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Preso, Bolsonaro recebe Renan e Michelle em primeiras visitas

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebe na manhã desta quinta-feira, 27, o filho Jair Renan (PL), vereador em Santa Catarina, e a mulher, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. As visitas foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes entre 9h e 11h desta quinta-feira. As visitas não são simultâneas e cada visitante tem 30 minutos com Bolsonaro.

Jair Renan foi o primeiro a chegar para se encontrar com o ex-presidente na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, às 9h15. Michelle está no local desde 9h23 e, inicialmente, ficou dentro do carro. Ela entrou no prédio 20 minutos depois de ter chegado.

Desde que foi preso no último sábado, Bolsonaro já recebeu visitas de Michelle e dos filhos Flávio e Carlos, mas Jair Renan é o primeiro a encontrá-lo após Moraes determinar o trânsito em julgado da ação penal do golpe e o início do cumprimento da pena de 27 anos e três meses de prisão.

Lula sanciona isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil

CNN – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta quarta-feira (25) a lei que amplia a isenção do IR (Imposto de Renda) para quem ganha até R$ 5 mil por mês. Além disso, o texto prevê a isenção parcial do imposto para aqueles que têm renda de até R$ 7.350 mensais.

A lei foi sancionada em cerimônia no Palácio do Planalto. Com a sanção, a nova faixa de isenção entra em vigor em 1º de janeiro de 2026.

Aprovada no Senado Federal ainda neste mês, a medida beneficiará 25 milhões de brasileiros. A isenção será compensada com uma taxação maior para aqueles que ganham acima de R$ 600 mil por ano (ou seja, acima de R$ 50 mil por mês).

A isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil é uma promessa de campanha de Lula. O presidente já disse que a proposta corrige uma “grande injustiça” com os trabalhadores brasileiros.

Michelle chora, diz que ora por Moraes e pede ao PL que não antecipe 2026


Em reunião fechada com a bancada parlamentar do PL, na tarde desta segunda-feira (24), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro chorou e fez um apelo para que não sejam antecipadas discussões sobre a escolha do candidato da direita à Presidência da República em 2026.

Segundo relatos feitos à CNN Brasil por pessoas presentes, Michelle teria se emocionado ao relatar a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e afirmado que é quem mais sofre com a situação.

Ela chegou a tratar o processo contra seu marido como uma “guerra espiritual”e, embora tenha se referido às decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) como cruéis, revelou que tem orado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do plano de golpe.

Michelle e o vereador Carlos Bolsonaro (PL) relataram preocupação com a saúde do ex-presidente e o temor sobre uma piora do quadro durante sua prisão na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

Ambos registraram dificuldade de Bolsonaro de dormir, os efeitos dos medicamentos e as dificuldades sobre o refluxo, que obrigam o ex-presidente a mudar constantemente de posição durante o sono.

De acordo com relatos, Michelle se queixou de falas desencontradas de políticos bolsonaristas e de que “muita gente” estaria querendo se aproveitar do “momento difícil” da família.

Por fim, fez uma cobrança: não é hora, na visão dela, de colocar o foco nas eleições presidenciais de 2026. Nem, muito menos, de pressionar ou tirar o protagonismo de Bolsonaro.

As falas de Michelle convergem com o diagnóstico do vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ). À CNN Brasil, Carlos disse que entregar o espólio político do pai neste momento seria “trair o povo”.

Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho do ex-presidente, vinha em uma linha diferente imediatamente antes da prisão do pai.

Por unanimidade, STF mantém prisão preventiva de Bolsonaro

Por unanimidade, a Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) manteve, nesta segunda-feira (24), a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O caso é analisado em plenário virtual, modelo no qual não há discussão entre os ministros, e se estenderá até as 20h para registro de votos. Até lá, os ministros podem alterar seus votos, se assim desejarem.

Bolsonaro é preso preventivamente a pedido da PF

Por Natuza Nery, Wesley Bischoff, g1 — São Paulo

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso na manhã deste sábado (22). A prisão é preventiva e foi solicitada pela Polícia Federal (PF) ao Supremo Tribunal Federal (STF). A medida não tem relação com a
O blog apurou que a prisão foi determinada por garantia da ordem pública, após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma vigília em frente ao condomínio do ex-presidente, na noite de sexta-feira (21). Segundo fontes, a PF avaliou que o ato representava risco para participantes e agentes policiais.

Bolsonaro foi detido por volta das 6h e reagiu com tranquilidade à prisão. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não estava em casa no momento da detenção.

O comboio que transportava o ex-presidente chegou à sede da Polícia Federal às 6h35. Após os trâmites iniciais, Bolsonaro foi levado para a Superintendência da PF no Distrito Federal, onde ficará em uma “Sala de Estado” — espaço reservado para autoridades como presidentes da República.

Até a última atualização desta reportagem, ele passava por exame de corpo de delito. Agentes do Instituto Médico-Legal (IML) foram até o local para realizar o procedimento e evitar exposição desnecessária.

Em nota, a Polícia Federal informou que cumpriu um mandado de prisão preventiva expedido por decisão do STF. A defesa de Bolsonaro afirmou que, até as 6h40, ainda tinha sido informada da prisão do ex-presidente.

Bolsonaro estava em prisão domiciliar desde 4 de agosto. À época, o ministro Alexandre de Moraes decretou a medida por descumprimento de medidas cautelares impostas ao ex-presidente.

À época, Moraes afirmou que Bolsonaro usou redes sociais de aliados – incluindo seus três filhos parlamentares – para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.

Condenação e pedido da defesa
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo STF, em setembro, por tentativa de golpe de Estado. A condenação ainda não transitou em julgado e segue em fase de recursos. A prisão deste sábado, porém, não tem relação com essa condenação.

Na sexta-feira, a defesa de Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes que substitua o regime inicial fechado por prisão domiciliar humanitária.