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Lula diz que reconhecimento do Estado Palestino traz ‘efeito positivo’ para paz

g1 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (23), que a decisão de Espanha, Noruega e Irlanda em reconhecer o Estado Palestino é “histórica” e terá “efeito positivo” para a paz na região.

Em uma rede social, Lula escreveu que a medida “faz justiça em relação ao pleito de um todo um povo” e que a estabilidade no Oriente Médio só será atingida “quando for garantida a existência de um Estado Palestino independente”.

“A decisão conjunta de Espanha, Noruega e Irlanda de reconhecer a Palestina como um Estado é histórica por duas razões. Faz justiça em relação ao pleito de um todo um povo, reconhecido por mais de 140 países, por seu direito à autodeterminação. Além disso, essa decisão terá efeito positivo em apoio aos esforços por uma paz e estabilidade na região. Isso só ocorrerá quando for garantida a existência de um Estado Palestino independente”, escreveu.

“O Brasil foi um dos primeiros países na América Latina a assumir essa posição, quando em 2010 de reconhecer o Estado da Palestina nas fronteiras de 1967, o que inclui a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, tendo Jerusalém Oriental como sua capital”, continuou.

Após ter mandato mantido, Moro diz que julgamento do TSE foi técnico

Na terça (21), Corte eleitoral rejeitou recursos que pediam cassação do mandato do senador. Moro afirmou que acusações são mentirosas e que decisão do tribunal foi independente.

g1 – O senador Sergio Moro (União-PR) comentou nesta quarta-feira (22) a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que rejeitou pedidos de cassação do mandato dele. O parlamentar disse que o julgamento foi técnico, e pediu pelo fim do “espírito de revanchismo”.

“O melhor é nós deixarmos de lado esse espírito de revanchismo, e essa polarização exacerbada, que muitas vezes embota o nosso raciocínio e impede que nós busquemos convergências naqueles pontos comuns”, disse, em entrevista coletiva no Senado.

Moro afirmou que as acusações contra ele eram mentirosas e que a decisão do TSE foi independente. Segundo o senador, houve pressão e “boatos exagerados” sobre a cassação do mandato , mas que saiu com uma “vitória”.

“Ano passado, muita gente afirmava, sem conhecimento, que era impossível a preservação do meu mandato. Que eram favas contadas, até com certo desrespeito ao Judiciário, que meu mandato seria cassado”, disse nesta quarta.

“Aí nós temos que nos orgulhar do nosso Judiciário que mostrou essa independência”, afirmou.

Moraes pede ação da ONU contra ‘terra de ninguém’ das big techs

g1 – O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, disse nesta terça-feira (21) que a Organização das Nações Unidas (ONU) deve liderar um esforço para elaboração de uma Declaração Universal de Direitos Digitais em defesa da democracia.

Em discurso na abertura de um seminário do TSE sobre inteligência artificial nas eleições, Moraes defendeu o texto nos moldes da já existente Declaração Universal dos Direitos Humanos, que serve de base para direitos fundamentais em países de todo mundo e se tornou um dos pilares da sociedade moderna.

Segundo ele, a declaração de direitos digitais funcionaria como uma cooperação internacional para combater o mau uso de redes sociais e ferramentas digitais, como a inteligência artificial (IA).

“Há pouco mais agora de 75 anos, a ONU proclamou a sua declaração de direitos. Há hoje uma necessidade também de uma discussão, do ponto de vista internacional, para que a ONU lidere uma declaração de direitos digitais em defesa da democracia”, disse o ministro

Para Alexandre Moraes, essa declaração universal seria uma forma de impedir que as chamadas big techs — gigantes de tecnologia mundial — continuem como “terra de ninguém” a nível global.

“Não podemos permitir que essas big techs, que atuam no mundo todo, continuem sendo terra de ninguém. Não podemos permitir que essas big techs sejam consideradas empresas de tecnologia. São empresas de publicidade, de mídia, de informação. E, como tais, devem ser responsabilizadas igual todas as demais”, declarou Moraes.

O ministro também voltou a defender a criação de regras para redes sociais no Brasil. Alexandre de Moraes avaliou que mecanismos legislativos são necessários para reprimir o uso das plataformas e da inteligência artificial na manipulação de resultados eleitorais.

“Além da educação, da prevenção e da preparação para o combate à utilização de inteligência artificial para propagar as fake news, as deepfakes, é importante também mecanismos administrativos, legislativos e judiciais para que nós possamos combater, de forma repressiva também, para que nós não deixemos que isso influencie nas eleições”, declarou.

Para o magistrado, a utilização da IA, “anabolizando as fake news”, pode interferir no resultado de uma eleição.

“Porque até que aquilo seja desmentido, até que chegue a versão verdadeira a todo eleitorado, isso pode mudar milhares de votos. Consequentemente, pode fraudar o resultado da vontade popular. Nós não podemos permitir isso”, acrescentou Moraes.

Lula chega para abertura da XXV Marcha

O presidente Lula, acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin,  dos presidentes do Senado e Câmara dos Deputados e ministro de estado, acabam de chegar ao Centro de Convenções de Brasília, para abertura da XXV MARCHA a Brasília em Defesa dos Municípios, evento realizado pela CNM. Fotos: Finfa