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Wolney faz festa de aniversário prestigiada em Brasília

Estiveram presentes dez ministros de Estado, além de personalidades relevantes da cena política brasileira

O secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Wolney Queiroz, comemorou seus 51 anos com uma grande festa em Brasília. O encontro reuniu dezenas de deputados, senadores, líderes partidários e presidentes de partido.

Nada menos que dez ministros do governo Lula marcaram presença no evento: Carlos Lupi (Previdência), Alexandre Silveira (Minas e Energia), Silvio Costa Filho (Portos), Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Márcio Macedo, (Secretaria Geral da Presidência) Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), José Múcio (Defesa) Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), André de Paula (Pesca) e Juscelino Filho (Comunicações).

Além dos ministros, nomes de peso da política foram abraçar Wolney, como a presidente do PT, Gleisi Hoffman; o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi; a secretária-executiva do Ministério da Educação, Izolda Cela; o presidente da Embratur, Marcelo Freixo; e o deputado Guilherme Boulos. Seis presidentes nacionais de partido bateram o ponto na festa, dentre eles, Luiz Tibé, do Avante.

Políticos pernambucanos também marcaram presença. Além do prefeito João Campos, grande parte da bancada federal esteve no aniversário: Túlio Gadelha, Lucas Ramos, Guilherme Uchoa, Renildo Calheiros, Pedro Campos, Luciano Bivar, Augusto Coutinho, Carlos Veras, Clodoaldo Magalhães, Eriberto Medeiros, Fernando Filho, Lucas Ramos, Maria Arraes e Ossessio Silva.

‘Não terei nenhum receio de receber políticos’, afirma Dino

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado abriu na manhã desta quarta-feira (13) a sessão para sabatinar o ministro da Justiça, Flávio Dino – indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF).

Na mesma sessão, é sabatinado também o indicado de Lula para a Procuradoria-Geral da República (PGR), Paulo Gonet.

Na manifestação inicial à comissão, Dino enumerou ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que, ao longo da história do tribunal, foram indicados para as vagas após terem ocupado cargos políticos. E disse que, por isso, se sentia confortável como senador, ex-governador e ministro indicado à Corte.

“Não vim aqui fazer debate político. Não me cabe, nesse momento. Vim aqui apenas responder ao atendimento de dois requisitos constitucionais: notável saber jurídico e reputação ilibada”, afirmou.

 

“A pergunta que se impõe é: ‘O que fazer no Supremo?’ Gostaria de sublinhar, em primeiro lugar, que tenho um compromisso indeclinável com a harmonia entre os poderes. É nosso dever fazer com que a independência seja assegurada, mas sobretudo a harmonia. Controvérsias são normais, fazem parte da vida plural da sociedade democrática, mas elas não podem ser de qualquer maneira e nem paralisante e inibidoras dos bom funcionamento das instituições”, disse ainda.

Ambas as indicações precisam ser votadas na CCJ do Senado e, em seguida, no plenário da Casa. A votação em plenário, que pode acontecer ainda nesta quarta, acontece mesmo se a comissão tiver maioria para rejeitar o nome.

“Eu tenho muito respeito à política brasileira. Nesse ano, recebi no Ministério da Justiça 425 políticos de todos os partidos representados nesta Casa. Senadores, deputados, governadores, prefeitos, vereadores, 425 audiências. E ninguém foi mal recebido, mal acolhido ou deixou de ser ouvido. Este acesso, para quem tem firmeza assentada em uma vida inteira, pode e estará presente na minha atuação no Supremo Tribunal Federal.

“Eu não terei nenhum medo, nenhum receio e nenhum preconceito de receber políticos e políticas do Brasil. Porque vossas excelências são delegatários da soberania popular e, independentemente das cores partidárias, terão idêntico respeito”, prosseguiu.

COP28: MCTI e Embrapa desenvolverão estratégia para aprimorar dados de inventário nacional para o setor agropecuário

Acordo de cooperação, que deverá ser firmado em breve, envolverá a formalização de estratégia para elevar nível metodológico do setor e atender novas regras de transparência

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) planejam estabelecer um acordo de cooperação para desenvolver uma estratégia de longo prazo com o objetivo de aprimorar os dados do setor agropecuário do Inventário Nacional de emissões de gases de efeito estufa do Brasil. As equipes das duas instituições responsáveis pelo tema se reuniram na sexta-feira (08), no Pavilhão Brasil, durante a COP28, em Dubai.

“Para nós, a Embrapa é um parceiro estratégico”, afirmou o diretor do Departamento para o Clima e Sustentabilidade do MCTI, Osvaldo Moraes.
A ideia é desenvolver uma estratégia nacional para o aprimoramento continuado e permanente das estimativas de emissões de modo a avançar metodologicamente em níveis mais acurados e específicos para o país, avançando na caracterização dos sistemas, desde que atenda ao conjunto de regras internacionais.

A medida também deverá contribuir com a preparação do país para atender as regras da Estrutura Aprimorada de Transparência (ETF, na sigla em inglês). A partir de 2024, o Brasil vai iniciar a submissão dos Relatórios Bienais de Transparência (BTRs). O documento, que contempla informações sobre o inventário de emissões, prestará informações à comunidade internacional e passará por uma revisão de especialistas. Além disso, o BTR apresentará informações sobre o acompanhamento e o progresso da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) estabelecida voluntariamente pelo país.

De acordo com a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, a Embrapa já participa há muitos anos do inventário e colabora com os setores Agropecuária, Resíduos, Uso da Terra, Mudança de Uso da Terra e Florestas. “Como empresa pública de ciência, a Embrapa pode contribuir com dados, mas precisamos ter uma estratégia a longo prazo, porque cada vez mais os inventários terão um acompanhamento mais contínuo de dois em dois anos. Se não tivermos uma estratégia, não conseguiremos manter a qualidade dos dados e avançar nos indicadores exigidos pela ONU”, avaliou. “Vejo como muito oportuno estabelecer esse acordo de cooperação com o MCTI onde a Embrapa pode contribuir de modo mais próximo com o Inventário Nacional de gases de efeito estufa”, complementou a presidente.

Além do inventário nacional, o MCTI e a Embrapa trabalham em conjunto na plataforma AdaptaBrasil, que provê dados sobre risco climático para setores estratégicos e para todos os municípios brasileiros.

Puxada pelos alimentos, inflação sobe e acumula alta de 4,68% em 12 meses

País passa a ter uma inflação acumulada de 4,68% na janela de 12 meses. No ano, acumula alta de 4,04%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, subiu 0,28% em novembro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Neste mês, o destaque foi o grupo de Alimentação e bebidas, que registrou a maior variação (0,63%) e o maior impacto (0,13 ponto percentual) no índice geral. No mês anterior, o IPCA havia fechado com alta de 0,24%. Em novembro de 2022, teve em alta de 0,41%.

Com isso, o país passa a ter uma inflação acumulada de 4,68% na janela de 12 meses. No ano, acumula alta de 4,04%.

O resultado veio quase em linha com as projeções do mercado financeiro, que esperavam ganho de 0,29% em outubro e de 4,69% em 12 meses. Além disso, o indicador retornou para dentro do intervalo das metas de inflação perseguidas pelo Banco Central. A meta é de 3,25%, com tolerância entre 1,75% e 4,75%.

Em novembro, seis dos nove grupos pesquisados pelo IBGE tiveram alta. Com alta mais importante, o grupo de Alimentação e bebidas acelerou em relação ao mês anterior, passando de 0,31% para os atuais 0,63%.

Além dos alimentos, os grupos de Habitação (0,48%) e Transportes (0,27%) tiveram as variações mais relevantes para a inflação oficial, contribuindo com 0,07 p.p. e 0,06 p.p., respectivamente.