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Blog do Finfa - A verdade em forma de notícia

Serra Talhada: Rodrigo Novaes nega cautelar, mas determina apuração sobre contrato de R$ 84 mil da Câmara

O conselheiro Rodrigo Novaes, do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), negou o pedido de medida cautelar apresentado pelo Ministério Público de Contas (MPCO) contra a Câmara Municipal de Serra Talhada, mas determinou a abertura de um procedimento interno para apurar as supostas irregularidades no contrato alvo da representação, segundo o Blog do Nill Júnior.

A ação do MPCO, assinada pelo procurador Cristiano Pimentel, questionava o Contrato nº 013/2025, firmado por inexigibilidade de licitação com a empresa Geraldo Cristovam Sociedade Individual de Advocacia, no valor de R$ 84 mil, para prestação de serviços de assessoria e consultoria jurídica voltados à revisão do Regimento Interno, do Código de Ética e da Lei Orgânica do Município.

Em sua decisão, publicada no Diário Oficial do TCE-PE nesta terça-feira (11), Novaes afirmou que “os elementos constantes dos autos não são suficientemente robustos para o deferimento da medida cautelar”, frisando a necessidade de aprofundar a análise sobre o caso.

O conselheiro também destacou que, neste momento inicial, “não é possível aferir a correta extensão dos contratos apontados pelo MPCO”, motivo pelo qual optou por não suspender o contrato, mas determinou que a Diretoria de Controle Externo do TCE instaure um procedimento interno para examinar as questões levantadas.

Com isso, o contrato firmado pela Câmara segue em vigor, enquanto o Tribunal realiza nova apuração para verificar se houve ou não irregularidades na contratação. B

O mordomo da vez é a geração de energia distribuída

Por: Heitor Scalambrini Costa
Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco

“Se me enganas uma vez, a culpa é tua.
Se me enganas duas vezes, a culpa é minha”
Anaxágoras (filósofo grego)

Um dos clichês dos romances policiais do século XX é que o mordomo é sempre o principal suspeito, ou mesmo culpado pelo crime ou delito cometido no enredo da história. O que não deixa de ser uma saída fácil demais para o mistério engendrado pelo autor.

No caso do setor elétrico, cuja privatização é o enredo principal desta triste história vivida pelo povo brasileiro, tudo começou com os argumentos de que o setor público não tinha os recursos financeiros necessários para investir na expansão, na inovação e modernização , para as exigências do desenvolvimento do país. Igualmente era questionada a capacidade gerencial do poder público, alguns afirmavam que o setor privado é mais eficiente, competitivo, e assim poderia oferecer a tão desejada modicidade tarifária, e excelência nos serviços prestados ao consumidor.

A implementação do modelo mercantil fazia parte da transição econômica proposta pelo governo de plantão, de um modelo de crescimento impulsionado pelo Estado, para o crescimento impulsionado pelo mercado. O que se verificou, ao longo dos últimos 30 anos, desde a primeira privatização de uma distribuidora no governo do neoliberal FHC, é que os argumentos utilizados para justificar a privatização caíram por terra.

A privatização desestruturou o setor elétrico brasileiro, e não funcionou para os consumidores. Mas para os agentes do mercado, o Brasil tornou-se o paraíso, o país do capitalismo sem risco. A falta de planejamento, os problemas na regulação e fiscalização pelo conflito de interesses gerados, os reajustes acima da inflação baseados em contratos de privatização com cláusulas draconianas, e o precário e comprometido dos serviços prestados aos consumidores, afetou drasticamente a qualidade dos serviços, devido à falta de investimentos e a redução do número de funcionários qualificados, tudo para aumentar os lucros das empresas privadas.

A gota d’água para a desestruturação completa do setor elétrico foi a privatização da Eletrobrás. A partir de então perdemos a gestão dos reservatórios das usinas hidroelétricas para o setor privado, abrimos mão do planejamento e das políticas públicas para o setor.

No contexto pós privatização, surgiram um emaranhado de órgãos públicos e privados, que fragmentaram a lógica do sistema elétrico brasileiro, até então baseado em uma operação colaborativa, cooperativa, flexível, cuja base era a geração hidrelétrica. Que ainda continua contribuindo com pouco mais de 50% na matriz elétrica nacional.

Uma das consequências, a principal deste desarranjo estrutural do setor, foi o aumento estratosférico das tarifas, tornando inacessível para grande parte da população o acesso a este bem essencial à vida. Para resolver os problemas criados com a privatização, nunca mencionada pelos que defendem este “crime de lesa-pátria”, mudanças, reestruturações, reformas, modernização foram realizadas ao longo dos últimos trinta anos sem que os problemas crônicos fossem solucionados. A mais recente “reforma estruturante” foi a proposta contida na Medida Provisória 1304/2025, conhecida como “MP do setor elétrico”, encaminhada pelo Ministério de Minas e Energia para o Congresso Nacional.

Em tempo recorde, bastou menos de 5 minutos para a MP ser aprovada por ambas casas legislativas. Entre tantas medidas pontuais aprovadas, nada estruturantes, e sem alteração direta nas tarifas. O agora Projeto de Lei de Conversão no 10, aguarda a sanção presidencial. Foi aprovado que todas as fontes de energia (renováveis e não renováveis), serão utilizadas para a geração elétrica. Inclusive a nucleoeletricidade, que inviabiliza o discurso que a MP vai baratear a conta de luz. O custo da eletricidade nuclear pode chegar a quatro vezes maior que a energia gerada pelas fontes renováveis. Além de prorrogar até 2040, o prazo para a contratação de usinas termelétricas a carvão mineral, combustível fóssil mais poluente e danoso, para o aquecimento global.

Entrevistado sobre a aprovação da MP, o ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira, reconheceu que “os lobbies venceram o interesse público”, sem dúvida se referindo aos diversos lobbies que atuam junto ao setor, como o “lobby das baterias”, do “curtailment” (cortes na geração renovável) que briga pelo ressarcimento financeiro, o da “geração distribuída”, do “carvão”, o “lobby das hidroelétricas” que querem reduzir as exigências ambientais, da “abertura do mercado”, o “lobby do nuclear”, entre outros. Por sua vez o ex-ministro de Minas e Energia, e atual senador Eduardo Braga (PMDB/PA), relator da MP no Senado, ao ser perguntado sobre a aprovação, com mudanças em relação à proposta original do governo, disse que “foi discutido e aprovado o que foi possível, na democracia cada um defende seus interesses, e foi isso que aconteceu”. Declarações que evidenciam a ausência do Estado na definição das regras, normas, procedimentos. Não é mais o governo federal, através do Ministério de Minas e Energia, quem define as políticas do setor elétrico, quem planeja, coordena e implementa, são os interesses privados.

Com relação a geração distribuída com fontes renováveis é inegável os avanços na matriz elétrica brasileira com mais de 5 milhões de sistemas instalados com a micro (até 75 kW) e minigeração (de 75 kW até 5 MW), beneficiando em torno de 20 milhões de brasileiros, todavia uma parcela modesta em relação aos 93 milhões de unidades consumidoras cativas existentes.

A velocidade de introdução das fontes renováveis, principalmente pela geração centralizada, sem dúvida tem colaborado para criar uma instabilidade no setor elétrico. Devemos repensar e reconhecer que a intermitência gera instabilidade na rede elétrica. Várias alternativas existem para amenizar a instabilidade, implicando em inovação e altos investimentos, como por exemplo: reforço da rede de transmissão, armazenamento, uso de compensadores síncronos, sistemas híbridos com integração de mais de uma fonte, além da gestão inteligente da demanda com eficiência elétrica. A questão é quem irá pagar a conta.

Estes empreendimentos de geração centralizada necessitam de grandes áreas, e gera impactos tanto nas pessoas que vivem no entorno das instalações, como na natureza, com o desmatamento da Caatinga. É neste bioma, no Nordeste brasileiro, que está localizado mais de 85%, das centrais eólicas do país, e 60% da capacidade instalada de usinas solares de grande porte.

 Não se pode minar as vantagens comparativas das fontes renováveis pela captura do mercado destes empreendimentos, que pelo frenesi de novas oportunidades de negócios agem com irresponsabilidade, leviandade, e em alguns casos, criminosamente.

No momento atual da completa falta de planejamento, de coordenação existente no setor elétrico, a limitação da participação da mini geração solar, das usinas solares e das centrais eólicas na matriz elétrica, seria uma ação a ser discutida para conter a sobre oferta, paralelamente a outras medidas. Em relação ao “curtailment” foi aprovado na MP, o ressarcimento parcial e retroativo para as empresas geradoras, não sendo considerado que o corte das renováveis é um risco inerente ao próprio negócio.

O que se tem verificado historicamente, é que as políticas públicas no Brasil priorizaram a expansão da oferta de energia para atender ao crescimento da demanda, em detrimento de medidas robustas de eficiência energética. O que resulta em um modelo que busca primariamente aumentar a capacidade de geração, o que tem acontecido com o crescimento vertiginoso da geração centralizada com fontes renováveis, e com propostas insanas de expandir o parque nuclear. Tal abordagem leva ao aumento de custos da energia, ao desperdício e aos impactos socioambientais.

Embora a oferta de energia tenha sido historicamente dominante, a mudança de paradigma é uma necessidade diante dos desafios provocados pela crise ecológica. E a transformação ecológica tem chances de acontecer se a sociedade consciente deixar de ser meros espectadores e se tornarem protagonistas.

Dedé Monteiro recebe Título de Doutor Honoris Causa da UFPE

Acontece nesta terça-feira (11), às 15 horas no Auditório Reitor João Alfredo na Reitoria Campus Joaquim Amazonas da UFPE do Recife, a cerimônia de concessão do título de Doutor Honoris Causa ao Patrimônio Vivo de Pernambuco ao tabirense José Rufino da Costa Neto, o famoso Dedé Monteiro, um dos maiores expoentes da poesia popular nordestina.

A honraria reconhece a vasta e significativa contribuição de Dedé Monteiro, à literatura, à cultura e à memória poética do Brasil. Natural do Sítio Barro Branco, na zona rural de Tabira, no Sertão do Pajeú, Dedé é referência viva da tradição oral, da métrica, da rima e do sentimento que só o sertão do Pajeú sabe transformar em poesia.

Dedé Monteiro, também já foi reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2016.

Agora, com o título de Doutor Honoris Causa, a maior honraria concedida por uma universidade, sua trajetória é celebrada também no campo acadêmico, como símbolo de um saber popular legítimo, profundo e transformador.

MINUTO COM FINFA – Frente Popular fatiada em Afogados da Ingazeira

A base aliada do prefeito Sandrinho Palmeira (PSB) em Afogados da Ingazeira enfrenta um crescente “fatiamento” e divergências internas que ameaçam a unidade da Frente Popular no município. O principal foco dessa fragmentação é o presidente da Câmara Municipal, o vereador Vicentinho (PSB), que, juntamente com Cícero Miguel (PSB) e Cancão (MDB), rompeu com o alinhamento do prefeito nas eleições estaduais.

Enquanto Sandrinho apoia Waldemar Borges (PSB), o trio decidiu endossar a reeleição do deputado estadual João Paulo Costa (PCdoB), que inclusive já declarou apoio ao projeto de Vicentinho para a prefeitura em 2028. E ssa atitude demonstra que a base governista não é homogênea, expondo a fragilidade da atual aliança e as dificuldades do prefeito em consolidar um grupo coeso em torno de candidatos de consenso, reforçando a percepção de uma “fadiga de material” após mais de duas décadas e meia de poder do bloco.

O movimento de autonomia do bloco comandado por Vicentinho, que também inclui o vereador Douglas Eletricista, não se restringe à disputa estadual. O presidente da Câmara declarou publicamente sua pré-candidatura a prefeito em 2028 pela Frente Popular, mas com uma postura de diálogo aberto com todos os setores políticos do município, embora afirme que não pretende se aliar à oposição.

Este cenário de tensões acirradas coloca o prefeito Sandrinho Palmeira diante de um desafio complexo: ele precisa urgentemente trabalhar para manter a governabilidade e a coesão dentro da Câmara Municipal, ao mesmo tempo em que tenta solidificar sua base política para as próximas eleições. A fragmentação da Frente Popular é um fato consumado, e o desfecho dessa “novela política” será crucial para definir se o grupo permanecerá no poder ou se haverá uma oxigenação na gestão municipal.

Alepe e FAV fortalecem parceria para promoção de saúde ocular no programa no Alepe Cuida

_ Iniciativa beneficiará moradores de mais três municípios ainda este ano_

A Assembleia Legislativa de Pernambuco e Fundação Altino Ventura (FAV) reafirmaram, nesta segunda-feira (10.11), a parceria para a promoção saúde ocular por meio do projeto Alepe Cuida. Ainda para este ano estão previstas três novas edições do programa em municípios a serem definidos.

Em visita institucional à Casa, o diretor de Operações, Dr. Rogério Freitas, e o gerente de Comunicação e Marketing da FAV, Phelipe Cavalcante Belo, asseguraram o fortalecimento do trabalho feito em conjunto pelas duas instituições.

Os representantes da Fundação foram recebidos pelo presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto, e pelo primeiro secretário, deputado Francismar Pontes. Também participaram do encontro o presidente da Comissão de Saúde, deputado Sileno Guedes; o presidente da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça, deputado Coronel Alberto Feitosa; o superintendente de Saúde e Medicina Ocupacional, Wildy Ferreira; e o superintendente Parlamentar, Álvaro Mendonça.

A FAV é parceira essencial do Alepe Cuida, sendo responsável por levar às comunidades mais carentes atendimentos de saúde gratuitos, a exemplo de consultas oftalmológicas completas, rastreio de doenças oculares graves (como glaucoma e catarata) e o encaminhamento para tratamento cirúrgico na capital, garantindo acesso à saúde ocular de alta complexidade.

Em parceria com a Alepe, a Fundação reforça o compromisso de proporcionar saúde ocular com alcance social, tanto na Região Metropolitana do Recife quanto no interior do Estado.

Itapetim lança Programa Dívida Zero para facilitar a regularização de tributos municipais

O Governo Municipal de Itapetim, por meio da Secretaria de Administração e Finanças, lançou o Programa Dívida Zero, uma iniciativa que oferece aos contribuintes a oportunidade de regularizar débitos com a Receita Municipal com condições especiais.

Por meio do programa, é possível quitar dívidas de IPTU e outros tributos municipais com 100% de desconto em juros e multas, pagando apenas o valor original do débito. A medida busca facilitar a vida dos cidadãos, promovendo a regularização fiscal e contribuindo para o fortalecimento das receitas do município.

Os atendimentos estão sendo realizados na Diretoria de Urbanismo e Administração Tributária, localizada na sede da Prefeitura.

Os recursos arrecadados são revertidos em benefícios e melhorias para a população, reforçando o compromisso da administração com o desenvolvimento e a responsabilidade fiscal de Itapetim. Da Assessoria

Coluna do Finfa

Caruaru ganha 28 novos ônibus no transporte público

Nesta segunda-feira (10), Caruaru ganhou um grande reforço no transporte público. Em cerimônia capitaneada pela empresa Bandeira Mobilidade e com a presença do prefeito Rodrigo Pinheiro, o município passa a contar com 28 novos ônibus.

A chegada da nova frota representa um crescimento significativo para a modalidade urbana. É um marco positivo para a população de Caruaru no objetivo de atender com mais qualidade, acessibilidade, conforto e segurança os usuários do transporte público da cidade.

Rodrigo Pinheiro destacou a importância da parceria com as empresas de ônibus que operam no município: “Estamos muito felizes com esta nova frota de 28 ônibus da Bandeira. Caruaru segue voltado para o desenvolvimento econômico com mobilidade e qualidade no serviço de transporte público que é um dos principais impactos positivos deste cenário. Atender bem a população de Caruaru é prioridade para nós”, afirmou o prefeito de Caruaru.

“Uma das nossas primeiras ações foi estudar Caruaru, entender como funciona a gestão do prefeito Rodrigo e foi onde vimos que um dos pilares da gestão é a mobilidade. Eu queria parabenizar porque não é todo gestor público que enxerga a mobilidade como pilar da sua gestão”, elogiou um dos diretores da empresa, Paulo Bandeira.

A dona de casa Maria do Socorro falou com alegria sobre a renovação da frota de ônibus em Caruaru: “A gente está muito feliz porque agora vamos ter esses ônibus novos. Os outros viviam quebrando e isso atrapalhava muita gente. O prefeito Rodrigo Pinheiro está de parabéns por pensar sempre no melhor para Caruaru”.

Governadora Raquel Lyra comanda formatura de 423 novos policiais civis que fortalecerão a segurança pública em Pernambuco

Em mais um importante momento para a segurança pública do Estado, a governadora Raquel Lyra comandou, nesta segunda-feira (10), a solenidade de formatura de 423 novos policiais civis. O novo efetivo, formado por delegados, agentes e escrivães, começará a atuar ao longo desta semana, reforçando a segurança e o trabalho de investigação em todas as regiões de Pernambuco. A cerimônia foi realizada no Teatro Guararapes, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife, e reuniu autoridades e familiares dos formandos. Durante o evento, também foi realizada, de forma simbólica, a mudança de comando da Polícia Civil. A vice-governadora Priscila Krause participou da solenidade.

“Através do Juntos pela Segurança temos investido no fortalecimento das nossas forças operacionais. Hoje é dia de celebrar a formatura da Polícia Civil do nosso Estado. São homens e mulheres dedicados que atuarão em todas as regiões de Pernambuco, com o objetivo de fortalecer o trabalho da polícia judiciária. Eles se somam a mais de 2.200 policiais militares que já estão nas ruas, aos bombeiros militares, e integram o grande concurso público que realizamos, e que até abril do próximo ano, serão nomeados mais de sete mil novos profissionais da segurança pública em Pernambuco”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Os 51 novos delegados, 231 agentes e 141 escrivães concluíram o Curso de Formação Profissional promovido pela Escola Superior de Polícia Civil (ACADEPOL), iniciado em maio deste ano. O secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, incentivou os servidores a pautarem sua atuação pelos princípios éticos e pelo respeito à dignidade humana. “Escrevam a história da vida de vocês na Polícia Civil de Pernambuco com ética, respeito aos direitos humanos e a certeza de que, ao colocarem a cabeça no travesseiro, fizeram tudo que podiam da melhor forma possível”, afirmou o titular da pasta.

Assumindo como delegado-geral da Polícia Civil de Pernambuco, Felipe Monteiro ressaltou a importância da formatura. “É um dia de festa. Esses policiais chegam em um momento extremamente positivo, com redução nos principais indicadores de criminalidade, o que é bom tanto para eles quanto para Pernambuco”, disse.

Para Renato da Silva Queiroz, natural de Garanhuns, formando e primeiro colocado no curso de formação para delegado, o momento é de profunda gratidão. “Hoje é um dia de extrema felicidade, a realização de um sonho construído ao longo de anos de estudo. Estou imensamente feliz por ter sido aprovado no concurso para delegado do meu Estado e por poder servir à população pernambucana”, destacou.

Até 2026, o programa Juntos pela Segurança prevê o ingresso de mais de 7 mil novos profissionais nas forças de segurança, entre policiais militares, civis, científicos e bombeiros militares, com investimento superior a R$ 1 bilhão.

Presente na cerimônia, o deputado estadual João de Nadegi destacou a diminuição nos números de violência em Pernambuco. ”Nossos índices de violência já vêm diminuindo muito. Tenho certeza que o Estado vai ter mais profissionais preparados e equipados para poder combater junto conosco a violência”, pontuou. Já o deputado Joel da Harpa, parabenizou os novos formandos. “Considero este um dia de celebração para os formandos, para seus familiares e também para toda a sociedade”, disse. “Esse é um governo que tem investido em todas as áreas. Mas, principalmente, na segurança pública”, finalizou o deputado estadual Antônio Moraes

PASSAGEM DE CARGO – Ainda durante a cerimônia, foi realizada a passagem de comando da Polícia Civil de Pernambuco. O delegado Renato Rocha se despediu do cargo, agradecendo pelo período à frente da instituição. O comando da Polícia Civil passa agora ao delegado Felipe Monteiro, que assume a missão de dar continuidade ao trabalho e reforçar o compromisso com a segurança pública do Estado.

Acompanharam a solenidade os secretários estaduais Ana Maraíza (Administração), Daniel Coelho (Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha), Paulo Paes (Administração Penitenciária e Ressocialização) e o coronel Hercílio Mamede (chefe da Casa Militar); os comandantes da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), coronel Ivanildo Torres; e do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE), coronel Francisco Cantarelli; além da diretora do Fundo Nacional de Segurança Pública, Camila Pintarelli; e o vereador do Recife, Davi Muniz. Fotos: Yacy Ribeiro/Secom

Prefeito Zeca Cavalcanti e vice Siqueirinha visitam o Natal Luz de Gramado, referência nacional que inspira o projeto Encantos do Sertão

Arcoverde está prestes a viver um momento histórico. Dia 28 de novembro, a cidade se transformará no epicentro das celebrações natalinas do Sertão pernambucano com o Natal Luz – Encantos do Sertão, um projeto inédito que promete emocionar moradores e visitantes, fortalecendo o turismo e projetando o município no cenário nacional.

Para alinhar os últimos detalhes do evento, o prefeito Zeca Cavalcanti e o vice-prefeito Siqueirinha estiveram em Gramado (RS), onde conheceram de perto o tradicional Natal Luz, que serve de inspiração para Arcoverde. A mesma equipe técnica responsável pela produção gaúcha também assina o Natal Luz – Encantos do Sertão, fortalecendo uma parceria que une tecnologia, arte e identidade cultural.

Segundo o prefeito Zeca Cavalcanti, o objetivo é unir o encanto das grandes produções à força das tradições locais. “Estamos preparando algo grandioso, que vai emocionar as famílias e mostrar ao Brasil a beleza do nosso Sertão. O Natal Luz – Encantos do Sertão será uma experiência inesquecível, que celebra a fé, a cultura e o talento do nosso povo”, afirmou o gestor.

A estreia será no dia 28 de novembro, às 18h, com o acendimento das luzes e o início de uma programação especial. Ruas, praças e pontos emblemáticos ganharão um novo brilho, transformando Arcoverde em um verdadeiro cartão-postal natalino.

Mais do que uma decoração, o Natal Luz – Encantos do Sertão representa fé, pertencimento e esperança. Inspirado em uma das maiores celebrações natalinas do país, o evento reafirma o compromisso da Prefeitura de Arcoverde, por meio da Secretaria de Turismo, Esportes e Eventos, com a valorização da cultura e a promoção de experiências que unem tradição, arte e desenvolvimento social.