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Últimas publicações do quadro “Afogados da Ingazeira”

Em Afogados, agentes municipais começarão a autuar infratores de trânsito a partir de 27 de Abril

A Prefeitura de Afogados dá um passo importante no processo de municipalização do trânsito. A partir da próxima segunda, 27 de Abril, os agentes municipais de trânsito estarão autorizados a autuar condutores que cometam infrações de trânsito.

O início das autuações se junta a importantes ações realizadas, a exemplo das sinalizações de vias importantes como a Diomedes Gomes, Manoel Borba, Barão de Lucena, e Henrique Dias, que se inicia hoje. Também foram instalados semáforos na Diomedes Gomes e nos cruzamentos das ruas Antônio Rafael de Freitas com Antonio de Lemos, e avenida Rio Branco com Artur Padilha.

No trânsito, a responsabilidade é de todos. Evite multas, colabore com o processo de municipalização respeitando a sinalização e as leis de trânsito. A população vai poder colaborar denunciando, imediatamente, flagrantes de infrações. O disque trânsito funciona como telefone e zap: (87) 9.9978-1516.

“Essa é uma das etapas mais importantes no processo de municipalização, com o início das autuações, e vamos precisar da colaboração de todos para termos um trânsito mais seguro, diminuindo o número de sinistros de trânsito em nosso município,” destacou a secretária de transportes e trânsito, Flaviana Rosa.

A secretaria de trânsito informa ainda que está recebendo solicitações de pessoas idosas e de pessoas com deficiência, para liberação das credenciais para que seja permitido estacionar em vagas de idosos e de deficientes. O expediente na secretaria é de segunda a sexta, de 8h às 13h.

Quando a submissão é necessidade

Por: Izilda Sampaio

Há atitudes que não nascem da convicção, mas da necessidade. E isso muda tudo. Quando a sobrevivência depende de alguém, muitos acabam adotando posturas subservientes, não por concordarem, mas por temerem as consequências de um posicionamento firme. Em certos casos, o silêncio não é consentimento; é estratégia de quem ainda não pode pagar o preço da própria voz.

É compreensível, embora profundamente lamentável, perceber que a falta de estabilidade financeira ainda aprisiona comportamentos. A dependência econômica, em muitos contextos, funciona como uma corrente invisível, que limita escolhas, enfraquece a autonomia e, por vezes, empurra indivíduos para atitudes que beiram a submissão ou até a covardia. Não por falta de caráter, mas por excesso de medo. Medo de perder o pouco que se tem.

Mais triste ainda é reconhecer que essa dinâmica não é nova. Ela ecoa uma herança histórica em que o poder sempre esteve concentrado nas mãos de quem detém os recursos. A mentalidade escravagista, embora não mais institucionalizada, ainda resiste em práticas e relações desiguais, onde o controle financeiro dita comportamentos, impõe silêncios e molda consciências.

Mas é preciso cuidado para não simplificar o julgamento. Nem toda postura aparentemente subserviente revela fraqueza moral; muitas vezes, revela uma luta silenciosa pela sobrevivência. Ainda assim, é urgente romper com esse ciclo, não apenas no plano individual, mas coletivo. Porque uma sociedade que normaliza o medo como instrumento de controle jamais será, de fato, justa.

O caminho passa pela autonomia, pela educação e pela construção de condições mais igualitárias. Só quando as pessoas tiverem segurança para dizer “não” sem medo de passar fome ou perder status, é que veremos, de fato, a coragem florescer onde hoje ainda impera a submissão. Agora faço como Pepe Mujica: ” Eu não sou pobre, eu sou sóbrio, de bagagem leve. Vivo com apenas o suficiente para que as coisas não roubem minha liberdade.”

Privatização e a disputa eleitoral em Pernambuco

Por: Heitor Scalambrini Costa*

“O drama não é que as pessoas tenham opiniões,
mas sim que as tenham sem saber do que falam”
José Saramago (escritor português premiado com o Nobel de Literatura em 1998)

Na disputa eleitoral de 2026, além da escolha para governador, deputado estadual e federal e senadores, teremos a escolha para presidente. Uma eleição singular, plebiscitária, pois de um lado está a pré-candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, um democrata inconteste, tendo como principal adversário, um ilustre desconhecido do povo brasileiro, extremista de direita, cujo cartão de visita é ser filho de Jair Bolsonaro, ex-presidente, julgado, condenado e preso. Atualmente em prisão domiciliar, pelo planejamento e tentativa de golpe de Estado, e cuja família e seus adeptos são conhecidos por apoiarem a ditadura cívico-militar de 1964.

Neste contexto ocorrerão as eleições deste ano, cujo pano de fundo torna a eleição de 2026 nacionalizada. O eleitor de todos os rincões é quem decidirá: democracia ou fascismo. Não será uma simples escolha e disputa partidária, mas civilizatória.

Em Pernambuco, terra do auto intitulado “caçador de raposas políticas” – o ex-governador e ex-candidato a presidente da República, o falecido Eduardo Campos – criticava a “velha política” que, segundo ele, predominava no governo Dilma Rousseff, e dizia que o Brasil precisa “tirar as raposas” de Brasília. Estava em plena campanha para presidente da República.

Lembrei deste fato, quando agora, 12 anos passados seu filho João Campos, ex-prefeito do Recife, e pré-candidato a governador do Estado, concorrerá com a atual governadora, candidata à reeleição, e cuja família sempre esteve ao lado dos Campos, inclusive o pai de Raquel foi vice-governador do próprio Eduardo. A base de apoio durante seus dois mandatos (2007 a 2014) foram repletas de figuras e famílias que representavam o que ele chamou de “raposas políticas”.  Nada difere atualmente, pois tanto do lado de João Campos, como de Raquel Lyra as “raposas políticas” estão presentes, e independente de quem ganhe permanecerão no poder.

Um dos temas de grande repercussão no eleitorado é sobre a privatização. Depois do desastre para o consumidor e a população em geral, com a privatização no ano 2000 da Companhia Energética de Pernambuco-Celpe (atual Neoenergia Pernambuco), as promessas de alcançar a modicidade tarifária, de mais investimentos, e de melhoria da qualidade dos serviços prestados pela empresa, não foram cumpridas. Ao contrário, as “contas de luz” subiram a patamares bem superiores à inflação (2 a 4 vezes), e a qualidade dos serviços despencaram, além dos lucros exorbitantes diante da realidade econômica do país.

Depois de 10 anos da privatização da Celpe, em julho de 2010, pesquisa realizada pelo Instituto Maurício de Nassau para entender “O Que Pensa o Eleitor Pernambucano?”, virou livro, assinado pelos pesquisadores Adriano Oliveira, Carlos Gadelha Júnior e Roberto Santos. Na pesquisa, 70% das respostas reprovaram a privatização, e apenas 14% eram favoráveis à venda da estatal. Hoje não tenho a menor dúvida que a reprovação da população pernambucana se aproxima dos 100%. Mesmo com essa quase unanimidade, sem amplo debate com a sociedade, foi antecipado a renovação do contrato de privatização da Neoenergia Pernambuco, que iria expirar em 2030. Em setembro de 2025, foi assinado a prorrogação do direito da empresa de distribuir energia elétrica no estado até 30 de março de 2060.

Muita pouca coisa difere de ambas pré-candidaturas a governador em Pernambuco, a não ser a luta pelo poder. Um dos pontos é sobre a privatização, agora da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). Não somente defendida pela atual governadora, como também implementada na sua gestão, no leilão realizado em 18 de dezembro de 2025, cujo consórcio ganhador (formado pela Acciona e BRK Ambiental, além do fundo Pátria Investimentos) fará a distribuição de água e esgotamento.

Como quem foge da cruz, o governo estadual tem evitado falar diretamente em privatização. Prefere o termo “concessão”, que nada mais é do que uma forma de privatização. Tenta assim confundir o eleitor. Por outro lado, João Campos na sua gestão frente à Prefeitura de Recife, ficou marcada por uma política de privatização de espaços públicos, como a orla de Boa viagem e de Brasília Teimosa os parques de Dona Lindu e Apipucos, e do centro histórico (Distrito de Guararapes). Defendida por argumentos conhecidos e rechaçados pela população, o modelo tem sido criticado pela elitização, com perda de acesso público, e altos custos do estacionamento e de outros serviços oferecidos.

Estes pré-candidatos à frente da disputa, infelizmente não oferecem à população propostas que visem um futuro mais próspero, com maior bem-estar social real as populações. Ambas candidaturas estão infiltradas de forças retrógradas, extremistas, que sob o pretexto de defenderem valores tradicionais, a liberdade de expressão, atacam a democracia. O risco que os fascistas, a extrema direita representa não é retórico, é real, e devemos cobrar de todas as forças políticas progressistas que repilam as forças reacionárias, a começar por Pernambuco. No mínimo é isto que esperamos dos contendores.

* Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco, graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/SP), mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares na Universidade Federal de Pernambuco (DEN/UFPE) e doutorado em Energética, na Universidade de Marselha/Aix – Centro de Estudos de Cadarache/Comissariado de   Energia Atômica (CEA)-França.

O legado de Joaquim Nazário

Por Rinaldo Remígio*

Ao longo de alguns meses, tenho me dedicado juntamente com os amigos Fernando Pires, Magno Martins, Milton Oliveira, Ademar Rafael, Reginaldo Remigio e o jornalista Junior Finfa, editor deste Blog a registrar histórias de homens e mulheres que ajudaram a moldar a identidade de Afogados da Ingazeira e de toda a região do Pajeú. São trajetórias que nem sempre estão nos livros, mas permanecem vivas na memória de quem as testemunhou. Desta vez, escrevo movido por emoção especial, após ler do amigo Milton Oliveira, detalhes comoventes da caminhada de seu pai, o Sr. Joaquim Nazário de Oliveira — um homem simples, trabalhador incansável e, acima de tudo, um exemplo de superação.

Segundo Milton, Joaquim Nazário nasceu em 27 de setembro de 1924, no Sítio Riacho da Onça, a cerca de 12 quilômetros de Afogados da Ingazeira. Filho de agricultores, cresceu em meio às dificuldades do sertão. Sua infância foi marcada pela simplicidade, mas também por um amadurecimento precoce diante das adversidades. Não era incomum que as brincadeiras infantis fossem interrompidas pelo trabalho no roçado ou pela necessidade de ajudar no sustento da família.

Aos 17 anos, tomou uma decisão que mudaria sua vida: aprender o ofício de alfaiate. O objetivo era claro — deixar o sítio, conquistar uma profissão e, no futuro, dar aos irmãos a oportunidade que ele próprio não tivera. Saiu a pé até a cidade e procurou o único alfaiate da localidade. O mestre aceitou ensiná-lo, mas não havia onde dormir nem como garantir alimentação.

Foi sua mãe quem orientou o sacrifício: vir à cidade às segundas-feiras e retornar às quartas; voltar na quinta e regressar no sábado à noite. Sempre a pé, com uma pequena vasilha de comida, dormindo no próprio ambiente da alfaiataria. A comida era pouca: o que levava dava apenas para um dia. Muitas vezes, da terça para a quarta e da sexta para o sábado, ele passava fome. Certa vez, chegou em casa tão debilitado que desmaiou no colo da mãe. O episódio marcou profundamente a família — e revela a dimensão da sua determinação.

Depois de formado alfaiate, abriu sua própria alfaiataria. Foi ali que começou a construir a vida que sempre sonhara. Com trabalho honesto e disciplinado, conseguiu trazer os irmãos para a cidade. Mais tarde, alguns deles concluíram cursos superiores em Direito, Odontologia e Medicina — prova de que o esforço de um pode iluminar o destino de muitos.

Em 14 de outubro de 1945, casou-se com Alaíde Batista da Silva, que passou a se chamar Alaíde Batista de Oliveira. O casal teve quatro filhos: Hilton (engenheiro e bancário aposentado), Ailton (médico), Uilton (engenheiro) e Milton (advogado e escritor). Segundo Milton, o pai sempre foi um homem de disciplina rígida, de poucas palavras, mas de atitudes firmes. Nunca foi de demonstrações fáceis de emoção, mas seus gestos sempre revelavam um profundo senso de responsabilidade e amor pela família.

Milton relembra que o pai era conhecido pela integridade e pela seriedade nos negócios. Na alfaiataria, tinha fama de perfeccionista. Entregava roupas impecáveis, e sua clientela cresceu justamente por confiar na palavra dele. “Meu pai não fazia propaganda. Sua propaganda era o serviço bem feito”, conta o filho.

Com o passar dos anos, o comércio de roupas prontas reduziu o movimento da alfaiataria. Foi então que Joaquim tomou uma decisão difícil: vendeu o negócio, comprou um caminhão e se mudou com a família para o Recife. Recomeçou como caminhoneiro, transportando cargas por longas distâncias. Era conhecido pela responsabilidade, pela pontualidade e pela coragem. Trabalhava quase sem descanso, dormia pouco e, muitas vezes, fazia refeições rápidas nas estradas.

Milton relata que, certa vez, após comprar um caminhão Mercedes novo, o pai decidiu descansar alguns dias e contratou um motorista para fazer uma viagem. Fez recomendações claras: “não parar em farras e jamais deixar o caminhão estacionado como o primeiro da fila”. Infelizmente, o motorista desobedeceu. Parou exatamente num meretrício, deixou o caminhão numa descida, como o primeiro da fila, e o veículo foi roubado. Ao retornar, o caminhão já havia desaparecido.

Inconformado, Joaquim não desistiu. Viajou pelo Brasil, foi até a Argentina e ao Uruguai em busca do caminhão. Não conseguiu recuperá-lo. O golpe foi duro. O prejuízo abalou profundamente o seu espírito e marcou um período difícil em sua vida.

Mesmo assim, continuou lutando. Mais tarde, enfrentou um câncer de pele e, com tratamento, conseguiu vencer a doença. Mas, posteriormente, o mal voltou de forma mais agressiva, atingindo o colédoco. Buscou tratamento em Recife e em São Paulo, mas não obteve êxito.

Joaquim Nazário de Oliveira faleceu em 23 de junho de 1993, às 17h30, em sua residência, em Afogados da Ingazeira, e foi sepultado no Cemitério São Judas Tadeu.

Ao ler a narrativa desta história por seu filho Milton, fica claro que o Senhor Joaquim Nazário não foi apenas um homem que trabalhou para sobreviver. Foi um homem que transformou a própria dor em força, que converteu limitações em oportunidades e que deixou um legado que ultrapassa gerações. A maior herança que deixou não foi material, mas moral: o exemplo de dignidade, perseverança e amor à família.

Reflexão final aos leitores
Ao relembrar a vida do Senhor Joaquim Nazário de Oliveira, não há como ignorar um episódio que, embora doloroso, traz uma lição poderosa. Ele confiou, orientou, preveniu e alertou. Fez a parte que lhe cabia com responsabilidade e prudência. Porém, o motorista contratado, contrariando todas as recomendações, tomou decisões equivocadas que resultaram na perda do caminhão — um golpe duro para quem havia conquistado cada bem com suor e honestidade.

Esse episódio não é apenas um registro biográfico; é um espelho da vida. Muitas vezes, fazemos o que é certo, agimos com zelo e transparência, mas ainda assim sofremos as consequências de escolhas alheias. E é justamente nesses momentos que o caráter se revela. Joaquim Nazário não se deixou consumir pelo ressentimento; enfrentou a adversidade com dignidade e seguiu adiante, mesmo ferido pelas perdas.

Fica, portanto, uma lição aos que leem: a honestidade nem sempre evita a dor, mas sempre preserva a consciência. E, no fim, é o caráter — não as circunstâncias — que define a grandeza de um homem.

*Professor universitário aposentado, administrador, contador, historiador e mestre em economia!
** Fontes de informações e imagem: Milton Oliveira e Fernando Pires

Quando o cuidado vira referência

Por Rinaldo Remígio*

Semana passada, deparei-me com uma postagem do meu amigo jornalista Júnior Finfa — editor do Blog do Finfa atento e sensível às causas do nosso Sertão — que merece não apenas leitura, mas reflexão. Ao relatar uma cirurgia bem-sucedida realizada no Hospital Regional Emília Câmara, ele foi além da notícia: fez um registro de gratidão.

E, em tempos em que se cobra muito — e, por vezes, se reconhece pouco —, esse gesto ganha um valor ainda maior.

Ao descrever sua experiência, destacou com propriedade aquilo que, muitas vezes, passa despercebido aos olhos mais apressados. Falou da direção, dos médicos, dos enfermeiros, dos auxiliares de enfermagem, da equipe de limpeza… enfim, de todos que, de forma integrada, constroem diariamente o funcionamento daquele centro de saúde regional. Em suas palavras, um “atendimento exemplar, marcado pelo zelo, pelo profissionalismo e, sobretudo, pela humanização”.

Confesso: vejo esse depoimento com grandeza.

Saber reconhecer, valorizar e ser grato é, sem dúvida, uma das mais nobres virtudes humanas. E quando esse reconhecimento parte de alguém que vivenciou de perto o cuidado — que sentiu na pele a dedicação de uma equipe — ele ganha ainda mais legitimidade.

O amigo Júnior foi feliz não apenas no conteúdo, mas na forma. Ao citar nomes, ao mostrar o ambiente, ao dividir sua experiência com outros pacientes, ele deu rosto e identidade a um trabalho que, muitas vezes, permanece anônimo. E isso faz toda a diferença.

Porque por trás de cada procedimento bem executado, há uma cadeia silenciosa de esforços: há quem prepare, quem cuide, quem limpe, quem organize, quem acolha. Há, sobretudo, pessoas que escolheram servir.

Nossa reflexão, portanto, se impõe.

Nós, enquanto usuários — seja de serviços públicos ou privados —, tendemos a cobrar com rigor, a criticar com rapidez, a apontar falhas com precisão. E isso é legítimo. Mas é igualmente necessário reconhecer quando o serviço funciona, quando o cuidado é digno, quando o profissionalismo se impõe.

O Hospital Regional Emília Câmara, pelo que foi relatado, mostra que é possível fazer bem feito. Que é possível oferecer saúde com qualidade e, ao mesmo tempo, com humanidade.

Parabéns, meu amigo Júnior.

Que o seu depoimento sirva de exemplo — não apenas para enaltecer quem faz o certo, mas também para nos ensinar que reconhecer o bem é, também, uma forma de contribuir para que ele se multiplique.

*Professor universitário aposentado, administrador, contador e mestre em economia!

Danilo Simões lança pré-candidatura a deputado federal e reforça protagonismo do Pajeú no PSD

O lançamento da pré-candidatura de Danilo Simões a deputado federal cria um fato político relevante em Afogados da Ingazeira e repercute em todo o Pajeú. Ao lado da governadora Raquel Lyra, Danilo passa a integrar o quadro de nomes do PSD para 2026, fortalecendo o projeto do partido de ampliar sua representatividade no interior de Pernambuco.

Filho dos ex-prefeitos Orisvaldo Inácio e Giza Simões, Danilo carrega um legado político de forte presença em Afogados. Na eleição municipal de 2024, mostrou densidade eleitoral ao disputar a Prefeitura e se consolidar como uma das principais lideranças da oposição no município. Tendo Afogados como sua principal base, Danilo se projeta agora como um nome com força política para representar o conjunto do Pajeú na Câmara Federal.

Sua entrada na disputa também fortalece a estratégia da governadora Raquel Lyra de estruturar o PSD com nomes de tradição, base popular e inserção regional. Nesse cenário, Danilo surge como um quadro com história, identidade política e capacidade de ampliar a presença do partido em uma das regiões mais importantes do Sertão.

Em Afogados, esse movimento conta com o apoio de lideranças tradicionais e de oposição, como Zé Negão, Edson Henrique, que foi candidato a vice em sua chapa, e Edson do Cosmético, vereador do município. A articulação também reforça a dobradinha com o deputado estadual Romero Sales Filho, que já vem trabalhando com o grupo, destinando emendas, articulando recursos e viabilizando ações e equipamentos para Afogados da Ingazeira.

Com a pré-candidatura lançada, Danilo entra de vez no cenário de 2026 como um nome competitivo, com base consolidada, legado político e representatividade para fortalecer o PSD e ampliar a voz do Pajeú em Brasília.

Confirmado: Danilo Simões será candidato a deputado federal

Há poucos instantes na reidência do prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, foi confirmada a pré-candidatura de Danilo Simões a deputado federal, para as eleições de outubro. O acerto foi coordenado pela  governadora Raquel Lyra, juntamente com o o Coordenador da Casa Civil Edson Henrique e o vereador Zé Negão.

Agradeço a visita dos amigos

Me recuperando da cirurgia do qual fui submetido na última terça-feira (07), acabei de receber na minha residência, as visitas dos amigos Jobson Almeida, pré-candidato a deputado estadual, amigo de longas datas da cidade de São Caetano e o meu grande amigo comerciante Oliveira. Muito obrigado pela visita.

Prefeitura de Afogados promove 3º Berro Fest neste final de semana

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promove neste final de semana a terceira edição do Berro Fest – feira de caprinos e ovinos dos pequenos criadores.

O evento é coordenado pela secretaria municipal de agricultura, no centro de comercialização de animais, às margens da PE-320. A premiação é de R$ 8 mil.

Os animais começaram a chegar nesta quinta (09). Nesta sexta-feira, de oito ao meio-dia, acontecem as inscrições dos criadores e a avaliação dos animais. A partir das 15h, curso de apresentação e casqueamento animal. No sábado (11), a partir das 9h, acontecem os julgamentos e a entrega das premiações.

“Esse é um evento importante pois fortalece a cadeia produtiva da caprinovinocultura dos mosso pequenos criadores. Muitos deles já beneficiados com o beneficiamento genético gratuito disponibilizado pela gestão municipal. É uma oportunidade de expor, concorrer e comercializar o seu plantel,” destacou Valberto Amaral, secretário de agricultura de Afogados.

Corpo de Angélica chega no final da tarde e será velada na Câmara de Vereadores, sepultamento na tarde desta quinta-feira em Quimtibú

Em contato com este blogueiro agora, Danilo Simões confirmou,  que o corpo de Angélica, deverá chegar em Afogados da Ingazeira, no final da desta tarde, onde será velada na Câmara de Vereadores, com previsão para ficar até às 13 horas desta quinta-feira, seguindo para o povoado de Quimtibú no município de Custódia, onde será sepultada.