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EDUARDO BEM HUMORADO COBRA ÁGUA A PATRIOTA

Durante o seu discurso ontem para os prefeitos pernambucanos no Centro de Convenções no momento que falava sobre o 2º FEM, o Governador Eduardo Campos sentindo a garganta seca reclamou: “Me tragam uma água, por favor! Eu aqui tratando os prefeitos bem e Patriota me tratando a pão e água, ou melhor: nem pão nem água…a plateia veio  abaixo rindo.” Logo o cerimonial providenciou a água reclamada. (Anchieta Santos – Foto: Júnior Finfa)

ARMANDO COBRA APOIO ÀS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS

 Militante há anos em defesa das micro e pequenas empresas no Brasil, o senador Armando Monteiro fez nesta segunda-feira (17) uma cobrança enfática para que a Secretaria da Fazenda de Pernambuco trate melhor o setor. Segundo ele, há uma queixa generalizada em todos os municípios do Estado por causa da cobrança antecipada de impostos. Os pequenos estão pagando os impostos estaduais antes mesmo de vender suas mercadorias.

“O governo estadual tem tratado mal o micro e o pequeno empresário”, afirmou Armando, cobrando do secretário Paulo Câmara um tratamento diferenciado ao setor formado hoje por mais de 230 mil empresas de pequeno porte e responsável por cerca de 70% dos empregos gerados em Pernambuco. O problema, segundo Armando, diz respeito ao mecanismo da “substituição tributária”, por meio do qual o ICMS é cobrado antes mesmo da venda dos produtos, fazendo com que os microempresários antecipem receitas aos cofres estaduais.

Em entrevistas a rádios, Armando fez um apelo para que o secretário-candidato “melhore o ambiente de operação das micro e pequenas empresas e olhe o pequeno empresário, não vamos ficar só olhando os grandes projetos, vamos olhar o pequeno”. E disse ainda que esteve com Paulo Câmara há quase um ano para mostrar as dificuldades enfrentadas pelo segmento e apresentar soluções para o problema. No Senado, Armando é relator de um projeto de lei que se destina a estabelecer limites para a substituição tributária, reduzindo os prejuízos sofridos pelas micro e pequenas empresas.

“Os estados que oferecem um melhor tratamento às micro e pequenas empresas são justamente aqueles onde se observa um maior crescimento do emprego no universo dos pequenos negócios. E os Estados que oferecem um tratamento menos favorável é onde se registram um menor crescimento do emprego”, acrescentou Armando Monteiro.

O FEM 2014

O Governo do Estado de Pernambuco lançou, nesta segunda-feira (17/03), a edição 2014 do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM). O anúncio foi feito pelo governador Eduardo Campos, durante a abertura do Congresso Pernambucano de Municípios, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), no Centro de Convenções, em Olinda. A segunda versão do fundo vai destinar R$ 241 milhões para investimentos em infraestrutura, educação, saúde, segurança, desenvolvimento social, meio ambiente e sustentabilidade.

Os municípios já podem apresentar seus projetos a partir desta terça-feira (18/03), de acordo com as demandas de cada um. “O FEM foi construído pelo esforço do Estado, que encontrou um caminho de vencer a burocracia sem perder o controle, respeitando a democracia. Quem escolhe as prioridades é quem está perto do povo. O FEM possibilita que a decisão local chegue à vida de milhões de pernambucanos”, afirmou o governador.

O montante de R$ 241 milhões equivale a uma cota-parte do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em 2013. O repasse segue as mesmas regras da versão anterior: fundo a fundo (Lei Estadual e Leis Municipais) e em quatro parcelas (as duas primeiras de 30%, e as duas últimas de 20%). “Segue os mesmos moldes do ano passado, com ainda menos burocracia. Esse é um modelo que claramente deu certo e que precisa ser ampliado, o que já está ocorrendo”, afirmou Eduardo.

A coordenação do processo de avaliação e liberação de recursos do FEM, via Comitê Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal, será feita pela Secretaria da Fazenda (Sefaz). “O fundo vai garantir a manutenção de empregos, gerando renda, aquecendo o comércio dos municípios. São ações e obras que dialogam com a qualidade de vida da população e com o desenvolvimento dos municípios. Os recursos não podem ser usados em gastos de custeio”, explicou o secretário da Fazenda, Paulo Câmara.

A primeira parcela, de 30% do total destinado ao município, será liberada até junho de 2014, ou seja, após a aprovação dos planos de trabalho. A segunda parcela, do mesmo percentual, sairá 60 dias após a primeira. Para a terceira, de 20%, será necessário que a prefeitura apresente a declaração de aplicação dos recursos. Já a quarta, também de 20%, somente mediante apresentação ao Governo do Estado, por parte da administração municipal, do Termo de Recebimento da obra.

Os municípios deverão apresentar seus planos de trabalho ao Governo do Estado até o mês de abril. Estes planos terão o prazo de um ano (até abril de 2015) para serem executados.

ARMANDO: GUERRA FISCAL ENTRE ESTADOS PREJUDICA OS MUNICÍPIOS

 O senador Armando Monteiro (PTB) defendeu nesta segunda-feira (17), durante o encontro promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE), no Recife, o fim da guerra fiscal promovida pelos Estados que, ressaltou, prejudica os municípios. “Os estados estão promovendo muita renúncia fiscal, em decorrência desta guerra absolutamente ensandecida que se instalou, em que todos dão incentivos cada vez maiores, incentivos que são inconstitucionais, e ao final os municípios também pagam esta conta”, afirmou.

Citando projeções da Confederação Nacional dos Municípios, Armando disse que em 2014 só de renúncias fiscais na área do ICMS os Estados arcarão com R$ 66 bilhões. “Pernambuco representa um pouco menos de 3% do total destas renúncias, o que significa dizer que, se esta projeção estiver correta, Pernambuco vai fazer renúncias fiscais em 2014 num número que deve se situar entre R$ 1,7 bilhão ou R$ 2 bilhões. Isto significa que os municípios de Pernambuco poderão perder, em decorrência da renúncia fiscal na área do ICMS, um número que se aproxima de R$ 400 milhões, por ano”.

Convidado pela Amupe para falar sobre a necessidade de um novo pacto federativo, Armando disse que um dos desafios é se trabalhar pelo fortalecimento institucional dos municípios. “Muitos ainda são carentes de uma retaguarda administrativa e técnica para puderem bem cumprir a missão que lhes foi transferida por uma decisão da União. E com isto os municípios menores se viram pressionados. Muitos sem condições sequer de elaborar os projetos, de atender exigências de organismos internacionais, e são exigências complexas”, afirmou.

Para a efetivação de um novo Pacto Federativo, o senador chamou à responsabilidade todos os atores políticos. “Às vezes eu vejo cobranças que são endereçadas de maneira injusta, como se o novo pacto federativo pudesse resultar da iniciativa de um governo episodicamente. Vamos fazer um mea culpa, os parlamentares, a classe política, que não dedicou a energia devida a este tema, considerando que já se revelavam de forma gritante as fragilidades e a insustentabilidade deste modelo. Que iniciativas de reformas efetivamente pudemos conduzir? Onde estiveram neste momento os parlamentares, as lideranças partidárias, no sentido de cobrarem à época que o Brasil efetivamente pudesse realizar uma agenda de reformas que nós todos reclamamos?”, cobrou.(Foto: Alexandre Albuquerque)

WALDEMAR BORGES DESTACA NA ALEPE O ANÚNCIO DO FEM 2014

 O líder do Governo na Assembleia Legislativa, Waldemar Borges, destacou nesta segunda-feira (17.03), na tribuna da Casa, o anúncio feito pelo governador Eduardo Campos de que vai liberar R$ 241 milhões para a reedição do Fundo Estadual de Apoio aos Municípios – FEM. Segundo o parlamentar, a comunicação foi feita na abertura do Congresso Pernambucano de Municípios, no Centro de Convenções de Pernambuco, com a presença de quase a totalidade dos prefeitos pernambucanos.

O deputado informou que a ação vem socorrer os municípios em um momento de extrema gravidade. “Será um alívio para os prefeitos que perderam recursos com a queda de repasses relativos ao Fundo de Participação dos Municípios – FPM, que continua tiranizando a vida das prefeituras do estado, fruto de um pacto federativo distorcido”, afirmou.

O deputado destacou que, desde 1985, o percentual de repasse a Estados e Municípios dos impostos arrecadados pela Federação caiu de 80% para 44%. Waldemar Borges informou, ainda, que o Governo do Estado começa a receber os projetos dos prefeitos dessa terça (18.03) até o dia 30 de abril. As propostas vão ser analisadas num prazo de 30 dias e a liberação será feita em quatro etapas, sendo a primeira parcela até junho.  Para o parlamentar, a iniciativa do Executivo corrige um prejuízo que os municípios estão tendo, e permite que eles possam realizar obras importantes em seus municípios.(Foto: Roberto Pereira Jr.)

ARMANDO MONTEIRO E TADEU ALENCAR DEBATEM PROPOSTAS PARA UM NOVO PACTO FEDERATIVO

 Após uma manhã bastante movimentada, com a presença do Governador Eduardo Campos e o anúncio de um novo FEM para os municípios Pernambucanos, a tarde foi dedicada ao aprofundamento do debate sobre as novas relações federativas entre União, Estados e Municípios.

A mesa foi coordenada pelo Presidente da AMUPE e Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, e contou com apresentações de Eduardo Stranz – representante do Presidente da CNM, Paulo Ziulkovski; Tadeu Alencar, Secretário Estadual da Casa Civil; e do Senador Armando Monteiro.

A Confederação Nacional dos Municípios apresentou a pauta reivindicatória do municipalismo brasileiro. A principal, o reajuste do FPM em 2%. O assunto está sendo tratado pelos Projetos de Emenda à Constituição de números 39, no Senado, e de 341, na Câmara dos Deputados. Se aprovada, vai representar mais 7,3 bilhões para investimentos das Prefeituras. Só em Pernambuco, representaria 305 milhões a mais, por mês, na receita dos municípios.

Segundo Eduardo Stranz, outra reivindicação é que a cobrança de ISS sobre serviços de leasing e operações com cartões de crédito sejam feitas nos municípios onde estiverem sendo efetuadas as transações e não mais nos municípios de origem das operadoras. A CNM estima que nos últimos cinco anos, com a desoneração do IPI praticada pela União, os municípios pernambucanos perderam 505 milhões de Reais em receitas.

A CNM apresentou a data de 11 de Abril para realização de protestos em todas as capitais. A sugestão é que as Prefeituras fechem as suas áreas administrativas e se dirijam às capitais para protestar contra a situação. Vale lembrar que entre os dias 12 e 15 de maio ocorre a 17ª Marcha em defesa dos municípios, em Brasília.

Em sua fala, o Secretário Estadual da Casa Civil, Tadeu Alencar, chamou o atual pacto de “Federalismo de pires na mão”, elogiou a condução do Presidente da AMUPE, José Patriota. “Tem força, coragem e capacidade de gestão,” completou Tadeu. Segundo ele, as distorções do atual pacto federativo tem colocado os municípios de joelhos. Destacou a pior estiagem das últimas décadas como agravante. “A sociedade já não suporta um Brasil oficial que dá as costas para o Brasil real,” afirmou Tadeu, citando o projeto “Ganhando o mundo”, de iniciativa do Governo do Estado, que promove intercâmbio internacional para jovens da escola pública, como uma boa prática de gestão. Fez um balanço das ações do Governo do Estado no atendimento aos municípios, sobretudo a amplitude das ações e obras que poderão ser executadas pelos municípios com os recursos do FEM.

O Senador Armando Monteiro Neto fez um resgate da história do federalismo no Brasil, marcada, segundo ele, por avanços e retrocessos. “A centralização das receitas nas mãos da união foi um movimento iniciado após a revolução de 30. O reconhecimento dos municípios como ente federativo veio em 1988, com a constituinte cidadã.”

Segundo Armando, a insustentabilidade desse modelo federativo não pode ser creditado a um governo episodicamente. Deve ser discutido onde estavam os parlamentares que não iniciaram esse debate anteriormente. “Vamos aproveitar esse momento do debate eleitoral, que possam ir além do discurso, para fazer uma pactuação ampla, entre os partidos políticos do Brasil, no sentido de que todos possam assumir o compromisso de uma reforma federativa, garantindo um regime de transição, rediscutindo tarefas, receitas, competências,” finalizou Armando, se colocando à disposição para essa tarefa.

Ao final do debate, o Presidente da AMUPE, José Patriota, apresentou as premiações para os municípios que apresentarem as melhores práticas de gestão inovadoras. Os três primeiros lugares receberão, respectivamente, um veículo tipo VAN, um projeto de pavimentação e um sistema simplificado de abastecimento de água. (ASCOM – Foto: Júnior Finfa)

PROGRAMAÇÃO DESTA TERÇA-FEIRA DO CONGRESSO PERNAMBUCANO DE MUNICÍPIOS

Dia 18 de março 2014
HORA
08h30
Auditório Tabocas
Apresentação das Práticas Inovadoras de Gestão
Sala 1
Sala 2
Sala 3
09h00
 A Gestão Associada: Uma Alternativa de Gestão Pública
Palestrantes:
·         Alfredo Ayub – ACISPAR-PR
·          Zuleide Dalla Costa – ACISPAR-PR
·         Fernando Henrique Schwanke –AGCONP
Moderador:
·         Luciano Duque – Prefeito de Serra Talhada
RPPS: Sustentabilidade e Compensação Previdenciária
Palestrantes:
·         Otoni Guimarães–MPS
·         Heliomar Santos –ANEPREM
·         Manoel Carneiro – RECIPREV
Moderador:
·         Josenildo Leite – Prefeito de Cedro
Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Um Calendário a Cumprir
Palestrantes:
·         Eduardo Furquim – MMA
·         Ana Suassuna – Sec. das Cidades
·         Hélvio Polito – SEMAS
Moderador:
·         Túlio Vieira – Prefeito de Surubim
10h30
O Controle Externo e o Desempenho da Gestão Municipal
Palestrantes:
·          Valdecir  Pascoal – TCE-PE
·         Abelardo Lopes – CGU
·         Rinaldo Jorge Silva – MPPE
Moderador:
·         Severino Otávio – Prefeito de Bezerros
Educação: base do desenvolvimento sustentável
Palestrantes:
·         Ricardo Dantas –Sec. Educação de PE
·         Edla Soares – UNDIME
·         Raul Henry – Dep. Federal
·         Cleusa Repulho – UNDIME
·         Binho Marques – MEC
Moderadora:
·         Madalena Brito – Prefeita de Arcoverde
Saúde: Políticas de Regionalização e Descentralização
Palestrantes:
·         Mozart Sales – Min. da Saúde
·         Antônio Figueira – Sec. Saúde de PE
·         Ana Cláudia Matos – COSEMS/PE
·         Francisco Santos – UFPE
Moderador:
·         Evandro Chacon – Prefeito de Pesqueira
12h00
INTERVALO
INTERVALO
INTERVALO
14h00
Profissionalização e Modernização da Gestão Municipal
Palestrantes:
·         Frederico Amâncio – SEPLAG
·         Francisco Cunha – TGI
Moderador:
·         Fred Gadelha – Prefeito de Goiana
Captação de Recursos para o Fortalecimento dos Municípios
Palestrantes:
·         Jonathas Borges – CEF
·         Jorge Henrique -BNDES
·         Fernando Favoretto – BB
Moderador:
·         Jorge Alexandre – Prefeito de Camaragibe
Planejamento e Investimentos para Cidades Sustentáveis
Palestrantes:
·         Danilo Cabral – Sec. das Cidades de PE
·         Geraldo Júlio – Prefeito do Recife
Moderador:
·         João Mendonça – Prefeito de Belo Jardim
15h30
A Voz das Ruas, a Gestão Pública e Eleições 2014
Palestrantes:
·         Magno Martins – Blog
·         Jamildo Melo – Blog
·         Maurício Romão – Inst. Pesq. Maurício de Nassau
Moderador:
·         Izaias Régis – Prefeito de Garanhuns
Políticas de Convivência para o Semiárido
Palestrantes:
·         Aldo Santos – SARA/PE
·         Maria Vandalva Oliveira – MOC/BA
·         Espedito Rufino – PDHC/MDA
Moderador:
·         Ranilson Ramos – TCE/PE
Políticas de Prevenção à Violência Contra a Mulher
Palestrantes:
  • Fábia Lopes – Sec. Mulher de PE
  • Lenise Valentim – Delegada
  • Roberta Jardim – Juíza
  • Marylúsia Pereira – Juíza
Moderadora:
·         Sandra Félix – Prefeita de Condado
17h00
Apresentações Culturais

ABERTURA DO CONGRESSO PERNAMBUCANO DE MUNICÍPIOS

Vejam imagens da abertura do Congresso Pernambucano de Municípios, realizado no Centro de Convenções. Vejam algumas imagens exclusiva de Júnior Finfa.

(Fotos: Júnior Finfa)

ARMANDO MONTEIRO QUESTIONA PRÉ – CANDIDATURA DE PAULO CÂMARA

Bastante à vontade no papel de candidato da oposição pelo governo do Estado, o senador Armando Monteiro (PTB), desferiu algumas alfinetadas no adversário, o secretário estadual da Fazenda, Paulo Câmara (PSB), e no ex-aliado, governador Eduardo Campos (PSB). Em entrevista a Rádio JC News nesta segunda-feira (17), o petebista disse ser “estranho” que de uma hora para outro um personagem de bastidor, como costuma ser um secretário da Fazenda, esteja na linha de frente em inserções na TV, em rádio e em vários eventos promovidos pelo governo.
“É um processo estranho. Ao tempo em que ainda exerce as funções de secretário da Fazenda, não se deve em princípio misturar essas posições. O secretário que é pré-candidato, e alguém que está no exercício da função, que é uma atividade meio e não propriamente finalística. É algo estranho”, analisou.
Confrontado com uma gravação de um depoimento do governador criticando a “falta de experiência eleitoral” da presidente Dilma Rousseff (PT), o senador devolveu: “É curioso porque esse discurso vale para Dilma e não vale aqui para identificar as credenciais do candidato da Frente. Doutor Paulo Câmara nunca disputou uma eleição, nem de vereador, deputado, nunca se submeteu ao processo eleitoral. Não tem qualquer experiência política. Eu concordo com ele sobre isso”, ironizou.
Sobre as cada vez mais frequentes acusações de “loteamento” de cargos pelo governo federal feitas por Eduardo Campos, pré-candidato ao Planalto, o senador lembrou que não acontece muito diferente no plano local. “Em Pernambuco, não se oferece participação no governo, cargos a esses que integram essa aliança? Agora há pouco, ao PSDB não foi dada uma serie de posições no governo? Aqui, essa participação se deu, em quase nada, em relação à governabilidade. Mas a algo que corresponde a um prêmio por participação nessa aliança”, argumentou, referindo-se às alianças construídas em torno da chapa governista do PSB.