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Protesto com mochilas em Brasília pede regulação das redes sociais

Ato ocorre no dia previsto para votação da PL contra Fake News. Pesquisa realizada por organizadores do ato aponta que entrevistados acreditam que falta de regulamentação das redes sociais contribui com violência.

g1 — Dezenas de mochilas vazias, colocadas em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, lembram as vítimas da violência em escolas de todo o país, na manhã desta terça-feira (2). Segundo o movimento cívico Avaaz, 35 jovens morreram em ataques desde 2012.

O ato ocorre no dia programado para ocorrer a votação do Projeto de Lei 2630, conhecido como o PL das Fake News (veja detalhes abaixo). A proposta torna crime a divulgação de notícias falsas pela internet.

Segundo os organizadores, uma pesquisa encomendada pela Avaaz aponta que 93,7% dos entrevistados acreditam que as redes sociais não são seguras para crianças e adolescentes.

Além disso, 75% aponta que a falta de regulamentação das redes sociais contribuiu para os recentes casos de violência em escolas brasileiras.

“Diógenes é um grande ícone da luta brasileira”, disse Ministra

Em visita a cidade de Iguaracy-PE,a Ministra de Ciência Tecnolocia e Inovação e Presidente Nacional do PCdoB, Luciana Santos, participou neste domingo (30) de inaugurações e entregas de equipamentos realizadas pelo prefeito Zeinha Torres.

A Ministra Luciana, esteve visitando o Centro de Convivência Diógenes Arruda Câmara, no Distrito de Irajaí, acompanhada dos deputados Renildo Calheiros e Waldemar Borges.

Diógenes, foi um fundadores do Partido Comunista do Brasil – PCdoB, e a ministra em entrevista exclusiva a este blogueiro, disse quem foi Diógenes.

Lula diz que vai demarcar ‘maior número possível’ de terras indígenas

Presidente assinou decretos de demarcação de seis áreas nesta sexta-feira (28), durante encerramento do acampamento Terra Livre. Também prometeu melhorar plano de carreira da Funai.

No acampamento Terra Livre, Lula levanta faixa contra marco temporal — Foto: TV Globo/Reprodução

g1 — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (28) que o governo vai trabalhar para demarcar o “maior número possível de terras indígenas”. A declaração foi dada durante evento de encerramento do acampamento indígena Terra Livre, em Brasília.

Na cerimônia, o presidente assinou os decretos de demarcação de seis terras indígenas e também levantou uma faixa contra o marco temporal sobre essas áreas, questão em análise no Supremo Tribunal Federal (STF) (relembre abaixo).

“Nós vamos legalizar as terras indígenas, é um processo um pouco demorado. A nossa querida ministra sabe do processo. Tem que passar por muitas mãos e a gente vai ter que trabalhar. A gente vai ter que trabalhar muito para que a gente possa fazer a demarcação do maior número possível de terras indígenas. Não só porque é um direito de vocês, mas porque se a gente quer chegar em 2030 com desmatamento zero na Amazônia, a gente vai precisar de vocês como guardiões da floresta”, disse.

“Eu quero não deixar nenhuma terra indígena que não seja demarcada nesse meu mandato de quatro anos. Esse é um compromisso que eu tenho e que eu fiz com vocês antes da campanha”, afirmou o presidente.

Em debate com chefe do BC, Haddad volta a criticar juro alto: ‘Vai ter impacto fiscal’

Ministro da Fazenda deu a declaração sentado ao lado do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em sessão no Senado sobre juros, inflação e crescimento econômico.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, ao lado do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no Senado — Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

g1 — O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira (27) que, se a economia brasileira continuar desacelerando em razão dos juros altos, haverá “problemas fiscais”, ou seja, nas contas públicas, por conta do impacto do menor nível de atividade na arrecadação federal.

Haddad deu a declaração durante sessão no Senado sobre juros, inflação e crescimento econômico – da qual também participaram o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e a ministra do Planejamento, Simone Tebet.

“Não vejo a política fiscal, monetária e prudencial separadas umas das outras. Elas fazem parte da mesma engrenagem. Se a economia continuar desacelerando, por razões ligadas à política monetária [taxa de juros alta, fixada pelo Banco Central], vamos ter problemas fiscais, porque a arrecadação vai ser impactada. Não tem como separar. Se desacelero a economia, vou ter impactos fiscais”, afirmou Haddad.

Na sessão no Senado, Haddad se sentou ao lado de Roberto Campos Neto. Cabe ao Banco Central, por meio do Comitê de Política Monetária (Copom), fixar a taxa básica de juros da economia (Selic), que, atualmente, está em 13,75% ao ano – maior patamar em seis anos.

“Se eu desacelero a economia, saindo de 4% para 3%, para 2%, para 1%, eu vou ter impactos fiscais [nas contas públicas], e nós estamos tomando medidas inclusive difíceis de tomar, impopulares, sobretudo por causa do populismo praticado [nas eleições], que surrupiou quase R$ 40 bilhões dos estados no ano passado, mais R$ 60 bilhões de Receita Federal – no ano passado”, acrescentou o ministro.

Os juros altos vêm sendo motivo de atritos entre o governo Lula e sua equipe econômica com o Banco Central – instituição que vem sendo criticada por governistas.

Congresso aprova recomposição integral do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

O Congresso Nacional aprovou, nesta quarta-feira (26), o PLN 01, que recompõe integralmente o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que poderá dispor de R$ 9,6 bilhões para investimentos em projetos estruturantes em ciência, tecnologia e inovação. O projeto ainda será sancionado pelo presidente da República.

“Com a aprovação, estamos próximos de resgatar R$ 4,18 bilhões deste Fundo, que é a maior fonte de financiamento da ciência brasileira e instrumento fundamental para o desenvolvimento do país. É uma conquista importantíssima e uma pauta prioritária do MCTI”, afirmou a ministra Luciana Santos.

Segundo a ministra, os recursos serão investidos em projetos estruturantes nas áreas de reindustrialização, saúde, transição energética e transformação digital que tenham impacto no desenvolvimento nacional.

TR – Na segunda-feira (24), o presidente Lula sancionou a lei que reduz o custo dos empréstimos do FNDCT. Ao definir a Taxa Referencial como indexador nas operações da Finep com recursos do FNDCT, a Lei 14.554 reduziu para os juros dos empréstimos para 2% ao ano. A expectativa da ministra Luciana Santos é que a medida provoque um forte aumento da demanda por crédito. Ela lembra que o volume de recursos liberados pela Finep em operações de crédito até 14 de abril ultrapassou R$ 1,1 bilhão – mais do que o dobro do valor desembolsado no mesmo período de 2022. “Com a mudança para a TR, a demanda deve aumentar ainda mais”, disse a ministra.

Bolsonaro depõe à PF e diz que postou sem querer mentiras sobre urnas

Ex-presidente chegou à sede da PF pouco antes das 8h50 e saiu por volta de 11h20. Depoimento foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após pedido da PGR.

O ex-presidente Jair Bolsonaro disse, em depoimento prestado à Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (26), que compartilhou sem querer um vídeo que questionava o sistema eleitoral, após o pleito de 2022. As informações foram apuradas pela TV Globo.

O depoimento, que durou cerca de duas horas, é parte do inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que apura os atos golpistas de 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e vandalizadas.
O ex-presidente chegou à sede da PF, em Brasília, pouco antes das 8h50, acompanhado da defesa, e saiu por volta de 11h20.

A PF tomou as declarações de Bolsonaro após determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes. Na avaliação de investigadores, uma postagem feita no dia 10 de janeiro pelo ex-presidente o ligaria aos atos golpistas do dia 8 de janeiro. Ele apagou a publicação em seguida.

A TV Globo apurou que, nesta quarta-feira, Bolsonaro só respondeu a perguntas sobre o vídeo que, sem provas, colocava em dúvida o sistema eleitoral. A mensagem foi avaliada como um sinal de que Bolsonaro pode ter estimulado os atos golpistas de 8 de janeiro em Brasília.

À PF, o ex-presidente disse que queria salvar o vídeo para visualização posterior, mas compartilhou, sem querer. Ele não respondeu a outros questionamentos e afirmou aos investigadores que, se quiserem marcar nova data para tratar desses assuntos, vai comparecer.

Governador da Paraíba João Azevêdo recebe presidente do BNB e discute investimentos na Paraíba

Por Redação Paraíba Já 

O governador João Azevêdo recebeu, nesta terça-feira (25), em João Pessoa, o presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Paulo Câmara, ocasião em que discutiu parcerias em áreas estratégicas para o desenvolvimento do estado, a exemplo do turismo e infraestrutura.Na ocasião, o chefe do Executivo estadual ressaltou que a reunião foi fundamental para debater ações para o crescimento da Paraíba e dos estados do Nordeste. “Tivemos a honra de receber o presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara, que trouxe possibilidades reais de financiamentos para projetos importantes voltados ao desenvolvimento econômico e social do estado que coincidem com os planos previstos pelo banco. São obras como o Arco Metropolitano de João Pessoa e essa parceria com o BNB é de extrema importância para o desenvolvimento dos estados da região”, frisou.

O presidente do BNB, Paulo Câmara, destacou a importância do diálogo com o gestor paraibano e a disponibilidade da instituição para contribuir com obras e ações importantes da Paraíba. “Agradecemos ao governador João Azevêdo por nos receber em seu estado e viemos colocar o Banco do Nordeste, indutor do crescimento dos municípios e estados, à disposição, levando desenvolvimento econômico e social, seja com empréstimos em grandes empreendimentos e com apoio ao pequeno, médio e microempresário, que precisa da nossa atenção”, declarou.

Acompanharam a reunião o vice-governador Lucas Ribeiro; João Nilton Castro (superintendente do BNB na Paraíba); Ernesto Cruz (chefe de Gabinete); Victor Castro (gerente do BNB); Gilmar Martins (secretário de Planejamento); e Deusdete Queiroga (secretário da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos).

Lula discursa no Parlamento de Portugal e critica extremismos

Parlamentares de um partido de extrema direita português fizeram um protesto contra o petista. Em resposta, deputados de outras bancadas aplaudiram presidente brasileiro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi nesta terça-feira (25) alvo de protestos de deputados de direita e também foi aplaudido durante discurso na Assembleia da República Portuguesa, em Lisboa. O petista ainda criticou ideologias extremistas e voltou a dizer que condena a invasão da Ucrânia pela Rússia.

No início do pronunciamento, 11 parlamentares do partido de extrema direita Chega fizeram um protesto, respondido com aplausos a Lula por integrantes das outras bancadas. O presidente do Parlamento português, Santos Silva, do Partido Socialista (PS), cobrou respeito dos presentes.

Na sequência do discurso, o presidente brasileiro disse, mais de uma vez, que há uma onda crescente de ideologias extremistas, que ele disse serem “impulsionadas pela ditadura dos algoritmos”.

“Elas [ideologias extremistas] reduzem o espaço para o diálogo e a empatia, propagam o ódio e constrangem a expressão de nossa humanidade”, afirmou o petista.

Lula também criticou o que chamou de “políticos demagogos” contrários à integração da União Europeia. Ele defendeu a ampliação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

O presidente disse, em outro momento, que soluções militares para os problemas atuais não são a saída e que é preciso ter diálogo para que conflitos nacionais e internacionais sejam resolvidos.

“Quem acredita em soluções militares para os problemas atuais luta contra os ventos da história. Nenhuma solução de qualquer conflito, nacional ou internacional, será duradoura se não for baseada no diálogo e na negociação política”, disse Lula.

Ministério da Saúde libera vacina bivalente contra Covid para todas as pessoas acima de 18 anos

O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (24), a ampliação da vacinação com a dose de reforço bivalente contra a Covid-19 para toda a população acima de 18 anos.

A recomendação, divulgada nesta segunda-feira (24), tem o objetivo de reforçar a proteção contra a doença e ampliar a cobertura vacinal em todo país, de acordo com o ministério.

(As informações sobre saúde e vacinação também estão aqui na Central de Notícias. Indique o grupo: https://chat.whatsapp.com/Kn7kTafRxTZ6OIo9eFFljk)

Cerca de 97 milhões de brasileiros podem procurar as unidades de saúde nesta etapa que faz parte do Movimento Nacional pela Vacinação. Cabe a cada município iniciar a aplicação aos novos cidadãos beneficiados.

A orientação vale para quem já recebeu, pelo menos, duas doses de vacinas monovalentes (Coronavac, AstraZeneca ou Pfizer) como esquema primário ou como dose de reforço, respeitando um intervalo de quatro meses da última dose. Quem ainda não completou o ciclo vacinal e está com alguma dose de reforço em atraso também pode procurar as unidades de saúde.

“Eu quero conclamar a união de todos pelo nosso Movimento Nacional pela Vacinação. É um movimento do Ministério da Saúde, dos estados, dos municípios e toda a sociedade civil. A ciência voltou e precisamos retomar a confiança da população nas vacinas, é uma missão de todos nós”, afirmou a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

A secretária da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, disse que aumentar as coberturas vacinais contra a Covid-19 é prioridade. “A vacinação é fundamental para minimizar a carga e prevenir o surgimento de complicações decorrentes da doença.”

Chico Buarque recebe Prêmio Camões das mãos do presidente Lula em Portugal

O cantor e compositor Chico Buarque recebeu, nesta segunda-feira (24), o maior prêmio literário da língua portuguesa das mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de seu colega português, Marcelo Rebelo de Sousa.

O prêmio Camões havia sido atribuído em 2019 a este ícone da música brasileira, mas o ex-presidente Jair Bolsonaro se recusou a assinar os documentos necessários para que a honraria fosse oficialmente remetida ao cantor, conhecido por seu engajamento político e contra a ditadura militar (1964-1985).

“Reconforta-me que o ex-presidente tenha tido a rara fineza de não sujar o meu prêmio Camões”, disse o cantor durante uma cerimônia organizada no Palácio de Queluz, na periferia oeste de Lisboa.

Lula deseja relançar os laços diplomáticos com os principais interlocutores do Brasil, após anos de isolamento que marcaram o mandato de seu antecessor.

O Prêmio Camões foi criado em 1988 por Portugal e Brasil com o objetivo de homenagear os autores lusófonos que contribuem para o reconhecimento da língua portuguesa.

Ele é tradicionalmente atribuído alternadamente a um autor português, brasileiro ou originário de um dos países africanos de língua portuguesa.

O brasileiro Jorge Amado e o português José Saramago figuram entre seus homenageados mais conhecidos.