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O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE) alertou, durante pronunciamento nesta quarta-feira (20), na tribuna da Câmara, para gravíssima situação que o Nordeste vem passando em relação ao baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas, podendo gerar dificuldades de suprimento de energia para região e criticou o governo federal pela falta de planejamento para tentar amenizar a situação.
“A população brasileira aguarda, ansiosamente, que o governo federal se pronuncie a respeito das dificuldades com a geração de energia elétrica, pois as hidrelétricas correm o risco de parar por falta d’água. Não se tem como confiar na sorte sempre, nem como ficar aguardando chuvas sem que se tome qualquer medida preventiva. Nós vamos ter apagões diários e não é possível que a presidente Dilma Rousseff não esteja a par da gravidade dessa situação”, alertou Patriota.
E reitera: “A presidente Dilma, que foi ministra das Minas e Energia, e que conhece bem o setor, já deveria ter acionado um plano de racionamento, desde que as usinas termelétricas não têm capacidade de substituir plenamente as hidrelétricas. Estamos chegando agora a um nível de desespero, mas a inércia é a mesma. Porque o governo federal está sempre à espera de um milagre, uma solução que caia literalmente do céu”.
Para Patriota o Nordeste teria de ter, urgentemente, um plano de racionamento, em função da paralisação de suas turbinas nas usinas hidrelétricas.
De acordo com o parlamentar, na região Nordeste, por exemplo, a energia elétrica já está vindo de outras regiões, através do sistema integrado, tendo em vista que os reservatórios se encontram praticamente vazios, com apenas 22,78% de sua capacidade.
Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)
O senador Armando Monteiro (PTB) voltou a defender a implementação de uma nova política nacional de desenvolvimento regional para enfrentar a convivência do Semiárido nordestino com os períodos de estiagem prolongada, bem como de pós-seca.
Armando participou de uma audiência pública nesta quarta-feira (20), na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), onde o tema foi discutido com especialistas e representantes de organismos governamentais dedicados a ações e estudos de alternativas que minimizem os efeitos da seca. Apenas em 2013, estimativas apontam que mais de um milhão de bovinos morreram de fome e sede, numa das mais severas estiagens dos últimos 50 anos, na região.
“Creio que nosso grande desafio é repensar as bases de uma nova política nacional de desenvolvimento regional, identificar qual é o papel dos incentivos empresariais, o que é que significa a infraestrutura, o investimento em capital humano, a pesquisa, o desenvolvimento tecnológico, por exemplo. Creio que esse seja o grande desafio, embora reconhecendo o esforço que esses instrumentos e órgãos promovem”, disse, numa referência à Sudene, Codevasf e Dnocs, a quem cabem as ações nessa área.
No entendimento de Armando, embora exerçam papel preponderante, estes órgãos também dão sinais de esgotamento, de perda da capacidade de produzir com suas ações mudanças mais efetivas. Segundo ele, isso se deve à falta de articulação, de uma coordenação na utilização dos instrumentos disponíveis.
Para o senador, a Comissão de Desenvolvimento Regional tem papel importante na condução dessa questão, que é o de ajudar na reconceituação de uma nova política nacional de desenvolvimento regional. “Sem isso ficaremos nos debatendo em meio a disfunções e a uma perigosa desarticulação que poderá, em última instância, desprestigiar a ação desses instrumentos”, salientou Armando.(Foto: Ana Luisa Souza)
O secretário executivo da Casa Civil, Marcelo Canuto, recebeu o cônsul honorário da Holanda, Basten Ruijsenaars, para tratar de dois assuntos: uma visita oficial do embaixador daquele país ao governador Eduardo Campos, agendada para o próximo dia 25, e o apoio do governo de Pernambuco a dois projetos culturais do interesse do Brasil e da Holanda. São duas exposições, uma de caráter permanente e outra reunindo fotografias de profissionais de vários países.
A mostra fotográfica “A Presença Holandesa na Economia Açucareira” reúne fotografias de Alejandro Chaskielberg, (Argentina), Ed Kashi, (Estados Unidos), Francesco Zizola, (Itália), James Whitlow Delano, (Estados Unidos), Tomasz Tomaszewski, (Polônia), e Carl De Keyze, (Bélgica), e foi organizada pela instituição holandesa Nooderlicht Photography. A mostra propõe um passeio pela produção açucareira no Brasil, Holanda, Suriname e Indonésia.
Já a exposição permanente “A Presença Holandesa em Pernambuco” reúne livros, pinturas e vários tipos de objetos através dos quais será contada a história da presença holandesa no nosso Estado. Marcelo Canuto garantiu que o governo de Pernambuco tem todo interesse em participar dos projetos apresentados pelo cônsul holandês e ressaltou a importância das exposições: “A memória do período holandês é um tema relevante para a história de Pernambuco que hoje tem uma agenda muito forte com a Holanda”.











