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Últimas publicações do quadro “Afogados da Ingazeira”

Esperando a liberação

Acabei de ser interceptado por alguns comerciantes da Rua Barão de Lucena, que pediram para eu registrar a situação do conserto daquela via que a Secretaria de Infraestrutura realizou no calçamento há alguns dias, e até agora não retiraram os entulhos que encontram-se em volta do conserto.

“Finfa já faz mais de duas semanas que foi feito o conserto após você denunciar, agora falta a Prefeitura realizar a lberação, porque se for para curti o serviço, já passou do prazo”,  disse um comerciante.

Ao abrir mão da fiscalização do FUNDEB, presidência do Rotary Club trai os próprios princípios e se curva ao governo municipal

A recente decisão da presidência do Rotary Club de retirar a indicação de Izilda Sampaio do conselho que fiscaliza as contas do FUNDEB representa um retrocesso alarmante para o controle social e a transparência pública em nosso município.

O ato traduz um profundo descaso com a educação e vai de encontro a tudo o que o Rotary, enquanto instituição histórica e respeitada mundialmente, prega em seus estatutos de ética e cidadania.Izilda Sampaio exercia um papel fundamental como representante da sociedade civil.

Sua atuação técnica e rigorosa garantia que os recursos destinados às escolas, professores e estudantes fossem monitorados com a seriedade que a lei exige.

Ao minar essa representação, a atual liderança do Rotary não apenas enfraquece o comitê fiscalizador, mas também silencia uma voz que defendia o interesse coletivo.

O ponto mais crítico dessa manobra é o claro desvio de finalidade da instituição. O Rotary Club existe para servir à comunidade e manter a independência necessária para cobrar a correta aplicação do dinheiro público.

No entanto, ao abrir mão deliberadamente de uma cadeira estratégica de fiscalização, a atual presidência abdica de seus princípios rotarianos e passa a agir, na prática, como uma extensão ou parte integrante do governo municipal.

Quem deveria fiscalizar, não pode se aliar. A sociedade civil espera que entidades como o Rotary atuem como cães de guarda dos recursos públicos, e não como aliadas silenciosas da gestão de turno.

Essa postura complacente deixa a comunidade órfã de fiscalização e joga uma mancha sobre o lema rotariano de “Dar de si antes de pensar em si”.A educação pública do nosso município não pode ser tratada como moeda de troca política ou espaço de omissão.

A retirada de Izilda Sampaio é um desserviço que exige retratação e um posicionamento firme de todos os rotarianos que ainda acreditam na verdadeira missão da ordem: a defesa intransigente da sociedade.

Décio Petrônio – Advogado

Festa do Padroeiro Sagrado Coração de Jesus do Monte Alegre foi um sucesso

Aconteceu neste domingo (21), o encerramento da tradicional Festa de Sagrado Coração de Jesus da Comunidade Monte Alegre, de Afogados da Ingazeira.

A festa teve início na última quinta-feira (18) tendo presidido a missa de abertura o Bispo da Diocese, Dom Limacedo Antônio.

Ontem houve a missa de encerramento presidida pelo Pe. Renato Pereira de Almeida, e com a participação do Diácono Alan.

Após a cerimônia, houve um almoço coletivo com grande participação dos moradores da comunidade e de comunidades vizinhas.

A comissão organizadora está de Parabéns pelo trabalho durante estes quatro dias de festividade, além das missas, adoração, quermesse, bingo, atração musical e um leilão, que foi bastante prestigiado.

Um fato sentido durante os dias de festa, foi a ausência do prefeito Sandrinho Palmeira, que não apareceu e não enviou nenhum representante.

Como instituição estruturada mundialmente, o Rotary Club virou mais um puxadinho da Prefeitura de Afogados da Ingazeira?

Por Pedro Araújo

O Rotary Club, uma instituição séria a nível mundial, foi criado para ser uma rede global de voluntários formada por líderes comunitários e profissionais que realizam projetos sociais, promovem a ética e atuam na resolução de problemas locais e mundiais. A instituição é estruturada em mais de 36 mil clubes independentes espalhados por mais de 218 países, incluindo forte presença no Brasil. Em Afogados da Ingazeira, sua existência está sendo questionada no aspecto político, o que não deveria acontecer, devido a influência de componentes comissionados do governo municipal está pulverizado na entidade.

Os rotarianos dedicam tempo, recursos e influência para atuar em sete áreas principais:

  • Construção da paz e resolução de conflitos;
  • Prevenção e tratamento de doenças (como a erradicação mundial da poliomielite);
  • Saneamento e fornecimento de água potável;
  • Saúde materno-infantil;
  • Educação básica e alfabetização;
  • Desenvolvimento econômico e comunitário;
  • Proteção ao meio ambiente.

Não se observa nas suas áreas de atuação, que a entidade seja subserviente a nenhum governo municipal.

Como funciona a participação:

Quem pode entrar: É aberto a homens e mulheres adultos que desejam servir suas comunidades e melhorar vidas. A associação é feita mediante convite ou candidatura direta aos clubes locais.

Essa linda história da sua criação não condiz com o que está acontecendo em Afogados da Ingazeira, mediante o impasse causado pelos seus representantes locais, no que diz respeito ao Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb (CACs Fundeb), onde a sua ex-presidente Izilda Sampaio teve que renunciar ao cargo deste Conselho por pressão unilateral do presidente do Rotary local, Márcio André, que vem a ser casado com Eliana Rabelo, que tem função comissionada da Secretaria Municipal de Educação. Com isso levou o Rotary Club, é o que entende-se, a ser um puxadinho político da Prefeitura de Afogados da Ingazeira.

É notório que o Rotary Club possui instâncias e procedimentos próprios para lidar com essas situações, como por exemplo:

– Caso o problema envolva a diretoria local ou não seja resolvido, você pode acionar o Governador do Distrito responsável pela sua região. Ele tem autoridade oficial para intervir na gestão de clubes do seu distrito.

– Alegações mais graves (como desvio de fundos da Fundação Rotária, corrupção ou assédio) devem ser reportadas formalmente ao Rotary International (RI) através do portal oficial My Rotary.

– Denúncias de “desmandos” no Rotary Club referem-se a má conduta ou desvios em clubes locais, como no caso acima mencionado. Os canais de denúncia exigem o respeito ao regimento, já que o clube possui diretrizes claras de conduta.

Deixa a desejar as posições adotadas por uma entidade séria, através do seu dirigente, e que deveria, como é o seu papel, de não preterir o poder da sua criação, e debandar para o que, nunca, deveria ter desencadeado, que está sendo o seu posicionamento político.

Atuação do Rotary de Afogados da Ingazeira no caso Izilda Sampaio levanta questionamentos sobre atuação e independência

Por Blog Nill Júnior

A saída de Izilda Sampaio do Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb de Afogados, com a publicação de uma carta aberta na qual explica seu desligamento do colegiado e faz críticas à condução do processo, levanta questionamentos sobre a atuação do Rotary Clube de Afogados da Ingazeira.

Ora, se a entidade se vende como apolítica e tinha uma cadeira no Conselho para exercer o seu papel de acompanhamento e fiscalização social, o que explica a manobra para tirar a vaga do Conselho?

Segundo Izilda, o Rotary Club de Afogados da Ingazeira, entidade que a indicou para compor o conselho em 2023, renunciou ao assento no colegiado por decisão unilateral de seu presidente, Márcio André. Ela argumenta que Márcio é casado com Eliana Rabelo, que tem função comissionada da Secretaria Municipal de Educação, sugerindo influência política na decisão. Márcio também é ligado à gestão Sandrinho.

Ela cita uma reunião da Diretoria que condenou sua ida à Câmara de Afogados da Ingazeira para apresentar questionamentos da execução do Fundeb. A reunião contou com Ney Quidute, Wagner França, advogado da Educação, Danilo da Grafica, Ruth do Cartório, Eliana Rabelo e Alba Lúcia, comissionada da Escola Francisca Lira. Apesar do direcionamento para que ela não fosse à Câmara, Izilda compareceu.

Na carta, Izilda destaca que foi eleita por unanimidade para presidir o conselho e afirma que, ao longo de três anos e meio, exerceu a função com independência, imparcialidade e rigor na fiscalização da aplicação dos recursos públicos destinados à educação básica.

A ex-presidente também sustenta que sua atuação gerou incômodo por adotar uma postura crítica e fiscalizadora. Em um dos trechos mais contundentes do documento, afirma que a “pedra no sapato foi removida”, em referência à sua saída do conselho.

Izilda diz ainda que formalizou seu desligamento após considerar que a tentativa de substituí-la não havia surtido efeito, e avalia que sua saída abre caminho para uma gestão sem os questionamentos que costumava fazer sobre a aplicação dos recursos. Além dela, outros três conselheiros representantes da sociedade civil apresentaram cartas de desligamento.

“A pedra no sapato foi removida”, disse Izilda Sampaio aos incomodados com sua atuação como Presidente do Conselho do FUNDEB

Izilda Sampaio de Sousa Lira, emitiu nota à imprensa, informando em “Carta Aberta aos Afogadenses”, sua renúncia do cargo de Presidente do Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb (CACs Fundeb).

Como é do conhecimento de todos, Izilda Sampaio, mostrou abertamenta a imprensa e todos os afogadenses que a Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira, tenta negar que não há desvio de finalidade com os recursos do FUNDEB.

O Rotary Club de Afogados da Ingazeira, entidade que a indicou para compor o conselho em 2023, renunciou ao assento no colegiado por decisão unilateral de seu presidente, Márcio André, que segundo Izilda  é esposo de uma funcionária comissionada da Secretaria Municipal de Educação, sugerindo influência política na decisão, e que mais três conselheiros da sociedade civil apresentaram cartas de desligamento.

Confira na íntegra a Carta

Fernando Pires e a importância de preservar a memória

Por Rinaldo Remígio*

Na semana passada, ao ver uma antiga imagem de Afogados da Ingazeira publicada pelo amigo Fernando Pires, resolvi, juntamente com o amigo jornalista e editor deste blog, meu amigo Junior Finfa, prestar-lhe mais uma homenagem.

Fiz isso porque vejo em Fernando Pires uma preocupação genuína com sua terra natal. Ele não se limita a publicar fotografias. Fernando informa sobre os acontecimentos da cidade, registra a chegada de novos afogadenses ao mundo, noticia a partida daqueles que nos deixam e, sobretudo, preserva a história de sua gente.

Ao longo dos anos, tenho destacado seu trabalho porque reconheço o valor daqueles que dedicam parte da vida a guardar a memória coletiva de um povo. E sei que Fernando não está sozinho nessa missão.

Tenho o privilégio de conhecer muitos jornalistas, radialistas, historiadores, pesquisadores e comunicadores ligados a Afogados da Ingazeira e ao Pajeú. Poderia citar nomes como Tereza Amaral, Magno Martins, Pedro Araújo, Celso Brandão, Nill Júnior, Wanderley Galdino, Elias Mariano — este, um apaixonado pela história do futebol sertanejo — entre tantos outros que, cada um à sua maneira, vêm construindo histórias e deixando importantes legados para as futuras gerações.

Ao lembrar desses nomes, não poderia deixar de mencionar o saudoso amigo Anchieta Santos. Sua partida deixou uma grande lacuna na comunicação pajeuzeira. Com profissionalismo, dedicação e amor pela região, Anchieta ajudou a contar a história de nossa gente e deixou marcas que o tempo não apagará.

Da mesma forma, recordo com carinho e gratidão a figura do professor Waldecy Meneses, um dos meus mestres de História. Homem culto, apaixonado pelo conhecimento e pela comunicação, Wildecy também deixou um grande legado para o Vale do Pajeú. Ao longo de sua trajetória, formou gerações de estudantes, comunicadores e profissionais que encontraram em seus ensinamentos inspiração para seguir seus próprios caminhos.

Muitos dos que hoje atuam no rádio, na imprensa, na educação e em outras áreas do conhecimento tiveram a oportunidade de aprender com ele. Seus ensinamentos ultrapassaram os limites da sala de aula e ecoaram pelos microfones das emissoras da região, contribuindo para a formação de inúmeros discípulos e admiradores.

Assim como Anchieta Santos, Waldecy Meneses partiu, mas deixou algo que o tempo não consegue apagar: o legado. E talvez seja exatamente isso que diferencia algumas pessoas. Elas passam por este mundo, cumprem sua missão e seguem adiante, mas suas ideias, exemplos e ensinamentos permanecem vivos na memória daqueles que tiveram o privilégio de conviver com elas.

Volta e meia escuto de alguns familiares e amigos:

— Remígio, meu amigo, por que você gosta tanto de trazer assuntos do passado à tona?

Outros dizem:
— Você fala demais para explicar uma coisa simples!

E ainda existem aqueles que concluem:
— Vamos pensar para frente!

Nessas horas, apenas sorrio.

Sorrio porque compreendo que nem todos enxergam a importância da memória. Talvez por não serem historiadores, pesquisadores ou simplesmente apaixonados pelas histórias das pessoas e dos lugares.

O passado não existe para nos prender. Ele existe para nos ensinar.

Quando conto a trajetória da minha família, de Afogados da Ingazeira, de Petrolina, de Minas Gerais ou de tantos personagens que cruzaram meu caminho, não estou vivendo ontem. Estou ajudando a preservar experiências que podem ensinar algo às gerações de hoje e de amanhã.

Na condição de historiador, professor, administrador e contador, aprendi que nenhum povo constrói um futuro sólido sem conhecer suas origens. As grandes nações preservam seus documentos, seus monumentos, suas fotografias e suas histórias porque sabem que a memória é um patrimônio tão valioso quanto qualquer riqueza material.

Vejo muitas pessoas preocupadas apenas com o amanhã. E isso é importante. Mas também acredito que quem desconhece o caminho percorrido corre o risco de repetir erros já cometidos.

Por isso continuo escrevendo, pesquisando e registrando fatos. Continuo ouvindo os mais velhos, conversando com pessoas que guardam lembranças preciosas e valorizando aqueles que se dedicam a preservar nossa história.

Se isso é ser prolixo, aceito a crítica com serenidade.

Prefiro ser lembrado como alguém que ajudou a preservar histórias do que como alguém que permitiu que elas desaparecessem com o tempo.

Tiro o chapéu para Fernando Pires e para todos aqueles que ajudam a manter viva a memória de Afogados da Ingazeira, do Pajeú e de Pernambuco. Afinal, preservar a história não é viver do passado. É garantir que as futuras gerações conheçam suas raízes, valorizem sua identidade e compreendam o caminho percorrido por seu povo.

A história de um povo não é feita apenas por governantes ou por grandes acontecimentos. Ela também é construída por professores, jornalistas, radialistas, fotógrafos, escritores e pesquisadores que dedicam suas vidas a registrar fatos, guardar documentos, preservar imagens e transmitir conhecimentos.

Por isso, enquanto alguns me aconselham a esquecer o passado e olhar apenas para frente, continuarei fazendo o que sempre fiz: valorizando a memória, reverenciando aqueles que deixaram bons exemplos e registrando histórias que merecem ser contadas.

Afinal, o futuro se constrói para frente, mas seus alicerces estarão sempre fincados no passado.

*Professor universitário aposentado, administrador, contador, historiador e mestre em economia.

Tudo que é “escarcéu” a Prefeitura de Afogados da Ingazeira destina à Travessa José Bezerra, com estampido de fogos e fedentina nas ruas, diz morador

Por Pedro Araújo

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira sancionou em 24 de fevereiro de 2026 a Lei Ordinária nº 1.177/2026, que proíbe a soltura de fogos de artifício com estampido e de quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso em todo o município. A Lei aprovada traz várias penalidades para aqueles que desobedecerem o que a gestão municipal sancionou, como por exemplo, multas de R$ 500 para pessoas físicas, chegando a R$ 2.000, às pessoas jurídicas, e os valores dessas multas seriam dobradas em caso de reincidências, caso o acometimento da infração tenha acontecido em um período inferior a 60 dias.

Até aí tudo bem, mas do que certo. O que deixa a população atenta, é que a tinta com que riscaram um papel timbrado com a logomarca da Prefeitura Municipal não está servindo de nada e nem pra nada, se na prática não se vê uma fiscalização por parte de quem sancionou a Lei (poder público), é na verdade só um papel rabiscado. Ou alguém do poder público pode provar uma única multa de quem quer que seja e que tenham desrespeitado essa Lei? Nos dias dos jogos da Seleção Brasileira, pela Copa do Mundo, como o que aconteceu na noite desta sexta-feira (19), os “infratores irresponsáveis” soltaram por vários minutos ou quem sabe horas, fogos de altos estampidos, isso mesmo após a meia-noite. Onde estava quem deveria fiscalizar? Ninguém sabe, ninguém viu. E a bagunça continua.

Um morador da Rua Senador Paulo Guerra, procurou o Blog PE Notícias (MAIS UMA VEZ), na manhã deste sábado (20), queixando-se ‘que Afogados da Ingazeira está entregue a “balburdias sem precedentes” e tudo que é “escarcéu” trazem para esse “Beco de Zé Bezerra” (como é conhecido), ao bel prazer dos que fazem o governo Sandrinho Palmeira. Fazem, acontece suas badernas de mal gosto e os moradores, que nunca foram ouvidos por aqueles que estão na linha de frente do município para saber se estamos satisfeitos com tudo que se passa em nossas portas’, desabafou o morador, indignado.

O morador não parou por aí ao detonar os incentivadores de tamanha aberração: “nossas portas amanhecem com uma fedentina de urina humana, mesmo eles colocando banheiros químicos, os arruaceiros sem respeito, não querem nem saber, é na cara lisa fazendo suas necessidades em nossas portas”, e aonde está o pessoal da Prefeitura? Acho que sossegado, feito o prefeito que comprou uma propriedade, que mais um campo de futebol, devido a altura das paredes da sua residência, lá para os lados da comunidade da Queimada Grande. Ele sim dorme à vontade, mas como ele deixou que querer saber da vontade do povo, antes das eleições era tudo diferente, mas hoje? Estão fazendo somente pelas redes sociais.

Com a revolta dos moradores, fica até difícil a gestão de Afogados da Ingazeira insinuar, até nas redes sociais, que estão tendo a aceitação positiva da opinião pública, se continuarem acreditando nessa opinião, então é porque desistiram do futuro, que parece ainda vir negro.

Câmara setorial da movelaria fez visitas técnicas em Afogados

A câmara setorial do segmento moveleiro de Pernambuco, reunida nesta quinta em Afogados, aproveitou a manhã para realizar visitas técnicas ao polo moveleiro e às indústrias de móveis São Carlos e Magno móveis.

Dentre os objetivos das visitas estão diagnosticar as potencialidades, fragilidades e potencial de crescimento do setor em Afogados, bem como implantar, no polo moveleiro, um espaço permanente de capacitação e aprendizagem, utilizando maquinário que será cedido pelo SESI/SENAI.

Tanto as visitas quanto o encontro da Câmara setorial em Afogados foram articulados pela Prefeitura de Afogados e SindMóveis, em visita realizada pelo Prefeito Sandrinho Palmeira ao Presidente da FIEPE – Federação das Indústrias de Pernambuco – Bruno Veloso.

“Esse é um momento muito importante para a economia de Afogados, pois estamos, ao lado dos nosso parceiros, buscando resgatar o que se fazia na escola industrial, no antigo colégio Cenecista, que é a capacitação para o segmento moveleiro. Para que nossos jovens possam ocupar espaços nas nossas indústrias, ou até mesmo se tornar um empreendedor de sucesso no ramo de fabricação de móveis,” destacou o Secretário de Desenvolvimento Econômico de Afogados, Ney Quidute.

As visitas contaram com representantes e gestores da Prefeitura, SindMóveis, SEBRAE, ADEPE, SESI, SENAI e polo moveleiro.

Exclusivo: Serrote Redondo poderá voltar suas atividades em Afogados da Ingazeira

Chegou ao conhecimento deste blogueiro, que a Empresa Agropecuária Serrote Redondo, deverá bem em breve reiniciar suas atividades em Afogados da Ingazeira.

A operação avícola em Afogados da Ingazeira foi encerrada em meados da década de 2010, mais ainda este ano deverá retomar seus trabalhos. Aguardem!