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Últimas publicações do quadro “Afogados da Ingazeira”

Sanitários do Mercado Publico de Afogados da Ingazeira em situação precária

Estive no Mercado Público de Afogados da Ingazeira, na oportunidade assim que adentrei para fazer um compra no setor de cereais, fui acionado por comerciantes daquele estabelecimento, que relataram a situação dos sanitários do referido mercado. Fizeram questão de pedir para eu fazer um vídeo da situação precária daquele equipamento, de uso da população.

São caixa d’água e torneira quebradas, o funcionário no momento do vídeo, estava tentando limpar com a maior dificuldade.

“Isso é um absurdo, falaram com o secretário que prometeu resolver este problema, e o mesmo disse que iria solucionar e continua esta situação”, disse uma comerciante.

Afogados da Ingazeira recebe unidade móvel do HEMOPE para doação de sangue

Afogados da Ingazeira receberá, nesta quinta-feira 07 de maio, a unidade móvel do HEMOPE, em uma importante ação voltada ao fortalecimento dos estoques de sangue na região.

A coleta será realizada a partir das 8h da manhã, no Hospital Regional Emília Câmara, oferecendo à população a oportunidade de contribuir com um gesto simples, mas que pode salvar vidas.

A iniciativa reforça a importância da doação voluntária e da solidariedade, especialmente diante da constante necessidade dos hemocentros em manter seus estoques abastecidos para atender emergências, cirurgias e tratamentos de saúde.

A participação da população é fundamental para o sucesso da ação. Doar sangue é um ato de amor ao próximo e pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas.

Prefeitura de Afogados divulga calendário do projeto Arraial do meu Bairro

Em sorteio realizado na noite desta terça-feira (05), a secretaria de cultura e esportes de Afogados definou as datas do calendário do projeto “Arraial do meu bairro”, evento já consagrado no calendário dos festejos juninos de Afogados da Ingazeira, mobilizando comunidades e bairros em torno dessa grande festa popular. As atrações musicais de cada bairro também já foram definidas.

A jornada festiva começa no dia 05 e vai até o dia 22 de junho, com exceção para os dias de jogos do Brasil na copa. “O arraial do meu bairro já virou tradição em Afogados, com os bairros dando um verdadeiro show a cada noite, numa belíssima celebração da música, da dança, do colorido, das comidas de milho, que tornam esse período junino uma época mágica para todos nós,” destacou o secretário de cultura de Afogados, Augusto Martins.

Confira o calendário na íntegra:

05/06 – Adelino do Acordeon
Padre Pedro Pereira

06/06 – Wallisson Vaqueiro
Residencial Dom Francisco

07/06 – Gustavo Pinheiro
Vila Pitombeira

08/06 – Warley Brito
Manoela Valadares

09/06 – Lindonjonson
Sobreira

10/06 – Denílson Azevedo
Residencial Laura Ramos

11/06 – Bruna Pegon
Brotas

12/06 – Júnior Mendes
São Braz

14/06 – Cícero Souza
São Sebastião

15/06 – Genaílson do Acordeon
Centro

16/06 – Wilson Neres
Residencial Miguel Arraes

17/06 – Lindomar Souza
COHAB

18/06 – Neno do Acordeon
São Cristóvão

20/06 – Genecy do Acordeon
Borges

21/06 – Leandro do Acordeon
São Francisco

22/06 – Lau Silva e forró limão
Praça de alimentação

​Nota ao Povo de Afogados da Ingazeira

​A coligação União pelo Povo reafirma seu compromisso com a transparência e o respeito à democracia. Entendemos que a pluralidade de ideias fortalece o debate público e, por isso, respeitamos as decisões de todos os nossos membros. Pois, os propósitos que nos unem são baseados na verdade e na lealdade.

Reafirmamos nossa unidade absoluta em torno de um projeto maior: a renovação política de Afogados da Ingazeira, proposta que iniciamos com determinação em 2024 e que se mantém firme.

Seguimos juntos e focados no fortalecimento da candidatura de Danilo Simões, líder da oposição, à Câmara Federal, e no apoio à reeleição da nossa Governadora Raquel Lyra.

​Este alinhamento é o que consolidará nossa trajetória, preparando o caminho para um grupo mais forte, coeso e pronto para todos os desafios de 2028.

​União pelo Povo

Do orgulho ao esquecimento: o destino do Clube Campestre Afogadense

Por Rinaldo Remígio*

Há obras que se constroem com cimento, ferro e esforço. Outras, porém, nascem de algo mais nobre: visão, propósito e compromisso com o bem comum. O Clube Campestre Afogadense pertence a essa segunda categoria.

Erguido em 1982, não foi fruto do acaso. Foi concebido por homens de visão — homens livres e de bons costumes — que compreenderam, ainda àquela época, que uma cidade não se sustenta apenas pelo comércio ou pela política, mas também pelos espaços de convivência, onde famílias se encontram, amizades se fortalecem e a vida social floresce com dignidade.

O Campestre nasceu grande. Nasceu com propósito.

Ali, não se construíram apenas paredes, mas memórias. Quantos encontros, quantos risos, quantas celebrações ficaram impregnadas naquele chão? Quantas famílias ali escreveram capítulos inteiros de suas histórias? Eu mesmo guardo lembranças das minhas visitas: almoços, eventos sociais, momentos simples — e, por isso mesmo, grandiosos — que davam sentido à convivência comunitária.

Era mais do que um clube. Era um ponto de encontro da alma afogadense.

Hoje, porém, ao nos aproximarmos de seus portões — danificados, fragilizados — o que encontramos não é apenas o desgaste do tempo. É um silêncio que incomoda. Um silêncio que fala alto. Um silêncio que ecoa abandono.

E dói.

Dói saber que aquele espaço, outrora vibrante, hoje vê o mato avançar sobre áreas valiosas, especialmente nas proximidades da Barragem de Brotas. Ali, onde ainda se respira ar puro, onde a natureza insiste em mostrar sua força, permanece latente um potencial extraordinário — à espera, talvez, de mãos que cuidem, de olhares que se importem, de decisões que resgatem.

Porque a natureza resiste. Mas o patrimônio humano precisa de zelo.

É preciso, antes de tudo, fazer justiça àqueles que sonharam e realizaram. Os fundadores do Campestre não pensaram pequeno. Não ergueram um espaço qualquer. Criaram um ambiente de convivência familiar, de lazer saudável, de integração social — algo que, para uma cidade do porte de Afogados da Ingazeira à época, representava ousadia, organização e espírito coletivo.

Esse legado não pode ser negligenciado.

Aos atuais dirigentes e permissionários, cabe uma responsabilidade que vai além da gestão administrativa. Cabe-lhes a guarda de um patrimônio que, embora juridicamente privado, é, na prática, parte da memória coletiva da cidade. Cuidar do Campestre não é apenas manter uma estrutura — é preservar uma história.

E história não se reconstrói depois de perdida.

Não se trata aqui de crítica vazia, mas de um chamado à responsabilidade. Manutenção não é custo — é investimento na permanência. Conservação não é obrigação burocrática — é compromisso moral com o passado e com o futuro.

Afogados da Ingazeira já foi protagonista — e ainda pode ser. No comércio, nos esportes, na educação, construiu uma trajetória respeitável no Vale do Pajeú. Mas cidades que deixam seus espaços simbólicos à deriva correm o risco de perder, pouco a pouco, sua identidade.

Recentemente, ao visitar a AABB, ainda se percebe algum esforço de resistência — iniciativas pontuais, tentativas de manter viva uma estrutura que também enfrenta desafios. Mas, ao mesmo tempo, nota-se a ausência de uma presença institucional mais forte, de uma articulação mais ampla que sustente esses espaços ao longo do tempo.

E o Campestre precisa disso.

Precisa de gestão. Precisa de cuidado. Precisa, sobretudo, de compromisso.
A sociedade afogadense — os que estão e os que partiram, mas não esqueceram — também tem seu papel. É hora de olhar novamente para esse patrimônio. De provocar debates. De estimular parcerias. De buscar caminhos que respeitem sua natureza jurídica, mas que não o condenem ao esquecimento.

Porque uma cidade que abandona seus espaços de convivência, aos poucos, abandona a si mesma.

E o Campestre…

o Campestre não pode ser reduzido a ruínas de lembranças.

Ele ainda pode — e deve — voltar a ser palco de encontros, risos e histórias.

Basta que o silêncio seja interrompido.

E que a responsabilidade fale mais alto.

*Professor universitário aposentado, administrador, contador, mestre em economia.

Os blogs e seus papéis no meio das informações são levadas a sério?

Por Pedro Araújo/PENotícias

Por muitas vezes ouvi do meu amigo jornalista e competente comunicador Nill Júnior, as vezes em tom de brincadeira, mas outras vezes falando com a franqueza que lhe é peculiar, de que Afogados da Ingazeira é hoje a terra pernambucana onde se tem mais blogs por metro quadrado. E temos que concordar, porque Nill Júnior por ser um dos pioneiros nesse ramo de imprensa na nossa região e porque não dizer, do nosso estado, e com ou sem brincadeira, ele sabe o que diz, e o porquê diz.

Muito embora que hoje em dia, para ser “jornalista” não seja mais necessário ser diplomado, não precisa de formatura, mas vejo que para ser um bom “jornalista”, como alguns desejam que assim o tratem, ou se apresentam com tal. A imprensa e seus formadores de opiniões devem ser tratados por aqueles que idealizam ter seu meio de comunicação, e levar como uma coisa além do sério, verdadeiro, sem paixão por qualquer lado, imparcial. A meu ver, o idealizador que quer ter um conceito (preparo), e por nossa região, existem aqueles que se sentem esnobando de alguns “colegas” e tentam levar a verdade nas suas linhas escritas, mas insistem em não checar a veracidade da notícia nas linhas transcritas de outros, temos que optar pela seriedade das informações.

Querer fundar um blog simplesmente por fundar, e se achar no meio da informação, da imprensa jornalística, de rádios etc., isso carece de um certo conhecimento para se aprofundar e informar aos leitores a verdade dos fatos. Por vezes o que vemos é o sensacionalismo progredir em certos meios de comunicação, o que deixa toda a imprensa triste e perplexa.

Sabemos, do lado financeiro, que todos esses meios de informações tem lá suas despesas, com hospedagens de blogs, pagamentos que aparecem de uma manutenção etc., e que, quem não quer tirar do próprio bolso, terá que procurar patrocinadores, que custeiem essas e outras despesas. Muitos desses “colegas” tem até certos êxitos, mas, a sorte pode não bater à porta de todos todo dia ou hora.

Não vamos ser hipócritas ao ponto de dizer que todos agradam, não. Como escutamos dos leitores, e muitos são direto ao falar a verdade, que blog A, ou blog B está em circulação só pelo lado financeiro (ganhar dinheiro). Pode até ser, mas tem que “ralar” e muito, pra se chegar ao ápice dos noticiários, e quem sabe, se apegar nos gostos dos leitores com as informações publicadas no seu dia a dia.

Outra questão, que não se pode misturar, é entre os blogs e os meios políticos, acho eu. Muitos órgãos governamentais, quer seja Prefeitura, câmaras de vereadores, dentre outros, dão seus patrocínios aos blogs que escolheram (muitos aliados politicamente), para divulgarem o “interessante” (pra eles), e esses meios de comunicações, tem por “obrigação” de publicar, estão sendo patrocinados para divulgar os que lhes pagam, muitas vezes valores irrisórios. Daí, certos “infanto-blogueiros” perde um profissionalismo que estão almejando para seus futuros. Esquecem de si (imprensa), e lembram unicamente do patrocínio (político), com raras exceções, pois temos blogs que conquistam as suas credibilidades pelos trabalhos que fazem e apresentam aos leitores.

Espaço do Internauta

Por: Rinaldo Remígio

Caro Junior, você é lido por muita gente aqui em Petrolina. Vez por outra, alguns me perguntam como você, mesmo estando há tanto tempo distante de sua terra, ainda conhece tantas pessoas e escreve homenageando figuras tão diversas de Afogados da Ingazeira.

A resposta é simples: vivi em Afogados em um tempo singular, quando a cidade preservava uma convivência genuína, marcada pela proximidade humana, onde praticamente todos se conheciam pelo nome, pela história e pelos laços construídos no cotidiano.

Foi uma época em que relações eram mais sólidas, o convívio mais próximo e a memória coletiva mais viva. Talvez por isso, mesmo com o passar dos anos e a distância física, permaneçam intactas as lembranças, o carinho e o reconhecimento por tantos personagens que ajudaram a construir a história de nossa querida Afogados.

Já escrever sobre as pessoas de Petrolina é mais complexo. Vivemos em uma realidade urbana diferente, marcada por muros altos, cercas elétricas e uma rotina cada vez mais reservada. Em muitos casos, mal conhecemos os próprios vizinhos. A dinâmica da cidade grande, embora traga progresso e desenvolvimento, também impõe certo distanciamento humano.

Essa transformação social, infelizmente, reduz a convivência espontânea e enfraquece vínculos que outrora surgiam naturalmente nas calçadas, praças e encontros cotidianos.

Ainda assim, sigo valorizando histórias, trajetórias e personagens, porque preservar memórias continua sendo uma forma de fortalecer identidades e reconhecer aqueles que ajudam a construir o tecido social das cidades onde vivemos.

Absurdo: Cães ataca animal em plena via pública de Afogados da Ingazeira

Acabei de receber de um morador do Bairro Manoela Valadares, a situação que encontra-se este filhote de égua, que foi atacado agora a pouco por cachorros que vivem soltos nas ruas de Afogados da Ingazeira.

Até quando a Prefeitura Municipal através da Secretaria de Saúde vai solucionar o problema destes cães soltos, que além de atacar pessoas, agora atacou este filhote e um verdadeiro absurso esta situação. A população clama para uma solução prefeito Sandrinho.

Afogados da Ingazeira perde comerciante Luciano Tetê

Faleceu no início desta manhã no Hospital |Regional Emília Câmara de Afogados da Ingazeira, o comerciante afogadense Luciano Ferreira da Silva ( Luciano Tetê) aos 48 anos, Luciano era açougueiropor muitos anos e foi vítima de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA),  uma doença neurodegenerativa progressiva. O velório esta acontecendo na casa de Velório Plafamp, o sepultamento amanhã às 09 horas no Cemitério Parque da Saudade.

Municipalização do trânsito: Afogados vivenciou dia histórico

Nesta segunda (27) a Prefeitura de Afogados da Ingazeira deu um passo importante no processo de municipalização do trânsito com o início das autuações por infrações de trânsito por parte dos agentes municipais de trânsito.

Durante todo o dia, os agentes de trânsito fizeram rondas nos bairros e também nas via de maior fluxo, como Manoel Borba, Henrique Dias, Antônio Rafael de Freitas e Rio Branco.

As autuações, na grande maioria, aconteceram devido a estacionamento indevido – veículos em calçadas, faixas de pedestres, faixas amarelas, dentre outros. Também houve autuação por por avanço de sinal vermelho.

Para a Secretária Municipal de Transportes e Trânsito, Flaviana Rosa, o trabalho de fiscalização foi bastante efetivo. “Consideramos também um avanço a liberação de vias e de vagas, antes guardadas indevidamente com cones e cavaletes, assim como a colaboração de muitos comerciantes que já iniciaram o recolhimento de produtos para o interior dos seus comércios,” destacou Flaviana.

A secretária também informou que foram recebidas muitas demandas de comerciantes que serão analisadas na próxima quinta (30), mediante análise técnica da equipe de engenharia de trânsito.