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Maciel Melo justifica voto declarado em Lula: “artista tem direito de se manifestar”

Por: Blog do Nill Júnior

Cantor e compositor pernambucano reagiu às críticas recebidas depois de tornar pública sua escolha eleitoral e defendeu que artistas possam se posicionar politicamente sem que divergências se transformem em ataques pessoais.

Maciel Melo se manifestou nas redes sociais após receber críticas por declarar voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em vídeo publicado nesta semana, o artista afirmou que sua posição política parte, antes de tudo, de sua condição de cidadão e defendeu o direito de artistas se manifestarem sobre os rumos do país.

“Antes do artista existe o homem, o cidadão, e todo cidadão tem o direito de ir, de vir, de escolher o seu candidato, de escolher quem vai governar o país em que a gente vive”, afirmou.

Maciel disse ter ficado surpreso com a reação provocada pela postagem anterior. Segundo ele, além de comentários críticos, houve seguidores que deixaram de acompanhar suas redes depois da declaração de voto.

“Eu fiquei estarrecido com os comentários. Muita gente me detonando, esculhambando comigo, outros deixando de me seguir”, relatou.

O compositor argumentou que a atividade artística não deve ficar restrita ao entretenimento e pode também dialogar com temas ligados à cidadania, liberdade de expressão e questões sociais.

“Eu acho que todo artista, seja ele na música, na dança, nas artes plásticas, na poesia, na literatura, não deve fazer da sua arte uma ferramenta que trabalhe apenas em prol da admiração, do divertimento, mas também que trabalhe em prol da cidadania de seu povo”, disse.

Apesar das críticas, Maciel afirmou que manterá sua posição e defendeu que diferenças políticas não sejam motivo para rompimento de relações pessoais.

“É nas divergências que a gente cresce, que a gente aprende”, afirmou. Em outro trecho, acrescentou: “Quem quiser me seguir, me segue. Ninguém é obrigado a me seguir”.

Relação com Lula vem de outros anos

A manifestação ocorre dentro de uma relação de admiração política e artística que não começou nesta eleição. Maciel Melo já havia demonstrado apoio a Lula em outras ocasiões e, em 2022, compôs uma música para a campanha presidencial do petista.

A aproximação entre os dois também ganhou um capítulo durante o período em que Lula esteve preso em Curitiba, em 2018. Naquele ano, o então ex-presidente leu “A Poeira e a Estrada”, livro autobiográfico de Maciel, e posteriormente enviou uma mensagem ao compositor elogiando sua trajetória como escritor e músico.

Segundo registros publicados à época, Lula contou ainda que já conhecia a obra musical do pernambucano e mencionou ter recebido anteriormente um disco do artista. Na carta enviada a Maciel, escreveu que havia ficado “orgulhoso” ao ver outro nordestino alcançando reconhecimento na literatura e na música.

Maciel também participou, ao longo dos anos, de eventos políticos e culturais relacionados a Lula e ao grupo político de Eduardo Campos em Pernambuco. Há registro, por exemplo, de sua participação em programação organizada durante o período em que Campos governava o estado e de sua presença em atos políticos e culturais ligados ao ex-presidente.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo em que Maciel Melo comenta a repercussão de sua declaração de voto.

“A saúde está na UTI”, Aline Mariano ao criticar Raquel Lyra e elogiar João Campos

Em conversa exclusiva com o Blog do Finfa, a candidata a deputada federal pelo Republicanos ataca a gestão estadual na saúde, na segurança e na educação — e diz que João Campos “fez mais do que prometeu” à frente do Recife.

Em entrevista exclusiva ao Blog do Finfa, a candidata a deputada federal Aline Mariano (Republicanos) fez duras críticas à gestão da governadora Raquel Lyra e reafirmou apoio irrestrito a João Campos, a quem chama de melhor opção para o governo de Pernambuco.

“A saúde está na UTI”, disparou a candidata, ao comentar a demora nas reformas de hospitais estaduais — segundo ela, iniciadas “a toque de caixa” apenas a um ano da eleição, depois de três anos parados em processo de licitação. “Não entregou um único hospital novo e não consegue fazer uma única reforma”, completou.

Na segurança, foi direta: classificou Pernambuco como o terceiro estado mais violento do país e disse que facções criminosas hoje impõem toque de recolher em municípios da região metropolitana do Recife. Na educação, lembrou que o estado já foi primeiro lugar no IDEB e hoje enfrenta falta de merenda nas escolas públicas — “as escolas eram referência”, disse, no passado.

A crítica mais afiada, porém, foi reservada para a relação entre Raquel Lyra e o governo federal. Segundo Aline, os mais de R$ 4 bilhões investidos por Lula em estradas e abastecimento de água em Pernambuco têm sido capitalizados politicamente pela governadora, que teria retirado os adesivos do governo federal dos ônibus para colocar os próprios. “É muito bom ser governadora com Lula investindo e o povo acreditando que as obras são dela”, ironizou.

Do outro lado, a aposta é total em João Campos. Aline afirma ter “o DNA” do candidato e diz que ele “fez mais do que prometeu” à frente da prefeitura do Recife — ao contrário, segundo ela, da atual gestão estadual, “que prometeu muito e entregou pouco”. Para a candidata, João “será tão bom ou até melhor” governador do que foi Eduardo Campos, seu pai e ex-governador de Pernambuco.

A proposta central da candidatura, porém, é mudar o destino das emendas impositivas — hoje, segundo ela, um volume de recursos maior do que o orçamento de um ministério. Aline defende usá-las para fortalecer instituições sociais que atuam com famílias atípicas, esportes, cultura, crianças, adolescentes e jovens e que, mesmo com toda a documentação em dia, não recebem investimento de deputados federais. Para ela, o mandato dá autonomia para isso: “o deputado federal não precisa estar pedindo, ele tem as emendas e pode destiná-las.”

É nesse tabuleiro que Aline Mariano disputa a corrida como deputada federal, com força na região metropolitana do Recife e no Sertão do Pajeú — reduto de seu pai, o ex-deputado Antônio Mariano.

Ao encerrar a entrevista, deixou o recado: “Escolham filhos da terra.”

Leia a entrevista na íntegra:

Blog do Finfa: A senhora é candidata a deputada federal. Nessa reta final da campanha, faltando 20 e poucos dias, como encontra-se sua campanha a nível de estado?

Aline Mariano: Eu estou muito animada, Finfa. É algo desafiador, mas eu tenho o serviço prestado, já tenho um trabalho, tenho uma penetração muito boa em duas áreas que para mim são prioridades: o Recife, a região metropolitana, e Afogados da Ingazeira e o Sertão do Pajeú. Inclusive, no Sertão do Pajeú, eu sou a primeira mulher da história a ser candidata a deputada federal.

A eleição está ganhando um volume muito grande e a gente está com uma eleição muito consolidada na cidade do Recife, onde na última eleição foi a minha segunda maior votação. Passei de 8.000 votos, tive mais votos que 10 vereadores eleitos.

E na região metropolitana eu já tenho também uma identidade muito grande que os problemas do Recife não são diferentes dos problemas da região metropolitana. O que diferencia é o prefeito. E nós tivemos a sorte de termos um grande prefeito, que será o nosso governador. E no Sertão do Pajeú existe esse vácuo: poucos filhos da terra disputando o mandato.

Estou envolvida na política desde cedo. Tive um mandato como vereadora de Afogados da Ingazeira com 23 anos, disputei as últimas eleições, tive grandes votações em Afogados, tanto para vereadora como nos pleitos que eu disputei para deputada — com apoio e sem apoio, a gente nunca deixou de ter o nosso grupo e ter os nossos apoiadores, fruto de um legado que o meu pai, o saudoso Antônio Mariano, deixou. Ele foi vereador, prefeito, deputado 16 anos pela região do Pajeú, e eu sei o quanto faz falta ter um sertanejo, alguém que conhece a realidade, conhece as pessoas — e isso a gente tem.

A gente fez esse patrimônio, eu fiz um patrimônio de amigos no Pajeú, pessoas que sabem que a gente nunca deixou de estar junto dos conterrâneos, sempre que procurada. As pessoas que me procuraram até hoje em Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, sabem que eu sempre estive presente, sempre fiz o que pude, e eu tenho certeza que como deputada eu vou poder fazer muito mais. Vou trazer as emendas impositivas, que hoje é mais que um ministério que os deputados dispõe, para fazer um trabalho não só de infraestrutura — que é algo essencial —, mas também na área social, que é o que eu conheço bem, o que eu entendo, o que eu sei fazer.


Blog do Finfa: A senhora era filiada ao PSDB, que levou a se filiar ao Republicanos?

Aline Mariano: Foi um entendimento meu, do nosso candidato a governador João Campos, e do nosso presidente do Republicanos, que no Republicanos eu teria muito mais chance de ser deputada. O nosso partido hoje é um partido que vai fazer quatro deputados federais.

Silvinho é o puxador, é o nosso presidente, que foi ministro. Foi o quarto mais votado de Pernambuco. Hoje ele desponta com a grande votação, vai ter mais voto que teve na eleição passada. Ele será deputado e ministro, e nós temos tudo para fazermos aí uns quatro deputados, e eu estou na briga.

Por uma questão estratégica de política eleitoral, Silvinho é um grande parceiro de João. Minha dobradinha no Recife é com João Paulo Costa, que inclusive é irmão do vice-governador Carlinhos, Carlos Costa, na chapa majoritária, na chapa de João Campos.

Por uma questão estratégica, estou hoje nos Republicanos, mas todo mundo sabe que eu tenho o DNA de João Campos, que é o nosso líder, é quem nos inspira a todos. Estive presente em muitas ações do município junto com João Campos.

Não tenho a menor dúvida que João Campos será o nosso governador e será tão bom ou até melhor do que Eduardo Campos, porque é um homem sensível, é um homem de diálogo. João sabe fazer, João fez mais do que prometeu — diferente do atual governo, que prometeu muito e entregou pouco.

Essas comparações são muito importantes, por isso estou torcendo para que comecem os debates, para que as pessoas saibam o que de fato João fez, o que Raquel fez no mesmo período — João, com orçamento muito menor do que o orçamento do Estado. Não tenho a menor dúvida de que Pernambuco não vai perder a oportunidade de eleger João, e eu, como deputada federal, vou estar lá para defender com unhas e dentes essas duas regiões que são prioridade para mim: o Sertão do Pajeú, o Recife e a Metropolitana.


Blog do Finfa: A senhora tem uma bandeira de antidrogas, não é?

Aline Mariano: Veja, eu tenho um trabalho que vou levar para o Congresso Nacional, que é algo que vai ser diferenciado.

Porque eu vejo muitos deputados, eles se limitam só a trabalhar a questão da infraestrutura, que é necessário e que eu não vou deixar de fazer. Porque as pessoas precisam de pavimentação, as pessoas precisam de saneamento, as pessoas precisam de água na torneira, as pessoas precisam — o homem do campo, a mulher do campo, o agricultor precisa de maquinários —, precisamos todos de barragens, de poços artesianos.

A gente compreende tudo isso no Recife: as demandas na infraestrutura também são importantes, como os muros de arrimo, as escadarias, as encostas. Mas eu acho que o deputado não pode se limitar a isso.

A minha grande bandeira chegando no Congresso Nacional é a gente pegar instituições que já fazem um trabalho na área social e destinar essas emendas para que as pessoas possam fazer esse trabalho cada vez melhor, com estrutura, dando oportunidade a muita gente que depende do social. Eu, por exemplo, conheço várias instituições que trabalham com famílias atípicas que não recebem um centavo de deputados federais para que possam funcionar melhor.

Conheço várias instituições que trabalham com esportes, com cultura, com crianças e adolescentes, com jovens, e não recebem, mesmo tendo toda a documentação, nenhum investimento por parte dos deputados federais, que têm as chamadas emendas impositivas. O deputado federal não precisa estar pedindo: ele tem as emendas e pode destiná-las. Muito pelo contrário.

São os prefeitos e governadores que ficam ali atrás dos deputados para que eles possam colocar as emendas. O deputado tem essa independência de fazer o que acredita, e eu acredito no social. Vou fazer.


Blog do Finfa: Confiante na vitória de João Campos?

Aline Mariano: Muito confiante. Tenho certeza que o João Campos será governador.

O povo do Recife e o povo da região metropolitana sabem que esse é um governo de ilusão. A saúde está precária: a governadora não vai conseguir entregar sequer uma única reforma de um único hospital. Começaram as reformas — e eu desconfio que elas continuem depois da eleição, inclusive. Agora, a toque de caixa, faltando um ano para a eleição, ela começou a reformar todos os hospitais.

Ela passou três anos para fazer uma licitação — e, se passam três anos para isso, para mim a saúde está na UTI. Não entregou um único hospital novo e não consegue fazer uma única reforma, fora UPA e especialidades.

Segurança: quem mora no Recife e na região metropolitana sabe que hoje nós temos facções criminosas fazendo toque de recolher. O nosso estado é o terceiro mais violento do país, a gente não tem o que comemorar. Feminicídio pipocando, com duas mulheres governando o nosso estado.

Na educação, já fomos primeiro lugar no IDEB. As escolas eram referência. Hoje falta merenda e faltam aulas na escola pública. As mães sabem, os filhos que estudam nas escolas públicas do Estado sabem, que o que estou falando aqui é verdade. O que a gente tem para comemorar?

O que acontece hoje? Acontece que eu sou uma política de centro — tenho voto dos dois lados. Mas a gente há de conviver com o fato de que Lula investe pesado no Nordeste. Em Pernambuco, foram mais de 4 bilhões em estradas e em água. O transporte, ele mandou; ela retirou os adesivos dos ônibus e colocou os dela, e pousa ao lado das obras de Lula como se fosse ela que estivesse entregando.

É muito bom ser governadora com Lula investindo e o povo acreditando que as obras são dela. Agora, se Lula não tivesse investido tudo isso e ela dependesse só do governo do estado, o que de fato Raquel Lyra teria entregado para a população? Nada do que ela prometeu em áreas prioritárias, ela tirou do papel. É só pegar o plano de governo dela e esmiuçar para vocês verem que ela não consegue entregar 30% do que prometeu dentro do plano de governo dela.

E isso, na hora certa, João vai perguntar: ‘E Raquel, prometeu o que fez?’ Ele prometeu bem menos e fez muito mais.


Blog do Finfa: Deixe uma mensagem para o povo de Pernambuco e para o povo do Pajeú.

Aline Mariano: Para o povo do Pajeú, deixo a mensagem de que, se forem escolher, escolham filhos da terra. E quem pensa como eu, que João é o melhor, a opção é Aline Mariano, porque sou filha da terra, filha de Afogados da Ingazeira, tenho uma história, conheço as pessoas pelo nome, as pessoas me conhecem, sabem que eu não acordei um dia e decidi ser política — decidi isso desde muito cedo. Sempre quis estar na vida pública porque está no sangue.

Acredito que todas as pessoas vocacionadas, que amam o que fazem, fazem bem feito. Quem pensa como eu, que João é a melhor opção e quer votar em um filho da terra, escolha Aline Mariano, que saberei honrar o legado que meu pai deixou e toda a história que tenho construído no estado de Pernambuco.

Para o povo de Pernambuco que já me conhece, que sabe como a gente faz política — o povo do Recife sabe que tenho um serviço prestado —, não tenho dúvida de que vou ter uma grande votação representando também o povo da região metropolitana, que é um povo que vota em toda eleição e vê muita gente de fora vindo buscar votos, mas que não conhece a região metropolitana com a profundidade que eu conheço, pelo fato de já estar há muito tempo fazendo trabalho no Recife, que naturalmente envolve as cidades do entorno.

28ª Feira da Rapadura movimenta mais de R$ 2 milhões e fortalece comércio, cultura e empreendedorismo em Santa Cruz da Baixa Verde

A 28ª Feira da Rapadura chegou ao fim deixando resultados que ultrapassam a programação artística e reforçam a importância do evento para a economia, a cultura e o desenvolvimento de Santa Cruz da Baixa Verde. Durante a edição deste ano, a feira movimentou maisde R$ 2 milhões em negócios, reunindo comerciantes, produtores, empreendedores e visitantes de Santa Cruz da Baixa Verde e de municípios da região.

Com mais de 30 estandes, a programação reuniu produtos, serviços, artesanato, gastronomia e iniciativas de diferentes segmentos, criando um ambiente de circulação de pessoas e oportunidades para quem empreende no município.

A programação da feira também foi distribuída em três polos. Além do Palco Principal, no Pátio de Eventos, a programação contou com o Palco Cultural, voltado para apresentações e manifestações culturais, e com atrações no Carro da Pitú, garantindo diferentes espaços de programação durante os dias do evento.

Para o comerciante Rubens, proprietário da RW Store, a feira tem um papel importante especialmente para o setor de moda, que registra aumento no movimento durante o período do evento.
“É um evento muito bom, porque pra gente que trabalha com moda, a festividade na cidade movimenta o geral. É o principal evento aqui pra moda. Pra mim surpreendeu. Realmente foi excelente. Nada a reclamar, só agradecer. A gente fez um investimento muito bom, graças a Deus o retorno veio e só gratidão mesmo, porque foi muito bom.”

O impacto também foi percebido por outros comerciantes. Proprietário da AB Modas, Ayrton destacou o aumento nas vendas e a presença de consumidores de outros municípios.

“A Feira da Rapadura é bem importante pra gente aqui, porque além de atrair muitas pessoas novas, dá um movimento legal aqui na cidade, muitos clientes vêm atrás também pra ter novidades. Fizemos um investimento legal, a gente teve retorno também, então nossas vendas cresceram. A gente teve também um grande fluxo de pessoas de fora, pra conhecer tanto as novidades da loja como também pra conhecer a cidade.”

Além da movimentação econômica, a 28ª Feira da Rapadura também teve espaço para conhecimento, capacitação e troca de experiências. A programação contou com uma palestra sobre crédito e educação financeira, realizada pelo Banco do Nordeste, com informações e orientações para empreendedores que buscam melhorar a gestão dos negócios e conhecer novas possibilidades de acesso a crédito.

Outro momento de formação foi a palestra “Empreendedorismo no Turismo Rural”, realizada pelo Sebrae, que promoveu uma conversa sobre as possibilidades de geração de renda e desenvolvimento de negócios relacionados ao turismo rural.

A cultura e a tradição também tiveram lugar de destaque. Um dos grandes momentos foi o Encontro de Bacamarteiros, que reuniu mais de bacamarteiros de toda a região, celebrando uma manifestação cultural que integra a identidade de Santa Cruz da Baixa Verde e do Sertão.

Outro momento simbólico da programação foi a quebra da Maior Rapadura do Mundo, que foi distribuída para toda a população. Uma tradição que integra a identidade da feira e celebra o principal produto que dá nome ao evento. O momento reuniu público e reforçou a valorização da produção local e da tradição que atravessa gerações no município.

Para João Gilberto, que participou da programação, a tradição da Feira da Rapadura segue sendo um dos principais elementos do evento. “O evento em si foi maravilhoso, as atrações perfeitamente encaixadas, cada vez melhor a tradição que acontece aqui na nossa cidade.”

Entre o público jovem, a percepção sobre a importância da feira também esteve ligada à valorização de Santa Cruz da Baixa Verde e de sua produção. Lara destacou o impacto do evento para a visibilidade do município e para a valorização dos produtos locais.

“Acho muito importante, porque coloca a cidade no mapa, é importante economicamente também, porque valoriza o produto da terra e, enfim, é um evento maravilhoso que traz muitos benefícios durante o acontecimento.” Da Assessoria

Sebastião Oliveira reforça compromisso com Jaboatão e coloca mandato à disposição da população

Um dos principais municípios de Pernambuco, Jaboatão dos Guararapes recebeu a visita de Sebastião Oliveira, que esteve acompanhado do deputado federal e candidato à reeleição Waldemar Oliveira, além de Valdir Massa e Jefferson Moura. Recebido com entusiasmo, Sebá ouviu lideranças e conversou com moradores sobre as principais demandas da população.

No UR-11, Sebastião Oliveira foi recepcionado pela candidata a deputada federal Ana Brandão e reafirmou sua disposição de trabalhar em defesa da localidade e de todo o município.

“É preciso estar preparado e animado para fazer política. Tem muita gente para colocar gosto ruim e atrapalha quem trabalha por quem mais precisa. Colocarei o meu mandato à disposição e vou destinar emendas para ajudar a melhorar a qualidade de vida do povo do UR-11 e de Jaboatão dos Guararapes”, destacou Sebastião Oliveira, o “Deputado das Grandes Obras”.

Brejinho: Onde nasce o Pajeú e floresce a força do sertão

“Hoje o meu abraço vai
Para o povo de Brejinho
Onde a poesias faz
Em cada arbusto um ninho
E a terra que João Pedro
Cuidou com todo o carinho”

Por: Ademar Rafael

Por Rinaldo Remígio*

Há cidades que nascem às margens de um rio. Brejinho possui um privilégio ainda maior: é em suas terras que nasce o próprio Rio Pajeú. Antes de atravessar o Sertão, alimentar histórias e inspirar poetas, suas águas brotam na Serra da Balança, na divisa entre Pernambuco e Paraíba. Por essa razão, o município carrega, com justiça e orgulho, o título de “Terra Mãe do Rio Pajeú”.

Localizada no Alto Sertão do Pajeú, a aproximadamente 415 quilômetros do Recife, Brejinho é uma pequena cidade em população, mas imensa em significado histórico, cultural e ambiental. Segundo estimativa do IBGE para 2026, o município possui pouco mais de oito mil habitantes. Além da sede, seu território compreende os povoados de Vila de Fátima, Lagoinha e Placas de Piedade, bem como diversas comunidades rurais onde permanecem vivos os costumes e os valores do povo sertanejo.

A história de Brejinho começou muito antes de sua emancipação política. Há registros da presença de famílias na região desde o século XIX, quando aquelas terras serviam de passagem para comerciantes que transitavam entre Teixeira, na Paraíba, e o Alto Pajeú pernambucano.

Entretanto, foi no dia 6 de fevereiro de 1928 que a comunidade começou efetivamente a tomar forma. Na casa de Manoel Simão da Silva, conhecido como Seu Paizinho, no sítio Brejo de José Nunes, o padre João Leite Gonçalves de Andrade celebrou a primeira missa daquela localidade. A partir daquele encontro de fé, o religioso também incentivou a criação de uma feira livre, atraindo comerciantes e moradores das redondezas.

Assim, Brejinho nasceu da união de três elementos fundamentais para a formação das cidades sertanejas: a fé, o trabalho e a convivência comunitária.

Pouco depois, iniciou-se a construção da Capela de São Sebastião, concluída em janeiro de 1932. Naquele mesmo ano aconteceu a primeira festa dedicada ao padroeiro. A celebração atravessou gerações e permanece como uma das manifestações religiosas e culturais mais importantes do município. Todos os anos, no mês de janeiro, filhos da terra, moradores das comunidades rurais e visitantes reencontram-se para renovar a fé, preservar as tradições e fortalecer os laços de pertencimento.

Brejinho pertenceu inicialmente a São José do Egito. Com a emancipação de Itapetim, em 1953, passou a integrar o território do novo município. Em 10 de abril de 1962, o povoado foi elevado à condição de distrito. A autonomia municipal veio por meio da Lei Estadual nº 4.996, de 20 de dezembro de 1963, que entrou em vigor no primeiro dia de 1964.

A instalação oficial do município ocorreu em 22 de fevereiro de 1964, com a posse do prefeito interino Ivo Vicente Ferreira. Em 1965, José Severino de Araújo tornou-se o primeiro prefeito escolhido pelo voto popular. Começava, assim, uma nova etapa da caminhada política e administrativa da cidade.

Mas Brejinho não guarda apenas a história mais recente. Em localidades como os sítios Belém, Caldeirão e Laje do Agostinho encontram-se formações rochosas e registros rupestres que apontam para ocupações humanas muito antigas. Pedra do Letreiro, Pedra Bonita, Pedra do Índio, Pedra do Milho, Pedra Grande e Gruta do Morcego formam um patrimônio natural e arqueológico que merece ser conhecido, estudado e preservado.

A Igreja Matriz de São Sebastião, o Açude da Serraria, a Casa de Manoel Lulu, a Pedra do Papa e, sobretudo, a nascente do Rio Pajeú completam um conjunto de riquezas com grande potencial turístico. Esse patrimônio ganhou maior projeção com a inclusão de Brejinho no Mapa do Turismo do Brasil, em dezembro de 2025.

Entre todas essas riquezas, a nascente do Pajeú ocupa lugar especial. De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima, o rio nasce na Serra da Balança e percorre aproximadamente 353 quilômetros até encontrar as águas do São Francisco, no Lago de Itaparica. Sua bacia hidrográfica, a maior de Pernambuco, ocupa cerca de 17% do território estadual.

É emocionante imaginar que um rio tão presente na geografia, na economia, na memória e na poesia sertaneja começa discretamente em solo brejinhense. O Pajeú nasce pequeno, mas cresce durante o caminho — exatamente como tantas cidades do Sertão, cuja grandeza não se mede apenas pelo tamanho, mas pela capacidade de alimentar sonhos, histórias e esperanças.

Brejinho também está inserida na tradição poética do Pajeú. Um de seus filhos mais representativos foi o poeta e cantador João Izidro Ferreira, nascido em 1897 no sítio Serraria. Viajando a cavalo, cantou em feiras, residências e salões, dividindo desafios com nomes como Lourival Batista, Pinto do Monteiro, Jó Patriota e Pedro Amorim. Sua trajetória ajuda a demonstrar que a cantoria de viola encontrou em Brejinho terreno fértil para criar raízes. Ao lado dele, também são lembrados poetas brejinhenses como Pedro Jacinto, Vital Paca e Nicolau.

Essa proximidade com Teixeira, na Paraíba, um dos berços da cantoria nordestina, transformou Brejinho em uma importante porta de entrada da poesia improvisada no Pajeú. Ali, a palavra cantada atravessou serras, feiras e gerações, tornando-se parte inseparável da identidade brejinhense.

Como tantas cidades do semiárido, Brejinho enfrentou longos períodos de escassez de água. Por isso, a implantação do Ramal Ambó–Brejinho, integrado ao Sistema Adutor do Pajeú, representou uma conquista histórica. A chegada das águas do São Francisco trouxe maior segurança hídrica à população. Posteriormente, foram iniciadas extensões destinadas aos povoados de Lagoinha e Vila de Fátima, ampliando a esperança de melhores condições de vida para as comunidades.

Brejinho continua avançando por meio da agricultura, do pequeno comércio, dos serviços, do empreendedorismo e do trabalho diário de seu povo. Cada rua pavimentada, cada praça recuperada, cada escola fortalecida e cada melhoria no abastecimento representam conquistas construídas coletivamente.

Conhecer Brejinho é compreender que a grandeza de uma cidade não depende do número de habitantes nem da extensão de seu território. Depende da força de sua história, da dignidade de seu povo e da contribuição que oferece à região onde está inserida.

Brejinho é terra de fé e trabalho, de vaqueiros e agricultores, de cantadores e contadores de histórias. É lugar onde a caatinga resiste, a poesia encontra abrigo e a água inicia sua longa caminhada pelo Sertão.

Pequena no mapa, mas grandiosa na memória do Pajeú, Brejinho é a terra onde nasce um rio e de onde continuam brotando histórias, versos, sonhos e esperanças.

*Professor universitário aposentado, administrador de empresas, contador, historiador e mestre em economia!

Empresária afogadense se destaca em capacitação

A empresária afogadense, Edna Cristina, proprietária do Restaulanche Bom Sabor na Rua Barão de Lucena em Afogados da Ingazeira, atrás da Prefeitura Municipal, participou do Programa com capacitação dividido em dois módulos durante 07 meses, realizado pela Sala do Empreendedor, Sebrae e Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico.

A capacitação foi realizada por 20 participantes, que foi encerrada na última segunda-feira (14), onde Edna Cristina, se destacou e foi contemplada com o primeiro lugar.

Em entrevista a este blogueiro, a empresária fala da satisfação de ter participado dessa capacitação e deixou seu recado para os empreendedores que ainda não se capacitaram.

Assista na íntegra a entrevista:

Múltipla: Raquel tem 44% e João Campos, 39%

Pesquisa do Instituto Múltipla contratada pelo Blog do Nill Júnior a praticamente 20 dias para o primeiro turno mostra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) com 44% das intenções de voto. O ex-prefeito do Recife e candidato socialista João Campos tem 39%.

Estão indecisos 12%. Brancos e nulos somam 4%. Outros candidatos são citados por 1%.

Considerando a margem de erro, de 3,3%, os dois estão em quadro de empate técnico. Raquel tem entre 40,7% e 47,3%. Já João Campos, entre 35,7% e 42,3%.

Na última pesquisa divulgada em agosto, Raquel aparecia com 43% das intenções de voto e o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), obteve 37%. Com base nesse levantamento, Raquel cresceu um ponto e João Campos, dois pontos percentuais. Os dois oscilaram dentro da margem de erro, com redução da vantagem matemática em um ponto.

Na Região Metropolitana, João tem 44% e Raquel, 38%. Na Zona da Mata, vantagem de 44% a 36% para Raquel. No Agreste, a governadora tem 52% contra 35% do socialista. No Sertão, Raquel 45% a 33%. No Recife, 52% a 32% pró João.

Espontânea: Raquel 30% e João Campos, 24%

Na pesquisa espontânea, onde os entrevistados não recebem uma lista de nomes e indicam livremente em quem pretendem votar, Raquel Lyra tem 30%, enquanto João Campos aparece com 24%.

O levantamento aponta ainda 17% de indecisos, enquanto 26% disseram não saber ou não quiseram opinar. Outros 3% declararam voto branco ou nulo. Somados, esses três grupos representam 46% da amostra, segundo o relatório.

Dados da pesquisa

A pesquisa foi realizada com 900 eleitores, abrangendo todas as mesorregiões do Estado. A margem de erro para o conjunto da amostra é de 3,3 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-07035/2026.

No Sertão, Sebastião Oliveira destaca obras, tradição e atenção especial para os artistas

Sebastião Oliveira cumpriu uma extensa agenda pelo Sertão pernambucano neste fim de semana. Em Serra Talhada, participou da sabatina promovida pelo Farol de Notícias e visitou comunidades da Zona Rural, onde relembrou obras importantes nas áreas de infraestrutura e recursos hídricos que tiveram participação direta em sua trajetória política, como as estradas de acesso a Santa Rita e Bernardo Vieira, além da intervenção na Barragem de Serrinha.

Em Triunfo, Sebastião prestigiou a sexta edição da Missa do Vaqueiro de Jericó, evento que reúne tradição, fé e cultura sertaneja. Encerrando a agenda, em Santa Cruz da Baixa Verde, participou da Festa da Rapadura e destacou a importância das manifestações culturais para a preservação das tradições locais e para a movimentação da economia dos municípios.

Durante a sabatina, o candidato a deputado estadual apresentou uma nova proposta para o seu quarto mandato na Alepe: a criação, dentro do próprio gabinete, de uma assessoria especial voltada exclusivamente ao atendimento e à orientação de artistas pernambucanos.

“Vamos oferecer suporte em áreas que muitas vezes dificultam a participação dos profissionais da cultura em eventos públicos e privados. A proposta é ajudar os artistas a se organizarem, compreenderem e atenderem às exigências legais e burocráticas e, assim, estarem mais preparados para participar de contratações e eventos realizados em todas as regiões de Pernambuco”, ressaltou Sebastião Oliveira.

Sebastião Oliveira intensifica agenda no Pajeú e reforça articulação política em Serra Talhada, Triunfo e Santa Cruz

O candidato a deputado estadual Sebastião Oliveira (Avante) intensificou, neste domingo (13), a agenda política pelo Sertão do Pajeú, com passagens por Serra Talhada, Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde. A programação reuniu lideranças políticas, vereadores, representantes comunitários e moradores.

Em Serra Talhada, Sebastião iniciou o roteiro pela comunidade de Virgulino Ferreira/Serrinha, onde esteve na casa de Josefa e Novinho da Goiaba. O encontro reuniu lideranças locais e representantes da associação de pescadores e contou com a presença do vereador André Maio, que vem ampliando sua articulação nas comunidades da zona rural.

Durante a passagem pela região, Sebastião também falou sobre a Barragem de Serrinha e relembrou recursos destinados à recuperação das comportas durante seu período como deputado federal.

Segundo o candidato, foram mais de R$ 2 milhões articulados para a recuperação da estrutura, em parceria com o então deputado Fernando Leão.

De Serra Talhada, Sebastião seguiu para Jericó, em Triunfo, onde participou da 6ª Missa do Vaqueiro na Pega de Boi. O evento reuniu moradores, vaqueiros, lideranças políticas e representantes da comunidade e contou com a presença do prefeito Luciano Bonfim.

A agenda terminou em Santa Cruz da Baixa Verde, onde Sebastião acompanhou o encerramento da Festa da Rapadura, percorreu os estandes e conversou com participantes do evento. Na cidade, esteve ao lado de lideranças como Lucas Diniz, Ildinho Diniz e o vereador Lica da Bernarda, além de apoiadores locais.

Ao comentar a relação com Santa Cruz da Baixa Verde, Sebastião destacou obras e ações realizadas ao longo de sua trajetória política:

“É uma cidade que eu gosto muito. Tenho muitos serviços prestados, inclusive uma PE que ligou Santa Cruz até a Paraíba, com Manaíra, que agora a Paraíba fez. Santa Cruz está interligada. Foi executada quando eu era secretário de Transportes, aquele primeiro pórtico de entrada, Passagem Molhada. Então, assim, é muito bom a gente andar no Sertão e ter um currículo, com uma lista enorme de serviços prestados e de obras para essa minha querida Santa Cruz da Baixa Verde”, disse.

Após sabatina, Sebastião Oliveira almoça em Santa Rita, exalta suas raízes e, em São Domingos, critica situação das estradas

Após participar de uma sabatina eleitoral, neste sábado (12), o candidato a deputado estadual, presidente do Avante em Pernambuco e ex-deputado federal e estadual Sebastião Oliveira seguiu para o distrito de Santa Rita, na zona rural de Serra Talhada, onde participou de um momento de confraternização com familiares na Chácara Maria Adail e Zeca Inácio, em encontro liderado por Erica Inácio.

Durante o almoço, Sebastião fez um discurso marcado por lembranças familiares e pela valorização de suas origens. Ao falar sobre sua trajetória, recordou o avô materno, José Olavo, e a avó Zizina, destacando o orgulho de suas raízes e de ser filho da terra.

“Enquanto muitos escondem a mãe e o pai, eu tenho orgulho de dizer que sou filho daqui, filho da terra”, afirmou.

A fala ocorreu em um momento de confraternização com familiares e pessoas próximas, antes da continuidade da agenda política do candidato pela zona rural do município.

EM SÃO DOMINGOS, SEBASTIÃO FAZ COBRANÇA SOBRE ESTRADAS

Após o almoço em Santa Rita, Sebastião Oliveira seguiu para a comunidade de São Domingos, também na mesma região, onde participou de uma reunião com moradores. Foi durante esse encontro que o candidato direcionou suas críticas para as condições das estradas da zona rural de Serra Talhada. Sebastião afirmou que os problemas registrados em Cacimbinha não são uma situação isolada e, segundo ele, refletem dificuldades enfrentadas por diversas comunidades rurais.

“O problema aqui da Cacimbinha não é um problema só da Cacimbinha não. Isso é um problema da zona rural inteira e até, às vezes, de localidades próximas a Serra Talhada”, afirmou.

Sebastião lembrou ainda das rodovias PE-414 e PE-418, que atendem às regiões de Santa Rita e Bernardo Vieira. Segundo ele, as duas estradas foram executadas durante suas duas passagens pela Secretaria de Transportes do Governo de Pernambuco.

“Nós temos hoje duas grandes estradas aqui, Santa Rita, Bernardo Vieira, PE-414, PE-418. As duas foram feitas por mim quando eu fui secretário de Transportes do Governo do Estado por duas vezes”, destacou.
Na sequência, Sebastião fez uma cobrança direta à Prefeitura de Serra Talhada e afirmou que a responsabilidade pela manutenção das estradas municipais é do município.

“Vocês sabem que a responsabilidade não é do deputado federal, não é do deputado estadual, a responsabilidade não é do presidente Lula, não é da governadora Raquel Lyra. A responsabilidade é da prefeita de Serra Talhada, é do município que precisava dar estrada ao povo”, declarou.

O candidato afirmou ainda que tem ouvido reclamações semelhantes durante suas visitas às comunidades rurais.

“Onde eu ando na zona rural, a reclamação é a mesma: isso é falta de braço do governo, da prefeitura para atender a zona rural de Serra Talhada. É um absurdo o que está acontecendo!”, criticou.

A agenda de Sebastião Oliveira na zona rural ocorreu após a sabatina eleitoral e reuniu momentos de confraternização familiar em Santa Rita e de diálogo político com moradores de São Domingos, onde as condições das estradas estiveram entre os principais temas abordados pelo candidato.