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Últimas publicações do quadro “Afogados da Ingazeira”

Prefeitura de Afogados divulga programação da Expoagro 2026

Com mais de um mês de antecedência, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira divulgou, na tarde desta terça, a programação da vigésima edição da tradicional Expoagro.

O anúncio foi feito pelo Prefeito Sandrinho Palmeira, durante uma live no seu perfil na rede social Instagram. Durante o anúncio, Sandrinho fez questão de destacar que a programação cumpre, rigorosamente, a recomendação do Ministério Público, Tribunal de Contas e Amupe, que limita os valores do recurso público gasto com atrações artísticas em festividades. “Fizemos uma programação de qualidade, com responsabilidade,” afirmou Sandrinho.

Serão quatro dias de festas, começando no dia dois de Julho. Os shows, mais uma vez, começam às 21h.

Confira a programação de acordo com os dias:

02 de Julho
Fulô de Mandacaru
Mara Pavaneli

03 de Julho
Fundo de Quintal
Detonautas
Edy e Nathan

04 de Julho
Vicente Nery
Baby Som

05 de Julho
Hungria
Taty Girl
Walkyria Santos

As atrações locais e a atração custeada pelo Governo de Pernambuco serão divulgadas posteriormente.

Política em Afogados da Ingazeira, esquentou as bases

Acabei de registrar duas apostas para o pleito de outubro próximo, entre os vereadores afogadense, Cancão e Zé Negão.

A primeira, o vereador Cancão afirma que o deputado estadual João Paulo Costa, terá 1000 votos mais do que o pré-candidato Marconi Santana  em Afogados da Ingazeira.

A segunda aposta, o vereador Cancão conjuntamente com o Presidente da Câmara, Vicentinho, afirmam que João Campos, será eleito governador foao estado.

As apostas serão fechadasda seguinte forma: A primeira aposta será formalizada no dia 25 de Junho, e a segunda aposta pelo Governo do Estado, será casada no dia 04 de setembro. Foto: Finfa 

Justiça Eleitoral nega embargos e mantém cassação de prefeito e vice de Afogados da Ingazeira; caso vai ao TRE

A juíza Daniela Rocha Gomes, da 066ª Zona Eleitoral, rejeitou integralmente os embargos de declaração opostos pela defesa do prefeito Alesandro Palmeira de Vasconcelos Leite e do vice-prefeito Antônio Daniel Mangabeira Valadares de Souza. Com a decisão, publicada nesta terça-feira (19), a sentença que determinou a cassação dos diplomas e a inelegibilidade por oito anos dos políticos foi mantida em sua totalidade. O processo agora deve seguir para análise da segunda instância no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE).

Os recursos da defesa alegavam supostas omissões e contradições na sentença que julgou procedentes a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) e a Representação Especial por abuso de poder político, econômico e gastos ilícitos na campanha de 2024. No entanto, a magistrada reforçou que os argumentos dos investigados buscavam apenas rediscutir o mérito da causa devido ao inconformismo com o resultado desfavorável.

O esquema de combustíveis e “caixa dois”
A condenação original fundamenta-se em um esquema de distribuição ilegal de combustíveis coordenado pelo ex-secretário de finanças do município, Jandyson Henrique Xavier Oliveira, apontado como o executor central do plano. De acordo com os trechos da decisão destacados pela magistrada:
“Jandyson Henrique Xavier Oliveira […] Agiu como longa manus do prefeito e do vice candidatos à reeleição, atuando no favorecimento ilícito de suas campanhas através da distribuição irrestrita de combustíveis a eleitores com uso de recursos de fonte desconhecida…”

A fiscalização flagrou o ex-secretário na antevéspera do pleito portando R$ 35.000,00 em espécie, além de notas fiscais, tickets e ordens de abastecimento manuscritas. Também restou provado o abastecimento irregular de um carro-pipa comunitário com verba de campanha não registrada, caracterizando a prática de “caixa dois”.

Responsabilidade dos candidatos mantida
Ao manter a condenação de Alesandro Palmeira (prefeito), a juíza pontuou que ele assumiu os riscos ao delegar a gestão financeira da campanha ao ordenador de despesas públicas da prefeitura, atraindo a responsabilidade pelos atos. Conforme cita a decisão:

“A responsabilidade do Sr. Alesandro Palmeira é, portanto, manifesta, enquadrando-se no Art. 22, XIV, da LC nº 64/90.”

Sobre o vice-prefeito Daniel Valadares, o texto reforça a unicidade da chapa e o conhecimento prévio que ele possuía das nuances administrativas:

“Como Vice-Prefeito, era sabedor das nuances administrativas de abastecimentos da Prefeitura, tendo plena ciência de que o investigado Jandyson também geria a coordenação financeira de sua campanha…”

Próximos passos
Na conclusão da sentença, a juíza manteve o entendimento de que a aprovação prévia das contas de campanha não impede a punição por abuso de poder econômico apurado em processo próprio.

“CONHEÇO dos embargos de declaração, mas NEGO-LHES PROVIMENTO, por serem manifestamente incabíveis. Mantenho, por seus próprios e suficientes fundamentos, a sentença recorrida.”

Com a manutenção integral da perda de mandato e da inelegibilidade em primeira instância, caberá agora ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) julgar os recursos em grau de apelação.

Com homenagem a Dom Francisco, Rádio Pajeú inaugura Estúdio II

A Rádio Pajeú inaugurou, na manhã desta quinta-feira, 14, o Estúdio II, denominado Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, em homenagem ao “profeta do sertão”.

A cerimônia marcou um novo momento na história da emissora, com a ampliação de sua estrutura física e o fortalecimento das atividades de comunicação no Sertão do Pajeú.

A solenidade teve início com a bênção conduzida por Dom Limacêdo Antonio da Silva, presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios, mantenedora da Rádio Pajeú. Também participaram representantes do clero da diocese, entre eles os padres Miguel Nunes, Elton Wilson e Renato Pereira, além do padre Josenildo Nunes de Oliveira, gerente administrativo adjunto da emissora.

Funcionários e colaboradores da rádio acompanharam a inauguração, considerada um momento histórico para a instituição.

O projeto técnico do novo estúdio foi desenvolvido por Paulo André, da SP Eletrônica, com coordenação do gerente administrativo Alyson Nascimento. A obra teve início ainda durante a gestão do comunicador Nill Júnior.

O Estúdio II conta com os mesmos recursos técnicos do estúdio principal e foi planejado para atender produções com menor número de participantes, garantindo mais dinamismo à grade de programação.

A partir de agora, os programas Em Dia com a Noite e Acorda Sertão passam a ser gerados no novo espaço. Aos finais de semana, toda a programação da emissora também será transmitida a partir do estúdio.

Durante a solenidade, o gerente administrativo da Rádio Pajeú, Alyson Nascimento, destacou a importância da entrega do novo equipamento para o fortalecimento da comunicação regional.

“Esse é um momento muito importante para a Rádio Pajeú. A entrega do Estúdio 2 representa mais do que uma ampliação física. Representa planejamento, investimento e compromisso com a qualidade da nossa comunicação. É também uma justa homenagem a Dom Francisco, que tanto contribuiu com a nossa Igreja e com a missão da comunicação. E o mais importante: este espaço já nasce integrado à nossa programação, a serviço do povo do Pajeú”, afirmou.

Afogados: ouvintes da Pajeú flagram membros do primeiro escalão cometendo infrações de trânsito

Por Nill Júnior

A chegada do processo de aplicação de multas para a população de Afogados da Ingazeira também ampliou a fiscalização social sobre pessoas com maior visibilidade, inclusive nomes da gestão Sandrinho Palmeira.

O prefeito afirmou que nenhum cidadão está acima da lei, inclusive ele. Nesta segunda, dois flagrantes foram enviados à Rádio Pajeú. Em um deles, o Secretário Ney Quidute é flagrado sem utilizar o capacete, o prendendo ao guidão da moto.

“Ney Quidute, esse homem so anda sem capacete. Passei umas 3 ou 4 vezes por ele hoje, todas as vezes ele estava com o capacete no retrovisor, as leis de transito só serve pra gente ou pra ele também?” – reclamou o ouvinte.

Andar de moto sem capacete no Brasil é uma infração gravíssima, sujeita a punições severas que vão além de uma simples multa financeira.Aqui estão as principais consequências de acordo com o Artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB):Multa: O valor atual é de R$ 293,47. Suspensão da CNH: Esta é uma infração “autossuspensiva”, o que significa que o condutor pode ter o direito de dirigir suspenso por um período de 2 a 8 meses, independentemente da pontuação acumulada na carteira.

O Secretário disse à Rádio Pajeú que não vai se manifestar.

Outro flagrante é de um carro sobre faixa de pedestres na Escola Ana Melo. O carro pertence a Eliana Rabelo, da Secretaria de Educação.

Parar sobre a faixa de pedestres é uma infração de trânsito, sujeita a multas e pontos na CNH, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Dependendo da situação — como parar no sinal vermelho ou estacionar — a infração pode ser considerada média ou leve.Penalidades e Tipos de Infração:Parar na mudança de sinal (Art. 183): Infração média, com penalidade de multa no valor de R$ 130,16 e adição de quatro pontos na CNH.

Hoje a Secretária Flaviana Rosa fará um balanço dos 15 dias do início da aplicação de multas na Rádio Pajeú.

Sanitários do Mercado Publico de Afogados da Ingazeira em situação precária

Estive no Mercado Público de Afogados da Ingazeira, na oportunidade assim que adentrei para fazer um compra no setor de cereais, fui acionado por comerciantes daquele estabelecimento, que relataram a situação dos sanitários do referido mercado. Fizeram questão de pedir para eu fazer um vídeo da situação precária daquele equipamento, de uso da população.

São caixa d’água e torneira quebradas, o funcionário no momento do vídeo, estava tentando limpar com a maior dificuldade.

“Isso é um absurdo, falaram com o secretário que prometeu resolver este problema, e o mesmo disse que iria solucionar e continua esta situação”, disse uma comerciante.

Afogados da Ingazeira recebe unidade móvel do HEMOPE para doação de sangue

Afogados da Ingazeira receberá, nesta quinta-feira 07 de maio, a unidade móvel do HEMOPE, em uma importante ação voltada ao fortalecimento dos estoques de sangue na região.

A coleta será realizada a partir das 8h da manhã, no Hospital Regional Emília Câmara, oferecendo à população a oportunidade de contribuir com um gesto simples, mas que pode salvar vidas.

A iniciativa reforça a importância da doação voluntária e da solidariedade, especialmente diante da constante necessidade dos hemocentros em manter seus estoques abastecidos para atender emergências, cirurgias e tratamentos de saúde.

A participação da população é fundamental para o sucesso da ação. Doar sangue é um ato de amor ao próximo e pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas.

Prefeitura de Afogados divulga calendário do projeto Arraial do meu Bairro

Em sorteio realizado na noite desta terça-feira (05), a secretaria de cultura e esportes de Afogados definou as datas do calendário do projeto “Arraial do meu bairro”, evento já consagrado no calendário dos festejos juninos de Afogados da Ingazeira, mobilizando comunidades e bairros em torno dessa grande festa popular. As atrações musicais de cada bairro também já foram definidas.

A jornada festiva começa no dia 05 e vai até o dia 22 de junho, com exceção para os dias de jogos do Brasil na copa. “O arraial do meu bairro já virou tradição em Afogados, com os bairros dando um verdadeiro show a cada noite, numa belíssima celebração da música, da dança, do colorido, das comidas de milho, que tornam esse período junino uma época mágica para todos nós,” destacou o secretário de cultura de Afogados, Augusto Martins.

Confira o calendário na íntegra:

05/06 – Adelino do Acordeon
Padre Pedro Pereira

06/06 – Wallisson Vaqueiro
Residencial Dom Francisco

07/06 – Gustavo Pinheiro
Vila Pitombeira

08/06 – Warley Brito
Manoela Valadares

09/06 – Lindonjonson
Sobreira

10/06 – Denílson Azevedo
Residencial Laura Ramos

11/06 – Bruna Pegon
Brotas

12/06 – Júnior Mendes
São Braz

14/06 – Cícero Souza
São Sebastião

15/06 – Genaílson do Acordeon
Centro

16/06 – Wilson Neres
Residencial Miguel Arraes

17/06 – Lindomar Souza
COHAB

18/06 – Neno do Acordeon
São Cristóvão

20/06 – Genecy do Acordeon
Borges

21/06 – Leandro do Acordeon
São Francisco

22/06 – Lau Silva e forró limão
Praça de alimentação

​Nota ao Povo de Afogados da Ingazeira

​A coligação União pelo Povo reafirma seu compromisso com a transparência e o respeito à democracia. Entendemos que a pluralidade de ideias fortalece o debate público e, por isso, respeitamos as decisões de todos os nossos membros. Pois, os propósitos que nos unem são baseados na verdade e na lealdade.

Reafirmamos nossa unidade absoluta em torno de um projeto maior: a renovação política de Afogados da Ingazeira, proposta que iniciamos com determinação em 2024 e que se mantém firme.

Seguimos juntos e focados no fortalecimento da candidatura de Danilo Simões, líder da oposição, à Câmara Federal, e no apoio à reeleição da nossa Governadora Raquel Lyra.

​Este alinhamento é o que consolidará nossa trajetória, preparando o caminho para um grupo mais forte, coeso e pronto para todos os desafios de 2028.

​União pelo Povo

Do orgulho ao esquecimento: o destino do Clube Campestre Afogadense

Por Rinaldo Remígio*

Há obras que se constroem com cimento, ferro e esforço. Outras, porém, nascem de algo mais nobre: visão, propósito e compromisso com o bem comum. O Clube Campestre Afogadense pertence a essa segunda categoria.

Erguido em 1982, não foi fruto do acaso. Foi concebido por homens de visão — homens livres e de bons costumes — que compreenderam, ainda àquela época, que uma cidade não se sustenta apenas pelo comércio ou pela política, mas também pelos espaços de convivência, onde famílias se encontram, amizades se fortalecem e a vida social floresce com dignidade.

O Campestre nasceu grande. Nasceu com propósito.

Ali, não se construíram apenas paredes, mas memórias. Quantos encontros, quantos risos, quantas celebrações ficaram impregnadas naquele chão? Quantas famílias ali escreveram capítulos inteiros de suas histórias? Eu mesmo guardo lembranças das minhas visitas: almoços, eventos sociais, momentos simples — e, por isso mesmo, grandiosos — que davam sentido à convivência comunitária.

Era mais do que um clube. Era um ponto de encontro da alma afogadense.

Hoje, porém, ao nos aproximarmos de seus portões — danificados, fragilizados — o que encontramos não é apenas o desgaste do tempo. É um silêncio que incomoda. Um silêncio que fala alto. Um silêncio que ecoa abandono.

E dói.

Dói saber que aquele espaço, outrora vibrante, hoje vê o mato avançar sobre áreas valiosas, especialmente nas proximidades da Barragem de Brotas. Ali, onde ainda se respira ar puro, onde a natureza insiste em mostrar sua força, permanece latente um potencial extraordinário — à espera, talvez, de mãos que cuidem, de olhares que se importem, de decisões que resgatem.

Porque a natureza resiste. Mas o patrimônio humano precisa de zelo.

É preciso, antes de tudo, fazer justiça àqueles que sonharam e realizaram. Os fundadores do Campestre não pensaram pequeno. Não ergueram um espaço qualquer. Criaram um ambiente de convivência familiar, de lazer saudável, de integração social — algo que, para uma cidade do porte de Afogados da Ingazeira à época, representava ousadia, organização e espírito coletivo.

Esse legado não pode ser negligenciado.

Aos atuais dirigentes e permissionários, cabe uma responsabilidade que vai além da gestão administrativa. Cabe-lhes a guarda de um patrimônio que, embora juridicamente privado, é, na prática, parte da memória coletiva da cidade. Cuidar do Campestre não é apenas manter uma estrutura — é preservar uma história.

E história não se reconstrói depois de perdida.

Não se trata aqui de crítica vazia, mas de um chamado à responsabilidade. Manutenção não é custo — é investimento na permanência. Conservação não é obrigação burocrática — é compromisso moral com o passado e com o futuro.

Afogados da Ingazeira já foi protagonista — e ainda pode ser. No comércio, nos esportes, na educação, construiu uma trajetória respeitável no Vale do Pajeú. Mas cidades que deixam seus espaços simbólicos à deriva correm o risco de perder, pouco a pouco, sua identidade.

Recentemente, ao visitar a AABB, ainda se percebe algum esforço de resistência — iniciativas pontuais, tentativas de manter viva uma estrutura que também enfrenta desafios. Mas, ao mesmo tempo, nota-se a ausência de uma presença institucional mais forte, de uma articulação mais ampla que sustente esses espaços ao longo do tempo.

E o Campestre precisa disso.

Precisa de gestão. Precisa de cuidado. Precisa, sobretudo, de compromisso.
A sociedade afogadense — os que estão e os que partiram, mas não esqueceram — também tem seu papel. É hora de olhar novamente para esse patrimônio. De provocar debates. De estimular parcerias. De buscar caminhos que respeitem sua natureza jurídica, mas que não o condenem ao esquecimento.

Porque uma cidade que abandona seus espaços de convivência, aos poucos, abandona a si mesma.

E o Campestre…

o Campestre não pode ser reduzido a ruínas de lembranças.

Ele ainda pode — e deve — voltar a ser palco de encontros, risos e histórias.

Basta que o silêncio seja interrompido.

E que a responsabilidade fale mais alto.

*Professor universitário aposentado, administrador, contador, mestre em economia.