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Últimas publicações do quadro “Afogados da Ingazeira”

Antônio Mariano aniversariava neste domingo

Neste domingo 15 de Junho de 2025, o maior político que Afogados da Ingazeira, já teve, completaria 77 anos, Antônio Mariano de Brito, o Trovão do Pajeú.

Ex-vereador, ex-prefeito e deputado estadual por quatro mandatos, Antônio Mariano, deixou um grande legado para a região do Pajeú, tenho costume de dizer que em Afogados da Ingazeira, não tem uma família que o Trovão não fez pelo menos um favor, isso não se vê nos tempo de hoje.

Faleceu numa segunda-feira 20 de Agosto de 2018, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) quinta-feira (16) daquele ano e foi sepultado no Cemitério São Judas Tadeu em Afogados da Ingazeira.

Como escreveu o amigo Rinaldo Remígio, Antônio Mariano não só cuidou apenas dos seus correligionários, mas, e também, dos seus adversários políticos, não apenas da sua cidade, mas, esteve preocupado e trabalhou por todo o seu Estado. Construiu um legado que ainda ecoa nas ruas de Afogados da Ingazeira e em todo o Pajeú.

O amigo Ademar Rafael enviou esta estrofe:

O coração de Antônio
Mariano, foi abrigos.
Para seus adversários
E para os seus amigos.
Por ser zeloso no trato
Para ninguém foi ingrato
Nem possuiu inimigos.

Saudades Trovão

O descaso no trânsito de Afogados da Ingazeira

O radialista Celso Brandão, acabou de enviar este vídeo mostrando o descaso do trânsito em Afogados da Ingazeira em pleno sábado dia da feira livre.

“O prefeito do Município de Afogados da Ingazeira, apesar de prometer que vai resolver o problema do caótico trânsito até agora nada resolveu. Automóveis e motocicletas estacionados sobre calçadas é algo comum, o que vemos nas ruas é um verdadeiro descaso com quem dirige, pilota e caminha de maneira correta, o vídeo mostra uma vírgula do desastre que hoje vivemos em Afogados da Ingazeira, disse o radialista.

 

Doutor Aloisio Arruda e Dona Ivone Barros Arruda – O legado em família

Por: Rinaldo Remigio

Quando o fio da vida se estica através do tempo e da memória, ele não se rompe facilmente. Ele se entrelaça, se resgata em lembranças, abraça a história e nos conduz até um ponto que, se não for um ponto final, certamente se parece com um marco. O casal Aloísio Arruda e Ivone de Barros Arruda atravessaram o século XX e adentraram o XXI, plantando raízes profundas na cidade de Afogados da Ingazeira, onde as famílias se misturam e se tornam quase um só ser coletivo. “Em 29 de junho de 2010, como se o tempo quisesse honrar uma trajetória repleta de história e dedicação, “tive a oportunidade de ouvir um depoimento com a voz de Aloísio, sem a câmera a sua frente, mas com a memória viva e intacta, que ele generosamente me permitiu transcrever”, citou Fernando Pires em uma das suas publicações.

Aloísio, nascido em 29 de setembro de 1924 em Cabaceiras, Paraíba, e Ivone, que veio ao mundo em 23 de julho de 1927, em Afogados da Ingazeira, viveram um amor que não se desfez com o passar dos anos. Cada um com sua origem, mas ambos com a mesma paixão pelo sertão, por suas famílias e pela cidade que, no fundo, abraçaram com uma intensidade que só quem viveu aquele tempo poderia compreender. Aloísio, nascido na fazenda Riacho Grande, e Ivone, natural de Afogados, uniram suas vidas em um casamento celebrado em 4 de setembro de 1955, na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. Ele com 31 anos, ela com 28, ambos repletos de sonhos, esperanças e a certeza de que o destino já havia os escolhido.

Antes de conhecer a jovem Ivone, Aloísio atravessou caminhos não tão fáceis. Seu trajeto, que começou em Cabaceiras, seguiu por Surubim, Limoeiro, Recife, até que ele se apaixonasse, finalmente, por Afogados da Ingazeira. A cidade que conheceu por meio de um amigo do Recife, o Heraldo Reis, mas que ao conhecê-la, logo se tornaria seu porto seguro. Era 1949, ele ainda jovem e com um futuro promissor pela frente, mas o sertão o chamava. Logo, ele montaria o seu consultório odontológico e passaria a tratar não só de dentes, mas de histórias, sorrisos e até de destinos.

Sua dedicação ao trabalho e à cidade era inquestionável. Mas, como toda história de amor que se preze, o seu encontro com Ivone não foi algo previsível. Ali, no calor das festas de final de ano de 1949, as mesas ao lado da igreja e o espírito natalino já indicavam que algo grande estava prestes a acontecer. Ivone, com seu jeito cativante, e Aloísio, com sua simpatia, logo se tornaram inseparáveis.

No caminho deles, nasceram seis filhos: Alexandre, Valéria, Verônica (minha colega no Colégio Normal), Aloísio meu (amigo de infância/adolescência), Isabel e Ana Tereza, formando uma família que seria marcada pela educação e pelo cuidado que ambos sempre dedicaram aos filhos, à cidade e à sociedade. O lar onde viveram, construído por dr. Herbert de Miranda Henriques, médico da cidade, foi o palco de várias histórias e vivências. A casa foi testemunha das tardes de escola, das conversas de família, dos risos e das dificuldades. A cidade também teve papel essencial na construção dessa família. Afogados, com seu jeito tranquilo, mas com uma rica vida cultural, assistiu à educação de tantos jovens através do ensino de Aloísio, que lecionou matemática e participou ativamente de instituições da cidade.

E não é só o consultório e a sala de aula que Dr. Aloísio ocupou, foi meu professor de matemática, diga-se de passagem, um excelente professor. Ele se tornou uma figura de respeito na cidade. Secretário da Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira, secretário da Escola Normal Rural, diretor do ACAI e fiel da Companhia de Armazéns Gerais do Estado de Pernambuco, Doutor Aloísio soube como poucos assumir responsabilidades com a mesma dedicação que tinha ao cuidado das pessoas. Mas, o que fica na memória dos que o conheceram não é só o homem público. É o homem que amava sua terra, que gostava de um bom papo no bar de Aurélio Pires, com amigos como os médicos Dr. Hermes e Dr. Serpa, e que, nos momentos mais simples, parecia despretensioso, mas sempre com um sorriso que dizia mais do que palavras poderiam expressar.

Agora, após a partida da D. Ivone, que nos deixou em 28 de janeiro de 2018, o Dr. Aloísio seguiu seu caminho sem ela. Dez meses depois, no dia 22 de novembro de 2018, ele partiu também, deixando para trás um legado de amor, trabalho, história e família. Juntos, agora, seus corpos descansam no cemitério São Judas Tadeu, onde o tempo parece se transformar em lembrança e a saudade se torna uma presença constante nas famílias que os conheceram.

A história do Dr. Aloísio e D. Ivone é um retrato não só de um casal, mas da própria cidade de Afogados da Ingazeira. É a história de como, com amor, dedicação e trabalho, duas pessoas podem deixar uma marca indelével em suas famílias e em suas comunidades. Eles não só construíram uma família, mas também ajudaram a construir um pedaço da história de todos os que tiveram o privilégio de compartilhar com eles esse pedacinho de vida.

E é através das histórias contadas, das lições passadas e do amor que se perpetua, que eles continuam a viver, nos corações daqueles que tiveram a felicidade de cruzar seus caminhos.

*Administrador, contador, historiador e professor universitário
Fonte: Fernando Pires, Blog do Finfa e alguns amigos.

Genaílson do Acordeom e Nego Adelmo faz a festa de aniversário de Lena, esposa de Saulo Gomes

A tarde e noite deste sábado foi ao som da sanfona de Genaílson do Acordeom e do cantor forrozeiro Nego Adelmo, na residência do professor Saulo Gomes, na comunidade do Portásio, em alusão ao aniversário da sua esposa Lena. A festa foi prestigiada por diversos amigos, que se deliciaram de uma mesa farta, com muita comida e bebidas.

Lena e Saulo são uns anfitriões que deixam qualquer convidado apaixonado pela recepção do casal. As mesas para os convidados foram espalhadas por todo “terreiro”, onde as ‘bebemorações’ acorreram. Registrando amigos que vieram de Recife e cidades vizinhas que foram abraçar a aniversariante e curtir um dia de muita alegria e comemorações. Registrados também os blogs PE Notícias e o Blog do Finfa, que como os outros participantes registraram os momentos com fotos e vídeos.

Texto: Pedro Araujo/Fotos: Finfa

Milton Oliveira: A trajetória de um escritor e advogado marcado pela resiliência

*Por Rinaldo Remígio

Milton Oliveira é um nome que transcende as barreiras da advocacia e da literatura. Natural de Afogados da Ingazeira, ele construiu uma carreira sólida e uma vida repleta de dedicação à escrita, ao Direito e à Família. Seu legado literário conta com 17 obras publicadas, abrangendo diversos gêneros, como crônicas, romances, biografias e Direito, demonstrando sua versatilidade e paixão pelas palavras.

Seu próximo livro, O INTERNATO, que será lançado no próximo mês de outubro, tem um forte apelo nostálgico, resgatando memórias de um período marcante de sua juventude. O internato onde estudou já não existe, pois foi coberto pelas águas da Barragem de Tapacurá. No entanto, suas lembranças permanecem vivas e agora se transformam em literatura, compartilhadas com leitores que poderão conhecer essa parte de sua história.

Além de sua produção literária, Milton dedicou mais de 20 anos ao Banco do Brasil, entre 1975 e 1996, consolidando uma trajetória profissional baseada no compromisso e na ética. No âmbito pessoal, ele é um homem de família: casado, pai de seis filhos e avô de oito netos. Apesar dos desafios, incluindo o tratamento contra o câncer, mantém um espírito resiliente e uma paz admirável, atributos que fazem dele uma inspiração para muitos.

Cristão e fiel ao Grande Arquiteto do Universo, Milton é reconhecido por sua humildade, respeito e dedicação à sua comunidade. Sua presença e suas palavras refletem valores essenciais e um profundo senso de humanidade. Respeitado e respeitador, ele personifica as qualidades que enriquecem e dignificam a trajetória de qualquer indivíduo.

Com um histórico marcado pela luta diária e pelo amor à escrita, Milton Oliveira segue deixando sua marca na literatura e no coração de quem o conhece. Seu legado está mais vivo do que nunca, e sua história continua sendo escrita, tanto em páginas de livros quanto nas vidas que ele impacta ao seu redor.

*Administrador, contador, historiador e professor universitário

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Afogados: a farra que substituiu a promessa de economicidade

Caro amigo Finfa,

Em referência à matéria veiculada em sua coluna sobre a farra dos aluguéis em Afogados da Ingazeira, cabe reforçar o quanto essa prática escancara o abismo entre o discurso e a realidade da atual gestão.

Quando o projeto de lei que autorizava o empréstimo junto à Caixa Econômica Federal foi enviado à Câmara Municipal, a promessa era clara: mais economia e menos desperdício. A construção da sede própria da Secretaria de Saúde e a instalação de uma usina solar eram os pilares do argumento, ambos apresentados como soluções para reduzir gastos com aluguéis e consumo energético.

O tempo passou, e nada se concretizou. Ao invés de economia, presenciamos uma avalanche de despesas. A prefeitura virou símbolo de excessos: farra de empenhos de imóveis e veículos alugados isso sem falar na farra do abandono das verdadeiras prioridades.

Enquanto isso, o fundo de previdência afunda, comprometendo o futuro dos servidores municipais. A falta de planejamento, de responsabilidade fiscal e de respeito à população é evidente.

Transparência não é favor é dever. E Afogados merece mais que promessas vazias e gastos injustificáveis.

Ex-Vereador Edson Henrique e Advogado Municipalista.

TRE-PE condena Sandrinho e Daniel por propaganda ilegal nas Eleições 2024


O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) condenou o prefeito Alessandro Palmeira e o vice Daniel Valadares por propaganda irregular nas Eleições 2024 em Afogados da Ingazeira.

A decisão do tribunal foi por unanimidade: 7×0. O processo é referente ao uso de carro som para divulgação de publicidade institucional da Prefeitura Municipal em período vedado pela legislação eleitoral.

Sandrinho e Daniel foram condenados ao pagamento de multa. O valor da multa aplicada a cada um será confirmado na publicação do acórdão da sentença pelo TRE-PE.

Músicos que fizeram história e deixaram legado em Afogados da Ingazeira

Por Rinaldo Remígio

Nas esquinas e salões de Afogados da Ingazeira, onde o som do carnaval ecoava como um chamado irresistível à alegria, três nomes se tornaram eternos na memória coletiva. Não eram apenas músicos; eram mestres que traduziram emoções em notas e fizeram da música um presente à cidade.

Seu Dino, o professor Dinamérico Lopes, era daqueles que transformavam o Piston em uma extensão de sua alma. Cada sopro, cada vibrato, trazia uma energia contagiante que fazia tremer não só seus lábios e mãos, mas também os corações que o ouviam. Nos desfiles e bailes, sua presença era certeza de um espetáculo inesquecível.

E havia Seu Guaxinim, que fez do Saxofone dourado um confidente e parceiro de emoção. Quando tocava, parecia que o instrumento respirava junto com ele, trazendo um som que deslizava suave, mas potente, sobre os que dançavam. Seu jeito peculiar de manusear o sax não era apenas técnica, era sentimento em estado puro.

Por fim, Mestre Biu, que não se limitava a ajustar engrenagens como mecânico, mas também afinava as notas que encantavam multidões. Seu Saxofone era seu segundo ofício e, talvez, sua maior vocação. Tocava não por dinheiro, mas pelo prazer de ver rostos iluminados, corpos em movimento, aplausos espontâneos como resposta ao seu talento.

Hoje, Afogados da Ingazeira pulsa com novos talentos, músicos que mantêm viva a tradição e elevam a arte a novos patamares. Mas a lembrança desses precursores é mais do que saudade — é reconhecimento e gratidão por aqueles que tocaram não apenas instrumentos, mas almas.

Que jamais esqueçamos os nomes que fizeram da música um elo entre gerações. Afinal, uma cidade que valoriza sua cultura nunca perde o brilho de sua história.

*Administrador, contador, historiador e professor universitário

Coordenador do Centro Especializado em Reabilitação – CER de Afogados se afasta do cargo

Uma fonte governista em conversa com este blogueiro agora a pouco, informou que o Coordenador do Centro Especializado em Reabilitação – CER de Afogados da Ingazeira, o fisioterapeuta Verandílson Zuza (foto), se afastou do cargo. Segundo a fonte, Verandilson terá uma conversa pessoalmente com o prefeito Sandrinho, para resolver sua situação. Procede?