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O Governo de Pernambuco vai contemplar as 12 Regiões de Desenvolvimento do Estado com os Centros de Inclusão Produtiva. Quarenta e um CIPs serão reativados até o final de 2014, Os centros são espaços usados para a aprendizagem profissional, construídos pelo Governo do Estado em Parceria com as prefeituras, cabendo às últimas a execução das obras e a manutenção com recursos repassados pelo Tesouro Estadual. Cada um receberá investimentos de R$ 500 mil, divididos em 10 parcelas de R$ 50 mil mensais. Além desses, dez novos centros serão criados nos municípios considerados de extrema pobreza. Para esses CIPs serão disponibilizados R$ 700 mil, também divididos em 10 parcelas de R$ 70 mil para compra de maquinário e contratação de pessoal e instrutores. Totalizando os recursos, o investimento para execução das atividades será de R$ 27,5 milhões.
O Programa Pernambuco no Batente, coordenado pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, tem por objetivo promover a inclusão social e produtiva de indivíduos em situação de pobreza e extrema pobreza, acima de 15 anos, com nível de escolaridade a partir da alfabetização, em situação de vulnerabilidade pessoal, social e econômica, em situação de risco pessoal e/ou social, mulheres chefes de famílias, além de pessoas com deficiência e usuários que passaram pelo Programa Atitude inseridos no Cadastro Único dos Programas Sociais.
O programa tem também, o intuito de inserir as pessoas no mundo produtivo, para que os mesmos gerem renda para o próprio sustento. Além da realização dos cursos, o programa propõe a realização de atividades envolvendo oficinas, palestras e inclusão digital. Os cursos serão oferecidos de acordo com a demanda de cada município. Entre eles estão os de reciclagem de resíduos sólidos, pesca marítima e pecuária leiteira. A assistência social é feita com políticas públicas juntamente com saúde e educação.
O programa irá beneficiar 200 pessoas por município, tendo Cada uma a oportunidade de qualificar-se profissionalmente. Das 200 vagas disponíveis por cidade, 25 são destinadas para pessoas portadoras de necessidades especiais e, outras 25, para quem já passou pelas ações do Programa Atitude. Cada município terá cursos com duração e 12 meses e a responsabilidade da execução é das prefeituras, assim como a atribuição de selecionar os alunos, o que é realizado dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), onde são realizadas as inscrições. (Secretaria da Casa Civil / Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos-Foto: Paulo Maciel)
De uma posição de “coadjuvante” compromissado com o projeto nacional do PSB para 2014, o PMDB de Pernambuco deixou, ontem, a passividade para lançar publicamente a candidatura à reeleição do senador Jarbas Vasconcelos, na chapa do candidato à sucessão que for lançado pelo governador e pré-candidato a presidente da República, Eduardo Campos (PSB).
De espectador à parte do elenco de protagonistas, a saída se deu com a defesa em série da reeleição do ex-governador peemedebista, ontem, em Vitória de Santo Antão, no encontro regional do partido.
Autorizados pelo comando estadual do PMDB, os deputados novatos na legenda Tony Gel (ex-DEM) e Ricardo Costa (ex-PTC) – filiados em outubro – puxaram a série conclamações a Jarbas para renovar o mandato, ressaltando o seu passado de resistência à ditadura de 64 e a sua dimensão nacional como político. A resposta de Jarbas foi cautelosa, mas uma clara aceitação à convocação: “Vou lutar para me manter onde estou”, revelou.
Parlamentares, dirigentes e militantes do PMDB de Pernambuco utilizaram o espaço da última reunião regional da legenda em 2013 para colocar, publicamente, a defesa da reeleição que já era externada nos bastidores do partido e da relação com os socialistas e aliados.
A renovação foi corroborada em pronunciamentos do presidente estadual do PMDB, Dorany Sampaio, da vice-presidente Jacilda Urquisa, dos deputados Raul Henry (federal) e Gustavo Negromonte (estadual), prefeitos, vices e vereadores.
De acordo com uma entrevista enviada por sua assessoria, ele reconheceu que a condução do processo de definição da chapa governista está com o governador Eduardo Campos. “Eu coloco o meu nome. Tenho a minha atuação no Senado ressaltada como positiva por muitos. Mas ainda não é o momento de discutir a questão, o que deve ocorrer no começo de 2014 ou até março. Eu vou lutar para permanecer onde estou”, declarou.
Ao contrário do que havia sido divulgado pelo Planalto, o governador Eduardo Campos (PSB) não participará do mutirão ministerial que ocorre nesta segunda-feira (2) em Gravatá. Pela programação do evento, o socialista participaria da abertura do encontro, às 9h. Segundo a agenda oficial do governador, ele participa da reinauguração do Centro Integrado Amaury Medeiros (Cisam), na Encruzilhada, aqui mesmo no Recife, também às 9h.
Articulado pelo senador Humberto Costa (PT) e com coordenação da ministra de Relações Institucionais da Presidência, Ideli Salvatti (PT), o encontro deve reunir técnicos de 12 ministérios para atender diretamente cada um dos prefeitos que comparecerem em Gravatá. Publicamente, o evento tem sido apresentado como agenda administrativa, mas nos bastidores o que se comenta é que ele será a possibilidade de o Planalto dialogar diretamente com os prefeitos em um Estado onde o governador deve disputar as eleições do próximo ano contra a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT).
Mesmo com o início do diálogo dentro do PT, marcado pelo entendimento das duas principais correntes que disputaram o Processo de Eleição Direta (PED), um assunto ainda gera polêmica. A relação entre os ex-prefeitos João da Costa e João Paulo ainda é considerado o caso mais difícil na sigla.
No acordo selado entre os grupos adversários no último dia 21, a diferença na relação entre os dois foi notada. Ferrenhos adversários dentro do partido, os “Joões” participaram da reunião em que foi acordado o rodízio na presidência estadual.
No início deste ano, João da Costa foi excluído de compor a mesa do ato em comemoração aos 33 anos do PT. A presidente eleita, Teresa Leitão, acredita que na nova fase do PT haverá espaço para um entendimento político, mas destacou que as questões pessoais não estão em pauta.
Apesar do clima menos tenso entre os petistas, a reconciliação está distante e pode até não ocorrer. Assim como Teresa, João Paulo alega que a discussão atual não envolve as relações pessoais, o que ainda indica a dificuldade no relacionamento das lideranças.
Já João da Costa assumiu uma postura mais maleável. O ex-prefeito, há aproximadamente um mês, no último debate realizado entre os candidato ao PED, disse que não seria “obrigado a votar em ninguém”. A declaração foi dada quando questionado se votaria em João Paulo, caso ele fosse escolhido para ser o candidato do PT ao governo estadual. Agora, depois do entendimento entre as duas alas, o petista mudou o tom.
“Isso tem que ser resultado do que for construído no partido. Para pavimentar uma candidatura, você tem que construir o ambiente interno em que todos se sintam confortáveis. Esse é o princípio básico para a candidatura do PT dar certo. Mas não estamos iniciando essa conversa com vetos”, afirmou João da Costa.
João Paulo acredita que há espaço para as duas lideranças dividirem um palanque, se o objetivo for defender o legado do PT. “Nós somos do mesmo partido. Não estamos tratando da questão pessoal. Temos um pacto político para enfrentar o momento, não cabe falar da relação. Temos que discutir a melhor estratégia para a eleição da presidente Dilma Rousseff (PT)”, afirmou.
O deputado, inclusive, fez questão de frisar que João da Costa não foi escalado para compor a mesa no aniversário do PT por uma iniciativa da Executiva do partido, e não pela intriga entre os dois.
Para João da Costa, não é somente a situação dele com o seu ex-padrinho político que precisa ser reavaliada internamente. O petista disse que a nova fase de estruturação do PT envolve a iniciativa de outras lideranças, que também estão intrigadas.
“Tem o processo de Humberto com Teresa, tem vários outros (petistas intrigados), talvez não na mesma dimensão do que acontece (entre ele e João Paulo). Então, é preciso restabelecer o diálogo político”, declarou João da Costa.
Segundo o ex-prefeito, o atual ambiente político poderá ajudar no diálogo entre ele e seu desafeto. Os “Joões” estão rompidos desde 2009, poucos meses após João da Costa assumiu o comando da Prefeitura do Recife.(Jumariana Oliveira-JC)
Um dia depois de divergir publicamente de Marina Silva pela primeira vez, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB-PE), disse na sexta-feira (29) que a falta de consenso sobre a formação de palanques estaduais com a Rede já era uma situação esperada. “Nós fizemos a aliança em 5 de outubro. Há um projeto em que priorizamos o País, mas já sabíamos que iríamos conviver com algumas situações assim”, disse o governador depois de participar de um evento com ruralistas em Curitiba.
Durante um ato conjunto do PSB e da Rede na última quinta-feira (28) na capital paulista, Marina defendeu diante de Eduardo o lançamento de uma candidatura própria do PSB em São Paulo. O governador, que negociava o apoio do seu partido à reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB) antes da entrada da ex-ministra na legenda, desconversou e disse que a prioridade devia ser o projeto nacional. Questionado novamente sobre a situação no Estado, Eduardo não quis opinar. O PSB paulista deseja ter a vaga de vice na chapa do PSDB.
CHOQUE – A desavença sobre o quadro político paulista causou o primeiro choque entre dirigentes do partido e “marineiros”. Um dos principais operadores políticos da Rede, o deputado federal Walter Feldman (PSB-SP) disse ao Estado que uma eventual aliança da sigla com o PSDB em São Paulo seria uma “poligamia explícita”. “Apoiar o Geraldo seria uma poligamia explícita, já que o PSDB terá um candidato presidencial (Aécio Neves) e o PSB outro. Nós entraríamos na campanha com duas posições acumuladas.” Ainda de acordo com Feldman, que era do PSDB até 5 de outubro, a perspectiva de candidatura própria no Estado “é muito promissora”.
O secretário-geral do PSB paulista, Wilson Pedro da Silva, rebate o deputado e afirma que o caminho do partido está “90% fechado com o Alckmin”. “Somos nós que temos votos no congresso do PSB, que tomaremos essa decisão. É complicado um grupo chegar agora e dizer que não será assim”, disse.
Reservadamente, dirigentes da Rede dizem que diante da imposição de uma eventual aliança do PSB com o PSDB em São Paulo, o grupo pode até fazer campanha para um candidato de outro partido. No Paraná, o cenário é parecido, pois a tendência do PSB é de apoiar a reeleição do tucano Beto Richa, mas os aliados de Marina tentam lançar um nome próprio.
Como pré-candidato declarado ao governo do Estado em 2014, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) está mais à vontade no papel de crítico à gestão Eduardo Campos (PSB), da qual fazia parte até setembro passado. Em entrevista à JC News, nessa sexta-feira, o trabalhista não se eximiu de apontar, segundo ele, as contradições da recente reforma administrativa do governo do PSB e questionou os baixos índices educacionais do Estado.
O 6º Seminário de Extensão Rural em Pernambuco “Convivência com o Semiárido e Sustentabilidade – Aprender a Conviver, Conviver para Preservar” reunirá mais de 400 extensionistas do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), na segunda-feira (02) e terça-feira (03), no Centro de Convenções do Hotel Fazenda Portal de Gravatá. O evento é realizado dentro das comemorações do Dia do Extensionista.
Na tarde da segunda-feira (02/11), será realizado o painel Convivência com o Semiárido e Sustentabilidade- Aprender a Conviver, Conviver para Preservar, coordenado pelo presidente do IPA, Júlio Zoé. Serão debatidos os seguintes temas: Desafios e Potencialidade do Semiárido e dia Integração com o Biomas, com Roberto Marinho (TEM/SENAES), Mudanças Climáticas no Semiárido, com Francis Lacerda (IPA) e Práticas Sustentáveis de Convivência com o Semiárido, com Antônio Barbosa (ASA). Em seguida haverá o lançamento de publicações do IPA e apresentação dos talentos do IPA. Depois será realizada a I Olimpíada da Extensão Rural de Pernambuco.
A manhã da terça-feira (03/12) começa com a continuidade da Olimpíada, seguida da sessão Cultura e Prosa: Ser Extensionista e Viver Extensão Rural. Às 8h 30 começa a mesa redonda Dialogando com as Políticas Públicas de Extensão Rural. Logo após, acontece a Plenária com apresentação da metodologia dos trabalhos das salas temáticas, que discutirão os temas e apresentará as experiências. À tarde, será a vez da apresentação do vídeo Excelência em ATER, que destaca os principais trabalhos na área de assistência técnica e extensão rural. Entre ele será escolhido o ganhador do Prêmio de Excelência em ATER Extensionista Ruy Carlos Ramos (in memorian). O seminário será encerrado com a homenagem ao Dia do Extensionista Talentos do IPA.










