Por Agência O Globo
Em Lisboa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou acordos comerciais, instou empresários de Portugal e do Brasil a terem mais ousadia e prometeu se empenhar para levar adiante o acordo Mercosul-União Europeia.
— No que depender de mim, a gente vai fazer um acordo União Europeia e Mercosul. Faltam pequenos ajustes e temos condições de fazer. Se depender de mim, a gente vai tentar concluir a discussão mais séria do acordo com União Europeia. A gente vai rearticular a unidade da América do Sul porque a gente quer provar que juntos somos um grande bloco econômico — afirmou neste sábado.
O acordo é citado também na declaração conjunta do encontro. Os dois chefes de governo “reafirmaram a convicção partilhada sobre as vantagens mútuas do Acordo entre a União Europeia e o Mercosul, sublinhando o entendimento comum sobre o alcance politicamente estratégico de conclusão do Acordo e do seu enorme potencial no reforço dos laços políticos, econômicos e de cooperação entre as duas regiões”, diz o texto.
Em outra frente, Lula anunciou ontem a abertura de um escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) em Lisboa.
Mais cedo, o presidente afirmou que espera que governantes e empresários brasileiros e portugueses sejam mais ousados para fazer negócios:
— Precisamos ser mais ousados, nossos ministros têm que conversar mais, discutir o financiamento das nossas indústrias. Nós nos comunicamos pouco. Pensamos que Portugal é amigo e não precisamos conversar, mas precisamos conversar, porque o papel do presidente é abrir a porta, mas quem tem competência para fazer negócio são os empresários.

Por g1 — Brasíl


A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, defendeu a centralidade da ciência no desenvolvimento das soluções para os desafios do país. Durante audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (19), ela apresentou as medidas implementadas nos primeiros cem dias de governo e aquelas que estão em construção. Para a ministra, a ciência perpassa todas as políticas públicas.