Sem a Presença do Governador Eduardo Campos, mais com participações do vice-Governador João Lira Neto, Senador Armando Monteiro, Presidente da Confederação Nacional dos Municuipios Paulo Ziulkoski,a Presidente da União das Prefeituras da Bahia Maria Quitéria, Secretarios de estado, deputados, prefeitos, representantes do TCE e MPPE, o Prefeito de Afogados da Ingazeira Jose Patriota tomou posse na noite de ontem(04) na Amupe. Ao final houve coquetel para os presentes com shows de Josildo Sá, Maciel Melo, Novinho da Paraiba, Alexandre Morais, Beto Ortis e outros artistas populares.
Blog do Finfa - A verdade em forma de notícia
Já me encontro na Sede da Amupe, onde daqui a pouco acontece a solenidade da posse da nova diretoria, onde o Prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota (PSB) será empossado como Presidente. Por conta de atraso na sua agenda na cidade de Goiana, o Governador não comparecerá e será representado pelo Vice-Governador João Lyra.
Já se encontram presentes as seguintes autoridades: Senador Armando Monteiro, Deputados Estaduais Aluisio Lessa, Diogo Moraes, Sebastião Rufino, Secretários Estaduais e diversos prefeitos do Estado.
Estou me deslocando agora para a capital pernambucana, onde irei fazer a cobertura da posse da nova Diretoria da AMUPE, que acontecerá hoje às 19hs na sede da entidade, presença confirmadas do Governador Eduardo Campos, presidente da Confederação Nacional de Municípios – CNM, Paulo Ziulkoski, Senador Armando Monteiro, secretários estaduais, deputados estaduais e vários prefeitos do Estado.
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Os cardeais da Igreja Católica encerraram nesta segunda-feira (4), por volta das 13h locais, a primeira das congregações gerais que precedem o início do conclave para eleger o novo Papa que vai suceder o agora Papa Emérito Bento XVI.
O encontro, no Vaticano, durou cerca de três horas e meia, com meia hora de pausa de café, e teve a participação de 142 dos 207 cardeais, 103 deles votantes, segundo o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.
Os 12 demais cardeais votantes devem chegar ao Vaticano entre a tarde desta segunda e a manhã da terça.
A congregação foi iniciada com uma oração breve e seguida por uma introdução técnica.
O decano do Colégio Cardinalício, Angelo Sodano, fez uma saudação e lembrou da importancia do evento. Ele também propôs que os cardeais preparem uma mensagem, a ser enviada ao Papa Emérito.
Depois, houve o juramento, feito em conjunto e depois individualmente, o que tomou algum tempo, conforme previsto na Constituição Apostólica.
O momento mais importante ocorreu entre as 11h45 e 12h30 locais, segundo o porta-voz, em que ocorreram discussões gerais. Treze cardeais falaram.
Eles discutiram se vai haver reuniões de manhã e à tarde nos próximos dias. Isso deve ser decidido nesta tarde.
Conforme esperado, não houve decisão sobre a data do conclave. Segundo o padre Lombardi, alguns cardeais estão com mais pressa, outros com menos.
O porta-voz Lombardi negou a informação de que um “falso cardeal” tenha entrado na congregação, conforme foi noticiado mais cedo pela imprensa americana. Em tom de brincadeira, ele disse que todos os cardeais que viu “eram verdadeiros”.
Uma segunda congregação está marcada para as 17h (13h de Brasília), segundo a Santa Sé. Não deve haver entrevista coletiva no Vaticano depois dela.
O cardeal camerlengo Tarcisio Bertone sugeriu que, na congregação desta tarde, seja feita a primeira das duas meditações previstas – uma durante as congregações, outra no início do conclave. (G1.com)
Os presidentes da Câmara e do Senado, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e Renan Calheiros (PMDB-AL), marcaram para amanhã (5) a sessão do Congresso para votar o Orçamento da União de 2013 e o veto da presidente Dilma Rousseff ao projeto que altera as regras de distribuição dos royalties do petróleo.
A votação dos dois temas deve ocorrer na mesma sessão porque os presidentes das duas casas temem retaliações, inclusive da própria base aliada, que pudessem derrubar a votação da peça orçamentária.
O projeto do Orçamento deste ano, que deveria ter sido votado até dezembro, não foi levado a plenário diante do impasse gerado pela questão dos royalties do petróleo. Sem uma previsão orçamentária, o governo decidiu editar uma MP (medida provisória) com a liberação de crédito extraordinário até que a matéria fosse votada.
Renan e Alves dizem ter receio de que votando primeiro os royalties, parte dos congressistas boicote a votação do Orçamento.
A maioria dos congressistas insiste em analisar a questão dos royalties como prioridade, por isso a votação do Orçamento pode ficar comprometida.
“Foi uma decisão consensual de pautar na terça a votação dos royalties e do Orçamento. Se não for possível na mesma sessão, aí sim deixaremos o Orçamento para outro dia, mas não é essa a intenção”, disse Alves. (Folha São Paulo)
A secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou, oficialmente, a agenda pública que a presidente Dilma Roussef cumpre nesta segunda-feira (4) na Paraíba. Como já se previa desde a confirmação da visita da chefe do Executivo Nacional ao estado, na última quinta-feira (28), Dilma passará pela capital João Pessoa e também por Itatuba, no Agreste paraibano.
Esta será a primeira vez que Dilma estará no estado. Embora tenha feito diversas visitas ao Nordeste, Dilma nunca esteve na Paraíba, nem mesmo durante a campanha eleitoral. De acordo com a agenda divulgada, a chegada da presidente está prevista para as 10h10 no aeroporto Castro Pinto, em Bayeux, Região Metropolitana da capital paraibana.
Às 10h30, participa com o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT), da entrega de 576 casas no Residencial Jardim Veneza, no bairro Vieira Diniz, zona oeste da cidade. As unidades habitacionais foram construídas com recursos do programa Minha Casa, Minha Vida.
Após a solenidade, a presidente segue para o município de Itatuba, a cerca de 120 km da capital, onde será assinada a ordem de serviço para o início do segundo trecho do canal Acauã-Araçagi, com investimentos de R$ 106 milhões. O ministro da Integração Nacional, Fernando Coelho, e o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB) também estão presentes. O canal faz parte das obras de suporte ao projeto de Transposição do Rio São Francisco.
A assinatura acontecerá durante a visita às obras da primeira etapa do denominado Canal das Vertentes Litorâneas, que prevê investimentos na ordem dos R$ 956 milhões. O objetivo do trabalho é ofertar segurança hídrica para 590 mil pessoas em 37 municípios do estado.(NE10/ Paraíba)
O novo presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota, toma posse nesta segunda-feira (4), em cerimônia que vai acontecer às 18h na sede da associação, no bairro de Jardim São Paulo, Zona Sul do Recife. De acordo com o atual prefeito de Afogados da Ingazeira, no Sertão, uma das principais preocupações será cuidar da arrecadação dos municípios e encontrar uma maneira de ajudar todas as cidades atingidas pela seca.
“A arrecadação normalmente é pequena, face à atividade econômica limitada das cidades. É preciso buscar convênios com o governo e programas federais”, afirma José Patriota. Para ele, as atribuições devem ser mais bem divididas entre estado e município, de forma proporcional às atividades e à arrecadação.
Entre os temas que serão debatidos mais urgentemente, José Patriota destaca a seca, uma vez que a maioria das cidades de Pernambuco está em colapso. Na Amupe, ele vai tentar encontrar maneiras de ajudar todos os municípios. Segundo ele, o começo da solução está em um plano permanente. “Precisamos de uma ação efetiva que envolva a federação, o estado e todas as cidades. Tem que ser uma frente de trabalho permanente e constante, porque a água é um recurso essencial”, explica. Pernambuco tem um total de 185 municípios, sendo que 122 deles decretaram estado de emergência em decorrência da estiagem prolongada.
José Patriota foi eleito em uma eleição que aconteceu no dia 18 de fevereiro. Izaías Régis, prefeito de Garanhuns, será o vice-presidente da Amupe. (PE 360 graus)
DIPLOMA, PARA QUE SERVE?
Sou do tempo que para um recém-formado ingressar no mercado de trabalho bastava registrar seu diploma na entidade que representava a categoria, hoje a situação é outra.
Várias categorias profissionais, após a colação de grau, enfrentam o dilema da aprovação em certame definido como pré-requisito para exercício da profissão. Enquadra-se nessa situação o Exame da Ordem dos Advogados para os acadêmicos de direito e o Exame de Suficiência para os contabilistas. No caso dos operadores do mercado financeiro existem as temidas certificações, fato que ocorre também para auditores independentes.
O que está por baixo do tapete destas “qualificações extras”? Sem muito esforço encontraremos o baixo nível do ensino em grande parte das entidades públicas e privadas, ou seja, muitas delas não passam de fornecedores de um papel como nome de DIPLOMA. Os profissionais que detém seus registros viram-se na obrigação de “proteger” suas categorias dos invasores sem a devida qualificação.
Aprofundando a busca encontraremos uma verdadeira indústria que fornece cursinhos, material impresso e dicas, algumas combinadas com os aplicadores das provas e neste caso com elevado custo para os candidatos. A cada ano crescem as denúncias sobre a manipulação de gabaritos.
Fica a indagação: Se as instituições de ensino superior não estão dando conta de formar os profissionais durante os cursos regulares um cursinho e uma prova repararão as deficiências? Tenho muitas dúvidas.
No campo da medicina o problema é agravado com a convivência durante o curso regular com aulas de entidades fornecedoras de conteúdos para aprovação nas provas de residência. Já ouvi de um bom médico que neste tipo de aula há maior aprendizado do que nas atividades acadêmicas. Como aceitar que a carga horária de um acadêmico de medicina com aula convencional, estágio, internato, trabalhos tenha a concorrência de um verdadeiro curso paralelo?
Já ouvi em roda de acadêmicos que a saída a deixar o curso regular de lado e dedicar-se com maior afinco ao curso paralelo uma vez que a residência é determinante para exercer a profissão na área desejada, isto é, na condição de especialista.
Com a falta de médicos, principalmente no interior, não seria o caso de reformular o modelo atual, ampliando a carga horária e criando estruturas regionais para que o formando possa sair do curso com a bagagem necessária para o exercício pleno da atividade e na especialização escolhida?
Por: Ademar Rafael










