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Últimas publicações do quadro “Afogados da Ingazeira”

Foto é história

Foto no ano de 1978, no Bar de Mariquinha de Zé Paqueta em Afogados da Ingazeira, os funcionários da agência do Banco do Brasil. Da esquerda para direita: Frazao, Lagartixa, Bode, Agripino, Minhocão e Papa Sebo, Dona Mariquinha sentada na entrada do seu bar. Foto enviada por Zé Carlos Bode. Se você tem uma foto antiga, e quer publicar no FOTO É HISTÓRIA, envie para o email: finfa@blogdofinfa.com.br ou pelo WhatsApp 81-996530059, que teremos o prazer de publicar.

Crise: Prefeitura de Afogados da Ingazeira emite decreto de contenção de despesas

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira emitiu um decreto buscando conter despesas em vista à crise provocada nos municípios brasileiros pela queda brutal nos repasses do FPM.

Com o objetivo de garantir a regularidade no pagamento da folha em dia e dos gastos essenciais com fornecedores, bem como preservar o equilíbrio fiscal, algumas medidas de contenção serão adotadas a partir desta segunda (08), com efeitos vigentes até o próximo dia 31 de dezembro. Confira algumas das principais medidas:

– Está suspensa a permissão de novos afastamentos de servidores para cursos ou estudos que impliquem em ônus para o município;
– Estão suspensas novas gratificações para prestação de serviços extraordinários quando não expressamente autorizados pelo Prefeito do município;
– Suspensão da cessão de veículos oficiais da frota própria ou decorrente de locações para associações, entidades ou afins, executando-se situações de extrema urgência;
– O expediente em todas as secretarias será de 8h às 14h, exceto os serviços essenciais;
– Solenidades de inauguração e entrega serão simples, sem som fixo ou estruturas de toldos, cadeiras e afins, que impliquem em acréscimo de despesas, exceto em eventos custeados por outras instituições;
– Todas as secretarias e órgãos municipais deverão adotar imediata ação de redução de despesas com água, energia, combustível e manutenção de frota;
– Suspensão do pagamento de diárias a servidores para participação em eventos externos, exceto os que houverem sido Planejados em data anterior a este decreto.

Geraldo Magela: O mestre que escreveu sua história nos corações

*Por Rinaldo Remígio

Alguns homens passam pela vida como páginas de um livro que se fecha. Outros, como Geraldo Magela Campos, escrevem capítulos inteiros no coração de uma cidade — e ali permanecem, como memória viva que educa, inspira e emociona.

Nascido em 5 de dezembro de 1934, filho de José Braz da Silva e Rosa Campos da Silva, Magela era de Afogados da Ingazeira como o próprio Sertão: firme, acolhedor, discreto e necessário. Cresceu em meio a irmãos queridos e à simplicidade de uma época em que estudar era um privilégio e ensinar, uma missão quase sagrada.

Começou os estudos com a professora Aurora de Azevedo Lopes, passou pelo Grupo Escolar Pe. Carlos Cottart e, já na juventude, abraçou a contabilidade em Serra Talhada. Mas foi como professor de matemática, de 1965 a 1992, no Ginásio Monsenhor Pinto de Campos, que encontrou sua verdadeira vocação — formar pessoas, abrir mentes, acender caminhos.

Durante décadas, Magela foi referência na sala de aula. Muitos ainda se lembram da sua paciência, da lousa bem escrita, dos exemplos simples com que explicava problemas complexos. Para muitos jovens sertanejos, ele foi ponte entre o sonho e a realização, entre a dúvida e o entendimento. Mais que fórmulas e números, ensinou ética, disciplina e respeito.

Homem de múltiplas vivências, também foi alfaiate, comerciante e político — eleito vereador na década de 60, quando a política ainda tinha cheiro de rua de barro e conversa na calçada. Foi diretor do CSU, referência de ação social, e também esteve à frente de um bar, onde convivência e amizade eram os ingredientes principais.

Casou-se com Maria Istela Neves, com quem teve quatro filhos, que herdaram seu amor pela educação e seu compromisso com a comunidade. Sua casa foi lar e escola, mesa farta e biblioteca silenciosa.

Concluiu o curso superior aos 46 anos, exemplo de que nunca é tarde para aprender. Aposentou-se como professor estadual em 1991, mas seu nome já estava gravado em cada aluno que saiu daquela escola de cabeça erguida, com um caderno cheio de sonhos.

Faleceu em 25 de outubro de 2004, aos 69 anos, e desde então, Afogados da Ingazeira guarda um silêncio respeitoso quando se fala em seu nome. Porque Geraldo Magela foi mais do que um professor — foi mestre de vida.

Sua história é lição que não cabe em prova, mas mora na gratidão de quem aprendeu a ser gente sob sua orientação.

Hoje, ao lembrar seus 90 anos de nascimento e mais de 20 anos de sua partida, celebramos não apenas o homem, mas o legado que ele deixou. A cidade segue em frente, mas sempre carregando no peito a honra de ter tido um filho tão digno, tão generoso, tão essencial.

*Professor universitário aposentado e memorialista
Fontes de informações: Blog do Finfa e Fernando Pires

Zé Negão volta a cobrar atenção de Raquel Lyra e diz que Mário Viana segue dando as cartas

Vereador disse que Raquel precisa tomar uma posição, pois Mário acende uma vela pra ela e outra pro diabo. “É a mesma coisa do cabra tá levando gaia e dizendo assim, não isso é conversa do povo, é brincadeira”.

O vereador Zé Negão foi bastante incisivo falando hoje a Juliana Lima e Júnior Cavalcanti no programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú.

Ele voltou a cobrar um posicionamento da governadora Raquel Lyra em relação aos espaços de órgãos regionais e indicações políticas ligadas a seu governo na região. Aliado de Danilo Simões, Zé cobrou gestos da governadora Raquel Lyra e afirmou que o grupo precisa ser valorizado política e administrativamente se ela quiser de fato seu apoio.

Zé voltou a criticar duramente o Gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho, e reafirmou que não sobe no palanque caso ele esteja presente. A acusação de Zé é de que Mário faria jogo duplo, tendo participaçãop no governo Sandrinho Palmeira e dentro do governo Raquel. “Ele tem a empresa contratada em nome do filho por R$ 120 mil anuais, tem a mulherm irmã e ouitras pessoas no governo Sandrinho”.

Zé chegou a dizer que por conta dessa relação, Sandrinho daria cartas em muitas atitudes de Mário. O vereador creditou a Mário, por exemplo, a não vinda da governadora na convenção que lançou as pré-candidaturas, em 28 de junho do ano passado. “Ele disse a ela, governadora não vá não que não tem ninguém, e ela não foi”.

Zé se queixou também da indicação de cargos com a participação de Mário e que eles estariam beneficiando adversários de Raquel. Também criticou o fato de não haver nos órgãos regionais nenhum nome de Afogados da Ingazeira. “Isso nunca aconteceu”, reclamou.

Perguntado onde estará diante dessa indefinição, disse: “eu tô retribuindo o que ele (Mário Viana) fez. A govenadora vai analisar”.  Zé também afirmou que que a govenadora concorda com Mário acendendo uma vela pra ela e outra pro diabo…” Perguntado sobre a condição e se era pra tirar Mário, Zé disse que “quem mais sabe é a govenadora”. E acrescentou: “Tanto Danilo quanto Edson Henrique conversaram com ela”.

Zé disse porque não tem comparecido a agendas com Raquel. “Não fui pra agenda com ela, Não tô querendo ser melhor que os outros, querendo estar no pedestal. Mas na nossa campanha da União Pelo Povo, quero que me diga quantas vezes Raquel veio pro nosso palanque, quantas vezes fez um video pra Danilo Dimões. Ela prometeu vir pro nosso evento, e ela tava aqui na região e não veio. E a convera que chegou foi que Mário disse, não vá não. Não tem ninguém no evento”. E alertou, pra dizer que ela precisa de apoio: “Hoje quem é candidato é ela. Se ela não tiver um olhar por Afogados da Ingazeira, a conversa é outra”.

Disse que Mário indicou Elias Raimundo sem ouvir Danilo e que um nome indicado pro Ipa foi tirado por Miguel e Luciano Duque , aliados dele. “Ele fez caminhada na feira com Luciano Duque”. E concluiu: “é a mesma coisa do cabra tá levando gaia e dizendo assim, não isso é conversa do povo, é brincadeira”.

Ouça o trecho:

 

Foto é história

Fotos da homenagem da Loja Maçônica Arquitetos da Paz, prestou Dr. Raul Cajueiro, coletor aposentado, advogado, ex-vereador de Afogados da Ingazeira, defensor público, maçom desde 1970 da Loja Barão do Rio Branco de Arcoverde, no dia 13 de Agosto de 2013, em uma Sessão Magra Pública, em Afogados da Ingazeira.

Após a sessão, foi oferecido um jantar e o corte do bolo pela passagem dos 89 anos de Dr. Raul Cajueiro. Fotos dos arquivos dos Blog do Finfa. Se você tem uma foto antiga, envie para o email: finfa@blogdofinfa.com.br ou para o WhatsApp 87-992018970.