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Últimas publicações do quadro “Pernambuco”

MAURÍCIO RANDS DIZ QUE A POLÍTICA FICOU NO PASSADO

A presença de Maurício Rands foi uma das surpresas no aniversário de Janguiê Diniz, ontem (23), em Boa Viagem. Sumido da mídia desde que anunciou sua saída do Partido dos Trabalhadores após o desgastante processo de prévias no ano passado, o ex-petista, ao lado da mulher, Patrícia, prestigiou o empresário. No ano passado, ele e o ex-prefeito João da Costa, protagonizaram a cena que marcou a data, em que os dois se estranharam. Desta vez estava leve e, como ele mesmo disse, feliz. Eu estou numa nova fase e muito feliz. Estou trabalhando como executivo e advogado de um grupo brasileiro que está se internacionalizando, então estou passando muito tempo na África e na Holanda. A política eu deixei, foi um ciclo na minha vida que eu já encerrei”, falou.

Raul Jungmann e Maurício Rands em bate-papo

Raul Jungmann chegou antes de Rands e fez questão de cumprimentá-lo. Falaram rapidamente sobre política e Maurício disparou entre uma gargalhada e outra: “Se até o papa renunciou, eu também posso renunciar”. Maurício Rands passa esta semana no Recife, vai a São Paulo rapidamente e volta para passar a Semana Santa com a família.

PT NÃO CONSEGUE “JUNTAR OS CACOS”

A expressão “fundo do poço” tem sido cada vez mais empregada pelos próprios petistas pernambucanos no momento de comentar o atual estágio do partido no Estado. E não é para menos. Após a derrota acachapante sofrida pelo PT na eleição do Recife, no ano passado, a legenda mergulhou numa crise sem precedentes, que impediu até mesmo que uma recente festa em celebração ao aniversário de fundação da sigla passasse ilesa. Trocas de farpas e agressões verbais marcaram o evento. O racha interno é explicitado em qualquer ato que reúna as diferentes correntes que compõem a agremiação em Pernambuco e, ainda, tem a perspectiva de ser ampliado com a realização do Processo de Eleição Direta (PED), marcado para ocorrer em novembro deste ano.

Apesar do discurso de que o partido precisa “juntar os cacos” e se reconstruir, sempre entoado por representantes dos grupos antagônicos nas hostes, até o momento, não se vê uma ação em prol da construção da unidade interna. Muito pelo contrário. Em reserva, vários petistas revelam que se preparam para uma verdadeira guerra, com direito a desconstrução dos adversários. O comando da direção partidária definirá a linha como o PT se apresentará na eleição de 2014 e, principalmente, o espaço que cada um terá na pavimentação de suas próprias candidaturas.

“É o caminho que se tem para sobreviver no partido. Quem sair vitorioso no PED poderá construir um caminho mais confortável para si no PT. Do jeito que está, a coisa não pode continuar. Cada lado tentará, a todo custo, empurrar o outro para o abismo”, disparou um dos petistas com pretensões na disputa pelo comando interno da sigla. Se sair vencedor do PED 2013, o grupo que, atualmente, reúne o deputado federal João Paulo e o senador Humberto Costa pode implementar um projeto que é, publicamente, negado por ambos: o de dificultar os projetos eleitorais do ex-prefeito João da Costa e seus aliados. A possibilidade de negar legenda ao desafeto e seus simpatizantes vem sendo comentada como a resposta ideal à postura assumida pelo ex-gestor na eleição do Recife, quando ele cruzou os braços em relação à campanha do partido e supostamente teria contribuído com a postulação do então candidato do PSB, Geraldo Julio (PSB), que saiu vitorioso das urnas no primeiro turno.

Por outro lado, o flanco encabeçado por João da Costa planeja minimizar o poder de fogo do grupo de Humberto e João Paulo, para  tentar construir, junto à direção nacional do partido, um novo organograma petista em Pernambuco. No entanto, esse mesmo grupo já mostra discordância sobre a futura coordenação do bloco. O ex-prefeito do Recife não seguiria mais como uma unanimidade e uma alternativa para o capitaneamento ainda não foi definida. Junto com todo esse clima surge um descontentamento geral com a condução dada pelo atual presidente estadual da sigla, o deputado Pedro Eugênio. Em ambos os lados do partido questiona-se o fato de o parlamentar ter encarado uma campanha fadada à derrota na disputa sucessória em Ipojuca, deixando os mais que visíveis problemas do partido em segundo plano.

Contudo, o PT precisará, logo após a realização do PED 2013, organizar a construção do palanque que dará sustentação à candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), nas eleições presidenciais no próximo ano, em Pernambuco. A continuação da divisão da legenda poderá comprometer a amarração dos apoios à postulante petista. Embora o quadro não seja nada animador, os lados antagônicos garantem que podem marchar juntos por Dilma. Algo que, hoje, é muito difícil de ser concebido.(Gilberto Prazeres – Folha PE)

EDUARDO CAMPOS É DISSIDENTE DA BASE GOVERNISTA, AFIRMA JARBAS VASCONCELOS

 Na tarde deste sábado (23), o senador pernambucano Jarbas Vasconcelos (PMDB) promoveu, na sua residência, no bairro do Janga, em Paulista, Região Metropolitana do Recife, o clássico “cozido”. O cozido de Jarbas é famoso na política local por ser acompanhado de conversas políticas e, claro, críticas aos adversários.

O convidado para participar do cozido sábado foi o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), neto do falecido Miguel Arraes (PSB) – um dos alvos preferidos das conversas do cozido, haja vista sua rivalidade de décadas com Jarbas Vasconcelos.

Eduardo também é, pelo menos por enquanto, aliado político da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidete Lula, ambos do PT. O Partido dos Trabalhadores, que sempre na mira das críticas – no cozido, e as públicas – do senador Jarbas Vasconcelos.

Jarbas e Eduardo, aliás, selaram aliança em junho passado, quando o senador declarou apoio à candidatura do indicado do governador para a prefeitura do Recife, Geraldo Julio (PSB). As rusgas entre os dois duravam mais de 20 anos. Mas simbólico cozido mostra que os tempos são outros.

E Jarbas Vasconcelos é entusiasta dos novos ares. Como de costume, foi direto ao ponto. “Na proporção que ele [Eduardo] continua dizendo que o governo [federal] andou, que o governo transformou, modificou, que o governo avançou, mas poderia ter avançado muito mais, então ele é uma dissidência”, afirmou, na conversa com a imprensa, externando o que o seu aliado se nega a admitir.

Jarbas, que apoiou José Serra (PSDB) nas postulações nacionais, em 2002 e 2010, e Geraldo Alckmin (PSDB), em 2006, afirmou ter apoiado a decisão de Eduardo Campos de procurar o tucano de São Paulo. O peemedebista disse que, se ele estivesse no lugar de Eduardo Campos, “faria exatamente o que ele está fazendo”.

“Serra está numa situação de desconforto dentro do PSDB? Está. Então procura Serra, anda com Serra. É natural”, disse Jarbas.

SINESTESIA – Nenhum dos dois quis comentar as pesquisas de intenção de voto da Datafolha e do Ibope, que colocam Dilma Rousseff (PT) com esmagadora vantagem sobre os demais postulantes. Mas Jarbas quis comentar as movimentações de Dilma, que ele considera eleitoral.

“Ela está andando eleitoralmente em todo canto. Onde ela vê um cheiro eleitoral, ela anda.”

O debate eleitoral no com um ano e meio de antecedência, para Jarbas, é “uma estupidez” provocada pelo ex-presidente Lula, que lançou a candidatura de Dilma em fevereiro.

“Isso que a gente está conversando agora, no dia 23 de março, é uma estupidez. A gente está discutindo questão eleitoral por conta de Lula, que lançou Dilma e arrastou dissidentes, no caso de Eduardo, e arrastou Aécio, que é da oposição.” (Fotos: Enio Benning/Instagram)

JARBAS VASCONCELOS QUER JOSÉ SERRA APOIANDO CANDIDATURA DE EDUARDO CAMPOS

O ex-governador e senador de Pernambuco Jarbas Vasconcelos (PMDB) está empenhado no projeto nacional do seu ex-desafeto, o governador Eduardo Campos (PSB). Após o fim da disputa histórica entre as duas lideranças, o peemedebista atua nos bastidores para trazer setores insatisfeitos do seu partido ao palanque de Campos nas eleições de 2014. O senador também é uma das vozes que defendem a aliança entre o ex-governador José Serra, que estaria saindo do PSDB, com o cacique pernambucano.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico desta sexta-feira (22), Jarbas disse que José Serra “precisa ser ouvido” e que tem uma aliança histórica com o tucano. “Ele não teve um tratamento adequado após a eleição. Não tenho por que fazer ataques ao PSDB, mas estou dando minha opinião. Sou aliado e amigo. O PSDB está na obrigação de resolver isso, pacificar. Vou a São Paulo falar com ele em dez ou 15 dias”.

Ao falar do aliado tucano, que poderia ser candidato ao governo de São Paulo na próxima eleição pelo PPS, Jarbas esconde suas pretensões neste encontro que terá com José Serra. No entanto, o peemedebista acredita a aliança com Eduardo Campos é, sim, possível já para 2014. O senador, que é conhecido pelo discurso direto, diz que Serra é um dos “grandes quadros” da política brasileira.
“Se Serra se ajusta diante do PSDB, passa a ser ouvido e a ser uma voz dentro do PSDB, não cabe a mim tentar puxá-lo. Não vou puxar uma pessoa com a capacidade e a dimensão do Serra para vir para o meu lado. Só posso fazer isso se ele estiver numa situação de desconforto. Aí eu faço. Mas espero que ele supere esses problemas dentro do partido”, declarou.

Jarbas Vasconcelos também centrou fogo contra o próprio partido. Disse que ainda existem quadros históricos do PMDB insatisfeitos com a última convenção – que reconduziu o vice-presidente da República, Michel Temer, para a presidência da legenda.

“Existem pessoas que têm história dentro do partido, como as do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Mato Grosso do Sul. Vou tentar reunir essas pessoas e levá-las para ouvir Eduardo, o que ele pensa do Brasil, porque é dissidente do governo e porque acha que pode fazer mais. Acho que está todo mundo interessado em ouvir. É uma avalanche de pessoas interessadas em conversar com ele, ouvi-lo”, concluiu.

SECRETÁRIO ANUNCIA AÇÕES DE INFRAESTRUTURA HÍDRICA E DE REESTRUTURAÇÃO DA BACIA LEITEIRA

Após acompanhar, na manhã de ontem (22/03), visita do governador Eduardo Campos ao polo de distribuição de cana-de-açúcar, em Caruaru, destinado ao abastecimento dos criadores da bacia leiteira do Agreste Central, o secretário de Agricultura e Reforma Agrária, Ranilson Ramos, acompanhado do secretário executivo da Agricultura Familiar, Aldo Santos, e do prefeito Evandro Chacon, esteve na aldeia dos índios Xucuru, em Pesqueira. Lá, além de ouvir as reivindicações da comunidade, anunciou uma série de ações emergenciais.

Serão recuperadas e ampliadas a capacidade de armazenamento de cinco barragens em diferentes comunidades da aldeia Xucuru, somando investimentos da ordem de R$ 600 mil. Atendendo solicitação do prefeito e do Bispo Dom José Luiz, o secretário liberou a segunda patrulha mecanizada para limpeza e recuperação de barragens na zona rural de Pesqueira.

Ainda na aldeia, Ranilson decidiu implantar um laticínio com capacidade de processamento de 5 mil litros de leite por dia. Para isso, serão investidos R$ 450 mil na aquisição de equipamentos e na adequação das instalações físicas de um prédio cedido pelos integrantes da comunidade indígena. Por fim, Ramos visitou a fazenda São Sebastião e o laticínio de Mutuca.

GOVERNO DO ESTADO LEVA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA À PAIXÃO DE CRISTO

 Pela terceira vez o Governo do Estado, por meio da secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSDH), levou cerca de 100 pessoas com deficiência para assistirem o maior espetáculo ao ar livre do mundo – Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, no município de Brejo da Madre de Deus. O objetivo da ação foi fortalecer a garantia de direitos ao lazer e a cultura desse público específico.

Marcos Ribeiro, intérprete de libras, da Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com Deficiência (SEAD) – da SEDSDH, deu a oportunidade às pessoas com deficiência auditiva de compreenderem o espetáculo. Ele estudou o roteiro da peça, para poder passar os detalhes com precisão.

Já as pessoas com deficiência visual contaram com os serviços de profissionais capacitados em audiodescrição, que consiste na descrição de todas as cenas e seus figurinos por intermédio de aparelhos com fones de ouvidos. O aparelho da audiodescrição é semelhante a um MP4, que fica sintonizado em um canal de transmissão conectado no teatro, de onde foi feita a narração da peça.

Para Adalberto Ferreira, presidente da Associação dos Surdos de Caruaru – ASSC, “contar com Libras foi a melhor coisa que podia acontecer neste espetáculo, pois sem esse recurso a compreensão fica partida. Os surdos tiveram a oportunidade de conhecer a história de Cristo com acessibilidade comunicacional através da Língua Brasileira de Sinais – Libras”, concluiu Adalberto.

Laura Gomes, secretária estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, informou que 50 pessoas da localidade foram capacitadas para trabalharem na locomoção das pessoas com deficiência, ou de idosos que tenham dificuldade de acompanhar as cenas.

O cadeirante Fernando da Acessibilidade, 37 anos, casado, pai de um filho, disse que esse momento foi importante na sua vida, foi um sonho realizado. “Pela primeira vez estou realmente compreendendo esse grande espetáculo, que é a Paixão de Cristo. Só tenho a dizer que estou me sentindo livre, pois sem acessibilidade não existe liberdade”, destacou.

DILMA CANCELA VINDA AO GRANDE RECIFE

A presidente da República, Dilma Rousseff (PT), cancelou a passagem pelo Grande Recife na próxima segunda-feira (25). Mas está mantida a vinda a Pernambuco. Pela manhã, às 10h30, a presidente participará da inauguração de parte da primeira etapa da Adutora do Pajeú, em Serra Talhada, no Sertão.

Estava prevista para o turno da tarde a inauguração da BR-408, em Paudalho. Este foi o evento cancelado. O secretário estadual de Transporte, Isaltino Nascimento, chegou a participar da coletiva que detalhou as obras contempladas pela visita da presidente para falar da rodovia, mas no mesmo evento a equipe da petista anunciou o cancelamento da agenda.

A presidente foi convidada para participar, às 17h, também na segunda-feira (25), de uma missa no Rio de Janeiro em homenagem às vítimas das chuvas. Antes de participar da missa, a presidente fará um sobrevoo sobre as regiões atingidas no estado fluminense.

LIVRO SOBRE ARTESANATO PERNAMBUCANO ENRIQUECE ACERVO DE BIBLIOTECAS DO ESTADO

O governador Eduardo Campos e a primeira dama, Renata Campos, participaram do lançamento do livro “Nova fase da lua: escultores populares de Pernambuco”, nesta sexta-feira (22/03), no Centro de Artesanato, Bairro do Recife. A obra traz a história de 85 artesãos do Sertão, Agreste, Zona da Mata e Região Metropolitana, e é uma iniciativa da Construtora OAS.

Para Eduardo, “sem a liga da identidade cultural, não há projeto que dê certo”. O governador destacou o papel do artesanato como atividade econômica em meio à grave seca que assola o semiárido nordestino. “Nós, que queremos construir um Pernambuco sem as marcas da desigualdade, precisamos respeitar a cena cultural. O artesanato, inclusive, tem tido um papel fundamental nesse tempo de estiagem para muitas comunidades”, disse.

Durante o evento de lançamento, Eduardo Campos recebeu, em nome do Governo de Pernambuco, 500 exemplares do livro, que serão distribuídos nas bibliotecas públicas estaduais. Escrita por Flávia Santos, Rogério Luz e Pedro Belchior, a publicação tem 235 páginas e será vendida no Centro de Artesanato. “É um manancial para todos nós, artistas da terra, que nos dá a possibilidade de interagir e conhecer mais as obras, a arte, uns dos outros”, ressaltou o artesão Ivo Deodato.

“Muitos alunos de Pernambuco terão acesso à história da arte popular pernambucana. É muito importante que estudantes do Sertão saibam que ali, próximo ao seu município, tem gente de grande qualidade que faz arte, gente reconhecida mundo afora. E agora temos um belo livro para os que nos visitam, com a arte feita no Sertão, Agreste, Zona da Mata e Grande Recife, de muita qualidade e muita expressão”, afirmou Eduardo. (Fotos: Eduardo Braga/SEI)

EM AÇÃO PIONEIRA, GOVERNO DO ESTADO GARANTE CANA-DE-AÇUCAR PARA ALIMENTAR REBANHO DO AGRESTE

Em Caruaru, no Agreste, o governador Eduardo Campos lançou, nesta sexta-feira (22/03), o Programa de Distribuição de Cana-de-Açúcar. A ação, vinculada à assistência à população afetada pela seca, vai diminuir a distância percorrida pelos produtores para adquirir a ração para alimentar rebanhos. Atualmente, eles se deslocam até à Mata Sul. “Através dos polos de distribuição, nós vamos garantir a manutenção do rebanho que sofre com os efeitos da estiagem”, explicou Eduardo, informando que essa é uma ação pioneira da Operação Seca.

“Neste polo, nós vamos ter a distribuição da cana e milho, vindo da Conab. Com essa integração, vamos minimizar os custos do transporte”, completou o governador, durante a vista a unidade de Caruaru, que fica na Estação Experimental do IPA. Os outros cinco polos estão instalados em Surubim, Arcoverde, Itaíba, Garanhuns e São Bento do Una. Juntos, eles vão distribuir, diariamente, 669 toneladas de cana para 63 municípios.

Além disso, o Governo do Estado disponibilizará 15 caminhões para que os laticínios e queijarias façam o transporte diário de cana, a fim de atender os pequenos criadores rurais, que são fornecedores desses estabelecimentos.

SECA – Para o governador, o importante é conseguir passar por esse período de seca com segurança e deixar uma estrutura pronta para outros momentos duros. “Temos que pensar também no período posterior a seca e garantir a melhoria do nosso rebanho e, desta forma, proporcionar uma recuperação da economia das regiões que sofrem com as estiagem”, ponderou Eduardo.

O chefe do Executivo avalia como positivas as ações realizadas pelo Governo Federal. “Não é simples para o Governo Federal coordenar todo esse contexto e enxergar a realidade da seca”, comentou, enfatizando que há uma série de obras em cursos, que se estivesse pronta, faria uma grande diferença para os nordestinos que sofrem com os efeitos dessa estiagem.

“Temos que compreender a complexidade dessa questão e entender que a responsabilidade é de todos. Não é uma tarefa só dos governos federal e estadual, também diz respeito à sociedade. Temos que ter solidariedade com o tema e não assumir uma postura de acusação e agir com responsabilidade”, opinou o governador.(Fotos: Aluísio Moreira/SEI)

EDUARDO: “A CONSTRUÇÃO DE UMA SOCIEDADE MAIS SADIA PASSA PELA SUA CULTURA”

O governador Eduardo Campos prestigiou, nesta quinta-feira (21), a pré-estreia da 46° edição do espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, em Brejo da Madre de Deus, Agreste pernambucano. Ao lado da primeira-dama, Renata Campos, e dos filhos Pedro e José, Eduardo assistiu a atuação de 500 pessoas, entre atores e figurantes, que fazem dessa encenação a mais grandiosa do teatro ao ar livre do mundo. A expectativa de público para os oito dias de apresentação é de 70 mil pessoas.

Sublinhando a importância do espetáculo para a cena cultural pernambucana, Eduardo disse que “a construção de uma sociedade mais sadia, plural e que respeita a diversidade passa pela sua cultura”. “As expressões culturais têm importância imaterial, que são os sonhos, a alegria e a esperança; e material, que é aquela que é parte importante da nossa economia. A economia criativa, que olha para o futuro, que gera emprego e trabalho para muitos, desde os que prepararam o palco aos que estão por trás dele. São milhares de pernambucanos e pernambucanas que vivem da cultura”.

Antes de assistir ao espetáculo, Eduardo foi o grande homenageado do 1° Troféu Diva Pacheco Cultural, realizado no Parque das Esculturas. Além do governador, outras 19 personalidades foram contempladas com o prêmio, cujo objetivo é homenagear aqueles que mais contribuíram e incentivam a cultura do Estado. “Acho muito sadio para nós, pernambucanos, a prática de homenagear quem merece. Diva Pacheco foi uma grande atriz pernambucana que ajudou, ao lado seu marido (Plínio Pacheco), essa beleza de teatro que é Fazenda Nova”, declarou.

Entre os homenageados, estiveram o secretário estadual de Turismo, Alberto Feitosa, os escritores Ariano Suassuna e Antônio Campos, os cantores Petrúcio Amorim e Charles Teony, o produtor cultural Robison Pacheco e a estilista Xuruca Pacheco.