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O governador de Sergipe, Marcelo Déda, foi transferido da UTI para o quarto do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, na tarde deste domingo (02). Ele está internado no hospital tratando de problemas decorrentes de câncer no estômago e no pâncreas desde a segunda-feira (27). Na sexta-feira, ele ficou febril e foi levado para a UTI, onde recebe tratamento específico e de acordo com o boletim médico divulgado no sábado (1º), o governador “encontra-se consciente, orientado e respira sem ajuda de aparelhos”. Ele está com “uma neoplasia gastrointestinal, com quadro de dificuldade alimentar”.
A notícia foi divulgada pela primeira dama do estado, Eliane Aquino, através do seu perfil no Twitter. Mais cedo, a informação foi adiantada pelo ex-presidente do PT José Eduardo Dutra, que também esteve no.mesmo hospital.
Eliane postou que o governador saiu da UTI, já está no quarto assistindo ao jogo pela televisão, passa bem e agradeceu a torcida dos sergipanos pela saúde dele.
Déda vai se afastar durante 15 dias para dedicar mais atenção ao tratamento de saúde.
Desde a descoberta do câncer, há oito meses, o governador se submete a sessões de quimioterapia com os consequentes efeitos colaterais, que o debilitam.
Na noite de 31 de maio, o paciente apresentou quadro febril, sendo transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para tratamento específico, com estabilização do quadro clínico.
Os médicos que cuidam de Déda consideram que ele precisa recuperar a condição orgânica para intensificar o tratamento contra o câncer. No período, o vice de Déda, Jackson Barreto PMDB), ocupa a função de governador em exercício de Sergipe.
O técnico Silas não suportou o empate do Náutico diante da Portuguesa, na partida que marcou a despedida do Timbu dos Aflitos. A demissão do treinador foi anunciada pelo clube alvirrubro no fim da noite deste domingo, após mais um resultado que não estava nos planos da equipe, visto que a Portuguesa é considerada concorrente direto do time pernambucano em uma eventual disputa pela fuga do rebaixamento.
De acordo com o site do Náutico, a decisão pela saída de Silas e da sua comissão técnica foi tomada após reunião entre o presidente e os membros do colegiado, logo depois da partida, que terminou com o placar de 2 a 2. Mais uma vez o auxiliar técnico Levi Gomes assume o comando interinamente a partir desta segunda-feira.
Substituto de Vágner Mancini, Silas comandou a equipe alvirrubra em nove jogos e obteve apenas duas vitórias, contra o Santa Cruz, pela semifinal do Campeonato Pernambucano, e contra o Ypiranga, pela decisão do terceiro lugar do Estadual. O retrospecto conta ainda com quatro empates e três derrotas.
O deputado estadual Celso Giglio (PSDB) foi transferido para o Hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, na noite deste domingo (2). Ex-prefeito de Osasco, Giglio sofreu um grave acidente de carro durante a manhã em Porangaba, interior paulista. A mulher dele morreu.
Segundo a assessoria do centro médico, Giglio chegou por volta das 20h30 e passava por avaliação.
A Polícia Rodoviária em Tatuí, que registrou o acidente, informou que o carro do deputado capotou após bater em uma canaleta no km 163 da Rodovia Castello Branco, sentido São Paulo. Os policias afirmaram que chovia forte na hora do acidente.
No carro também estava a mulher de Giglio. Segundo a concessionária responsável pela rodovia, o político foi inicialmente encaminhado para o pronto-socorro de um hospital particular em Tatuí. A mulher dele foi levada para a Santa Casa de Tatuí, mas não resistiu.
Segundo a Polícia Civil, o corpo dela foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Itapetininga. Giglio foi transferido por volta das 18h para São Paulo.
Ainda segundo a polícia, Giglio, sua mulher e netos voltavam de Avaré para a capital. Os netos seguiam em outro veículo logo atrás e testemunharam o acidente.(G1.COM)
Horário | Evento | Local |
19h | Participa da conferência Vox 2013 | Teatro Guararapes – Centro de Convenções |
Decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovada há duas semanas abriu as portas para que 4,9 mil magistrados da Justiça Federal e da Justiça do Trabalho recebam pagamentos retroativos de auxílio-alimentação. No acórdão, a Corte de Contas suspendeu a proibição até então vigente para o pagamento do benefício, em parcelas correntes e atrasadas, em todos os órgãos da Justiça Federal. A derrubada dessa última restrição sobre o tema vai gerar uma conta de R$ 312 milhões.
Numa decisão sigilosa em agosto de 2012, os ministros do TCU já tinham dado sinal verde para pagamentos retroativos do auxílio nos tribunais superiores, o que de fato ocorreu: ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST) já embolsaram as quantias equivalentes a gastos pretéritos com alimentação. O mesmo pode ter ocorrido no Superior Tribunal Militar (STM), que preferiu não informar se efetuou ou não o pagamento.
Com base nesse procedimento secreto, os ministros do TCU também se permitiram receber a regalia, calculada inicialmente a partir de 2011 e, em nova decisão, a partir de 2004. Os ministros do TCU receberam R$ 35 mil cada um, em média, a título de auxílio-alimentação referente aos últimos oito anos.
Todos os posicionamentos do TCU, órgão responsável por fiscalizar e controlar os gastos públicos federais, levaram em conta uma resolução de 2011 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Sob a presidência do ministro Cezar Peluso, o CNJ permitiu o pagamento do auxílio-alimentação a juízes, equiparando-o a um benefício dado a integrantes do Ministério Público. Os ministros do TCU entenderam que também teriam direito ao auxílio, em razão da equiparação com os ministros do STJ, e que não havia mais razão para impedir os pagamentos — inclusive de refeições feitas no passado — aos magistrados.
Apesar dessas posições conclusivas do TCU, com depósitos de dinheiro já feitos nas contas de ministros e magistrados, o assunto não tem posição definitiva do Supremo Tribunal Federal (STF). A instância máxima do Judiciário ainda não se posicionou sobre o mérito da questão, numa Ação Direta de
Inconstitucionalidade movida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra a decisão de liberar o auxílio. Os próprios ministros do STF optaram por recusar o benefício, logo após a resolução do CNJ. “Não recebem nem vão receber”, diz a assessoria do Supremo.(Jornal o GLOBO)





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