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Lula se reúne com Papa Francisco e líderes italianos nesta quarta

Por Guilherme Mazui, g1 — Brasília

Em sua terceira viagem à Europa neste mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontra nesta quarta-feira (21) com o Papa Francisco, no Vaticano, e com o presidente e a primeira-ministra da Itália, em Roma.

É o primeiro encontro de Lula com o Papa Francisco desde que o petista retornou ao Planalto. Lula adiantou que pretende discutir com o pontífice, principal líder da Igreja Católica no mundo, ações de combate à fome e à desigualdade, além de formas de encerrar a guerra entre Ucrânia e Rússia.

O presidente também disse que deseja convidar o Papa para visitar o Brasil e acompanhar o Círio de Nazaré, em outubro, em Belém. Francisco esteve no Brasil há 10 anos, na edição de 2013 da Jornada Mundial da Juventude.

Lula desembarcou nesta terça-feira (20) em Roma. A parada seguinte, antes do retorno ao Brasil, será Paris.

Ainda na Itália, Lula terá audiências com o presidente Sergio Mattarella, a primeira-ministra Giorgia Meloni e o prefeito de Roma, Roberto Gualtieri.

Meloni é integrante da extrema-direita e o partido dela, o Irmãos da Itália, tem raízes no fascismo. Após as eleições do ano passado no Brasil, ela cumprimentou Lula nas redes sociais e disse que Itália e Brasil continuariam trabalhando juntos.

A Itália é integrante da União Europeia, bloco com quem o Mercosul tenta finalizar um acordo comercial. Lula tem criticado um termo adicional ao acordo, apresentada pelos europeus, que prevê a aplicação de sanções em caso de descumprimentos de obrigações dos países signatários.

Veja os compromissos do presidente nesta quarta na Itália:

4h30: audiência com o ex-primeiro-ministro da Itália Massimo D’Alema;
5h: audiência com a secretária-geral do Partido Democrático Italiano, Elly Schlein;
7h15: reunião com o presidente da Itália, Sergio Mattarella;
9h30: encontro com o papa Francisco;
10h30: reunião com o arcebispo Edgar Peña Parra, da Secretaria de Estado do Vaticano;
12h: reunião com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni;
13h: reunião com o prefeito de Roma, Roberto Gualtieri.

França
O segundo e último destino da viagem de Lula é Paris, com agendas na quinta (22) e na sexta-feira (23).

Na quinta, a agenda de Lula prevê uma série de encontros com líderes de outros países:

Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul;
Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente de Cuba;
Ariel Henry, primeiro-ministro do Haiti;
Sultan al Jaber, presidente da COP-28 nos Emirados Árabes Unidos.

Lula também falará no evento Power Our Planet, que será realizado no Campo de Marte, em frente à torre Eiffel.

Na sexta, o presidente participará, ao lado de lideranças de outros países, de uma cúpula que discutirá um novo pacto financeiro global.

Lula ainda terá uma audiência exclusiva com o presidente francês, Emmanuel Macron, com quem deve tratar de temas variados, entre os quais, preservação da Amazônia, acordo Mercosul-União Europeia e a guerra na Ucrânia.

Carro zero com desconto: 64% dos recursos do programa já foram gastos

As vendas dispararam 88% no último fim de semana. Desconto vai variar de R$ 2 mil a R$ 8 mil no preço de veículos de até R$ 120 mil.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou nesta segunda-feira (19) que 64% dos recursos para financiamento do programa para baratear os carros populares já foram consumidos, após uma disparada de 88% nas vendas no fim de semana.

Segundo as informações, as montadoras já solicitaram R$ 320 milhões em créditos tributários dos R$ 500 milhões disponíveis para os descontos ao consumidor pessoa física na compra de um veículo zero.

Nove montadoras participam do programa, com um total de 266 versões de veículos incluídos pelas empresas na iniciativa, que correspondem a 32 modelos.

Avaliação no Datafolha: Lula supera Bolsonaro, mas perde para Dilma e FHC

Por: O Globo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é aprovado por 37% dos brasileiros, e reprovado por 27%, de acordo com a pesquisa Datafolha publicada neste sábado. Para 33%, o petista é regular, e 3% não opinaram.

Em relação à desaprovação, o petista só aparece melhor em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro (33%), se comparado com outros presidentes nos últimos 30 anos, e até mesmo com seu primeiro mandato. Enquanto Fernando Henrique Cardoso (PSDB) era desaprovado por 17% no mesmo período, “Lula 1” tinha 11%, e Dilma Rousseff (PT), 10%.

FH (1995): 40% de ótimo/bom; 40% de regular; 17% de ruim/péssimo

Lula (2003): 42% de ótimo/bom; 43% de regular; 11% de ruim/péssimo

Dilma (2011): 49% de ótimo/bom; 38% de regular; 10% de ruim/péssimo

Bolsonaro (2019): 33% de ótimo/bom; 31% de regular; 33% de ruim/péssimo

Lula (2023): 37% de ótimo/bom; 33% de regular; 27% de ruim/péssimo

A avaliação se mantém estável em relação à última pesquisa, feita em 29 e 30 de março. Os números variaram dentro da margem de erro. Antes, a aprovação estava em 38%, e a reprovação, em 29%. E era visto como regular por 30%.

O levantamento considera as avaliações de “ótimo” e “bom” dos entrevistados como aprovação ao presidente, e “ruim” e “péssimo” como desaprovação.

Os dados são similares ao de Jair Bolsonaro, que chegou ao seu sexto mês de gestão sendo aprovado por 33% e reprovado por outros 33%, sendo visto como regular por 31%. A pesquisa considera um empate técnico, considerando os limites da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A avaliação de Lula em seu terceiro governo, a esta altura do mandato, é pior que a de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em 1995, ele mesmo em 2003, e para Dilma Rousseff (PT) em 2011. Não é possível comparar com Michel Temer (MDB), que assumiu o governo após o impeachment de Dilma com quase um ano e meio do segundo mandato.

A pesquisa foi realizada em 112 municípios do Brasil, nos dias 12 a 14 de junho, com 2.010 respondentes.

Os dados do Datafolha são similares aos do Ipec, publicados pelo GLOBO na semana passada. Segundo aquele levantamento, o grupo que classifica a administração do petista como “boa” ou “ótima” passou de 39% para 37% em relação a abril. Já as avaliações “ruim” ou “péssima” variaram na direção oposta, saindo de 26% para 28%. Os que consideram a gestão “regular” eram 30%, e agora totalizam 32%.

Apesar de todas as variações estarem dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos, os números do Ipec indicam uma tendência negativa da opinião pública em relação ao Executivo federal neste primeiro semestre de governo. Em março, no primeiro levantamento feito pelo instituto, 17 pontos percentuais separavam os grupos dos satisfeitos e o dos insatisfeitos. Hoje, na pesquisa que foi às ruas entre 1º e 5 de junho, essa distância está em nove pontos.

 

Piso da enfermagem: entenda o que acontece após julgamento ser interrompido novamente

Decisão que liberou pagamento segue valendo; ministro tem 90 dias para liberar caso

Folha PE — O julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o piso da enfermagem foi interrompido novamente nesta sexta-feira, por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli. É a segunda vez em menos de mês que a análise é paralisada. Enquanto o julgamento não for retomado, continua valendo uma decisão do ministro Luís Roberto Barroso, que liberou o pagamento do piso.

Toffoli tem até 90 dias para liberar a ação para julgamento. Ele pode fazer isso em um prazo menor, como o ministro Gilmar Mendes, que pediu vista no dia 24 e liberou o caso duas semanas depois. Após a devolução, cabe à presidente do STF, ministra Rosa Weber, marcar uma data para o julgamento.

No mês passado, Barroso liberou o pagamento do piso, que havia sido suspenso por ele em setembro do ano passado. O ministro determinou que, para os trabalhadores do setor público, o início do pagamento do piso deveria seguir um cronograma definido pelo Ministério da Saúde. No setor privado, o novo salário deve ser pago pelos dias trabalhados a partir de 1º de julho.

O ministro determinou que a obrigatoriedade do piso só existe para estados, municípios e entidades privadas que atendam 60% de paciente pelo SUS caso a União repasse os valores necessários.

Agora, os demais ministros analisam se mantém ou derrubam a decisão de Barroso. Quando o julgamento começou, o ministro Edson Fachin divergiu do relator e afirmou que o piso deve valer para todas as categorias.

Na retomada do julgamento, nesta sexta, Barroso apresentou um complemento do seu voto, escrito em conjunto com Gilmar Mendes, que havia pedido vista. Os dois propõem que, para garantir o piso, a União pode utilizar crédito suplementar, utilizando recursos que seriam destinados a emendas parlamentares. No setor privado, Barroso e Gilmar defendem que seja estabelecido um prazo de 60 dias para que realizada uma negociação coletiva entre as partes.

Combustível mais barato: Petrobras reduz preço da gasolina em R$ 0,12 para as distribuidoras

O litro da gasolina passa de R$ 2,78 para R$ 2,66, uma redução de 4,3%. A gasolina está no menor preço para as distribuidoras desde junho de 2021.

g1 — A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (15) mais uma redução do preço da gasolina para as distribuidoras. A medida vale a partir desta sexta-feira (16).

O litro da gasolina passa de R$ 2,78 para R$ 2,66, uma redução de R$ 0,12 o litro ou 4,3%.
Os demais combustíveis não tiveram alteração de preços. A última redução da gasolina foi anunciada pela Petrobras no dia 16 de maio, junto com uma redução do diesel e do gás de cozinha.

Com os novos valores, a gasolina está no menor preço desde junho de 2021.