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Blog do Finfa - A verdade em forma de notícia

Vereadores do PP reafirmam apoio a reeleição de Márcia Conrado

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), se reuniu nesta terça-feira, 27, com os vereadores do Partido Progressista (PP), a maior bancada da Câmara Municipal. Os oito vereadores garantiram permanência na base da prefeita e reafirmaram apoio à atual gestão, apesar do PP já não fazer mais parte dela.

Os vereadores devem deixar a legenda quando a legislação eleitoral abrir prazo para troca de partidos, período conhecido como “janela partidaria” que nesta eleição vai de 6 de março a 6 de abril.

Eles criticaram a manobra que levou o PP para as mãos da oposição e reforçaram que o avanço de Serra Talhada não pode ser interrompido.

“O PP venceu as eleições com Márcia, proporcionando força ao partido em Serra Talhada, e agora num gesto motivado por interesse pessoal afasta o partido de uma gestão que tem valorizado suas lideranças e, principalmente, conquistado vários resultados para nossa cidade”, declarou o líder do governo, Gin Oliveira.

China Menezes, o vereador mais votado pelo PP nas eleições de 2020, reforçou sua lealdade a Márcia, destacando sua história de trabalho e acolhimento às demandas da população.

Já Zé Raimundo, líder de bancada do PP, afirmou com ênfase que, embora o partido siga outro caminho, seu apoio e o dos colegas permanecem com Márcia, devido ao forte trabalho implementado na cidade.

A prefeita Márcia Conrado agradeceu a manifestação de apoio de todos os vereadores e reafirmou a disposição em seguir trabalhando para o desenvolvimento de Serra Talhada.

Governo de Pernambuco realiza 1ª Reunião de Mesa Geral de Negociação Coletiva Permanente de 2024

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Administração (SAD), realizou a 1ª Reunião Ordinária da Mesa Geral de Negociação Coletiva Permanente de 2024, nesta terça-feira (27), na sede da Pernambuco Participações e Investimentos S/A (Perpart). Na ocasião, foi apresentado o cronograma das Mesas Específicas de Negociação para este ano. Presentes ao encontro, representantes das categorias de servidores do Estado também tiveram a oportunidade de apresentar considerações específicas.
A secretária de Administração, Ana Maraíza, que conduziu a reunião, ressaltou a relevância da Mesa Geral. “Este é um espaço importante para ouvirmos as demandas de cada entidade de classe e buscarmos as soluções, sempre com base no respeito e transparência. A SAD segue com diálogo aberto e permanente com os servidores do Estado”, destacou. A titular da pasta aproveitou a oportunidade também para anunciar a primeira reunião de Mesa Específica que será realizada no dia oito de março.
Durante o encontro desta terça-feira, o secretário Executivo de Transparência e Controle, Renato Cirne, apresentou um resumo do cenário econômico e fiscal do Estado para os 16 órgãos de classe. Também participaram da Mesa Geral, a procuradora Geral Adjunta, Renata Brayner; o secretário Executivo de Relações Institucionais da Casa Civil, Igor Cadena; a secretária Executiva de Gestão Estratégica, Stephanie Pereira, e o coordenador do Controle do Tesouro Estadual, Flávio Mota, ambos da Secretaria da Fazenda; além da representante da Secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Bárbara Bandeira.
Importante destacar que será realizada no dia 24 de abril a Primeira Mesa Geral Extraordinária de Negociação Coletiva Permanente de 2024, quando será apresentada oficialmente a pauta do Fórum de Servidores Estaduais com pleitos das categorias.
Estiveram presentes ainda representantes das seguintes entidades sindicais: CUT/PE, SISCIPM/CBM, SINDSAAF, SINTEPE, SINDSERPE, SINDSHEMOPE, SINDPD, SINDETRAN, SINDUPE, SINPOL, SINDAGRO, SINPOCRIM, SINPOLPEN, ADUPE, SINTAPE e SEEPE.

Sileno volta a cobrar pagamento do 13º do Bolsa Família, que sofre atraso pelo segundo ano

O líder do PSB na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Sileno Guedes, cobrou, nesta terça (27), que o Governo Raquel Lyra divulgue o calendário de pagamento do 13º do Bolsa Família, iniciativa criada em 2019 e que é o maior programa estadual de transferência de renda do Brasil. O benefício é previsto em lei e costumava ser creditado em fevereiro para mais de um milhão de famílias em vulnerabilidade social. Contudo, em 2023, já havia sofrido um atraso de cinco meses.

O parlamentar argumenta que, mesmo com a criação do programa Mães de Pernambuco e de outras ações da área social inseridas no pacote de leis enviado à Alepe pelo Poder Executivo em novembro do ano passado, as matérias aprovadas pelos deputados na ocasião garantiram o pagamento da 13ª parcela do Bolsa Família, pelo Governo do Estado, a quem já tinha direito adquirido, ou seja, beneficiários que, em 2023, receberam o Bolsa Família do Governo Federal por pelo menos seis meses.

“A governadora fala muito nos invisíveis, mas o grande pacote da assistência social do Governo só chegou à Assembleia Legislativa com quase um ano de atraso, e ainda pedindo 120 dias para ser regulamentado após a aprovação. Até hoje, programas que foram modificados por esse pacote, como o 13º do Bolsa Família, estão com beneficiários sem receber a parcela deste ano. Você passar um ano para mandar um conjunto de ações da área social e ainda pedir 120 dias para regulamentar é tempo demais para quem tanto precisa dos programas socioassistenciais que já existem ou estão sendo criados”, disse Sileno.

Em 2023, o deputado fez diversas cobranças ao Governo Raquel Lyra na tribuna da Alepe e chegou a acionar o Tribunal de Contas do Estado (TCE) pelo não cumprimento da lei que garante o 13º do Bolsa Família. O período de apuração do benefício, como em todos os anos, terminou em 31 de janeiro, o que significa que, já em fevereiro, o Poder Executivo deveria ter feito o pagamento, a exemplo do que ocorreu entre 2020 e 2022, durante a gestão do PSB. Apesar disso, o calendário do ano passado só foi divulgado em maio, e os pagamentos só começaram em junho, mais de 150 dias após a expectativa inicial das famílias.

Mais um partido reafirma apoio à reeleição de Rodrigo Pinheiro

Nesta terça-feira (27), em mais uma reunião com lideranças políticas, o prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro (PSDB), esteve com Ricardo Teobaldo, vice-presidente estadual do Podemos, que reafirmou o compromisso de seguir com Pinheiro em sua reeleição. O presidente municipal do partido, Anderson Luiz, também esteve presente no almoço.

“Quero agradecer, mais uma vez, a confiança e o apoio do ex-deputado federal Ricardo Teobaldo e do presidente do partido, Marcelo Gouveia. Essa importante adesão do Podemos vem para ampliar ainda mais a nossa base e fortalecer o nosso grupo. Não tenham dúvidas de que o nosso principal objetivo sempre será de trabalhar em prol do desenvolvimento do município de Caruaru”, disse Pinheiro.

Patriota sugere ampliação do “Bônus Livro” para estudantes da Rede Estadual de Ensino

O deputado estadual José Patriota (PSB) apresentou a Indicação Nº 5491/2024 na Assembleia Legislativa de Pernambuco, propondo ao Governo do Estado a ampliação do “Bônus Livro”, já oferecido aos servidores, a ser destinado aos estudantes da Rede Pública Estadual de Ensino. Publicada nesta terça-feira (27) no Diário Oficial, a iniciativa visa criar um benefício financeiro para a aquisição de obras literárias, estabelecendo uma política de incentivo à leitura entre os alunos das escolas públicas do estado.

O deputado destaca a importância de alinhar essa proposta com a já existente Lei Estadual nº 18.410, de 23 de dezembro de 2023, que institui o “Bônus Livro” para os servidores efetivos e contratados por tempo determinado da Secretaria de Educação e Esportes. A proposta atual busca estender esse benefício aos estudantes da rede pública estadual. “Estamos propondo o ‘Bônus Livro’ como um incentivo crucial à leitura para os estudantes da nossa rede pública estadual. Essa medida não apenas fortalecerá o setor livreiro em Pernambuco, mas também cultivará o amor pela leitura, essencial para o desenvolvimento educacional”, afirmou.

Patriota também destaca a importância de que o Poder Executivo considere a pauta. “Essa é uma solicitação justa para o Governo do Estado, que, ao atender a esta indicação, estará contribuindo significativamente para o aprendizado e, consequentemente, para a melhoria da qualidade de vida de milhares de pernambucanos”, enfatizou.

Duque cobra solução à Compesa para falta d’água no sertão

O deputado estadual Luciano Duque se reuniu hoje (27), na Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), com o diretor regional do órgão, Igor Galindo, e o chefe de gabinete da presidência da entidade, José Virgínio, para tratar de temas pertinentes ao abastecimento de água do sertão do Estado.

Na pauta, as adutoras de Serra Talhada; Redenção em Santa Maria da Boa Vista; e Bom Sucesso em Tuparetama, além do fornecimento de água em Parnamirim, São José do Egito, Triunfo, Orocó e Santa Maria da Boa Vista. “Estivemos, mais uma vez, na Compesa para tratar assuntos importantes para os municípios do interior do estado. Nosso mandato não vai parar até termos solucionados as demandas da população que sofrem com a falta d’água”, disse.

Federação ou coligação partidária: qual a melhor escolha para agregar partidos políticos?

Atualmente, há duas formas de os partidos políticos se unirem para disputar uma eleição: por meio de uma coligação ou de uma federação. Apesar de algumas semelhanças, há diferenças importantes entre elas, como a duração da aliança e a sua abrangência. Enquanto a coligação só vale para o período eleitoral, a federação tem duração mínima de quatro anos. Já em relação à abrangência, a federação obrigatoriamente é nacional, ao passo que a coligação pode ser apenas regional. Outra diferença é que as coligações valem apenas para eleições majoritárias; já as federações partidárias podem apresentar concorrentes a todos os cargos, tanto nas eleições majoritárias quanto nas proporcionais.

Federações

Inovação introduzida pela Lei nº 14.208/2021, as federações podem ser formadas por dois ou mais partidos políticos e têm duração mínima de quatro anos, com prazo final indeterminado — ou seja, a aliança estende-se após o período eleitoral. Em 2024 ocorrerá a primeira eleição municipal com a participação das federações partidárias.

Justamente por esse caráter mais permanente e pela sua abrangência nacional, a tendência é que se reúnam em federações legendas com afinidade programática, o que não necessariamente ocorre nas coligações. A união pode funcionar como um teste para eventual fusão ou incorporação.

A aliança formada por meio de federações vale tanto para eleições majoritárias (para a Presidência da República, Senado Federal, governos de estado ou prefeituras) quanto proporcionais (para a Câmara dos Deputados, assembleias legislativas e câmaras municipais).

No caso das eleições proporcionais, para a distribuição das cadeiras nas casas legislativas, são somados os votos dos partidos que integram a federação e aplicados os quocientes eleitoral e partidário. Dessa forma, a federação pode ajudar legendas menores a superarem a cláusula de barreira e continuarem a existir.

Em relação à cota de gênero nas eleições proporcionais, ela deve ser atendida tanto pela lista de candidaturas da federação quanto individualmente pela lista de cada partido que a integra, de acordo com resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovada em dezembro de 2021.

A norma também determinou que a aplicação irregular de recursos públicos transferidos entre legendas da mesma federação acarreta a desaprovação das contas tanto do partido beneficiado quanto do partido doador. O objetivo da medida é tornar inócua eventual utilização de uma das agremiações como intermediária para a prática de irregularidades.

Para participar da eleição, a federação precisa ser constituída até o prazo final das convenções partidárias (5 de agosto do ano eleitoral) e que o seu registro tenha sido deferido pelo TSE até seis meses antes do pleito.

Para obter o registro, é preciso constituir uma associação, registrada em cartório de registro civil, com personalidade jurídica distinta da dos partidos. A federação deve ter ainda um estatuto próprio, com regras sobre fidelidade partidária e sanções para quem não seguir as orientações de votação, por exemplo.

Se um partido sair da federação antes de quatro anos, não poderá utilizar recursos do Fundo Partidário até o final do período que faltaria para concluir esse prazo mínimo. Também não poderá entrar em outra federação nem celebrar coligação nas duas eleições seguintes.

As federações podem ainda fazer coligações para cargos majoritários com outros partidos políticos. No entanto, os partidos que integram uma federação não podem se coligar a outras legendas de forma isolada.

Nos estados, no Distrito Federal e nos municípios o funcionamento da federação não dependerá de constituição de órgãos próprios, bastando que exista, na localidade, órgão partidário de algum dos partidos que a compõe.

A manutenção e o funcionamento da federação serão custeados pelos partidos políticos que a compõem, cabendo ao estatuto dispor a respeito.

As controvérsias entre os partidos políticos relativas ao funcionamento da federação constituem matéria interna corporis, de competência da Justiça Comum, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral para dirimir questões relativas ao registro da federação e das alterações previstas resolutivamente, ou que impactem diretamente no processo eleitoral.

Existem atualmente três federações, que tiveram seu registro deferido em maio de 2022 e, portanto, têm o prazo mínimo de duração até maio de 2026: Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), Federação PSDB Cidadania e Federação PSOL Rede.

Coligações

As coligações para eleições proporcionais foram extintas em 2017, mas continuam valendo para as disputas dos cargos majoritários. Estão previstas na Constituição Federal, no Código Eleitoral e na Lei das Eleições, entre outros diplomas legais.

De natureza puramente eleitoral, as coligações extinguem-se automaticamente após o pleito. Podem ter abrangência municipal (nas disputas para prefeituras), estadual (para governos estaduais e Senado) ou nacional (para a Presidência da República).

Atualmente, não existe obrigatoriedade de vinculação das coligações em âmbito nacional, estadual e municipal (a chamada verticalização). Apenas não é permitido que partidos coligados para a eleição de um governador ou governadora façam uma coligação diferente para o cargo de senador ou senadora, segundo decisão do TSE de 2022. No entanto, é permitido que os partidos coligados na eleição para o governo lancem candidaturas isoladas ao Senado.

O partido político ou a federação que formar coligação majoritária somente possui legitimidade para atuar de forma isolada, no processo eleitoral, quando questionar a validade da própria coligação, durante o período compreendido entre a data da convenção e o termo final do prazo para a impugnação do registro de candidatura; sem excluir a Iegitimidade do partido político ou da federação para isoladamente impugnar candidaturas, propor ações, requerer medidas administrativas relativas à eleição proporcional.

A união de partidos para disputar uma eleição traz vantagens para as campanhas eleitorais, como mais tempo de televisão, rádio e a possibilidade de receber verbas dos outros partidos integrantes.

As coligações devem ser celebradas durante as convenções partidárias, que se realizam de 20 de julho a 5 de agosto do ano eleitoral. Cada coligação precisa ter um nome próprio, que tem que ser exibido nas propagandas eleitorais, acima das legendas de todos os partidos que a integram; porém a denominação própria, que poderá ser a junção de todas as siglas dos partidos políticos que a integram, sendo a ela atribuídas as prerrogativas e obrigações de partido político no que se refere ao processo eleitoral, devendo funcionar como um só partido político no relacionamento com a Justiça Eleitoral e no trato dos interesses interpartidários.

A denominação da coligação não poderá coincidir, incluir ou fazer referência a nome ou a número de candidata ou candidato, nem conter pedido de voto para partido político ou federação. A Justiça Eleitoral decidirá sobre denominações idênticas de coligações, observadas, no que couber, as regras constantes da resolução relativas à homonímia de pessoas candidatas.

Os partidos políticos e as federações integrantes de coligação devem designar uma ou um representante, que terá atribuições equivalentes às de presidente de partido político no trato dos interesses e na representação da coligação no que se refere ao processo eleitoral perante a Justiça Eleitoral pela pessoa designada ou por delegadas ou delegados indicadas (os) pelos partidos políticos e federações que a compõem.

Federações x Coligações

Para entendermos melhor discorremos às semelhanças e diferenças entre as federações e coligações partidárias; entretanto podem participar de uma eleição: o partido político e a federação que, até seis meses antes da data do pleito, tenham registrado seus estatutos no TSE e tenham, até a data da convenção, órgão de direção, definitivo ou provisório, constituído na circunscrição, devidamente anotado no tribunal eleitoral competente, de acordo com o respectivo estatuto partidário; e na federação conte em sua composição com ao menos um partido político que tenha, até a data da convenção, órgão de direção.

Deste modo, tanto a federação de partidos quanto a coligação partidária são formas de cooperação eleitoral entre partidos políticos em um sistema multipartidário. Mas, quais são as vantagens e desvantagens de cada uma delas?

Uma das principais vantagens da federação de partidos é que ela permite que os partidos mantenham sua identidade e independência, ao mesmo tempo em que se unem em torno de um programa comum. Os partidos mantêm suas próprias estruturas e direções, mas concordam em formar uma aliança eleitoral comum e apresentar uma lista conjunta de candidatos. Com isso, se argumenta que os eleitores teriam uma visão mais clara das diferenças entre os partidos, já que poderiam ter a opção de votar em uma aliança eleitoral mais ampla de partidos que compartilham seus valores.

Também é apresentada como uma vantagem da federação ela contribuir para reduzir a fragmentação política, uma vez que incentiva os partidos a se unirem em coalizões em torno de questões importantes e de ideias semelhantes. O argumento é que esta união de partidos pode tornar a governabilidade mais fácil e ajudar a evitar impasses políticos, especialmente entre o Executivo e o Legislativo.

Por outro lado, a coligação partidária pode ser mais eficaz do que a federação em eleições proporcionais, quando o objetivo é ganhar o maior número possível de assentos parlamentares. Portanto, é uma relação feita em bases pragmáticas, onde os partidos se unem e apresentam uma lista conjunta de candidatos para os eleitores escolherem, como se fosse um só partido, na esperança de que haverá um aumento da força eleitoral da aliança por meio da conquista de mais assentos no Legislativo.

No entanto, a coligação também pode dificultar a distinção entre os partidos e seus programas políticos, já que os candidatos são apresentados em uma lista conjunta. E ainda mais, normalmente se desfaziam após as eleições, diferentemente das federações que tem que permanecer, mesmo depois dos pleitos eleitorais.

Em resumo, a federação pode ter a vantagem de manter a identidade dos partidos e ao mesmo tempo oferecer uma plataforma comum, enquanto a coligação partidária pode ser mais eficaz em eleições proporcionais, mas pode levar a uma perda de identidade dos partidos envolvidos. Ambas as formas de cooperação eleitoral têm suas vantagens e desvantagens, e a escolha entre elas dependerá do contexto político específico de cada eleição.

Por Hérica Nunes Brito – Advogada Eleitoralista

Em Brasília, João Paulo Costa toma posse como Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Unale

Após apresentar o projeto que criou a Comissão Permanente de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa de Pernambuco, o deputado João Paulo Costa foi eleito presidente por unanimidade da referida Comissão. Hoje, em Brasília, ao lado de outros presidentes de Comissão da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais, o parlamentar pernambucano assumiu a Presidência da Comissão de Defesa do Consumidor da Unale.

“Esse é o papel da UNALE, fazer essa interlocução dos Poderes Legislativos de todos os estados, para que juntos possamos debater ideias e sugestões e apresentar medidas que, de fato, melhorem a qualidade de vida da população. Fico muito feliz pelo reconhecimento do nosso trabalho como Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da ALEPE. Agora vamos ampliar o nosso trabalho através do diálogo e da troca de experiências para garantir o direito de todos os consumidores brasileiros”, discursou João Paulo Costa.

A Comissão tem a responsabilidade de propor a realização de eventos relacionados com o direito do consumidor, acompanhar projetos sobre o assunto nas Casas Legislativas, atuar na ampliação da participação dos parlamentares no tema e contribuir para estreitar os vínculos entre os deputados e os especialistas técnicos na defesa do consumidor.

A Comissão de Defesa do Consumidor da Alepe, através do deputado João Paulo Costa, realizou diversas visitas aos órgãos que defendem o consumidor, como a OAB e o Procon PE, para dialogar e traçar estratégias em conjunto para proteger o consumidor.

Também foram realizadas quatro grandes Audiências Públicas, para debater a “Precariedade nas instalações do Procon”, o “Direito à informação nas relações consumeristas”, “Os Direitos do Consumidor no período da Black Friday” e a “A proteção e os direitos da pessoa com Epidermólise Bolhosa nos estabelecimentos educacionais e de saúde em Pernambuco”.

O parlamentar pernambucano também possui importantes Leis sancionadas sobre a temática em nosso estado, como a Lei nº 16.930, que modifica o prazo de divulgação da lista do material escolar a ser utilizado pelo aluno durante o ano letivo e o cronograma semestral básico de utilização, que agora passou a ser divulgado até o dia 1º de novembro do ano anterior ao início do ano letivo, garantindo mais tempo para os pais se organizarem financeiramente.

Outra Lei de sua autoria, de nº 17.690, prevê multa caso haja situações de constrangimento em decorrência da impossibilidade de realizar o pagamento por falha no sistema.

Além disso, diversos projetos de lei também tramitam na Casa, como o PLO nº 1033, que proíbe a cobrança de taxas sem a contraprestação das concessionárias de serviços públicos. As concessionárias de serviços públicos ficam obrigadas a suspender a cobranças de taxas de esgoto e/ou iluminação pública, quando não houve o fornecimento de saneamento básico ou iluminação pública no logradouro em que esteja instalada a unidade consumidora; e o PLO nº 7, que assegura o direito das pessoas portadoras de limitações das funções do sistema visual receberem demonstrativos, do consumo mensal de água, energia elétrica, telefonia, internet e outros serviços, em Braille ou letras ampliadas.

Nota de Esclarecimento

É com urgência que viemos a público esclarecer e retificar informações veiculadas recentemente sobre o incidente envolvendo o pré-candidato a prefeito de Quipapá, Luizinho do Posto, e a senhora Edijane Maria da Silva.

Contrariamente ao que foi divulgado, desmentimos categoricamente qualquer envolvimento ou responsabilidade do Sr. Luizinho do Posto nas lesões corporais sofridas pela senhora Edijane Maria da Silva. O laudo médico do Instituto de Medicina Legal Antônio Persivo Cunha não faz qualquer menção à participação do Sr. Luizinho do Posto no episódio em questão, nem estabelece qualquer relação entre ele e as lesões apresentadas pela senhora Edijane.

É importante ressaltar que o Sr. Luizinho do Posto nunca esteve em proximidade suficiente capaz de causar tal lesão com a senhora Edijane Maria da Silva, e as alegações feitas sugerindo seu envolvimento são completamente infundadas. As marcas físicas apresentadas pela senhora Edijane não têm qualquer relação com o Sr. Luizinho do Posto, e reiteramos veementemente que ele não praticou qualquer ato de agressão contra ela.

É evidente que se trata de uma trama elaborada, com apresentação de falsos indícios, na tentativa de incriminar o Sr. Luizinho do Posto. Nossa preocupação se estende à integridade e reputação do Sr. Luizinho, que está sendo injustamente acusado e difamado.

Repudiamos veementemente a disseminação de informações falsas e caluniosas que visam denegrir a imagem do Sr. Luizinho do Posto. Estamos tomando as medidas legais cabíveis para esclarecer esse equívoco e responsabilizar aqueles que estão promovendo essa campanha difamatória.

Pedimos à imprensa e à população que ajam com responsabilidade e aguardem a apuração dos fatos, garantindo assim a preservação da verdade e da justiça.

Perícia do IML confirma lesão corporal em mulher agredida por pré-candidato a prefeito de Quipapá

Foto: Edijane, esposa do eletricista, foi agredida

Perícia traumatológica do Instituto de Medicina Legal Antônio Persivo Cunha (Secretaria de Defesa Social) indica que a senhora Edijane Maria da Silva foi alvo de lesões corporais provocadas pelo pré-candidato a prefeito de Quipapá, Luizinho do Posto. Ela é esposa de José André Ribeiro da Silva, eletricista funcionário da prefeitura do município que teve a casa invadida e foi agredido e ameaçado pelo pré-candidato no último domingo (25.02). Na ocasião, Edijane foi atingida ao tentar proteger o esposo.

De acordo com a perícia, “em face lateral direita do pescoço notam-se duas áreas avermelhadas devido à avulsão superficial da pele, com crosta clara aderida, tamanho e disposições variadas, compatíveis com escoriações”. A conclusão da perícia afirma que “as lesões descritas são compatíveis com ação contundente recente”, confirmando que houve “lesão à integridade corporal” da examinada, ocasionada por “instrumento contundente”. A perícia traumatológica é assinada digitalmente pelo médico legista João Victor Tenório Cavalcanti de Aragão.

O episódio foi denunciado nesta segunda (26.02) em pronunciamento na Assembleia Legislativa de Pernambuco pelo presidente da Casa, deputado Álvaro Porto. De acordo com o parlamentar, o pré-candidato tem circulado pela cidade acompanhando de policiais de Alagoas, que fazem sua segurança, levando medo à população de Quipapá. O ataque aconteceu após Luizinho do Posto invadir a residência do casal. O pré-candidato também roubou o aparelho celular do eletricista.

O boletim de ocorrência foi feito em Palmares. Porto afirmou esperar que sejam tomadas as medidas cabíveis de modo que acontecimentos do gênero não se repitam. “O pré-candidato não pode ficar impune. Acima de tudo a população de Quipapá não pode viver aterrorizada pela violência do pré-candidato a prefeito”, disse.

O deputado informou ainda que vai acionar a corregedoria da Policia Militar de Alagoas para impedir que policiais do estado vizinho voltem a atuar em Quipapá, contribuindo para aumentar o terror no município, como ocorreu na disputa de 2020.

Foto: divulgação