g1 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realiza nesta quarta-feira (17) a última reunião ministerial de 2025. Em conversa com os ministros, o petista defendeu o diálogo do governo com o Congresso e como ferramenta para obtenção de resultados na política.
Ao falar sobre a importância da capacidade de negociação, o petista citou recentes conversas que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que disse ao norte-americano que conversar “é mais barato do que fazer guerra”.
“Eu falei pro Trump: ‘Oh, Trump, fica mais barato conversar e menos sofrível conversar do que [fazer] guerra. Se a gente acreditar no poder do argumento, da palavra, a gente evita muita confusão na vida dos países'”, relatou Lula.
O petista se reuniu nesta quarta com os ministros na Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência.
O encontro marca o encerramento da agenda ministerial do ano e inclui uma avaliação dos três anos de governo, além da definição de prioridades para 2026.
No próximo ano, que será eleitoral, a expectativa é que alguns ministros deixem o governo para disputar cargos nas eleições.
Sobre o tema, Lula comentou o resultado de pesquisas de opinião e afirmou que 2026 será o “ano da verdade”.
“Nós conseguimos terminar o ano em uma situação amplamente favorável. Embora isso não apareça com a força que deveria aparecer nas pesquisas de opinião pública. Não aparece porque existe uma polarização no país, como se fosse Corinthians e Palmeiras, Grêmio e Internacional, Flamengo e Vasco, ou seja, você tem uma realidade em que ninguém muda de posição”, declarou Lula.
“No ano que vem, as pessoas terão a oportunidade de escolherem que tipo de país vão querer. Nós começamos o governo falando a palavra reconstrução e união, depois começou a falar que estava plantando e que este ano seria o ano da colheita, já anunciamos todas as políticas sociais que tinha que anunciar. O dado concreto é que o ano eleitoral vai ser o ano da verdade, para mostrar quem é quem neste país, o que aconteceu antes de nós e o que acontece quando chegamos ao governo”, acrescentou.











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