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Últimas publicações do quadro “Mundo”

Lula diz esperar que Delcy Rodríguez dê “conta do recado” na Venezuela

O presidente Lula disse esperar que a Delcy Rodríguez, a presidente interina da Venezuela “dê conta do recado” e reafirmou que cabe ao povo venezuelano encontrar uma solução para o país Lula comentou sobre a Venezuela durante viagem ao Panamá, onde participará do Fórum Econômico Internacional América Latina e Caribe.

“Chega de ordens de Washington”, diz presidente interina da Venezuela

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou neste domingo (25) que já está farta das ordens de Washington, enquanto trabalha para unificar o país após a captura do ex-líder Nicolás Maduro pelos EUA no início do mês.

Trump diz que não usará força para conseguir Groenlândia e exige negociação

“As pessoas pensaram que eu usaria a força, mas eu não preciso usar a força”, declarou Trump na reunião anual do Fórum Econômico Mundial, na Suíça. “Eu não quero usar a força. Eu não usarei a força.”

Trump fez os comentários em um discurso econômico que foi ofuscado pelo desgaste das relações transatlânticas e pelas tensões com a Europa devido à sua pressão para adquirir a Groenlândia.

Ele minimizou a questão, chamando-a de um “pedido pequeno” por um “pedaço de gelo” e afirmando que a aquisição não representaria uma ameaça à aliança da Otan, que inclui a Dinamarca e os Estados Unidos.

“Nenhuma nação ou grupo de nações está em posição de garantir a segurança da Groenlândia, a não ser os Estados Unidos“, afirmou ele, acrescentando: “Estou buscando negociações imediatas para discutir novamente a aquisição da Groenlândia pelos Estados Unidos.”

Trump, que completou na terça-feira (20) um primeiro ano turbulento no cargo, deverá ofuscar a agenda do Fórum Econômico Mundial, onde as elites globais debatem tendências econômicas e políticas.

Líderes da Otan alertaram que a estratégia de Trump para a Groenlândia pode desestabilizar a aliança.

Os líderes da Dinamarca e da Groenlândia propuseram diversas maneiras de aumentar a presença dos EUA no território insular estratégico, que abriga 57 mil pessoas.

“Queremos um pedaço de gelo para a proteção mundial, e eles não vão dar”, disse Trump em seu discurso para um plenário lotado de líderes empresariais e políticos.

Venezuela sinaliza avanço à “segunda fase” de plano dos EUA para pós-Maduro

Com Delcy Rodríguez há quase duas semanas como presidente em exercícioe os Estados Unidos tendo consolidado a tutela sobre toda a cadeia petrolífera da Venezuela, o país sul-americano começa a se voltar para a questão dos presos políticos e a necessidade de atrair investimentos externos.

EUA exigem que Venezuela faça parceria exclusiva na produção de petróleo

O governo Trump definiu uma série de exigências que a Venezuela deve aceitar para retomar a produção de petróleo, informaram dois altos funcionários da Casa Branca à CNN.

Na ONU, EUA negam guerra contra Venezuela e dizem que não farão ocupação

CNN – Os Estados Unidos disseram durante reunião no Conselho de Segurança da ONU nesta segunda-feira (5) que não estão em guerra contra a Venezuela ou seu povo.

Além disso, Mike Waltz, representante americano nas Nações Unidas, afirmou que não farão uma ocupação no país sul-americano.

A reunião foi convocada após os EUA realizarem uma grande operação militar no sábado (3), que resultou na captura de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Eles foram levados para Nova York, onde enfrentarão acusações relacionadas ao narcotráfico.

Não há um número exato de mortes na operação americana. Segundo os Estados Unidos, alguns de seus soldados apenas sofreram ferimentos, mas estão em condição estável.

O ministro da Defesa da Venezuela afirmou que grande parte da equipe de segurança de Maduro foi morta na ação. Segundo Cuba, 32 de seus cidadãos morreram no ataque.

Trump e Putin desenham plano que obriga Ucrânia a ceder territórios

g1 – O plano para a Ucrânia que vem sendo elaborado pelos governos dos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, prevê que Kiev cederia as regiões de Donetsk e Luhansk à Rússia, segundo um esboço do documento ao qual a agência de notícias AFP teve acesso.

Essas duas regiões, que ficam no leste da Ucrânia, seriam “reconhecidas de fato como russas, inclusive pelos Estados Unidos. A mesma categoria seria aplicada para a Crimeia, a península ucraniana ilegalmente anexada pela Rússia em 2014.

As propostas são vistas pelos ucranianos e europeus como muito favoráveis à Rússia, e o diálogo que Trump e Putin vem travando abastecem rumores disso. Nesta sexta-feira (21), fontes das negociações disseram à agência de notícias Reuters que os EUA ameaçaram deixar de fornecer informações de inteligência e até de armas para a Ucrânia como forma de pressão.

Oficialmente, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, vem evitando criticar a proposta, para não criar novos atritos com Trump. Sem criticar o texto diretamente, Zelensky exigiu na quinta-feira (20) que se respeite “a soberania da Ucrânia.

Nesta sexta-feira (21), ele disse que a semana que vem será “muito difícil para a Ucrânia— fontes da agência de notícias Reuters afirmaram Zelensky e o vice-presidente dos EUA, JD Vance, se falaram por telefone nesta sexta.

Líderes europeus, em reunião nesta sexta, afirmaram que as forças ucranianas devem permanecer capazes de defender a soberania do país, em uma referência à exigência de redução das forças ucranianas.

O presidente francês, Emmanuel Macron, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, fizeram uma ligação conjunta por telefone com Zelensky. Na chamada, disseram que assegurarão apoio da Europa à Ucrânia, mas também elogiaram “os esforços de Donald Trump” por buscar o fim da guerra.

Também nesta sexta, o Kremlin pressionou o governo ucraniano e disse que Kiev tem pouca margem de negociação diante dos recentes avanços das tropas russas no front da guerra. O governo de Vladimir Putin ainda não se manifestou sobre o plano.

“Super Bigode”: Venezuela usa super-herói em campanha contra EUA

Em meio ao aumento da tensão com os Estados Unidos, a TV estatal da Venezuela usa o “Super Bigode”, alter ego em desenho animado do ditador Nicolás Maduro, como parte da campanha de propaganda do país contra a operação americana no Caribe.

O “Super Bigode”, é transmitido na TV estatal venezuelana desde 2021, é apenas uma parte da propaganda do país enquanto navios de guerra americanos se concentram próximos à costa venezuelana e o presidente dos EUA, Donald Trump, cogita enviar tropas para depor Maduro.

Em um episódio de setembro do “Super Bigode”, exibido logo após Trump iniciar sua campanha de ataques aéreos contra supostos barcos de drogas na costa venezuelana, o super-herói animado trocou seu traje habitual por um uniforme militar, empunhando uma espada embainhada e declarando que a Venezuela não tem uma “cultura bélica”.

No entanto, apesar do novo visual do Super Bigode, o regime venezuelano tem enviado mensagens contraditórias desde o aumento das tensões com os EUA, simultaneamente instando os cidadãos a se prepararem para ação enquanto insiste que tudo está bem.

A dissonância entre a gravidade da crise no Caribe e a comunicação do regime é visível nas ruas de Caracas. Diferentemente de campanhas nacionais anteriores, as equipes da CNN na Venezuela não observaram outdoors, faixas, murais ou grafites na capital nacional pedindo apoio à postura de guerra do regime, mesmo em bairros considerados redutos do governo.

Militares da Venezuela preparam resposta de guerrilha caso EUA ataquem

A Venezuela está mobilizando armas — incluindo equipamentos de décadas de fabricação russa — e planeja montar uma resistência no estilo de guerrilha ou semear o caos no caso de um ataque aéreo ou terrestre dos Estados Unidos, segundo fontes com conhecimento dos esforços e documentos de planejamento vistos pela agência de notícias Reuters.

A abordagem é uma admissão tácita da escassez de pessoal e equipamentos do país sul-americano.

Novos ataques dos EUA contra barcos no Pacífico deixam 14 mortos

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, anunciou nesta terça-feira (28) que o país conduziu ataques contra quatro embarcações no Pacífico.

Em uma publicação na rede social X, Hegseth afirmou que os barcos eram operados por Organizações Terroristas Designadas que traficavam narcóticos no Pacífico Oriental. “As quatro embarcações eram conhecidas por nosso aparato de inteligência, transitando por rotas conhecidas de narcotráfico e transportando narcóticos”, disse.

Ele acrescentou que 14 pessoas foram mortas nos ataques e uma sobreviveu. “Todos os ataques ocorreram em águas internacionais, sem que nenhuma força americana tenha sido ferida”, afirmou o americano.

Hegseth afirmou que “oito narcoterroristas do sexo masculino estavam a bordo das embarcações durante o primeiro ataque. Quatro narcoterroristas do sexo masculino estavam a bordo da embarcação durante o segundo ataque. Três narcoterroristas do sexo masculino estavam a bordo da embarcação durante o terceiro ataque”.

Em relação ao sobrevivente, Hegseth disse que autoridades americanas iniciaram protocolos padrão de busca e resgate e que autoridades mexicanas aceitaram o caso e assumiram a responsabilidade de coordenar o resgate.

O secretário de Defesa também afirmou que os “narcoterroristas” mataram mais americanos do que a Al-Qaeda e serão tratados da mesma forma. “Vamos rastreá-los, criá-los em rede e, então, caçá-los e matá-los”, disse ele.