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Moraes determina prisão preventiva de Zambelli e pede inclusão da deputada em lista da Interpol

Ministro determinou o bloqueio de passaportes, contas, salários, perfis em redes sociais e inclusão da deputada na lista vermelha da Interpol

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (4) a prisão preventiva da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). A decisão inclui uma série de medidas adicionais com o objetivo de impedir movimentações financeiras e comunicações públicas.

Além da prisão, Moraes ordenou o bloqueio imediato de todos os passaportes emitidos em nome da deputada, incluindo o passaporte diplomático. Também determinou que a Câmara dos Deputados suspenda qualquer repasse de verba destinada ao gabinete de Zambelli.

A decisão do ministro alcança ainda todos os bens e ativos da parlamentar. O Banco Central deverá bloquear contas bancárias — inclusive as utilizadas para recebimento de salários e verbas parlamentares, além de transferências via Pix, cartões de crédito e débito.

O bloqueio se estende a ações, criptomoedas, títulos privados e públicos, derivativos e outros ativos financeiros. As instituições responsáveis têm até 24 horas para informar o STF sobre o cumprimento da ordem.

Além das contas, Moraes também determinou o bloqueio de bens físicos da deputada, como veículos, imóveis, embarcações e aeronaves registradas em seu nome.

Moraes determina prisão preventiva de Zambelli e pede inclusão da deputada em lista da Interpol

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (4) a prisão preventiva da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). A decisão inclui uma série de medidas adicionais com o objetivo de impedir movimentações financeiras e comunicações públicas.

Além da prisão, Moraes ordenou o bloqueio imediato de todos os passaportes emitidos em nome da deputada, incluindo o passaporte diplomático. Também determinou que a Câmara dos Deputados suspenda qualquer repasse de verba destinada ao gabinete de Zambelli.

A decisão do ministro alcança ainda todos os bens e ativos da parlamentar. O Banco Central deverá bloquear contas bancárias — inclusive as utilizadas para recebimento de salários e verbas parlamentares, além de transferências via Pix, cartões de crédito e débito.

O bloqueio se estende a ações, criptomoedas, títulos privados e públicos, derivativos e outros ativos financeiros. As instituições responsáveis têm até 24 horas para informar o STF sobre o cumprimento da ordem.

Além das contas, Moraes também determinou o bloqueio de bens físicos da deputada, como veículos, imóveis, embarcações e aeronaves registradas em seu nome.

Condenada pelo STF, Carla Zambelli anuncia que deixou o Brasil

Parlamentar disse que deve se basear na Europa e pedir licença de seu mandato como deputada federal

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) anunciou nesta terça-feira (3) que deixou o Brasil. Em entrevista à Rádio Auri Verde, a parlamentar disse que deve se basear na Europa e pedir licença de seu mandato como deputada.

“Queria anunciar que estou fora do Brasil já faz alguns dias, eu vim a princípio buscando tratamento médico que eu já fazia aqui e agora eu vou pedir para que eu possa me afastar do cargo”, disse.

Em maio, Carla Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Na ocasião, a Primeira Turma determinou uma pena de 10 anos de prisão, em regime inicialmente fechado; perda do mandato parlamentar (a ser declarada pela Câmara dos Deputados após o trânsito em julgado); e a inelegibilidade da política. Além disso, também foi condenada a pagar uma indenização de R$ 2 milhões por danos morais e coletivos.

Zambelli também é alvo de outro inquérito no STF, no qual responde por crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. Nesse caso, porém, ela ainda não foi condenada. O julgamento foi interrompido em março, após um pedido de vista do ministro Nunes Marques.

Sileno: “João Campos aponta para um novo horizonte na esquerda brasileira”

Presidente do PSB de Pernambuco repercutiu a eleição do prefeito do Recife como dirigente nacional do partido

O presidente do PSB de Pernambuco, deputado Sileno Guedes, declarou, nesta segunda-feira (2), que João Campos aponta para um novo horizonte na esquerda brasileira. Para o dirigente, a eleição do prefeito do Recife como presidente nacional do PSB durante o XVI Congresso Nacional do partido, no fim de semana, em Brasília, foi uma demonstração da densidade política e eleitoral que ele tem e do reconhecimento à sua figura como uma personalidade política de abrangência nacional.

“Foi um reconhecimento à liderança do prefeito João Campos, ao tamanho que ele passou a ter na política brasileira. Foi um movimento do PSB que apontou para uma renovação geracional sem abrir mão de sua essência e dos seus compromissos. João aponta para essa renovação, para um novo horizonte na esquerda brasileira, por sua densidade eleitoral e política, apesar de sua juventude, que já faz com que ele se consolide como uma grande liderança política. Não à toa, assumiu por aclamação, ontem, a liderança nacional do partido”, declarou Sileno, em entrevista à Rádio Folha.

O dirigente também repercutiu declarações do presidente Lula (PT) durante o congresso do PSB, ocasião em que reforçou sua parceria com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e com figuras históricas do partido, como os ex-governadores Miguel Arraes (1916-2005) e Eduardo Campos (1965-2014). Com base nisso, Sileno disse acreditar que haverá condições de fazer a mesma unidade nacional que existe entre PT e PSB ter rebatimentos no cenário eleitoral de 2026 em Pernambuco.

“A militância do PSB está muito alinhada, muito afinada, com o projeto que vem sendo desenvolvido no Brasil sob a liderança do presidente Lula. O novo presidente do PSB, o prefeito João Campos, reafirmou o compromisso de mantermos essa aliança pela importância que ela tem para o Brasil, pela importância que vem tendo para manter a tranquilidade democrática em nosso país. O partido já aponta para o desejo de, em 2026, manter a chapa vitoriosa de 2022”, afirmou. “Eu tenho plena convicção de que o PSB e o PT vão ter condições de construir uma grande unidade aqui em Pernambuco para 2026, liderada pelo presidente Lula, que será o grande comandante do processo eleitoral das forças de esquerda no país inteiro”, completou.

Por fim, o deputado reafirmou que o PSB apresentará um projeto para Pernambuco nas eleições do ano que vem como resposta às dificuldades de gestão enfrentadas pelo atual governo. Sileno também avaliou que o Poder Executivo tem falhado no diálogo e na concessão de respostas transparentes em episódios como o do trancamento da pauta da Assembleia Legislativa (Alepe), o que vem inviabilizando votações de projetos de interesse do povo pernambucano há várias semanas.

“A oposição está no plenário. A liderança do Governo é que tem orientado sua bancada a não participar das sessões. A indicação do novo presidente da Adagro entrou na pauta praticamente todos os dias da semana passada. A Assembleia não está se furtando disso. A Assembleia já aprovou vários empréstimos pedidos pelo Governo. A oposição votou a favor e votará novamente, desde que se justifique a necessidade e onde se aplicaram os outros empréstimos”, finalizou o parlamentar.

Haddad cita correção de distorções e reformas estruturais como alternativas ao aumento do IOF

Após o Congresso Nacional estabelecer um prazo de 10 dias para que o governo federal apresente um plano alternativo para o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou nesta segunda-feira (2) que a equipe econômica tem duas alternativas.

A primeira possibilidade, segundo Haddad, é “corrigir distorções do sistema financeiro”. O ministro, no entanto, não detalhou quais distorções podem ser corrigidas.

Haddad descartou que a equipe econômica fará mudanças na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) por causa da regra da noventena.

“Corrigir distorções do sistema financeiro para abrir espaço para a calibragem do decreto do IOF. Se houver qualquer calibragem, vai ser no âmbito da expansão da correção dos desequilíbrios existentes hoje dos tributos que dizem respeito às finanças”, afirmou Haddad a jornalistas.

Outra alternativa que está sendo estudada é a implementação de novas reformas estruturais. De acordo com o ministro, a medida é necessária para evitar a elaboração de um novo pacote fiscal a cada ano, como o que foi enviado ao Congresso Nacional no final de 2024.

“Eu tenho duas alternativas. Uma é uma medida regulatória para resolver o problema de modo paliativo para cumprir as metas do ano. A outra, que interessa mais a Fazenda, é voltar a fazer reformas estruturais”, disse.

Segundo Haddad, as propostas foram apresentadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e ao presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre.

No último domingo (1°), Hugo Motta (Republicanos-PB), solicitou à equipe econômica do governo federal a suspensão imediata da elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o chamado “risco sacado”.

“Não vai ser discutido [risco sacado] dessa maneira. Não vai ser discutido rapidamente. Ninguém aqui está querendo postergar”, disse Haddad nesta segunda (2).

O governo anunciou, em maio, uma elevação no IOF cobrado sobre diversas operações financeiras para cumprir a meta fiscal de 2025. Em razão da repercussão negativa no mercado financeiro, a equipe econômica começou a recuar no mesmo dia.