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Lula dispensa 40 militares que atuavam no Palácio do Alvorada uma semana após atos terroristas

 

Via Folha PE

Após demonstrar desconfiança com os militares que atuam no governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dispensou 40 integrantes das Forças Armadas que atuavam na Coordenação de Administração do Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República. Lula e a primeira-dama, Rosângela Silva, a Janja, planejam se mudar para o local depois da viagem para a Argentina, no dia 25 de janeiro.

Também foram dispensados mais três militares do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que atuam na Coordenação-Geral de Operações de Segurança Presidencial.

As dispensas foram publicadas nesta terça-feira no Diário Oficial da União (DOU). Além dos 40 militares do Palácio da Alvorada, foram dispensados o 2º tenente do Exército Brasileiro, Luciano Cerqueira de Araújo, e o cabo da Força Aérea Brasileira, Jasian Pereira Cardoso, que atuavam na Coordenação-geral da Administração das residências oficiais.

O segundo trabalhava na Granja do Torto, uma das residências oficiais, mas que era ocupada pelo ex-ministro da Economia Paulo Guedes no fim do governo de Jair Bolsonaro.

Eu ainda não conversei com as pessoas a respeito disso. Eu estou esperando a poeira baixar. Quero ver todas as fitas gravadas dentro da Suprema Corte, dentro do palácio. Teve muito gente conivente. Teve muita gente da PM conivente. Muita gente das Forças Armadas aqui dentro conivente. Eu estou convencido que a porta do Palácio do Planalto foi aberta para essa gente entrar porque não tem porta quebrada. Ou seja, alguém facilitou a entrada deles aqui — disse Lula, durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, na quinta-feira.

PGR já tem 40 denúncias prontas sobre envolvidos em atos golpistas, diz Aras em reunião com Lira

Procurador-geral da República, Augusto Aras, em reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira. — Foto: Reprodução

Via g1

O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou nesta segunda-feira (16) que o Ministério Público Federal (MPF) já tem 40 denúncias prontas contra os envolvidos nos atos de terror praticados por bolsonaristas radicais.

Aras informou o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sobre o número durante um encontro nesta manhã na Procuradoria Geral da República. Lira entregou uma notícia-crime com informações sobre o vandalismo ocorrido no prédio da Câmara.

“Hoje já temos 40 denúncias prontas. E associaremos até sexta feira as novas denúncias que poderão ser acompanhadas de medidas cautelares para essas pessoas que foram presas depredado e invadindo a Câmara Federal, ou se não houver elementos para a denúncia, providenciaremos os inquéritos”, afirmou Aras.

Lira colocou a advocacia da Câmara à disposição para ajudar a instruir o processo contra os invasores e destacou o “risco que o Brasil correu” durante o episódio.

“Muito mais do que a depredação do patrimônio público, um atentado às instituições, o risco que o Brasil correu”, afirmou. “Estamos à disposição do MP para que todas as necessidades de documentação que seja preciso para instruir esse processo a Câmara possa dispor de tudo o que ela puder”, acrescentou Lira.

Anderson Torres permanece preso em Brasília

Imagem: Poder 360 | Reprodução

Via thenewscc

O ex-secretário de Segurança do Distrito Federal e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, foi preso ao chegar no aeroporto de Brasília, retornando de suas férias em Orlando, nos EUA.

Entenda — Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva de Anderson Torres, afirmando que ele teria sido omisso ao não conter a invasão nas sedes dos poderes em Brasília.

Depois de receber a notícia, Torres prometeu retornar ao Brasil. O ministro da Justiça e Segurança Pública atual, Flávio Dino, chegou a dizer que daria início a um processo de extradição caso ele não estivesse no país na segunda-feira.

No meio do processo, a PF encontrou na casa do ex-ministro uma minuta com o objetivo de decretar um Estado de Defesa no TSE. Torres afirmou que o material foi tirado de contexto, e estava em uma pilha de documentos de descarte.

E agora?

Não há informações oficiais sobre os próximos passos, mas o político deve permanecer no local onde está preso até prestar depoimento, ainda nesta semana.

Ele pode responder por oito possíveis crimes, indicados no pedido de prisão. Torres era o responsável pela segurança do Distrito Federal quando os prédios do Congresso, do STF e do Palácio do Planalto foram invadidos.

[VÍDEO] Em ataques no DF, homem destrói o histórico relógio de Balthazar Martinot

Via Metrópoles

Entre as inúmeras cenas de violência que marcaram os atos terroristas no domingo (8/1), está a de um homem flagrado por câmeras de segurança interna do Palácio do Planalto jogando no chão e quebrando o raríssimo e histórico relógio de Balthazar Martinot, de valor inestimável. Outras obras também foram destruídas.

O relógio de pêndulo do século 17 foi um presente da Corte Francesa para dom João VI. Martinot era o relojoeiro de Luís XIV. Existem apenas dois relógios deste autor. O outro está exposto no Palácio de Versailles, mas possui a metade do tamanho da peça que foi completamente destruída pelos invasores do Planalto. O valor do item é considerado fora de padrão.

Nas imagens, obtidas pelo Fantástico, da TV Globo, um homem de cabelos negros e curtos, vestindo uma camisa com o rosto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), aproxima-se da mesa em que está o relógio e puxa a peça para o chão. Em seguida, arrasta móveis próximos à obra e esvazia um extintor de incêndio em cima de um lance de escadas.

Veja o vídeo:

Anderson Torres é preso após desembarcar em Brasília e passa por audiência de custódia

O ex-ministro da justiça do governo Bolsonaro, Anderson Torres, está preso em Brasília. Anderson Torres estava nos Estados Unidos e embarcou para o Brasil nesta sexta (13) à noite escoltado por policiais. O avião aterrissou no aeroporto de Brasília às 7h18 da manhã. E assim que o ex-ministro chegou, os policiais federais apresentaram a ordem de prisão e o levaram para o hangar da PF.

A TV Globo apurou que Anderson Torres foi para o Brasil sem celular. Toda operação foi discreta, sem imagens de Anderson Torres.

Por volta das 9h, Torres chegou ao quarto batalhão da Polícia Militar, que fica no Guará, a 15 quilômetros do centro de Brasília. O ex-secretário vai ficar preso no local de forma provisória.

Poucas horas depois, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, autorizou a realização da audiência de custódia. A audiência de custódia foi presidida pelo desembargador Airton Vieira. Ele é o juiz instrutor do gabinete de Alexandre de Moraes.

A audiência foi realizada por videoconferência. É uma etapa protocolar, necessária para que o preso seja apresentado ao juiz e para que a legalidade da prisão seja analisada. A audiência não discute o mérito do processo, nem a acusação.

O advogado de Anderson Torres, Rodrigo Roca, acompanhou a audiência. Ele foi embora em seguida, sem falar com a imprensa.

Anderson Torres é policial federal e foi ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, e sempre se posicionou em sintonia com o ex-presidente. No dia 2 de janeiro, ele assumiu a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.

Quando houve o ataque terrorista aos prédios públicos em Brasília, no domingo (8), menos de uma semana depois, Torres estava de férias, viajando para os Estados Unidos. Pouco depois do início dos ataques foi exonerado do cargo.

Ainda no domingo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretou intervenção na segurança pública do DF. Com a medida, a área passou a ser controlada pelo governo federal. Já na madrugada, o Supremo Tribunal Federal afastou o governador Ibaneis Rocha do cargo – pelo prazo inicial de 90 dias.

A prisão preventiva de Anderson Torres foi um pedido da Polícia Federal, decisão referendada pela maioria do Supremo. Na determinação, Moraes afirmou que a conduta de Torres foi conivente e omissa em relação aos atos golpistas. Agentes da PF executaram mandado de busca apreensão na casa do ex-secretário.

Entre o material recolhido pelos policiais, estava a chamada “minuta do golpe”. O documento era o rascunho de um decreto para instituir estado de Defesa no Tribunal Superior Eleitoral pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

O texto previa a decretação do estado de defesa, com vistas a restabelecer a ordem e a paz institucional, a ser aplicado no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral, para apuração de suspeição, abuso de poder e medidas inconstitucionais e legais levadas a efeito pela Presidência e membros do tribunal, verificados através de fatos ocorridos antes, durante e após o processo eleitoral presidencial de 2022.

Juristas consideram o documento inconstitucional porque transferia atribuições do poder Judiciário para o poder Executivo.

Em uma rede social, Anderson Torres afirmou que, como ministro da Justiça, recebeu propostas dos mais diversos tipos. E que a minuta provavelmente estava numa pilha de documentos que iriam ser triturados.

Os juristas afirmam que, a ser verdade a explicação de Anderson Torres, ainda assim ele teria de explicar de quem partiu a ideia do documento.

Nesta sexta (13), o ministro Alexandre de Moraes determinou a abertura de novo inquérito para investigar especificamente Anderson Torres e também o governador afastado do DF, Ibaneis Rocha, que prestou depoimento à PF.

No depoimento, Ibaneis fez uma acusação grave: a de que houve algum tipo de sabotagem das forças de segurança nos atos terroristas de domingo (8).

Enquanto as investigações avançam, surgem novas imagens do dia da depredação. O Jornal o Globo divulgou gravações das câmeras internas do Senado Federal.

Seguranças estão no salão por onde entram autoridades no Senado, quando invasores quebram a vidraça. Dá para ver os estilhaços espalhados pelo chão. Os seguranças se afastam. Mais uma vidraça é quebrada. Os extremistas jogam um pedestal usado para organizar as filas na entrada do edifício.

Com um carrinho, quebram mais um vidro e invadem o prédio. Um homem de mochila lança um rojão. Depois que eles entram, policiais legislativos tentam impedir a invasão com spray de pimenta, mas não conseguem e recuam.

Os golpistas conseguem avançar até as proximidades do plenário, provocando mais destruição.

O Ministério Público organizou um mutirão para as mais de 400 audiências de custódia marcadas para este sábado (14), de presos nos atos terroristas.

Moraes acolhe pedido da PGR e inclui Bolsonaro em inquérito que investiga atos terroristas

PGR pede ao STF que Bolsonaro seja investigado como um dos autores intelectuais por incitação dos atos golpistas

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para incluir o ex-presidente Jair Bolsonaro em um inquérito que investiga a instigação e autoria intelectual dos atos terroristas do dia 8 de janeiro. A PGR quer apurar se Bolsonaro cometeu incitação pública de crime.

A motivação do pedido foi o fato de Bolsonaro ter compartilhado um vídeo que sugeriu que a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi fraudada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-presidente fez a publicação na noite de segunda-feira, mas apagou a postagem horas depois.

Em sua decisão, Moraes cita que a conduta de Bolsonaro se assemelha à organização criminosa investigada no inquérito das milícias digitais e em outras investigações em tramitação no STF.

“O pronunciamento do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, se revelou como mais uma das ocasiões em que o então mandatário se posicionou de forma, em tese, criminosa e atentatória às instituições, em especial o Supremo Tribunal Federal”, escreveu Moraes.

Anderson Torres chega ao Brasil e é preso pela Polícia Federal

Torres estava nos Estados Unidos; ele foi exonerado da secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal durante os ataques aos Três Poderes da República

Via CNN Brasil

O ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal (DF) Anderson Torres chegou ao Brasil na manhã deste sábado (14), após viagem aos Estados Unidos, e foi preso pela Polícia Federal.

Ele foi levado ao 4º Batalhão da Polícia Militar (PM), no Guará, uma região administrativa da capital federal.

O mandado de prisão preventiva contra Torres foi decretado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em nota, a PF informou que Torres “foi preso ao desembarcar no Aeroporto de Brasília e encaminhado para a custódia, onde permanecerá à disposição da Justiça”. “As investigações seguem em sigilo”, completou.

O avião pousou por volta de 7h20 no Aeroporto Internacional de Brasília. De acordo com apuração da analista da CNN Basília Rodrigues, Torres foi o primeiro a descer do avião e foi recebido por um delegado da Polícia Federal (PF).

Fontes relataram que a prisão foi rápida, tranquila e discreta.

Avião com Anderson Torres pousa em Brasília / Foto: CNN

Ele foi levado diretamente do avião para o hangar da PF.

Em seguida, carros da Polícia Federal acompanhado de carros descaracterizados partiram em direção à Superintendência da Polícia Federal do DF e, depois, ao Complexo Penitenciário da Papuda.

De acordo com Basília Rodrigues, agentes da PF que cumpriram a ordem de prisão relataram que, ao mesmo tempo, outros carros da PF levaram o ex-ministro para o Batalhão da PM no Guará.

A estratégia foi utilizada para dispersar a imprensa e garantir maior discrição à prisão de Torres, segundo a analista.

A expectativa é que Torres preste depoimento ainda neste sábado (14), mas antes se reúna com sua equipe de advogados.

Americanas desaba na bolsa após descoberta de rombo de R$ 20 bilhões

As ações da Americanas despencaram quase 80% na bolsa de valores nesta quinta-feira (12), depois que a empresa publicou comunicado em que diz que foram identificadas “inconsistências em lançamentos contábeis” no balanço, em valor que chega a R$ 20 bilhões.

Em outras palavras, a Americanas percebeu que o valor bilionário — que é referente aos primeiros nove meses de 2022 e anos anteriores — não havia sido registrado de forma apropriada nos balanços corporativos da empresa.

As ações da Americanas (AMER3) negociaram em leilão até 13h45 de hoje. O leilão é um “mecanismo de defesa” que interrompe as negociações comuns para tranquilizar momentos de variação bruta de papéis na bolsa.

Depois, as negociações foram suspensas para a divulgação de um novo comunicado oficial da companhia. Este é um procedimento padrão da B3 neste tipo de caso.

Por volta de 14h05, as ações voltaram a ser negociadas, mas foram colocadas em leilão novamente. Ainda assim, ao fim do pregão, a queda exata foi de 77,33%. Segundo Einar Rivero, da TradeMap, essa foi a maior queda diária de uma empresa de capital aberto na bolsa brasileira desde 2008.

 

Cartão corporativo: Gastos elevados de Bolsonaro coincidem com motociatas

 

Via Estadão

BRASÍLIA – Os gastos no cartão corporativo da Presidência da República durante a gestão Jair Bolsonaro (PL) – revelados depois de um período de sigilo com o argumento de preservar a segurança do chefe do Executivo e de parentes – apontam que foram registradas despesas expressivas durante motociatas. Ao menos três exemplos revelam isso. O Estadão pesquisou registros de notas fiscais em datas próximas aos passeios de moto. Geralmente os eventos eram associados a outros compromissos da agenda oficial, mas pairavam dúvidas sobre os custos relacionados a essas atividades.

Na véspera de uma motociata realizada no Rio de Janeiro, em maio de 2021, foram gastos R$ 33 mil em uma panificadora. Já entre os dias 9 e 10 de julho do mesmo ano, na Serra Gaúcha e em Porto Alegre – onde foi seguido de moto por apoiadores –, foram mais R$ 166 mil no cartão corporativo, em 46 despesas, concentradas em hospedagem, alimentação e combustível. Outro caso aconteceu em Ribeirão Preto (SP), em maio de 2022, onde foi feito pagamento de R$ 16 mil em uma padaria.

Segundo dados obtidos pela agência Fiquem Sabendo, a Presidência na gestão Bolsonaro gastou ao menos R$ 27,6 milhões com cartão corporativo. O ex-presidente não é o que fez mais despesas desse gênero. No seu primeiro mandato, Luiz Inácio Lula da Silva consumiu, em valores atualizados pela inflação, R$ 59,7 milhões entre 2003 e 2006. No segundo mandato, foram mais R$ 47,9 milhões. Entre 2011 e 2014, Dilma Rousseff gastou R$ 42,3 milhões.

Bolsonaro foi, no entanto, o único presidente a dizer publicamente que não fazia uso do cartão. A divulgação dos extratos, porém, mostra que isso não era verdade e detalha como ele usava o dinheiro da conta privativa de presidente da República. Os valores referentes a Bolsonaro ainda podem ser maiores porque nem todos os dados de despesas com cartão foram consolidados.

Ministra Luciana Santos fortalece diálogo com MEC

Em encontro com o ministro Camilo Santana, foram abordados temas como o pagamento de bolsas, apoio às universidades e o estímulo à pesquisa nacional.

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, se reuniu nesta quinta-feira (12) com o ministro da Educação, Camilo Santana, e secretários do MEC. No encontro, foram debatidos o pagamento de bolsas, o apoio às universidades e à comunidade acadêmica, e o fomento à pesquisa nacional.

Para a ministra Luciana Santos, o diálogo e o alinhamento das políticas públicas entre MCTI e MEC são fundamentais para o país.

“O desenvolvimento das atividades de ciência, tecnologia e inovação está diretamente atrelado à política educacional. O avanço científico anda lado a lado com a educação, que é a responsável por permitir o domínio do conhecimento e a busca por respostas e resultados”, ressaltou a ministra.

“O trabalho conjunto da educação com a ciência e tecnologia rende importantes e relevantes frutos para sociedade. É necessário que mantenhamos um diálogo constante e alinhado, a fim de potencializar esses resultados”, acrescentou o ministro da Educação, Camilo Santana.

Ainda durante a reunião, a ministra do MCTI propôs projetos para serem executados em parceira com o Ministério da Educação, entre eles o Embarque Digit e o “Espaços 4.0”.

ESPAÇOS 4.0
Os Espaços 4.0 são centros de inovação que reúnem laboratório maker e laboratório de tecnologias de informação e comunicação. Os centros contam com equipamentos de última geração, como Impressoras 3D, Scanners 3D, Lasercuts, Kits arduinos de diversos modelos, entre outros.

Instalados em escolas, são abertos à participação da comunidade escolar e da sociedade. Dois professores e quatro estudantes são responsáveis pelo espaço, orientando o uso dos equipamentos, fortalecendo o desenvolvimento de projetos de inovação e criando práticas que favoreçam a integração e a aprendizagem ativa pelos estudantes.