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A Secretaria de Saúde por meio da Assistência Básica iniciou nesta ontem (8), a primeira campanha de conscientização sobre o mosquito da dengue, que consiste na visita domiciliar de inspeção sanitária juntamente aos Agentes de Saúde, Agentes de Dengue e Agentes Mirins da dengue (crianças que passaram por uma formação com profissionais da saúde para a campanha).
Todos os Agentes estão por meio de mutirão visitando os moradores de acordo com as localidades das Estratégia de Saúde da Família (ESF) fazendo palestras, entregando panfletos e conversando sobre os riscos do mosquito para a população.
A Campanha está prevista para terminar na próxima segunda-feira, 13 de maio, e a secretária de Saúde Genneycka Catyuce acredita nessa inciativa para atingir os objetivos.
“O objetivos da campanha é de conscientizar a população e diminuir o índice de casos de dengue no município, e essa campanha veio auxiliar os trabalhos já realizados em nossa cidade”, declarou a secretária.
Acompanhe os dias, ações e responsáveis
07/05
Formação dos Agentes Mirin nas seguintes Escolas: Arnaldo; Escola da Cohab, Jureminha, Odano Pires, Borborema e Brejinho.
Enfermeiras, técnicos de Enfermagem, ACS e coordenadores da Atenção Básica e Dengue.
08/05
Mobilização da ESF Bairro de Fátima I, II.
Equipe do PSF e coordenação da Atenção Básica, Dengue e epidemiologia.
09/05
Mobilização da ESF Vitorino Gomes e Riacho do Gado.
Equipe do PSF e coordenação da Atenção Básica, Dengue e epidemiologia.
10/05
Mobilização da ESF João Cordeiro e Brejinho.
Equipe do PSF e coordenação da Atenção Básica, Dengue e epidemiologia.
13/05
Mobilização no povoado da Borborema
Equipe do PSF e coordenação da Atenção Básica, Dengue e epidemiologia.
Os profissionais contratados pelo exercito para o transporte de água e abastecimento de comunidades rurais da região estão reclamando contra o preço cobrado pela Compesa na Barragem do Rosário. Noticia que chegou a produção dos Programas Rádio Vivo/Cidade Alerta, indica que quando abasteciam enchiam os caminhões em Afogados da Ingazeira pagavam 4 reais por cada carga de água e agora mesmo com Rosário mais distante, estão pagando 8 reais. A Compesa com a palavra.
O Governo Federal acabou com as esperanças de recuperação sucroalcooleira. Ontem, a presidente Dilma Rousseff vetou a subvenção que seria fornecida aos produtores e fornecedores de cana-de-açúcar do Nordeste, no valor de R$ 10 por tonelada da cultura. Agora, representantes do setor buscam sensibilizar o Executivo para implantar medidas emergenciais que impeçam o desaparecimento da indústria e da cadeia produtiva canavieira da Região, afetada pela pior seca dos últimos 40 anos. O novo apelo foi feito ao ministro da Fazenda, Guido Mantega e partiu dos presidentes dos sindicatos da Indústria de Açúcar e Álcool (Sindaçúcar) de Pernambuco, e Alagoas, Renato Cunha (FOTO) e Pedro Robério Nogueira, respectivamente, e do presidente do Senado, Renan Calheiros.
De acordo com Renato Cunha, o ministro se mostrou aberto à discussão de novas propostas para valorizar o arranjo produtivo, genuíno do Nordeste, que, apesar de responder por cerca de 10% da cana do País, compreende 35% dos empregos da Região. “Mostramos a ele que a indústria do etanol no Brasil está sem competitividade em função do atrelamento ao preço contido da gasolina, além de alertá-lo que os custos de produção aumentaram muito e que o Nordeste ainda teve o fator climático que desorganizou os patamares da cadeia”, relatou o presidente do Sindaçúcar-PE.
Ainda durante a conversa com o ministro Mantega, foi solicitado um estudo que solucione o problema da subvenção vetada ontem e que seja garantido o recurso de R$ 0,40 por litro de etanol produzido na safra 2011/2012. “Essas medidas têm que ocorrer rapidamente para que possamos chegar à safra 2013/2014, que inicia em setembro”, disse Cunha. Até a próxima quarta-feira, Guido Mantega deve se posicionar sobre os pedidos, por meio do senador Renan Calheiros. “Ele (Mantega) entendeu que o setor sucroalcooleiro passa por um momento, pelo qual são necessárias medidas emergenciais de apoio”, finalizou Renato Cunha.
A justificativa de Dilma para vetar o artigo oitavo, na Lei 12.806, foi que “a subvenção de que trata o dispositivo não está acompanhada da devida previsão do impacto financeiro e consequente indicação da origem dos recursos que financiarão essas despesas em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal”, segundo despacho divulgado no Diário Oficial da União de ontem.

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