Por: Joel Gomes Pessôa – Vereador por Tuparetama
Num singelo olhar, ver-se que o momento é de contemplação numa batalha de “Titãs”, entre componentes da Corte maior da justiça brasileira. Quem vencerá a luta? A verdade sobre o relatório da Polícia Federal, esmiunçando os contatos de um Ministro com o gângster Daniel Vorcaro? e/ou o “arrumadinho” entre os membros da mais alta Corte de Justiça do Brasil, jogando o lamaçal pra debaixo do tapete?
O que pensa a enorme massa humana brasileira a respeito de tão escancarado desvio de finalidade, abuso de poder ou, prudentemente falando, a prática de Improbidade Administrativa por quem deveria exemplificar e difundir a probidade aos “mortais” cidadãos que assistem atônitos o desvendar de mais um escândalo praticados pelos intocáveis do STF.
A moralidade de um homem público não deve ser apenas momentânea, porém, enquanto perdurar sua lisura na condução da gestão a que lhe atribui o cargo ora ocupado. Ser probo não é característica de todos, no entanto, é obrigação de quem representa e põe em defesa a democracia de um País chamado Brasil.
Os 52 contatos mantidos entre o mafioso banqueiro e o Ministro Alexandre de Morais, obviamente que ocorrera tratativas que dizem respeito a atuação do dono do Master, suas irregularidades postas em prática no sistema financeira, causando um rombo expressivo e favorecimento a quem não deveria se fazer presente no contexto processual do problema.
Moraes, que acumula uma ficha de problemas de longas datas, após o André Mendonça quebrar o sigilo das conversas entre ele e Vorcaro, representou o seu colega ao Presidente do STF, Ministro Fachin, sobre sua suposta atuação irregular nas operações do Compliance Zero. O que falta para a Corte Judicial Suprema isentar-se das mazelas que, diuturnamente, recheiam as paginas da imprensa brasileira? O silêncio do Congresso Nacional, expressa o quão vulnerável são os 594 ocupantes da Casa Alta e da Câmara dos Deputados.
A nós, simples mortais, verdadeiros supremo de uma nação, cabe apenas observar o desenrolar do péssimo comportamento dos ocupantes das mais altas cadeiras do judiciário brasileiro.










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