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6 de julho de 2013
José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.
Já são nove as empresas investigadas pelos Ministérios Públicos do país por suspeita de formação de pirâmide financeira, segundo levantamento da Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor (MPCON).
Embora o caso mais conhecido seja o da Telexfree, cujas atividades foram suspensas pela Justiça do Acre, o país tem registrado nos últimos meses um “boom” de empresas que têm entrado no mercado se valendo de estruturas com “fortes indícios” de pirâmide e “golpe”, afirma o promotor de Goiás Murilo de Moraes e Miranda, presidente da MPCON.
“Até quinta-feira eram oito as empresas investigadas. Agora já são nove”, diz Miranda, em entrevista ao G1. Segundo ele, os inquéritos e procedimentos administrativos começaram a ser abertos há cerca de quatro meses. O promotor não quer adiantar, entretanto, os nomes das empresas investigadas.
“O esquema de pirâmide existe há mais de 60 anos. A diferença agora está na velocidade que estas redes aparecem e se expandem entre cidades e estados. Com a internet e a publicidade virtual, atingiu parâmetros que não passavam nem próximo do que estamos vendo”, explica.
João Batista de Siqueira, conhecido como Cancão (1912/1982), é uma lenda da poesia sertaneja, até aqui restrita e cultuada entre apologistas deste gênero literários e apegados à cultura de sua região. Embora também fosse dotado do talento do improviso ao baião da viola, Cancão achava-se melhor passando os verso para o papel.
Ele nasceu e viveu em São José do Egito, na região do Pajeú, de terras férteis para a poesia. Por ali, entre as fronteiras de Pernambuco e Paraíba, nasceram os mais importantes da cantoria de viola, e da poesia popular. Algo que foi fartamente constatado, mas pouco explicado. Cancão está entre estes fenômenos inexplicável da poesia.
Publicou três livros – Musa sertaneja, Flores do Pajeú e Meu lugarejo, todos fora de catálogo. Não são raridades bibliográficas porque a Universidade Federal da Paraíba publicou a trinca de livros em 2007. A Cepe, na coleção Letra Pernambucana, reedita a obra de Cancão, acrescida de poemas inéditos. Relança também três livros de Liêdo Maranhão, na série Terra Pernambucana, hoje, às 11h, no Mercado da Madalena.
O livro de Cancão foi organizado pelos especialistas Ésio Rafael, Marcos Passos e Lindolfo Campos. Conterrâneo de Cancão, Passos, produtor cultural e também poeta, diz que a ideia veio da edição paraibana de Cancão, lançada sob o nome de Palavras ao plenilúnio: “Lá pela década de 1950, Cancão cantou de improviso, mas viu que o talento que tinha mesmo era pra escrever. Foi quando fez seus três livros. O primeiro Mussa sertanejas, em 1967; depois Flores do Pajeú, 1969, e finalmente Meu lugarejo, em 1979. Com base neste livro, solicitei a Lindoaldo Júnior, que os compilou e acrescentou os poemas inéditos de Cancão, na edição paraibana. Foram organizados na ordem cronológica, conservando os prefácios originais”, explica Passos.
Como a obra de Cancão tem sido mais declamada do que comentada em artigos, ensaios, ou livros sobre ele, o prefácio poderiam ser mais esclarecedores: “De Cancão já se disse muito. É pouco. De Cancão se dirá muito mais. Será sempre pouco. Decerto se dirá que Cancão é poeta grande, dos maiores. Aí segue uma dupla confissão a respeito do alumbramento que seu estro provoca mas também do desconhecimento quanto à natureza de ambos, de Cancão e da poesia”, diz o texto, de autoria de Lindolfo Campos. Ratifica apenas que ele escreve bem. Mas nada diz sobre Cancão.
Mais objetivo é Aleixo Leite Filho, que assina o prefácio da primeira edição de Flores do Pajeú, Aqui está Cancão. “Homem rústico, semianalfabeto, de profissão agricultor, cuja maior honraria foi ter sido nomeado Oficial de Justiça, depois de maduro, na cidadezinha nata… Quando não está sentado pelos cartórios ou em alguma bodega tomando um trago de cachaça, está cumprindo seu sacerdócio ao derramar para o papel esta enormidade de versos que, em relação à sua pessoa de homem simples, pobre, mal vestido, feioso, de rosto dopado de menino chorão e ate meio tolo, e uma causa que só se pode atribuir aos desígnios da providência”.
“Eram seis horas ainda/ já a tarde enegrecia/ uma nostalgia infinda/ no cemitério caía/ o sol além se deitava/ no horizonte ocultava/ sua derradeira luz/ as borboletas pequenas/ dormiam nas açucenas/ das sombras e cada cruz”, escreveu em de Seis horas no cemitério, do citado Flores do Pajeú. Para os leigos na obra de João Batista de Siqueira, recomenda-se ler antes dos poemas o ensaio curto Cantador sertanejo, prefácio à primeira edição de Musa sertaneja, de Ulysses Lins de Albuquerque: “São versos simples, mas harmoniosos, delicados no estilo antigo – fieis à rima e ao metro, pois é assim que os sertanejos entendem ser a poesia – à feição dos de Casimiro de Abreu e Fagundes Varela, os únicos poetas, talvez, que João Batista de Siqueira tenha lido. Isto posto, é mergulhar nos versão de Cancão, simples mas que, surpreendem, como o sertão: oásis, águas frescas, que surgem onde se espera só monotonia na paisagem”.
Por: José Teles – Jornal do Comércio
O professor de matemática Edmar Júnior Bezerra é o novo secretário de Educação e Serra Talhada. Ele foi escolhido pelo próprio prefeito Luciano Duque (foto), nessa sexta-feira (5) e já foi apresentado aos integrantes do governo.
O prefeito, mais uma vez, optou em utilizar o critério técnico e não político para a gestão de uma pasta que é bastante cobiçada. Edmar Júnior não tem ligações com o Partido dos Trabalhadores (PT) e sequer é filiado a qualquer partido politico.(Farol de Notícias)
Nazaré, distrito de Floresta, vai prestar uma homenagem no próximo sábado ao tenente João Gomes de Lira, que era natural de lá. O militar comandou uma tropa da PM em 1931, que travou uma batalha contra o bando de Lampião e pôs o “rei do cangaço” para correr. Se fosse vivo, ele completaria 100 anos de idade no próximo dia 13. Morreu em 2011 com 98. (Fogo Cruzado)