Últimas publicações do quadro “Pernambuco”
O ex-prefeito de Cabrobó, Eudes Caldas-foto (PTB), arquivou em definitivo o projeto de candidatar-se a deputado estadual no próximo ano e já oficializou o seu apoio à reeleição de Rodrigo Novaes (PSD). Ele não sentiu “vontade” da cúpula estadual do seu partido e achou melhor não arriscar. (Fogo Cruzado)
A Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa realizou, na manhã de ontem (06), audiência pública para debater a criação do Plano de Assistência Estudantil. A reunião foi proposta pelo deputado Rodrigo Novaes (PSD).
Durante o debate foi destacado a dificuldade dos estudantes universitários de concluir os cursos, já que a maioria passa por dificuldade financeira e o custo de se manter em universidade pública ou particular, não é baixo, a falta de estrutura das escolas e faculdades do interior, problemas com moradia, alimentação, além do preço alto da passagem e outras dificuldades destacadas pelos jovens.
Segundo Thauan Fernandes, presidente da União dos Estudantes de Pernambuco (UEP), o Brasil possui cerca de sete milhões de universitários. Desse total, 20% vão abandonar a a graduação.
Novaes, que já apresentou Projeto de Lei para a interiorização da Casa do Estudante e gratuidade da passagem intermunicipal, sugeriu que seja criada uma Comissão Especial para acompanhar a criação do Plano Estadual de Assistência Estudantil. A Comissão, segundo o parlamentar, poderá debater de forma mais ampla o assunto e ir mais além no avanço dos direitos estudantis.
Estiveram presentes representantes da Secretaria Estadual do Estado, dos quatro movimentos estudantis do Estado (UNE, UEP, UMES e UBES), além de dezenas de estudantes que tiveram a oportunidade de se pronunciar e lutar pela causa.
A Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa realizou, na manhã de hoje (06), audiência pública para debater a criação do Plano de Assistência Estudantil. A reunião foi proposta pelo deputado Rodrigo Novaes (PSD).
Durante o debate foi destacado a dificuldade dos estudantes universitários de concluir os cursos, já que a maioria passa por dificuldade financeira e o custo de se manter em universidade pública ou particular não é baixo; a falta de estrutura das escolas e faculdades do interior; problemas com moradia; alimentação; além do preço alto da passagem e outras dificuldades destacadas pelos jovens.
Segundo Thauan Fernandes, presidente da União dos Estudantes de Pernambuco (UEP), o Brasil possui cerca de sete milhões de universitários. Desse total, 20% vão abandonar a a graduação.
Novaes, que já apresentou Projeto de Lei para a interiorização da Casa do Estudante e gratuidade da passagem intermunicipal, sugeriu que seja criada uma Comissão Especial para acompanhar a criação do Plano Estadual de Assistência Estudantil. A Comissão, segundo o parlamentar, poderá debater de forma mais ampla o assunto e ir mais além no avanço dos direitos estudantis.
Estiveram presentes representantes da Secretaria Estadual do Estado, dos quatro movimentos estudantis do Estado (UNE, UEP, UMES e UBES), além de dezenas de estudantes que tiveram a oportunidade de se pronunciar e lutar pela causa.
Apesar de sustentar que o governador Eduardo Campos (PSB) ainda não lançou a sua candidatura à Presidência da República, o deputado federal Carlos Eduardo Cadoca (sem partido) avalia que existe uma lacuna na base governista, onde o socialista pode recrutar apoio para o seu projeto nacional. O parlamentar relatou que há “um mundo de descontentes” com algumas diretrizes adotadas pela presidente Dilma Rousseff (PT), o que poderia contar a favor de Campos.
Os motivos para a insatisfação são “múltiplos”, segundo ele, desde a condução até os rumos que o partido tomou no comando do País. Diante deste cenário, Cadoca analisa que o gestor pernambucano se coloca como uma alternativa no campo da esquerda, o mesmo da petista, o que obriga o gestor a procurar dissidentes do Governo Federal. O deputado afirmou que somente no PMDB – maior partido da base governista – dos cerca de 80 deputados federais, 30 estão insatisfeitos.
“Isso é o tempo. Uma hora ele vai ter que chamar sua base, o partido e os que estão em torno do comando dele para dizer qual o caminho, mas isso não foi feito”, destacou, em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, ontem. Por enquanto, o parlamentar avalia que Campos está usando bem o espaço nacional que está sendo oferecido a ele.
Um dos motivos apontados como válvula propulsora de um futuro rompimento, as críticas à condução do governo petista feitas por Campos não são vistas como negativas por Cadoca. Para ele, as colocações do governador são “construtivas” e se referem a temas importantes do cenário nacional. Já no campo oposicionista, Cadoca observa que os adversários do Governo têm se mostrado “pouco competentes” na crítica à administração federal.
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), usou a tribuna da Câmara, em Brasília, para parabenizar o município de Serra Talhada que completou 162 anos.
“A todos os habitantes de Serra Talhada, meus efusivos cumprimentos pela passagem de sua emancipação política, especialmente, seu competente Prefeito Luciano Duque e toda sua equipe”, comemorou Patriota.
O parlamentar apontou o município como um dos que mais contribuíram para a história de Pernambuco. “A história da cidade é uma das mais ricas de todo o estado. Seus fundadores participaram ativamente da história de Pernambuco e do Brasil e seus descendentes, como Agamenon Magalhães, figuram entre as principais lideranças políticas brasileiras. Berço de figuras polêmicas, como Virgulino Ferreira da Silva (Lampião), a cidade começa a se destacar também no cenário turístico, explorando aí, além de sua beleza plástica, a figura do Rei do Cangaço, principalmente na dança criada pelo seu bando: o xaxado”, disse.
O senador Armando Monteiro (PTB) reuniu-se na manhã desta segunda-feira (06), com representantes de micro e pequenas empresas de Pernambuco para uma conversa sobre os desafios do setor no cenário econômico estadual. Sob a coordenação do presidente da Federação das Micro Empresas de Pernambuco (Feamicro), José Tarcísio da Silva, o encontro contou com a presença de mais 50 representantes do segmento, de todas as regiões do Estado.
Segundo José Tarcísio, por sua trajetória de atuação, marcada pela defesa dos micro e pequenos empresários, o senador Armando Monteiro é um interlocutor que precisa estar a par das demandas da categoria. “Apresentamos ao senador questões como o fortalecimento do associativismo, a importância do financiamento e da desburocratização para os micro e pequenos empreendedores”, resumiu.
O presidente da FEAMICRO ressaltou ainda que uma questão urgente para as micro e pequenas empresas é que o setor também seja contemplado com a desoneração da cesta básica. “As redes de supermercado passaram a pagar menos tributos, o que não se estendeu aos empreendimentos de menor porte”, lembrou.
Vice-presidente no Senado da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, Armando Monteiro disse que o diálogo com representantes do setor só tem a contribuir com o seu mandato. Ele destaca conquistas recentes, como a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, que proporcionou o aumento de receita por meio da adesão dos micro e pequenos ao Simples Nacional.
Armando lembra que, entre 2008 e 2011, as receitas oriundas do Simples cresceram 50%, quando alcançaram a marca de R$ 42 bilhões. Nesse mesmo período, houve aumento de 17% no número de empregados no setor. “Isto significa que os micro e pequenos empreendedores optantes do Simples são responsáveis por um em cada quatro empregos com carteira assinada no Brasil”.
Ele é companheiro de bancada (evangélica) e vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minoria (CDHM) da Câmara Federal do polêmico deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP). É pernambucano e está no primeiro mandato como Feliciano. Anderson Ferreira (PR) tem a mesma bandeira em defesa da família, a favor dos mesmos princípios, mas não é rotulado como radical e não está no olho do furacão das críticas como o amigo. Talvez porque pondere cada palavra que diz. Não demonstra ter intenção de agredir, apesar das suas convicções desagradarem a lógica da diversidade sexual e da luta pelos direitos homossexuais cada vez mais latente no cotidiano.
Filho do ex-deputado estadual Manoel Ferreira, que teve sete mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa, e irmão do vereador André Ferreira (PMDB), que segue no terceiro mandato, sendo os dois últimos o mais votado. Cresceu no ambiente político. Tem bom trâmite até entre os que discordam totalmente dos seus posicionamentos, como o deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSol-RJ). Nos embates da Comissão de Direitos Humanos, por vezes, atua como pacificador, apesar de não retroceder das suas convicções e de gritar e devolver o dedo em riste quando acha necessário. “Vim de um lar político, que me deu know how para lidar com certas coisas”, comenta.
Não é pastor de igreja, não tem as amarras naturais de uma denominação e se orgulha de ter votos de eleitores batistas, presbiterianos, episcopais, neopentecostais, apesar de ser membro da Assembleia de Deus. Em 2010, 48.435 eleitores o escolheram por ser contra o aborto, o casamento homossexual, bem como a adoção de crianças por casais LGBT, a legalização das drogas, de bebidas para menores de idade, a exploração sexual. Com o mandato, segue fazendo o que se propôs e combate cada um desses pontos. Diz que sempre quis fazer parte da Comissão de Direitos Humanos e faz desde o primeiro ano do mandato, inicialmente como membro titular, agora como vice-presidente.
O secretário estadual de Agricultura e Reforma Agrária, Ranílson Ramos, cumprirá esta semana uma agenda em tom de despedida da pasta – na última sexta-feira o Diário Oficial publicou sua inscrição para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), em substituição a Romário Dias. Acompanhado do governador Eduardo Campos (PSB), o secretário iniciará seu périplo pelo Interior na próxima quinta-feira em Ibimirim, Sertão do Moxotó. Eles visitarão as obras de duas barragens do Programa Água para Todos, que contempla a comunidade indígena Kambiwá. Depois seguirão para Petrolândia, onde o governador definirá o terreno para a cadeia produtiva da piscicultura e pesca artesanal.
Na sexta-feira, Ranílson e Eduardo Campos seguem para Petrolina para falar sobre a reestruturação econômica do Sertão. O ministro da Integração, Fernando Bezerra, também estará presente e lançará novas obras da PPP do Pontal. Sem encarar como despedida, o futuro conselheiro do TCE afirmou que se trata de uma agenda itinerante. “Na semana seguinte serei sabatinado. Se na próxima semana começarem a votação no plenário, terei que articular minha agenda. Mas até agora esses compromissos estão confirmados”, afirmou.
Apesar de o prazo para inscrições ser até a próxima quarta-feira, até o momento ninguém se mostrou interessado para pleitear o cargo. Quem desejar se candidatar precisa do apoio, de no mínimo, dez deputados da Assembleia Legislativa. Dos 49 parlamentares, Ranílson Ramos recebeu apoio oficialmente de 46, que assinaram a ata. “Tenho o voto de todos da Casa. Conversei com Ossésio Silva (PRB), que está em missão. Claudiano Martins Filho (PSDB) estava em Itaíba e prontamente disse que voltaria só para assinar a ata. O deputado Rodrigo Novaes (PSD) também estava viajando e confirmou que votará em mim”, declarou.
O secretário de Agricultura não disfarça que prefere ser o único nome a disputar a vaga de conselheiro e se sente honrado por ter sido uma indicação da Casa Joaquim Nabuco, mesmo não fazendo mais parte dela. “Não quero ter o voto dos 49 deputados por vaidade, mas por ter a confiança de todos de que irei representar o poder Legislativo no orgão que é responsável pelo controle externo dos atos públicos. Ter essa compreensão de todos os parlamentares é um reconhecimento muito grande”, disse Ramos.
Discreta, ela fala pouco, mas ouve e vê muito. Presente nos bastidores e ao lado do marido em eventos, Renata Campos, 45, pode trocar o papel de primeira-dama de Pernambuco pelo de candidata a deputada federal.
Com a bênção do marido e governador Eduardo Campos (PSB), ela é opção para dar sequência à tradição da família de ter representante no Congresso há quase 30 anos.
O ex-governador Miguel Arraes (1916-2005), avô de Eduardo Campos, foi eleito deputado federal três vezes, a exemplo do neto.
A mãe de Campos, Ana Arraes (PSB), foi eleita duas vezes para a Câmara. Em 2010, foi a deputada federal mais bem votada em Pernambuco, com 387.581 votos.
Mas não há ninguém da família na Câmara desde 2011, quando o governador garantiu à mãe uma vaga como ministra do Tribunal de Contas da União (TCU). O espólio eleitoral de Ana, portanto, ainda não tem herdeiro.
A eleição de Renata manteria os votos “em casa” e ainda garantiria o espaço político do marido, caso ele perca uma provável disputa pela Presidência da República.
“Não seria estranho o governador apresentar a mulher como candidata. A relação familiar não foi impedimento para uma experiência ocorrida recentemente [as eleições de Ana Arraes]”, disse Túlio Velho Barreto, cientista político da Fundação Joaquim Nabuco.
Barreto, contudo, diz acreditar que o governador ainda deverá calcular o impacto que a indicação da mulher e prováveis acusações de “nepotismo” e “coronelismo” terão sobre o seu voo nacional.(Folha de São Paulo – Foto: Júnior Finfa)








