Com investimento de R$ 28 milhões, o Governo de Pernambuco executa a construção do segundo prédio do Centro Universitário Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife. A nova estrutura contará com quatro pavimentos, com 26 novos leitos neonatais de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) e Unidade de Terapia Intensiva (UTI), visando a modernização da infraestrutura hospitalar e educacional do Centro. A previsão de entrega é para janeiro de 2027. A governadora Raquel Lyra acompanhou o andamento das obras nesta quinta-feira (27).
O Cisam é um hospital especializado na atenção integral à saúde materno-infantil, vinculado à Universidade de Pernambuco (UPE). A unidade possui atuação consolidada como hospital-escola, articulando assistência, ensino, pesquisa e extensão. A nova estrutura da unidade, entre outros espaços, contará com a implementação da Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF), Banco de Leite Humano (BLH), Núcleo de Telemedicina, Biblioteca e Laboratório de Habilidades da Residência Médica e locais destinados à assistência especializada aos recém-nascidos em situação de vulnerabilidade, auditório e setor administrativo.
A diretora do Cisam, Benita Spinelli, explicou o que representa a construção do novo prédio. “Esse anexo é um grande avanço para a UPE e para a unidade. Além dos ganhos na assistência em saúde, com aumento de leitos, por exemplo, teremos toda uma área para o setor acadêmico. Dessa forma, iremos acolher melhor os nossos estudantes, porque somos um hospital universitário e formamos pessoas. Então, com esse novo espaço, se inicia um grande futuro para o Cisam, se fortalecendo cada vez mais para atender a população do nosso Estado e cumprindo nossa missão de hospital universitário”, afirmou a diretora.
O Cisam oferece procedimentos de média e alta complexidade, urgência, internação, atendimento ambulatorial, serviço de assistência diagnóstica e terapêutica. A unidade é referência no atendimento a mulheres com gestação de alto risco e em situação de violência, com abordagem multiprofissional e integração à rede de proteção.
A diretora de Obras da Companhia de Obras e Habitação de Pernambuco (Cehab), destacou os ganhos para a saúde e educação de Pernambuco. “A ampliação do Cisam traz soluções modernas para o atendimento neonatal e para a estrutura educacional do equipamento. Com a obra, aumentaremos a assistência em relação à residência médica, por exemplo, com um andar inteiro com auditório, salas de aula, biblioteca e outros espaços, fortalecendo a vocação da unidade”, pontuou.
Fotos: Isaías Silva/Secom






Área exclusiva para pessoas com deficiência e pessoas idosas terá acesso gratuito, com vagas preenchidas por ordem de chegada
Participando de sabatina na Rádio Grande Rio FM, nesta quinta-feira (27), a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), destacou os investimentos que tem realizado por meio do PE na Estrada em todo o Estado, sobretudo em Petrolina e no Sertão do São Francisco. Durante a entrevista, Raquel destacou os R$ 7 bilhões aplicados por meio do programa, que já garantiram 1.650 quilômetros de estradas restauradas ou implantadas em Pernambuco, e prometeu a continuidade dos investimentos.

Programa atende 100 crianças e adolescentes das comunidades Liberdade e Massaranduba. Evento reuniu participantes, familiares, autoridades e parceiros do programa

Durante a entrega, a secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Nelma Carvalho, reforçou o compromisso da gestão com os educandos. “Estaremos sempre por perto para apoiar cada criança e garantir que elas continuem tendo acesso a novas oportunidades por meio do Programa AABB Comunidade. Podem contar com o acompanhamento da nossa Secretaria nesta e em todas as ações”, destacou.
Em um discurso enérgico de quase 20 minutos em Vicência, na Mata Norte de Pernambuco, o candidato a governador João Campos (PSB) defendeu que a justiça seja feita no caso referente à operação de um suposto “Gabinete do Ódio” financiado com recursos do Governo de Pernambuco, já em investigação pela Polícia Federal (PF). O líder da Frente Popular classificou a prática como “uma política rasteira, de gente que se veste de altar da moral” enquanto usa mecanismos ilegais para atacar adversários, e lamentou que denúncias recentes da imprensa tenham comprovado que o esquema era “decidido e negociado” dentro do Palácio do Campo das Princesas.

