O prefeito de Petrolina, Julio Lóssio, (PMDB), parece mesmo estar vivendo um novo momento na sua carreira: maturidade política. Apesar de ser reeleito com expressiva frente, Lóssio está mais íntimo dos meandros políticos e menos afoito. Ele mostrou que deixou para trás os arroubos e desafios pessoais para dar lugar a um discurso mais conciliador e agregador. Já estendeu a bandeira de paz ao governador Eduardo Campos e já comentou a capacidade e até admitiu a dianteira do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB), na disputa pelo Governo do Estado. Sabendo que tem que encerrar o seu ano fiscal de bem com os números, Lóssio antecipou o desgaste nas decisões mais complicadas para garantir um início de novo mandato menos turbulento. Medida acertada. Nem mesmo quando foi lembrado como possível candidato ao Governo pelo PT, o prefeito fez discursos acalorados, preferindo uma linha moderada em seus comentários. O certo é que Julio sabe que saiu forte da eleição, mas as previsões mostram que será um ano complicado para os municípios. E ele provavelmente quer governar com portas abertas, dando mais lugar às razões que às emoções do iniciante que deixou de ser.
Por: Carlos Britto
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Para quem pretende comprar ou apenas apreciar animais ornamentais, a União das Organizações Associativas do Parque do Cordeiro (Uniparque) está expondo, com associações de animais de pequenos e médios portes, uma grande variedade bichos durante a 71º Exposição Nordestina de Animais e Produtos Derivados, que segue até domingo (25), no Parque do Cordeiro com uma extensa programação.Os pequenos animais – coelhos, peixes ornamentais, cães, gatos, aves exóticas (araras, papagaios, pássaros belgas, pombos importados, entre outros) – fazem a festa da criançada e dos adultos. Todos são expostos com autorização do Ibama.
Estão participando mais de 30 expositores de peixes de água doce e salgada. A espécie de maior valor é o Beta Marine que pode chegar a R$ 1.000, além do Austrália, Palhaço, Yellow Ting e Hepatos, mas estes apenas participam de competições e não estão à venda. No caso das espécies acará diseo, japonês, balacharque, que estão à venda, o preço pode variar de R$ 1 a R$ 50, podendo ser adquiridos em 11 boxes montados na Exposição.
Outra atração são os coelhos com 11 criadores expondo 1.500 animais que podem ser levados para casa ao preço que varia de R$ 10 até R$ 500, no caso de reprodutores e matrizes. As raças mais vistas são a Nova Zelândia, Gigante Alemão e Califórnia. Esses reprodutores participarão nesta quarta-feira (21) do campeonato de melhor reprodutor e melhor matriz. O Gigante Alemão é o coelho mais caro podendo ser encontrado por R$ 500,00.
Também estão à venda filhotes de cães de até três meses, expostos em oito estandes. A média de preço fica entre R$300 e R$ 2.000. As raças são variadas: Poodle, Pastor Alemão, Cospe Inglês, Fox Terriê e outros. De acordo com o presidente da Uniparque, Patrick Brooman, o evento é uma oportunidade para os visitantes conhecerem em um só lugar uma grande variedade de animais.

O vereador do município de Arcoverde Jairo Freire (PSB) faleceu nesta terça-feira (20), em decorrência de um AVC. Jairo Freire de Lima é irmão do Padre Aírton Freire, da Fundação Terra. Com 1.162 votos, o vereador não se reelegeu, ficando como suplente na coligação Frente Popular de Arcoverde.
O socialista havia sofrido um infarto na manhã desta segunda-feira (19), sendo socorrido para o Hospital Memorial Arcoverde e transferido, devido à gravidade, para o Recife. Ainda na tarde desta terça (20), Jairo passou por uma intervenção cirúrgica, porém não resistiu e faleceu.
O corpo será transladado na manhã desta quarta-feira (21) para Arcoverde. O velório será na Fundação Terra, com a Missa de corpo presente às 12h. O sepultamento será à tarde, na cidade de Sertânia.
A Justiça do Distrito Federal condenou nesta terça-feira (20) o empresário Carlos Augusto Ramos, o Cachoeira, a cinco anos de prisão em regime semiaberto.
Ao proferir a sentença, assinada às 18h02 desta terça, a juíza Ana Claudia de Oliveira Costa Barreto determinou a soltura de Cachoeira, que está preso há 266 dias. “Julgo que não mais subsiste a necessidade de segregação cautelar”, argumentou.
A Folha teve acesso à integra da decisão da juíza. A sentença é decorrente da Operação Saint-Michel, deflagrada pelo Ministério Público do Distrito Federal e que investigou tentativas de fraudes no sistema de bilhetagem do transporte público do Distrito Federal. Por causa deste processo, Cachoeira permanecia preso no Presídio da Papuda, em Brasília.
Essa operação foi um desdobramento da Monte Carlo, deflagrada pela Polícia Federal em fevereiro e que o levou à cadeia no dia 29 daquele mês. As investigações da Monte Carlo acabaram gerando a CPI do Cachoeira, que deverá ser encerrada nesta semana com a leitura de seu relatório final.
O Tribunal de Justiça iria julgar um pedido de liberdade da defesa de Cachoeira na próxima quinta-feira.
Ocorre que a juíza Ana Cláudia de Oliveira, da Quinta Vara Criminal, antecipou a sentença. Ela condenou Cachoeira a dois anos de reclusão por formação de quadrilha e a três anos por tráfico de influência, além de 50 dias multa. “O grau de reprovabilidade da conduta do réu é elevado na medida em que não se inibe em desrespeitar o patrimônio público para enriquecimento próprio”, diz trecho da sentença assinada por ela.

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) participou da reunião do Conselho de Assuntos Legislativos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em que foi discutida a reforma do Código Penal.
O encontro contou também com a participação dos senadores Eunício Oliveira (PMDB-CE) e Pedro Taques (PDT-MT), presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado e o relator da proposição na Comissão Especial, respectivamente.
O senador Armando Monteiro falou sobre a proposta de responsabilização penal de empresas. Segundo ele, criminalizar a atividade empresarial é sempre um risco porque as restrições severas ao funcionamento das pessoas jurídicas prejudicam os trabalhadores com demissões, impede novos investimentos e a geração de empregos.
“Ações administrativas, como multas, podem ser mais adequadas e eficazes com a natureza dos delitos empresariais”, sugeriu o senador Armando Monteiro.






