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EDUARDO SANCIONA LEI QUE GARANTE MAIS TRANSPARÊNCIA NA TRANSIÇÃO DE GOVERNO ENTRE PREFEITOS E GOVERNADORES DE PERNAMBUCO

Mais segurança para a administração pública de Pernambuco. É o que garante a Lei de Responsabilidade da Transição, sancionada pelo governador Eduardo Campos, nesta segunda-feira (06/01), em solenidade na Sede Provisória do Governo do Estado, no Centro de Convenções de Pernambuco. De autoria da deputada estadual Raquel Lyra, a iniciativa foi aprovada por unanimidade pela Assembleia Legislativa em dezembro. Com a lei, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) terão mais condições de fiscalizar com rigor os trabalhos de transição de governo entre prefeitos e governadores.

O governador classificou a nova resolução como um aperfeiçoamento da Lei de Responsabilidade Fiscal, pois preserva os princípios fundamentais da gestão pública. “É muito importante que a gente possa consolidar o que já vínhamos conseguindo sem uma norma específica. O Estado de Pernambuco teve um padrão de transição bem melhor do que média brasileira, isso pelo padrão político que aqui sem tem. Mas nós queremos que a transparência na mudança de uma gestão seja um direito dos pernambucanos”, destacou Eduardo. “Estamos preservando o gestor que ingressa na administração pública e o que sai, mas sobretudo estamos garantindo o direito do cidadão”, completou.

Raquel Lyra ressaltou que os mecanismos de punição para o gestor que descumprir a resolução estão previstos na legislação federal, pela Lei de Responsabilidade Fiscal e Improbidade Administrativa. A deputada lembrou que o que está sendo regularizado nesta data são os prazos, procedimentos e documentos necessários para uma transição. “Historicamente, no âmbito do Estado, nós tivemos passagens pacíficas e democráticas, mas nos municípios não temos essa realidade”, afirmou Raquel, reforçando que o período da equipe de transição vai da proclamação do resultado das eleições até a diplomação.

“Nós queremos evitar a perda de tempo das novas gestões na busca por informações e assim permitir que o gestor eleito, de fato, possa assumir os compromissos que fez com a população já no dia primeiro de janeiro, ao tomar posse”, disse a deputada. A comissão de transição será formada por membros da antiga e da nova gestão. Além disso, cada município terá autonomia para decidir quantos membros devem compor o grupo.

Para o presidente do TCE, conselheiro Valdecir Pascoal, a lei consolida o diálogo e regulamenta o problema do descontrole na administração pública durante a troca de governos. “É importante ressaltar a importância de se provocar uma mudança na cultura dos nossos gestores, pois eles precisam entender que as contas pertencem ao povo”, pontuou Valdecir.

A principal queixa dos órgãos de controle é a falta de informação. Em alguns casos, os prefeitos que não se reelegem deixam de fornecer documentos essenciais. A nova lei visa evitar que arquivos sejam deletados, bem como impedir que equipamentos e infraestrutura públicos sejam propositalmente danificados. Em 2012, o MPPE teve 53 casos de investigação. Já em 2013, foram 48, todos referentes às últimas eleições municipais.

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA CONCLUI TRABALHOS ATÉ 9 DE FEVEREIRO

 A comissão especial temporária responsável por analisar matérias em tramitação no Senado que tratam de segurança pública terá até o próximo dia 09 de fevereiro para a conclusão de parecer sobre 44 propostas. Instalada em outubro, a comissão, presidida pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), tinha inicialmente 90 dias de prazo, mas foi necessário prorrogar os trabalhos em função do fim da sessão legislativa, em 22 de dezembro.
O relator, senador Pedro Taques (PDT-MT), disse esperar vontade política para aprovar as propostas que vierem a ser formuladas pela comissão.
Responsável pela análise de proposições que tratam da “Proteção ao Cidadão e à Vítima”, o senador pernambucano Armando Monteiro (PTB) explica como a comissão atuou. “Em vez de ficarmos discutindo coisas novas, fizemos um inventário de todos os projetos que estão em curso nas duas Casas, e verificamos então em que áreas poderíamos contribuir para fazer essa agenda avançar. Desde temas de financiamento da segurança até a integração das policias”, resumiu.
A Comissão Temporária de Segurança Pública já realizou 11 reuniões. O financiamento e a unificação das polícias civil e militar; o controle rígido das armas; a atenção ao cidadão e à vítima; a vigilância privada; e a Defesa Civil foram temas debatidos nas audiências públicas com autoridades e especialistas na área. (
Com informações da Agência Senado)

QUATRO DEPUTADOS REASSUMEM MANDATOS NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE PERNAMBUCO

Na “dança das cadeiras” das eleições deste ano, quatro deputados estaduais, que comandavam secretarias no governo Eduardo Campos (PSB), voltam à Assembleia Legislativa. Retornam aos trabalhos no Palácio Joaquim Nabuco os deputados Alberto Feitosa (PR), ex-secretário de Turismo; Aluíso Lessa (PSB), ex-secretário de Articulação Regional; Laura Gomes (PSB), ex-secretária de Direitos Humanos; além de Isaltino Nascimento, recém-filiado ao PSB e ex-secretário de Transportes.

DANIEL COELHO QUER CONTINUAR NA LIDERANÇA DA OPOSIÇÃO A EDUARDO CAMPOS

Atual líder da oposição ao governo Eduardo Campos (PSB) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o deputado estadual Daniel Coelho (PSDB) afirmou na manhã desta segunda-feira (6), que vai analisar o regimento interno da Casa para analisar se pode continuar ocupando o posto após o ingresso do PSDB no Governo do Estado. “Se eu fosse obrigado [pelo partido] a renunciar à liderança da oposição, eu preferiria renunciar ao mandato”, afirmou em entrevista à Rádio JC News, lembrando que a legenda prometeu garantir a independência daqueles que se posicionam contrários ao governo. Por telefone, Daniel havia informado ao Blog na quinta (2) que manterá a postura crítica e que não apoiará o candidato do PSB nas eleições deste ano.

O parlamentar não está certo, porém, se o regimento interno da Alepe permite que ele siga à frente da liderança da oposição após a adesão formal do PSDB ao governo do Estado. “Eu não sei se tem impedimento legal”, admitiu durante a entrevista, sobre a possibilidade de continuar como líder formal da oposição. Anunciado há uma semana, o ingresso dos tucanos na gestão Eduardo ocorreu nos espaços abandonados pelo PTB em outubro: a Secretaria Estadual do Trabalho e o Detran, ocupados respectivamente, desde a sexta-feira (3), por Murilo Guerra e Caio Mello.

A entrada do PSDB no Governo do Estado no último ano de mandato do governador Eduardo Campos tem o objetivo de fortalecer a chapa estadual criando um palanque duplo para as candidaturas presidenciais de Campos e do senador Aécio Neves (PSDB). A avaliação dos tucanos é que a legenda não tinha estrutura para apresentar uma candidatura própria para governador. No Estado, Aécio deve ser prejudicado pela polaridade entre Dilma e o governador socialista.

A anúncio da aliança, negociada pelo presidente estadual do partido, o deputado federal Sérgio Guerra, ocorreu antes mesmo que ele pudesse ter uma conversa com os parlamentares da legenda; por isso o posicionamento do partido na Alepe também é incerto. De acordo com Daniel, o diálogo para afinar o discurso deve ocorrer ainda neste mês de janeiro.

Caso o deputado precise abrir mão da liderança, é possível que a vaga seja assumida pelo PTB ou pelo PT, partidos que deixaram o governo Eduardo para construir um palanque de suporte a candidatura da persidente Dilma Rousseff (PT) em Pernambuco. “Até o momento, o PT não tem tido uma postura crítica em relação ao governo”, afirmou Daniel. “Não vejo com condição de ser um contraponto político”, avalia sobre o PTB.

Por outro lado, Coelho imagina uma oposição menos partidária e mais pessoal, com a crítica formada a partir dos nomes que manifestarem uma postura independente na Assembleia. O grupo, porém, poderá ou não trabalhar de forma articulada, imagina o parlamentar. O cenário, classificado pelo deputado como “turvo”, só deve se resolver dentro de 30 dias, quando a Alepe retornar do recesso. (Blog do Jamildo)

GONZAGA PATRIOTA COMEÇA 2014 A TODO VAPOR

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE) começou 2014 visitando vários municípios pernambucanos. Quinta-feira (02), depois de visitas isoladas em Ibimirim, Gonzaga Patriota que estava acompanhado de Robson Patrício, pré-candidato a deputado estadual, participou de inaugurações de ruas em Inajá, cujo prefeito Leonardo Martins que apoia o deputado Sérgio Guerra, fez questão de citar emendas de Patriota para esse município do Moxotó pernambucano.

Após as solenidades oficiais, Gonzaga Patriota se reuniu com o seu grupo político, à frente o Neném Turismo e Agnaldo de Inajá, onde discutiram ações políticas para a Capital da Melancia, como é conhecida nacionalmente.

Já no domingo (5), pela manhã, Gonzaga Patriota, acompanhado de Evanílson Nissor, outro pré-candidato a deputado estadual e do vereador afraniense Jesinho, visitou obras hídricas, em Extrema, no município de Afrânio. Em Dormentes, o parlamentar participou, acompanhado do prefeito Roniere Reis, do vice Avelar, dos vereadores José Macedo, presidente da Câmara Municipal, Jeolândio Coelho e Paizinha, além de outras lideranças políticas e associativas, de duas grandes reuniões nas Associações de Moradores de Pedra Branca, presidida por Maria da Paz Macedo Coelho e de Lagoa de fora, presidida por Gracivan Nunes de Lima, aonde anunciou suas emendas para os dormentenses. Além de recursos na ordem de mais de meio milhão de reais para infraestrutura urbana e melhoria habitacional, Gonzaga Patriota entregou ao prefeito Roniere Reis, emendas para aquisição de três tratores devidamente equipados para as Associações de Pajeú, Jardineira e Lagoa de Fora.

Patriota se comprometeu ainda em ajudar na instalação de telefonia celular e do ensino médio para Lagoa de Fora, bem como, de equipamentos mecânicos para os associados de Pedra Branca.

JUIZ DECIDE ATÉ TERÇA-FEIRA PARA QUAL PRESÍDIO CORRÊA SERÁ TRANSFERIDO

O ex-deputado federal Pedro Corrêa, condenado no julgamento do mensalão, está com os dias de prisão contados no Centro Operação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, Região Metropolitana do Recife. O juiz da 1ª Vara de Execuções Penais, Luiz Gomes da Rocha Neto, confirmou que decide até, no máximo, terça-feira (7) – coincidentemente a data de aniversário de Correa – qual a penitenciária onde o reeducando cumprirá a pena de sete anos e dois meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

“No mais tardar na terça, pois não tem mais cabimento ele estar no Cotel. Acontecerá com ou sem pedido da parte do reeducando”, afirmou o magistrado. O novo advogado de Pedro Correa, Plínio Nunes, que assumiu o caso na última sexta-feira (3), só pode protocolar pedido de transferência a partir de hoje. “Essa não é uma matéria de plantão, por isso, não poderia ter acontecido no final de semana”, explicou o juiz Luiz Rocha.

Pedro Corrêa permanece detido no Cotel desde o dia 28 de dezembro, quando foi transferido do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para o Recife. Apenas três penitenciárias em Pernambuco recebem presos em regime semiaberto: a cadeia pública de Jataúba, que já teve o pedido indeferido pelo STF, Canhotinho e de Itamaracá.

CONTRA O PALANQUE DUPLO

Prefeitos da Frente Popular que estão apoiando deputados da oposição, especialmente do PTB, serão chamados à responsabilidade pelo comando do PSB. Pela cartilha dos socialistas, esses prefeitos terão que se definir. Ou votam fechado nos candidatos da Frente Popular ou serão tratados como “oposição”. As conversas serão iniciadas agora em fevereiro. Como costumava dizer o ex-governador Roberto Magalhães (DEM), “governo é governo e oposição é oposição”.(Fogo Cruzado)

JARBAS MANTÉM DISTÂNCIA DE SÉRGIO GUERRA

A aliança do governador Eduardo Campos (PSB) com o PSDB, do deputado federal Sérgio Guerra, não significará reaproximação do tucano com o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), que também faz parte da base de sustentação do socialista. O recado foi dado pelo próprio peemedebista, que, apesar de mandar o aviso, preferiu não polemizar com a nova coligação.

“Não vou conviver com ele (Guerra). Vou conviver com o partido dele e pessoas que são minhas amigas e que já votaram comigo: Elias Gomes (prefeito de Jaboatão dos Guararapes), Betinho Gomes, Daniel Coelho (ambos deputados estaduais)… não vou deixar de fazer política por causa da presença desta pessoa que você falou ou de qualquer outra”, disse, em conversa com o JC nessa sexta-feira, dia em que o governador empossou o tucano Murilo Guerra (agora titular da pasta de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo) e outras cinco pessoas como novos secretários.

Em uma costura liderada por Sérgio Guerra e o governador, os tucanos entram na base no último ano de gestão e no momento em que Eduardo Campos prepara sua candidatura a presidente.

Em 2010, Jarbas – então candidato a governador, em embate com a reeleição de Eduardo Campos – acusou Sérgio Guerra de não se engajar na campanha e ter sido conivente com a migração de prefeitos do PSDB para o palanque do socialista, o que motivou o rompimento entre os dois, que já estiveram juntos na chamada União por Pernambuco.

“O governador está no papel dele de agregar força para uma eleição que não vai ser fácil (a de presidente), é mais disputada. Ele está ampliando a base. Não dá para falar de conteúdo, se é bom ou ruim”, comentou Jarbas.

Na eleição de 2012, Jarbas e Eduardo voltaram a se coligar – após duas décadas de racha – na campanha que elegeu Geraldo Julio (PSB) prefeito do Recife.

DANIEL É O GRANDE PERDEDOR NO PSDB

O deputado Daniel Coelho foi o grande perdedor com a entrada do PSDB na base de apoio ao governo de Eduardo Campos. Ele já tinha sofrido uma derrota, lá atrás, quando o partido pelo qual se elegeu em 2010 (PV) aderiu à base governista e passou a comandar a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade. Por ter sido eleito com votos de oposição, o jovem parlamentar negou-se a acompanhar a posição tomada pelo PV, despediu-se dele e foi embora para os braços do PSDB. Como esse partido tinha uma posição dúbia em relação ao governo estadual, Daniel obteve do presidente Sérgio Guerra a garantia de que teria liberdade absoluta para fazer oposição ao governador. E assim procedeu na Assembleia Legislativa até o início do recesso parlamentar. Agora, porém, com o ingresso do PSDB na base governista, está literalmente no desconforto: obrigado a ficar dissidente no partido porque não vai apoiar o candidato do PSB.
Por: Inaldo Sampaio

MORRE O PRESIDENTE DA CÂMARA DE GOIANA

O vereador e médico João Bosco Saraiva-foto (PSC), presidente da Câmara Municipal de Goiana (PE), morreu na tarde desta sexta-feira (3), no Recife, vítima de um câncer de próstata aos 65 anos. O corpo de Saraiva será sepultado no cemitério da cidade, neste sábado (4).

O prefeito de Goiana, Fred Gadelha (PTB), decretou luto oficial de três dias pela morte do vereador. Saraiva cumpria o 5º mandato consecutivo na Câmara Municipal. O suplente é Eduardo Batista, secretário de serviços públicos do prefeito Fred Gadelha .