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DEPOIMENTO DO GOVERNADOR EDUARDO CAMPOS SOBRE O FALECIMENTO DO EX-MINISTRO FERNANDO LYRA

Nós acabamos de ter uma notícia muito triste para Pernambuco e para a política brasileira. Nós perdemos um grande quadro da política pública brasileira, um político que fez uma vida pública com grande amor à liberdade e à democracia. Alguém que ajudou como poucos a transição democrática, um construtor dessa transição com grande talento, nosso companheiro Fernando Lyra. O Estado está decretando luto oficial pela perda do ministro Fernando Lyra. Pernambuco perde um grande quadro político. Um brasileiro que ajudou como poucos a transição democrática, um apaixonado pela vida, pela liberdade e pela democracia. E eu, particularmente, perco um grande amigo. Acabo de falar com (o vice-governador) João (Lyra, irmão de Fernando Lyra) e Márcia (Lyra, esposa de Fernando Lyra), eles devem estar chegando aqui amanhã pela manhã. Ele deve ter seu corpo velado na Assembleia Legislativa, onde o povo pernambucano fará uma justa homenagem a um guerreiro da democracia brasileira.

Pergunta – Qual a imagem que o senhor tem do primeiro contato com o ministro e qual a importância que ele teve para a política?
Eu conheci Fernando quando eu era uma criança. Fernando foi um dos primeiros políticos brasileiros que encontrou com meu avô no exílio. Ele foi portador, muitas vezes, de notícias para a minha família. Para a parte da minha família que estava aqui, ele levava correspondência, trazia correspondência, protegido pela imunidade parlamentar. Na primeira campanha política que fiz, que eu me recordo, tinha Fernando como candidato a deputado federal. Então, a minha relação com ele é de muitos anos. Mesmo nos períodos em que não havia tanto entendimento dele com meu avô, por circunstâncias políticas, eu sempre preservei com Fernando uma relação pessoal muito intensa, fraterna. Vivi momentos muito bonitos e muito duros na política junto com ele. Ele participou desde o início da construção da nossa primeira candidatura ao Governo, com toda a sua experiência e toda a sua capacidade de aglutinar. E Fernando sobreviveu desde 1978 a uma enfermidade que, à época, diziam que ele iria ter uma sobrevida de cinco anos. E a paixão pela vida e a paixão pela política fizeram ele sobreviver esse tempo todo com muita qualidade de vida, administrando os limites. Até que, de 90 dias para cá, a situação foi se agravando de forma muito rápida. Ele ficou com a vida muito limitada. Mas, durante todo esse período, ele teve uma participação muito intensa na vida pública brasileira. Fernando é, na essência, um político. E fez política com “P” maiúsculo. E faz tanta falta na cena política brasileira gente que faça como Fernando Lyra fez, pensando no País, pensando de forma generosa no seu povo.Sempre preocupado em fazer alianças para facilitar as conquistas do conjunto da população. Era um político bastante instintivo, de uma percepção aguda da hora de fazer. Ele foi um dos grandes tribunos da política brasileira até o final do século passado. Minha geração recorda dos seus discursos nas campanhas pelas Diretas Já e nas campanhas de doutor Tancredo Neves. Sobretudo, ele teve uma passagem muito bonita pelo Ministério da Justiça. Ele formou um time de grandes colaboradores, que na época eram pessoas nem tão conhecidas. Joaquim Falcão, Cristovam Buarque, José Paulo Cavalcanti, pessoas hoje brilham em diversas atividades, mas que trabalhavam com ele enquanto ministro da Justiça. O que ele fez com os artistas brasileiros durante o processo de por fim à censura, como algo que efetivamente constrangia a cena cultural brasileira em plena ditadura. Ele fez isso com grande capacidade política, em um tempo no qual a democracia ainda estava engatinhando. Então, Fernando teve uma vida bonita e deixa uma enorme saudade.

Pergunta – Governador, o senhor chegou a visitar o ex-ministro em São Paulo. Naquele momento, a saúde dele já estava muito fragilizada, mas ainda havia esperança de uma recuperação?

Na verdade, esperança a gente sempre tem. Sobretudo quem é cristão como eu. Mas a gente sabia. Era um lado querendo ter esperança e o outro lado da razão. Eu que já vi pessoas muito queridas naquela situação, percebia, e para isso conversei muito com os médicos. Sabia que era um quadro muito duro. Ao mesmo tempo, uma coisa que me confortou, e eu disse às filhas de Fernando, foi que ele estava muito tranquilo e não parecia ter sofrimento. Isso é tudo que a gente pede para uma pessoa que a gente gosta. Fernando foi salvo várias vezes nesses 30 anos de enfermidade pela tecnologia. Eu dizia a ele que o remédio era inventado em uma semana e na outra ele tava precisando.

Pergunta – Qual foi a causa da morte?
Ele teve um infarto muito grande em 1978, quando ele não tinha nem 40 anos de idade, e depois teve outro. Ele tinha uma insuficiência cardíaca muito grave. O organismo se adaptou ao coração bombeando pouco sangue. Mas nos últimos 90 dias, já não era compatível com a vida humana. Ou seja, ele usava marca-passo e medicamentos para estimular o músculo. De fato, ele já não tinha o músculo cardíaco. Foi isso que levou a agravar a situação nesses dois meses dependendo das máquinas na UTI.

Pergunta – Foi declarado luto?
 Três dias de luto oficial.

Pergunta – Qual será o horário do velório?
Pela informação que eu recebi de João Lyra, ele deve estar chegando amanhã, por volta das 11h, pois tem todo um processo para esse transporte. O velório será ao meio-dia, na Assembléia Legislativa, e a decisão da família é realizar o sepultamento às 17h, no Morada da Paz. O pessoal vem desde antes do Natal em uma luta muito dura.

DEPUTADO JORGE CORTE REAL SOBRE FERNANDO LYRA

A democracia brasileira fica mais pobre, hoje, com a morte do ex-ministro da Justiça Fernando Lyra. É lamentável  a perda de um político de seu calibre, um homem visionário de opiniões firmes, que lutou contra  a ditadura; para fortalecer as instituições democráticas e a democracia brasileira. Meus sentimentos à família Lyra.

Jorge Côrte Real
Dep Federal

AUTORIDADES COMENTAM A MORTE DO EX-MINISTRO FERNANDO LYRA

O senador Armando Monteiro Neto também enviou nota de pesar sobre a morte do ex-ministro. “Fernando Lyra cumpriu de forma exemplar a sua passagem pela vida pública do país. Durante os tempos duros do regime autoritário, foi um firme combatente, que nunca deixou de levantar a voz nos momentos mais difíceis. Ao longo do processo de abertura política, desempenhou importante papel na construção da candidatura de Tancredo Neves, que inaugurou a Nova República; foi um ministro da Justiça permanentemente atento às causas da cidadania e da ampliação das liberdades democráticas. No convívio pessoal, imprimiu as marcas de sua inteligência, afabilidade e boa convivência, sempre temperados com humor e ironia. Ele deixa a todos nós um irrecusável legado. Neste momento, transmito a toda a sua família a expressão do nosso pesar e solidariedade”, informou o senador através da nota.

Em viagem a Portugal, o senador Jarbas Vasconcelos também se solidarizou com a morte de Fernando Lyra. “Tinha uma ligação histórica com Fernando, que vinha desde 1970, quando disputei a minha primeira eleição para deputado estadual e fiz dobradinha com ele, que foi eleito para a Câmara dos Deputados. Era uma amizade muito estreita, que se ampliou quando fui para Brasília em 1974 e fui companheiro dele no MDB, participando do “grupo dos autênticos”. Mesmo quando estivemos em campos opostos, sempre mantivemos nosso diálogo. Fernando Lyra era um animal político, nos 40 anos de amizade que tivemos, o assunto predominante era sempre a política. Nesses tempos de mediocridade no Parlamento e na política em geral, o desaparecimento de Fernando fará uma falta muito grande a Pernambuco e ao Brasil”, disse Jarbas por nota.

José Paulo Cavalcanti Filho, integrante da Comissão Nacional da Verdade, falou sobre a perda do político. “Fernando era um homem público e, portanto, deve ser compreendido em duas dimensões. Primeiro como pessoa pública. Ele teve uma importância decisiva na história do Brasil, na resistência ao arbítrio, onde ele foi uma presença estelar, depois na transição democrática ajudando Tancredo [Neves] a ser candidato e colaborando no grande instrumento de engenharia política para Paulo Maluf. Na dimensão pessoal sua presença fará muita falta. Ele era sobretudo alegre, viveu a vida sem limites, acredito que não se arrependeu de nada do que fez. A ausência dele vai ser enorme, nos falávamos todos os dias pela manhã. Vou lamentar ainda mais claramente os dias que virão quando não receber [as ligações]”, contou.

O presidente estadual da Comissão da Verdade, Fernando Coelho, ressaltou a importância de Lyra para a política. “Foi um companheiro na luta mais difícil pela democratização. Distinguiu-se pela sua combatividade durante o período da resistência. [Foi] dos mais ativos lutadores pela redemocratização. Levou Caruaru ao plano nacional, sempre muito orgulhoso de sua terra e do povo que representou. Era um orador extraordinário, conseguindo como poucos falar para a multidão. Era um companheiro de vivência fácil, uma figura muito boa, de não fazer inimigos, pelo contrário, de fazer amigos. É uma grande perda para Pernambuco e para os democratas do Brasil”, informou.(G1.com)

GOVERNADOR EDUARDO CAMPOS LAMENTA MORTE DO EX-MINISTRO FERNANDO LYRA

NOTA DE PESAR

O governador Eduardo Campos acaba de decretar luto oficial de três dias pela morte do ex-deputado e ex-ministro Fernando Lyra, ocorrida na tarde desta quinta-feira (14/2). “Pernambuco e o Brasil perderam hoje um grande nome da história deste Estado e deste País. A trajetória política de Fernando Lyra engrandeceu o Brasil. Ele foi um dos líderes da luta contra a ditadura militar, como deputado federal integrante do grupo autentico do MDB e como um dos coordenadores de campanhas como a das Diretas Já. Como ministro da Justiça, escolhido por Tancredo Neves, esse grande pernambucano serviu ao povo brasileiro com visão de futuro e largueza de espírito. O Governo de Pernambuco se solidariza com a família Lyra nesse momento de perda. Quero também, em meu nome pessoal e no da minha família, reafirmar a convicção de que Fernando estará sempre presente na memória e no sentimento de todos nós. Que o seu exemplo seja o principal legado para o nosso povo e as futuras gerações”, disse o governador.

O corpo de Fernando Lyra será velado nesta sexta-feira (15/2), na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

CONTÍNUA GRAVÍSSIMO O ESTADO DE SAÚDE DE FERNANDO LYRA

A equipe médica que assiste o ex-deputado Fernando Lyra, em São Paulo, comunicou hoje aos familiares dele que o seu estado de saúde continua gravíssimo e sem perspectiva de reversão.

Lyra teve uma queda de pressão no dia de ontem (ela chegou a quatro por dois) e, segundo a equipe médica, sua vida está perto do fim, lamentavelmente.

Segundo seu irmão, João Lyra Neto, que viajou ontem à noite para SP, tudo o que era possível fazer para salvá-lo os médicos fizeram. “Mas, infelizmente”, disse ele, “o quadro é irreversível”. ”É questão de dias ou até de horas”, acrescentou.

A VANTAGEM DE SER DONO DE UM PARTIDO POLÍTICO

O deputado federal Augusto Coutinho (foto), está de malas prontas para abandonar o DEM. Ele vai se filiar ao futuro Partido da Solidariedade que está em processo de formação pelo também deputado Paulo Pereira, o “Paulinho da Força Sindical”. Paulinho se elegeu pelo PDT, mas se desinteressou por esse partido porque não tem o controle da legenda sequer em seu estado de origem. E está criando um partido em que possa dar as cartas, assim como Roberto Jefferson faz no PTB, por exemplo.

O parceiro de Paulinho em Pernambuco será o deputado Augusto Coutinho, que se desencantou com o DEM. Ele crê que esse partido inviabilizou-se em Pernambuco. E como não tem vocação para suicida, resolveu buscar um novo caminho. Isso o obrigará a distanciar-se do cunhado e amigo, Mendonça Filho, também deputado federal, que não pensa em abandonar o DEM, pelo menos aparentemente. Como o PS é um partido novo, Guga não corre risco de cassação por infidelidade partidária.

O que anima Coutinho a se filiar ao PS é a perspectiva de controlar um partido em Pernambuco. Afinal, deram-se muito bem quando abandonaram seus partidos de origem para controlar outro que podem chamar de “meu” o governador Eduardo Campos (ex-PMDB), o senador Armando Monteiro (ex-PMDB), o deputado Cadoca (ex-PMDB), o deputado Inocêncio Oliveira (ex-PFL) e o ex-deputado André de Paula (ex-DEM). Eles controlam hoje o PSB, o PTB, o PSC, o PR e o PSD, respectivamente.
Por: Inaldo Sampaio

GOVERNADOR EDUARDO CAMPOS PRESTIGIA O LANÇAMENTO DA FRATERNIDADE 2013

O governador Eduardo Campos, acompanhado da primeira-dama, Renata Campos, prestigiou o lançamento da Campanha da Fraternidade 2013. A cerimônia, que foi conduzida pelo arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, aconteceu na tarde desta quarta-feira (13/02), no Centro de Internação Provisória da Funase, no bairro do Bongi, no Recife. Entre socioeducandos e familiares, participaram da celebração cerca de 500 pessoas.

Eduardo afirmou que a escolha do tema “Juventude e Fraternidade” para a campanha foi uma decisão muito acertada, pois “a juventude brasileira precisa de mais fraternidade, educação e oportunidade, sobretudo aqueles que estão em situação de vulnerabilidade”.

Dom Fernando Saburido revelou que essa temática já foi trabalhada pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e que a preocupação com os jovens é constante. “Temos que ficar mais perto dessa parcela tão expressiva da população”, ressaltou o arcebispo. Para Eduardo, é muito “simbólico” ter uma campanha tão especial lançada em uma das unidades da Funase, afinal muitos jovens precisam apenas uma orientação.

O governador admitiu estar ciente da situação de algumas unidades da Funase e que os problemas serão resolvidos. “Quero ficar conhecido como o governante que levou os jovens da instituição para escola e não o contrário”, cravou Eduardo, dizendo que não tem a intenção de encobrir os problemas.

“Quando um jovem precisa ser internado na Funase, é sinal que há falhas em outras áreas e nós temos que ajudar cumprindo o nosso papel enquanto sociedade”, destacou o governador, que na ocasião também estava acompanhado dos secretários Pedro Eurico (Criança e Juventude) e Laura Gomes (Desenvolvimento Social e Direitos Humanos).

O ALERTA

Espa­lhou-se uma versão em Arcoverde de que o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB), candidato a deputado federal em 2014, detesta atender telefone. Um assessor recebe as ligações e, se tiver autorização, passa para ele. Ao saber disto, o ex-prefeito de Cabrobó e seu futuro cabo eleitoral, Eudes Caldas(foto), alertou: “Não voto em candidato que não atende telefone!” (Fogo Cruzado)

GOVERNADOR PARTICIPA DA ABERTURA DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013

O governador Eduardo Campos participa, nesta quarta-feira (13/2), às 15 horas, do lançamento da Campanha da Fraternidade 2013 da Arquidiocese de Olinda e Recife com uma missa, presidida pelo arcebispo Dom Fernando Saburido, no Centro de Internação Provisória (Cenip), da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), no bairro do Bongi.

A celebração religiosa será realizada na quadra interna do Cenip e contará com a participação de jovens internos de diversas unidades socioeducativas do Estado. O tema da Campanha da Fraternidade deste ano é “Fraternidade e Juventude”.

CAMPOS DIRÁ A LULA QUE SERÁ CANDIDATO EM 2014

 Figura mais presente nas polêmicas da política nacional nas últimas semanas, desde que deu o sinal verde para aliados entrarem em campo, o governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, só aguarda agora que o ex-presidente Lula marque a data do encontro pedido para depois do carnaval — quando deverá comunicar-lhe, pessoalmente, que não está disponível para vice na chapa de Dilma Rousseff e que é irreversível o desejo do partido de lançá-lo presidente já em 2014. Mesmo com encontros previstos com Lula e no palanque ao lado de Dilma dia 18, em Pernambuco, Eduardo Campos já tem uma extensa agenda para seu projeto pessoal de tornar-se conhecido nacionalmente. E a grande estreia de sua caravana pelos estados será em um ambicioso evento dia 9 de abril, quando pretende falar para cerca de 5 mil empresários em Porto Alegre.

Nessa palestra, tratará dos problemas da política econômica do governo Dilma e apontará caminhos, tudo que o empresariado nacional quer ouvir. A nomes do Instituto Empresarial Michel Gralhas, vai falar da necessidade de investimentos para frear a queda da economia e fazer outras análises que inevitavelmente vão tocar nos pontos fracos da criticada política econômica de Dilma.

Mas ele vai fazer de uma forma cuidadosa, apontando caminhos, de forma propositiva, para evitar agudizar o conflito. Eduardo é um aliado que tem coragem de dizer com franqueza o que está errado quando algo não vai bem, apontando soluções, que é o que a oposição não faz — afirmou um aliado do governador.

Sobre a disposição já anunciada de Campos de continuar na base do governo oficialmente em 2013, no comando de dois ministérios, a estratégia é não tocar no assunto. Mas, se houver uma cobrança de apoio em 2014 para que continuem nas mãos do PSB os ministérios da Integração Nacional, com Fernando Bezerra Coelho, e dos Portos, com Leônidas Cristino, o partido dirá à presidente Dilma que fique à vontade para fazer as substituições necessárias na reforma prevista para março.

Não tratamos deste assunto em nenhum momento. Nem internamente nem nas conversas com a presidenta — disse Eduardo Campos.

Antes do evento em Porto Alegre — que será completado por uma grande festa partidária para comemorar o aniversário do líder Beto Albuquerque (PSB-RS) —, Eduardo Campos irá a dois estados do Nordeste e a outro do Centro-Oeste para receber homenagens e aproveitar para fazer eventos partidários. Dilma, que também está acelerando seu palanque, estará ao seu lado no dia 18 inaugurando uma adutora que levará água do Rio São Francisco para o sertão do Pajeú, “uma obra que dialoga com a seca”, diz esse aliado. Com Lula, o convite foi feito para uma conversa depois do carnaval, e só falta ser agendado o dia.

Recentemente, o PSB e o próprio Campos mostraram irritação com notícias de que Lula estaria articulando tirar o PMDB de Michel Temer da chapa de Dilma para dar a vice ao governador, impedindo sua candidatura em 2014.(O Globo)