A proposta defendida pela candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) de democratizar o acesso às chamadas canetas emagrecedoras ganhou espaço na agenda nacional. O presidente Lula acaba de anunciar a proposta de disponibilização desses medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), medida que converge com uma das bandeiras apresentadas por Marília durante a campanha.
Nas últimas semanas, Marília tem defendido não apenas a oferta dos medicamentos pelo SUS, mas também a quebra da patente da tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, e a transferência de tecnologia para permitir a produção nacional e reduzir os custos do tratamento.
“É uma questão de saúde pública e de igualdade. Quem tem dinheiro já consegue ter acesso a esses tratamentos. O que defendemos é que os avanços da medicina também cheguem a quem depende do SUS. Fico muito feliz em ver essa pauta avançando e encontrando no presidente Lula a disposição de transformar esse debate em política pública”, afirma Marília.
A candidata sustenta que o tratamento deve ser realizado com indicação e acompanhamento médico, dentro de protocolos do SUS, especialmente para pacientes com obesidade e doenças associadas. O próprio Ministério da Saúde já vem estudando a utilização dessas tecnologias em pacientes com obesidade grave e aponta potencial para tratamentos relacionados a diabetes e doenças cardiovasculares.
Para Marília, ampliar o acesso, estimular a produção nacional e reduzir o preço desses medicamentos significa tratar a obesidade como questão de saúde pública e permitir que novas tecnologias deixem de ser acessíveis apenas a quem pode pagar.



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