Press "Enter" to skip to content

Últimas publicações do quadro “Brasil”

Trump diz que Irã se comprometeu a “nunca mais fechar o Estreito de Ormuz”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (17) que o Irã se comprometeu a “nunca mais fechar o Estreito de Ormuz”, após a notícia de que o país havia reaberto a importante via navegável para o tráfego marítimo.

“O Irã concordou em nunca mais fechar o Estreito de Ormuz. Ele não será mais usado como arma contra o mundo! Presidente DONALD J. TRUMP”, escreveu ele em sua plataforma Truth Social.

Os preços do petróleo caíram drasticamente e as ações americanas dispararam depois que o ministro das Relações Exteriores do Irã afirmou que o Estreito de Ormuz estará “completamente aberto” para o trânsito comercial durante o restante do cessar-fogo.

A reabertura do estreito tem sido um obstáculo persistente nas negociações de paz, com os preços globais do petróleo em alta devido à paralisação dos navios-tanque que atravessam a rota durante a guerra entre os EUA e o Irã.

Qual era o status do Estreito de Ormuz?

Desde o início da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, Teerã restringiu a passagem para quase todas as embarcações pelo Estreito de Ormuz, afirmando que a navegação só seria permitida sob controle iraniano e mediante o pagamento de uma taxa.

A via marítima é uma das mais importantes do mundo, por onde passa quase um quinto do petróleo e gás mundial.

Após a falha da tentativa de negociação, com o objetivo de pôr fim à guerra entre os EUA e o Irã, o presidente Donald Trump anunciou que as forças americanas bloqueariam a entrada e saída de navios de portos iranianos, incluindo o Estreito de Ormuz.

Teerã ameaçou atingir navios de guerra que atravessassem o estreito e retaliar contra os portos de seus vizinhos do Golfo, após o anúncio de bloqueio dos americanos.

Enquanto isso, o cessar-fogo de duas semanas segue em vigor na região do Oriente Médio, com a campanha de bombardeios EUA-Israel contra Teerã suspensa.

Dono da página Choquei é preso em operação da PF contra lavagem de mais de R$ 1,6 bilhão

Folha PE – O influenciador Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, foi preso durante uma operação realizada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (15), em Goiânia (GO). Além dele, os cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo também foram detidos.

O influenciador foi enquadrado na ação contra uma organização criminosa acusada de fazer lavagem de dinheiro e transações ilegais utilizando um sistema estruturado para ocultação e dissimulação de recursos. Ao todo, o volume movimentado ultrapassa R$ 1,6 bilhão.

Até o momento, não se sabe qual o envolvimento do influenciador no esquema. Ele também foi alvo de um mandado de busca e apreensão. As informações são do GloboNews.

O perfil de notícias e fofocas que Raphael administra acumula mais de 27 milhões de seguidores somente no Instagram.

Operação
Mais de 200 policiais federais cumprem 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária, expedidos pela 5ª Vara Federal de Santos. As diligências ocorrem em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

Também foram determinadas medidas de constrição patrimonial, incluindo o sequestro de bens e restrições societárias, com o objetivo de interromper as atividades ilícitas e preservar ativos para eventual ressarcimento.

Apreensões e possíveis crimes
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos, além de um fuzil. O material será analisado para aprofundar as investigações.

Os envolvidos poderão responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

O que dizem os acusados
Até o momento, o influenciador Raphael Sousa Oliveira não se manifestou sobre o caso.

Em nota, a defesa do MC Poze do Rodo afirmou que “desconhece os autos ou teor do mandado de prisão”, e que “com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”.

Família de Moraes triplicou patrimônio em cinco anos, afirma jornal

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, triplicaram o patrimônio imobiliário da família em cinco anos, segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.

O levantamento, ainda de acordo com a publicação, foi feito com base em contratos registrados em cartórios de São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. Só entre 2021 e 2025, o casal teria comprado, à vista, imóveis no valor de R$ 23,4 milhões em Brasília e em São Paulo.

Ao todo, o casal teria 17 imóveis avaliados em um total de R$ 31,5 milhões. O valor, conforme a reportagem, é três vezes superior aos R$ 8,6 milhões registrados até 2017, quando o ministro assumiu uma cadeira no STF.

A CNN entrou em contato com o gabinete de Moraes no STF e com a esposa do ministro, mas ainda não teve retorno.

A reportagem destaca que Moraes não é sócio da empresa, mas que é casado com a advogada sob o regime de comunhão parcial de bens, ou seja, os bens adquiridos durante o casamento integram o patrimônio do casal. Como ministro do STF, Moraes ganha o teto do funcionalismo: R$ 46 mil.

Dentre os imóveis adquiridos, estão uma casa no Lago Sul, bairro nobre de Brasília; um apartamento em Campos de Jordão (SP); e dois apartamentos no Jardim América, na área nobre de São Paulo.

A maior parte das compras de imóveis teria sido realizada pelo Lex Instituto de Estudos Jurídicos, sociedade de Viviane com os filhos do casal, Alexandre e Giuliana. A empresa também não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Tadeu Alencar assume Ministério do Empreendedorismo após saída de Márcio França

O ministro do Empreendedorismo, Márcio França, deixou o comando da pasta nesta semana para disputar eleição. Para o lugar, o governo federal confirmou o atual secretário executivo, Tadeu Alencar, que assume o cargo com a missão de dar continuidade às políticas voltadas ao fortalecimento dos pequenos negócios e ao incentivo ao empreendedorismo no país. A mudança faz parte do processo de ajustes promovido pelo Palácio do Planalto na Esplanada dos Ministérios.

Lula diz que não vai impor ‘na marra’ a governadores subsídio do diesel

g1 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (1) não querer impor “na marra” subsídio aos estados para baratear o preço do diesel. Ele reforçou que insistirá em um acordo com governadores.

Lula acrescentou que diante de aumentos abusivos, mesmo com fiscalizações ocorrendo, será preciso “colocar alguém na cadeia”.

Mencionou também que as medidas tomadas pelo seu governo para conter o preço dos combustíveis não têm “nada a ver” com as tomadas no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro para a mesma finalidade.

“Não vamos comparar com a política do Bolsonaro, porque não tem nada a ver, até porque a situação é totalmente diferente. Nós temos uma guerra. Os Estados Unidos da América do Norte se meteram a fazer uma guerra desnecessária no Irã. Alegando o quê? Que no Irã tinha arma nuclear. Mentira. Eu digo porque eu fui, em 2010, ao Irã fazer um acordo — e fizemos o acordo — e depois os EUA não aceitaram, nem a União Europeia”, afirmou.

Lula frisou que a decisão de zerar a cobrança de impostos federais sobre o diesel — anunciada em 12 de março por ele — tem como pano de fundo o cenário de tensão no Oriente Médio. O momento, no entanto, também é de corrida eleitoral, já que Lula tentará a reeleição neste ano.

‘Colocar na cadeia’

O presidente afirmou que há casos de pessoas e empresas que estariam recebendo o benefício para não reajustar os preços do diesel, mas que, mesmo assim, estariam aumentando os valores.

Segundo Lula, a Polícia Federal e os órgãos de defesa do consumidor dos estados estão fiscalizando a situação. Ponderou, entretanto, que se houver irregularidades, os responsáveis poderão ser punidos.

“O que acontece é que, como você tem gente de mau caráter neste país, tem gente que está recebendo para não aumentar e está aumentando. Então, nós estamos com a Polícia Federal, com todos os Procons dos estados, tudo fiscalizando, porque vamos ter que colocar alguém na cadeia”, justificou Lula.

As declarações foram feitas durante entrevista ao Grupo Cidade de Comunicação, no Ceará.

PF mira magistrados por venda de sentenças e bloqueia R$ 50 milhões

Mirelle Pinheiro/Metrópoles

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (1º/4), a Operação Inauditus para investigar um esquema de venda de decisões judiciais no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA). Dois desembargadores foram afastados, são eles: Antônio Pacheco Guerreiro Junior e Luiz de França Belchior Junior.

Ao todo, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em diferentes estados. As ordens foram expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo a investigação, o grupo atuava para direcionar decisões judiciais em processos, com prioridade seletiva e distribuição estratégica.

A apuração aponta a participação de magistrados, assessores e outros envolvidos, que teriam atuado em conjunto para favorecer partes em disputas milionárias, especialmente ligadas a conflitos agrários.

A coluna apurou que os alvos da operação são:
• Antônio Pacheco Guerreiro Júnior – desembargador (afastado)
• Luiz de França Belchior Silva – desembargador (afastado)
• Douglas Lima da Guia – juiz de direito
• Tonny Carvalho Araújo Luz – juiz de direito
• Lúcio Fernando Penha Ferreira – ex-assessor
• Sumaya Heluy Sancho Rios – ex-assessora
• Maria José Carvalho de Sousa Milhomem – assessora
• Eduardo Moura Sekeff Budaruiche – assessor
• Francisco Adalberto Moraes da Silva – ex-servidor do TJMA
• Karine Pereira Mouchrek Castro – ex-assessora
• Ulisses César Martins de Sousa – advogado
• Eduardo Aires Castro – advogado
• Antônio Edinaldo de Luz Lucena – empresário
• Lucena Infraestrutura Ltda – empresa investigada
• Manoel Nunes Ribeiro Filho – investigado
• Aline Feitosa Teixeira – investigada
• Jorge Ivan Falcão Costa – investigado

Além das buscas, a Justiça determinou prisão preventiva do principal operador do esquema
A ação policial faz parte da investigação acerca de um esquema de venda de decisões judiciais no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA)

A Polícia Federal também identificou movimentações financeiras com indícios de triangulação e ocultação de recursos.

Além das buscas, a Justiça determinou prisão preventiva do principal operador do esquema, afastamento de cinco servidores, monitoramento eletrônico de seis investigados, proibição de acesso ao TJMA e bloqueio de bens de até R$ 50 milhões.

As medidas atingem gabinetes, escritórios de advocacia e empresas. As ações ocorrem em cidades do Maranhão, além de endereços no Ceará, em São Paulo e na Paraíba. Segundo a PF, as penas somadas podem chegar a 42 anos de prisão.

Eleições: Lula confirma que Alckmin será seu vice na chapa que disputará a reeleição à presidência

g1 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou, nesta terça-feira (31), que Geraldo Alckmin (PSB) será candidato a vice-presidente na chapa dele,que disputará reeleição neste ano.

Lula deu a declaração durante reunião ministerial no Palácio do Planalto, nesta manhã. O evento marca a saída de pelo menos 14 ministros do governo para se candidatarem ao pleito em outubro.

Segundo o petista, outros quatro devem anunciar que deixarão os cargos nos próximos dias (veja mais abaixo).

Pela legislação eleitoral, ocupantes de cargos no Executivo precisam deixar as funções até 4 de abril para disputar o pleito. Ou seja, precisam ser exonerados e sair do governo. A exceção são os cargos de presidente e vice-presidente.

É o caso do atual vice-presidente, Geraldo Alckmin, que chefia o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), e se despedirá do cargo de ministro para poder concorrer.

“O companheiro Alckmin que vai ter que deixar o MDIC. Ele vai ter que deixar porque ele será candidato a vice-presidente da República outra vez”, afirmou Lula.

Mudanças na Esplanada
Lula já afirmou que pretende minimizar ao máximo os impactos das trocas na Esplanada. Por isso, em muitos ministérios, a tendência é que os secretários-executivos assumam os cargos, com a missão de garantir a continuidade das políticas e ações já em andamento em cada área.

Um exemplo é o Ministério da Fazenda, com a saída de Fernando Haddad, que deve disputar o governo de São Paulo. Dario Durigan assumiu como novo ministro da pasta. Ele ocupava o cargo de secretário-executivo desde o início do governo.

Durigan, inclusive, já participou de evento público ao lado do presidente, que o apresentou oficialmente como novo titular da Fazenda.

Mas essa não é a regra. Alguns ministérios podem ser chefiados por outros nomes que já são ligados ao governo mas não são secretários.

Moraes dá 24 horas para Bolsonaro explicar fala de Eduardo sobre vídeo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) explique, no prazo de 24 horas, uma postagem em que o filho dele Eduardo Bolsonaro afirma estar gravando um vídeo e mostrando ao pai, preso em regime domiciliar.

Jair Bolsonaro está detido em casa desde a última sexta-feira (27), após passar duas semanas internado em um hospital particular m Brasília, para tratar um quadro de broncopneumonia.

Quando Moraes converteu a prisão em regime domiciliar, ele determinou que o ex-presidente está sujeito a medidas cautelares. Entre elas, tem de usar tornozeleira eletrônica e está proibido de usar celular e redes sociais (veja mais abaixo).

No pedido de esclarecimentos desta segunda-feira (30), Moraes cita trecho de uma participação de Eduardo Bolsonaro em um evento conservador realizado no Texas, nos Estados Unidos, no último fim de semana. O ex-deputado está morando nos EUA desde fevereiro do ano passado.

No vídeo, Eduardo aparece segurando o aparelho celular, e afirma que está gravando um vídeo para mostrar ao ex-presidente.

“Vocês sabem por que eu estou gravando este vídeo? Porque eu estou mostrando ele ao meu pai. E vou provar a todo mundo no Brasil que você não pode calar um movimento prendendo de forma injusta o líder desse movimento”, diz o ex-parlamentar.

Ronaldo Caiado anunciará candidatura ao Planalto nesta segunda-feira

Por Natuza Nery

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciará sua candidatura à Presidência da República na tarde desta segunda-feira (30).

Recém filiado ao Partido Social Democrático (PSD) de Gilberto Kassab, ele foi o escolhido para disputar a vaga.

O partido enxerga espaço político em meio à polarização entre Lula e Bolsonaro, mas as chances, contudo, são consideradas baixíssimas até aqui, segundo as pesquisas de opinião.

Até a semana passada, a vaga de candidato do PSD era ocupada por Ratinho Júnior, mas este desistiu da disputa.

A confirmação de Ronaldo Caiado, um tradicional nome da direita, ocorrerá às 16h em uma entrevista coletiva na sede do partido em São Paulo.

Ronaldo Caiado oficializou no dia 14 de março sua filiação no PSD, partido de Gilberto Kassab, na tentativa de viabilizar sua candidatura à Presidência da República. A oficialização aconteceu em um ato de campanha regional na cidade de Jaraguá, a 120 km de Goiânia. Durante o ato, o governador apresentou Daniel Vilela, do MDB, seu atual vice, como candidato à sucessão no cargo.

No PSD, disputavam com Caiado a vaga de candidato à presidente os governadores do Paraná, Ratinho Junior, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Eduardo Leite migrou do PSDB para o PSD em maio de 2025. Ao ingressar no partido de Kassab, Ratinho Jr. já era cotado como um pré-candidato à presidência, mas acabou desistindo. Em janeiro deste ano, foi a vez de Caiado deixar o União Brasil para se filiar à legenda.

Ao anunciar a mudança de partido, Caiado divulgou um vídeo junto com Leite e Ratinho Jr. e disse que “o que sair candidato” entre eles terá o apoio dos demais.

Lulinha, Vorcaro, Careca: relator da CPMI pede indiciamento de 216 pessoas

O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), apresenta nesta sexta-feira (27) o seu parecer com pedidos de indiciamentos de 216 pessoas. A análise do relatório final nesta manhã foi marcada após a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que derrubou a liminar que permitia a prorrogação do colegiado.

Entre as recomendações de indiciamento, o relator incluiu o empresário Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente da República.

A defesa de Lulinha nega envolvimento em irregularidades e ele não é formalmente investigado pela PF (Polícia Federal), mas foi mencionado ao longo das apurações. O nome dele apareceu nas operações de busca e apreensão contra a empresária Roberta Luchsinger, realizadas em meados de dezembro do ano passado.

A CPMI não conseguiu avançar na investigação de supostas “mesadas” ou de viagens que teriam sido custeadas pelo empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como “careca do INSS”, apontado como um dos principais operadores do esquema. Esses indícios e a “proximidade” de Lulinha com os empresários são citados no parecer.

Gaspar pediu o indiciamento de Lulinha pelos crimes de: tráfico de Influência; lavagem ou ocultação de bens; organização criminosa; e partícipe em corrupção passiva.

Uma CPI não tem poder de indicar pessoas, mas pode fazer recomendações à PGR (Procuradoria-Geral da República) em seu relatório final.

Pedidos de indiciamentos

Entre os principais indiciados estão:

  • Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, empresário apontado como líder e articulador do esquema, pelos crimes de: organização criminosa; corrupção ativa; lavagem ou ocultação de bens; furto mediante fraude com uso de dispositivo eletrônico; fraude eletrônica; e inserção de dados falsos em sistema de informações.
  • Maurício Camisotti, empresário apontado como operador e intermediário, pelos crimes de: organização criminosa; lavagem de dinheiro; fraude e furto eletrônico; falsidade ideológica; corrupção ativa; e participação em inserção de dados falsos em sistema de informações.

Instalada em 20 de agosto, a comissão de inquérito tem prazo de funcionamento até sábado (28). O relatório de Gaspar conta com 4.340 páginas, é dividido em nove núcleos de investigação e mira empresários, intermediários, servidores, entidades e políticos.

Há ainda recomendação de que a PF (Polícia Federal) aprofunde as investigações para alguns casos que a CPMI não conseguiu avançar.

A base governista também articulou um relatório alternativo, que deve ser debatido. A maior divergência entre os parlamentares, segundo o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), envolver os pedidos de indiciamentos.

Ele defende que a comissão aprove um relatório em comum, mas analise de forma separada (destacada) os trechos em que houver discordância. Ele não descarta a possibilidade de a votação se estender até a madrugada.