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Últimas publicações do quadro “Brasil”

Corpo de Arlindo Cruz será velado neste sábado na quadra do Império Serrano, em cerimônia ‘em formato de gurufim’

Por Lucas Machado, g1 Rio e GloboNews

O corpo de Arlindo Cruz, que morreu nesta sexta-feira (8), aos 66 anos, será velado neste sábado (9) às 18h, na quadra do Império Serrano, em Madureira, na Zona Norte do Rio.

A agremiação informou que o velório do cantor será realizado, em formato de gurufim, aberto ao público. A homenagem se estenderá até às 10h da manhã de domingo (10).

Tradição trazida para o Brasil por africanos escravizados, o gurufim é uma cerimônia funerária com música e bebida, usadas para aliviar o luto.

Segundo familiares, haverá também um momento restrito aos mais próximos.

O sepultamento ocorrerá no domingo, às 11h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap.

Transplantes, infecção: qual é o estado de saúde de Faustão, internado há quase 80 dias?

Fausto Silva, 75, está internado há mais de dois meses no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, devido a uma infecção aguda. Além disso, o apresentador ainda precisou ser submetido a transplante de fígado e a um retransplante renal.

Qual é o quadro de saúde?

Segundo o último boletim médico, Faustão precisou ser hospitalizado em 21 de maio em razão de uma infecção bacteriana aguda com sepse. O apresentador necessitou de uma atenção especial de controle infeccioso e reabilitação clínica e nutricional, para estabilização do quadro de saúde.

Com a infecção controlada, Fausto Silva também realizou um transplante de fígado, na última quarta-feira. O procedimento ainda foi combinado a um retransplante renal, planejado há um ano, e realizado ontem.

Os procedimentos ocorreram após o Einstein ser acionado pela Central de Transplantes do Estado de São Paulo e confirmar a compatibilidade dos órgãos doados por doador único.
Equipe de Faustão, informou via boletim médico

O último boletim médico não informa se há previsão de alta médica para o artista. Ele está sendo assistido pelos médicos: Dr. Alvaro Pacheco e Silva Filho, nefrologista; Dr. Marcelo Bruno de Rezende, cirurgião da equipe de transplante hepático; Dr. Fernando Bacal, cardiologista; e Dr. Eliezer Silva, diretor executivo de sistemas de saúde.

Com 41 assinaturas, oposição protocola pedido de impeachment contra Moraes no Senado

Correio Braziliense – Em resposta à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a oposição no Senado protocolou, nesta quinta-feira (7/8), um pedido de impeachment contra o magistrado. A peça reuniu as 41 assinaturas exigidas para ser apresentada formalmente. A última adesão veio do senador Laércio Oliveira (PP-SE), confirmada pela manhã.

Com o protocolo do pedido, os senadores bolsonaristas anunciaram o fim da obstrução aos trabalhos legislativos e da ocupação da Mesa Diretora do Senado. A estratégia agora será pressionar o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), a dar andamento ao processo. A decisão sobre o acolhimento cabe exclusivamente a ele.
“Estamos desobstruindo e a oposição vai participar dos debates das pautas que interessam ao Brasil, pautas que interessam a todos, para aquém das questões ideológicas”, afirmou o líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), em pronunciamento no Senado.

Moraes descarta recuar sobre prisão domiciliar de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), descarta recuar da decisão que impôs a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro(PL). A auxiliares, ele tem dito que, a despeito de qualquer crítica, não deve rever a medida.

Embora uma ala da Corte considere a domiciliar “exagerada” e até “desnecessária” diante da proximidade do julgamento definitivo da ação penal sobre a trama golpista, Moraes ainda conta com o apoio da maioria dos colegas, especialmente os da Primeira Turma.

As decisões do ministro, relator das investigações contra Bolsonaro, têm sido referendadas pela maioria do colegiado. Os ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia costumam acompanhá-lo. Já o ministro Luiz Fux oscila e tem apresentado divergências.

Nesta quarta-feira (6), o decano do STF, Gilmar Mendes, negou que a decisão tenha causado desconforto entre ministros da Corte. “O Alexandre tem toda a nossa confiança e o nosso apoio”, disse, durante evento do Instituto Esfera Brasil.

Internamente, a avaliação dos ministros é de que o recurso que será interposto pela defesa de Bolsonaro, pedindo a revogação da prisão, não deve prosperar. Os advogados alegam que não houve descumprimento das cautelares, mas Moraes está convicto do contrário.

O entorno do relator afirma que há mais chances de a prisão domiciliar ser convertida em preventiva – caso haja novos descumprimentos – do que de o ministro voltar atrás e “aliviar” para Bolsonaro.

Em Brasília, governadora Raquel Lyra se reúne com presidente Lula e governadores do Nordeste, e debate medidas emergenciais para setores produtivos após tarifaço anunciado pelos EUA

A governadora Raquel Lyra participou, nesta terça-feira (5), em Brasília, da 5ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o Conselhão. Durante o encontro, presidido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os governadores do Consórcio Nordeste manifestaram preocupação com o impacto do tarifaço, pacote de sobretaxas anunciado pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, e defenderam medidas emergenciais para proteger empresas exportadoras da região.
“Estou junto com todos os governadores do Nordeste intensificando o diálogo para encontrarmos soluções que minimizem o impacto das sobretarifas previstas para serem impostas pelo governo norte-americano ou até que elas sejam evitadas. Nosso trabalho é garantir a solidariedade ao empresariado e a manutenção dos nossos empregos, principalmente na produção de frutas e do açúcar, que são bastante fortes no nosso Estado”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
O presidente Lula pontuou que o governo vai recorrer a todas as medidas cabíveis para defender os interesses do país. “A começar pela Organização Mundial de Comércio. O governo já vinha atuando para fortalecer o nosso comércio exterior e gerar novas oportunidades para empresas nacionais”, ressaltou.
Desde o anúncio das tarifas, o Governo de Pernambuco tem mantido diálogo com representantes de setores econômicos do Estado para buscar redução do impacto. Na semana passada, a gestão estadual solicitou apoio ao governo federal em três frentes de atuação para suporte ao setor produtivo.
A primeira é para disponibilização, via Banco do Nordeste do Brasil (BNB), de linhas emergenciais de crédito para os setores diretamente afetados. A segunda é para adoção de medidas compensatórias, como o incentivo à diversificação de mercados internacionais, a facilitação de acesso a países parceiros e políticas de apoio à exportação. E a terceira é a proteção e promoção dos interesses dos setores produtivos do Nordeste brasileiro na interlocução com os Estados Unidos.
A região Nordeste pode ser especialmente afetada com a elevação de tarifas sobre produtos como frutas, pescados, açúcar, mel, minérios e sal, segmentos com forte presença de pequenas e médias empresas que geram milhares de empregos diretos e indiretos. A expectativa dos governadores nordestinos é de que, caso o tarifaço não seja evitado, o país adote medidas emergenciais para proteger as empresas exportadoras, especialmente as que operam em setores estratégicos para a economia regional.
“O Brasil é o grande protagonista da segurança alimentar. A orientação do presidente Lula tem sido a negociação e o diálogo. Nós vamos trabalhar para reverter esse processo e, além disso, apoiar as empresas, o emprego, o setor produtivo e abrir novos mercados”, enfatizou o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.
REUNIÃO COM HADDAD – Ainda em Brasília, a governadora Raquel Lyra participou de uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que tratou também de medidas de compensação, como operações de crédito, após os impactos que serão sentidos com a validação do tarifaço pelos Estados Unidos.