se mexendo. Com Dilma, ele se acha um ator competitivo”, avaliou.

Os resultados obtidos pela sua gestão em Pernambuco contribuíram para a inserção dele em nível nacional. As participações em palestras e eventos com o empresariado se tornaram constantes em 2013 e, com a economia brasileira enfraquecida, a gestão da presidente Dilma Rousseff passou a ser alvo de críticas do governador.

Também no ano passado, o arco de aliança que dá sustentação ao governo Dilma passou a ser criticado por Eduardo. No dia 18 de setembro, após um encontro que reuniu os principais nomes do PSB nacional, o governador e presidente do partido anuncia a saída da legenda do governo federal. Neste momento, ele deu o principal passo para selar o afastamento do PT e se colocar como uma opção à disputa presidencial.

No mês seguinte, Eduardo conseguiu o primeiro e principal apoio para consolidar seu projeto presidencial. Com o pedido de registro do Rede Sustentabilidade vetado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o socialista garantiu o apoio da ex-ministra Marina Silva, até então segunda colocada nas pesquisas de intenção de voto. Marina se filiou ao PSB no dia 5 de outubro e será anunciada como vice-presidente na chapa de Eduardo ainda este mês.

Até o final do ano passado, o PSB ainda intitulava-se como um partido da base aliada. Porém, no último mês, a legenda assumiu a voz de oposição. As críticas ao governo Dilma também foram intensificadas e a promessa é de que a postura de Eduardo seja ainda mais dura até a eleição. Hoje, o gestor deixa o governo estadual para entrar de vez na disputa pelo Palácio do Planalto. (Do JC Online / Foto: José Cruz)

GOVERNO DO ESTADO REFORÇA E AMPLIA EMERGÊNCIAS DO GRANDE RECIFE

Os atendimentos de urgência e emergência da Região Metropolitana do Recife receberam um aporte de R$ 77 milhões do Governo de Pernambuco. Três hospitais tivessem seus atendimentos emergenciais ampliados. O Hospital do Câncer, que fica no bairro de Santo Amaro, no Recife, ganhou mais um bloco, espaço que contará com sete pavimentos e abrigará a emergência, a unidade de terapia intensiva (UTI) e um pavimento reservado para a Unidade de Transplante de Medula Óssea. O governador Eduardo Campos, acompanhado da primeira-dama Renata Campos, inaugurou a nova ala do Hospital do Câncer e promoveu, nesta quinta-feira (03/04), uma maratona em prol da saúde, entregando também os novos espaços dos hospitais Barão de Lucena, na Iputinga, e da Restauração, no Derby, ambos na Capital.

“Nós trabalhamos para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e melhor atender a população pernambucana. Essa obra do Hospital do Câncer durou 20 anos e chegou a um ponto que ninguém acreditava que era possível ser finalizada, mas nós entregamos. Nós sabemos que as mudanças significativas não acontecem da noite para o dia, mas é importante ressaltar que tudo é possível com dedicação”, afirmou o governador, em tom de despedida, lembrando que deixa o Governo de Pernambuco nesta sexta-feira (04/04), com “a certeza de ter contribuído para a realização de muitos sonhos”.

A nova emergência do Hospital de Câncer aumentou de cinco para 31 leitos. Com a inauguração do bloco anexo, o centro cirúrgico também foi ampliado, passando de oito para 12 salas, enquanto o número de leitos de UTI passa de 10 para 20. Além disso, serão construídas 14 enfermarias (dois leitos em cada uma, totalizando 28) e cinco apartamentos (cada um com um leito). A ampliação custou R$ 27 milhões, recursos do Governo de Pernambuco. Atualmente, a unidade possui 268 leitos e faz, mensalmente, 1,5 mil atendimentos na triagem, 7,5 mil consultas, 700 cirurgias e 25 mil tratamentos de quimioterapia.

Ainda durante a solenidade, o secretário de Saúde, Antônio Carlos Figueira, confirmou o interventor da unidade, José Iran Costa, para a direção do Hospital do Câncer. Além de ressaltar a proatividade de Costa, Figueira o classificou como um “profissional dedicado e muito experiente”. “A atual gestão cuidou de ampliar e melhorar as unidades de saúde já existentes e também descentralizou o atendimento no estado, com a entrega de 50 unidades de saúde. Isso só foi possível graças ao time do Governo do Estado”, completou o secretário.

AMPLIAÇÃO –  Já o Hospital Barão de Lucena ganhou novas emergências pediátrica e obstétrica. Com o objetivo de ampliar e elevar a qualidade do atendimento, foram investidos R$ 36 milhões na estrutura física do hospital. O governador aproveitou a visita para inaugurar a Casa das Marias, serviço que abriga as mães de bebês ainda internados. De acordo com a direção da unidade, essa é a segunda etapa do Plano Diretor de Obras do hospital. A emergência obstétrica dobrou, passando de quatro para oito. Já a pediátrica passa de seis para 19. Cada uma ainda terá um leito de observação, totalizando 29.

O governador Eduardo Campos ainda visitou a ampliação do Hospital da Restauração, maior emergência do Norte-Nordeste. Ao todo, serão 4,9 mil metros quadrados de área reformada e estão sendo investidos cerca de R$ 20 milhões nas obras, sendo R$ 14 milhões do Governo do Estado e R$ 6 milhões do Ministério da Saúde. Além de trazer mais conforto para os pacientes e os profissionais de saúde, a reforma também vai contemplar a modernização do parque tecnológico. A emergência passa de 70 para 100 leitos, ampliação de 42% de ampliação e a quantidade de atendimentos aumenta, de 100 para 140 pacientes por dia.

“Nós temos equipamentos no Hospital da Restauração que muitos hospitais particulares do Recife não possuem. É muito importante poder prestar um serviço de qualidade à população, além de investir na estrutura para elevar a autoestima dos profissionais que aqui trabalham”, disse o governador, revelando que o segredo das ações da sua gestão é “se colocar no lugar do outro, com sensibilidade e atenção para os pequenos detalhes”.

A CARTA

Cansado de esperar pelo DEM, que ainda não definiu o seu candidato à sucessão presidencial, o ex-governador Roberto Magalhães (foto),  escreveu uma carta ontem para o governador Eduardo Campos (PSD) anunciando que irá apoiá-lo. Ele afirma que este apoio “é pessoal e intransferível” e não está condicionado à posição que o partido eventualmente vier a tomar.(Fogo Cruzado)

SECRETÁRIO TADEU ALENCAR SE DESPEDE DOS SERVIDORES DA CASA CIVIL

O secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar, que deixa, nesta sexta-feira (04), a titularidade da pasta que ocupa desde 2011, reuniu,  em seu Gabinete, servidores e colaboradores para agradecer o esforço e o empenho da equipe na condução dos trabalhos confiados a cada um dos funcionários ao longo dos últimos três anos e meio. “Muito me orgulha ter participado de um governo que trouxe enormes mudanças e transformações para Pernambuco em todas as áreas e, de pronto, agradeço a colaboração de todos que de forma direta ou indireta contribuíram para que nossas ações à frente da Secretaria da Casa Civil fossem reconhecidas tanto dentro como fora do Governo”, destacou.

O secretário disse, ainda, que sai do Governo do Estado, com o compromisso de permanecer na defesa do legado deixado pela gestão do governador Eduardo Campos, que olhando, sobretudo, para as camadas menos favorecidas da população, criou uma séria de políticas públicas que tiveram como foco atender as reais necessidades do povo pernambucano do Litoral ao Sertão. “É com orgulho que vimos o índice de criminalidade no Recife sofrer uma redução de 60%, deixando de ser a capital mais violenta do país para tornar-se a mais segura do Nordeste, após a implantação do Pacto pela Vida”, ressaltou.

Durante o encontro informal com os servidores, o secretário Tadeu Alencar fez questão de relembrar os avanços alcançados na saúde, com a inauguração de três novos hospitais metropolitanos e 14 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) que levaram à população assistência médica de qualidade e sobretudo com respeito à dignidade humana. “Na área de educação, vimos adolescentes de inúmeras escolas estaduais realizarem intercâmbios internacionais para aprenderem além das línguas espanhola e inglesa, se prepararem para a vida e para um futuro melhor e mais promissor”.

Por fim, Tadeu Alencar relembrou os índices de crescimento econômico alcançados pelo Estado, com a atração de grandes investimentos na criação de novos polos industriais, sobretudo no interior, levando à geração de emprego e renda à população de municípios a exemplo de Vitória de Santo Antão, na Mata Sul, e Goiana, na Mata Norte. “Não poderia deixar de destacar a importância do Fundo de Apoio aos Municípios (FEM), que com a redução do repasse de verbas federais para os estados e municípios, garantiu a construção de equipamentos necessários à melhoria da qualidade de vida da população em todos os municípios pernambucanos”, afirmou ao mesmo tempo em que lembrou a forma transparente e sem distinção de qualquer natureza.(Foto: César de Almeida)

CÔRTE REAL: MICRO E PEQUENO EMPRESÁRIO PRECISA DE ATENÇÃO

Durante o XIX Congresso Brasileiro de Micro e Pequenas Empresas e o XV Congresso Estadual de Micro e Pequenas empresas de Pernambuco realizado, no Centro de Convenções, o deputado federal e presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), Jorge Côrte Real, falou sobre a necessidade de atualização das leis para atender às necessidades dos empresários do mundo moderno.  O parlamentar também foi um dos homenageados pela Federação, por meio do presidente, José Tarcísio.

“Quem mais entende da realidade e das necessidades das empresas são os empresários que estão todos os dias com os pés no chão de suas empresas. Este evento vem numa boa hora”, disse referindo-se à pressão sofrida pelo micro e pequeno empresário para se sustentar em Pernambuco.

De acordo com Côrte Real, é a hora dos empresários se aliarem a parlamentares que lutam em Brasília pela desoneração dos impostos, pelo aumento do acesso ao Simples Nacional, pela desburocratização do funcionamento do sistema simplificado de pagamento de impostos, e, sobretudo, pela Reforma Tributária no Brasil.

“Temos que fazer pressão pelo cadastro único e a inclusão de novas categorias no Supersimples Nacional. A substituição tributária, que é um veneno para o Super simples, deve ser combatida com veemência e, não pode, inclusive, ser aceito do jeito que está sendo imposto pelos governos estaduais. Acho que temos que evoluir e não podemos comparar o que desigual com tratamento igual”, reitera Côrte Real.

O XIX Congresso Brasileiro de Micro e Pequenas Empresas e o XV Congresso Estadual de Micro e Pequenas empresas de Pernambuco contou com a participação de empresários de todo o estado, representantes da Comicro do Brasil, do senador Armando Monteiro (PTB), do deputado federal Pedro Eugênio (PT), do superintendente da Caixa, Paulo Nery, entre outros. O evento segue hoje (04), desta vez, no Hotel Jangadeiro, em Boa Viagem, com a expectativa de reunir 2 mil pessoas ao longo de todo o encontro.