Acontece hoje no Fórum de Afogados da Ingazeira audiência sobre o torneio realizado no bairro Padre Pedro Pereira, onde a Frente Popular apresentou um pedido de impugnação de registro de candidaturas na época contra as candidaturas de Giza Simões, Diomedes Mariano, Frankilin Nazário, Igor Mariano, Itamar França, Pedro Raimundo e Antonieta. A acusação da Frente Popular foi de que os candidatos teriam patrocinado um torneio de futebol realizado no dia 2 e 3 de setembro.(Rádio Vivo)
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José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.
Washington Jordão, chefe de distribuição da Compesa disse em entrevista a Rádio Cidade FM de Tabira que ontem mesmo a empresa estaria reparando o problema que deixou a cidade de Brejinho sem água. O problema, uma pequena peça acoplada na bomba que puxa a água da Barragem de Mãe Dágua, motivou contato do prefeito José Vanderley com o Presidente da Compesa, Roberto Tavares, para reclamar da demora no conserto. (Anchieta Santos)
Além da prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira e da cassação do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), as investigações do suposto esquema de corrupção montado pelo contraventor goiano, feitas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, tiveram pelo menos mais um efeito prático até agora: a queda de 60% neste ano, até outubro, dos recursos repassados pelo governo federal para a construtora Delta em relação ao total pago ao longo de 2011. Mesmo com a redução, a Delta é a segunda empreiteira que mais recebe repasses do governo federal. De acordo com o Portal da Transparência, a Delta recebeu até outubro R$ 341,8 milhões do Orçamento da União deste ano, atrás apenas da Odebrecht, que recebeu, no mesmo período, R$ 795,6 milhões, para a execução de obras federais. No ano passado, a Delta liderou o ranking das empreiteiras com contratos com a União, com R$ 862,4 milhões.
Em meio ao escândalo e à divulgação das relações da Delta com Cachoeira, a Controladoria Geral da União (CGU) declarou a empresa inidônea, em junho. Assim, a sexta maior empreiteira do país ficou proibida de participar de licitações e de assinar novos contratos com o poder público. Quanto aos contratos em andamento, ficou a cargo dos gestores de cada órgão decidir por sua manutenção ou não.
Logo após a decisão da CGU, a Superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) de Mato Grosso do Sul suspendeu a assinatura de contrato no valor de R$ 30,9 milhões com a Delta. Ela fora vencedora na licitação para executar serviço de recuperação e manutenção de trecho de 108 quilômetros da BR-163 no estado.
O Dnit continua sendo, entretanto, o maior contratante da Delta no governo federal, tendo repassado neste ano, até outubro, 92% do total recebido pela empresa — R$ 314,4 milhões. A Delta é responsável por boa parte das obras rodoviárias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A assessoria de imprensa do Dnit afirmou ontem que o órgão não rescindiu contratos para não paralisar obras.
Ainda de acordo com a assessoria de imprensa do Dnit, 99 contratos com a Delta estavam em andamento quando a empresa foi considerada inidônea, e agora há cerca de 40, a maioria de manutenção de rodovias. Os contratos não podem ser renovados. Nem podem ser firmados novos.
O Prefeito eleito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, participa nesta terça (20) e quarta (21), de um seminário para novos gestores patrocinado pela Confederação Nacional de Municípios.
O seminário, intitulado “Novos gestores 2013-2016 – Ponto de partida para uma gestão de qualidade”, acontece no município de Ipojuca. De 17/10 a 13/12 o seminário percorrerá 24 Estados Brasileiros, reunindo Prefeitos de todas as regiões.
Dentre os temas a serem abordados durante o evento, estão: Panorama da administração municipal nos dias atuais; Procedimentos para otimizar a arrecadação municipal; O planejamento da educação municipal; Uma proposta de construção federativa para a área da saúde; Desenvolvimento rural; A organização do sistema municipal de cultura; O turismo como gerador de desenvolvimento; Modernização da gestão; Trânsito e mobilidade; dentre outros.
E a resposta do prefeito Carlos Evandro às críticas feitas pelo deputado Augusto César (PTB), na última sexta-feira (16) veio a galope. Durante entrevista a uma emissora de rádio de Serra Talhada, o deputado declarou que o prefeito teria inchado a prefeitura para vencer as eleições e estaria com medo de demitir. César também comentou que, por onde o prefeito passou, em termos de partido político, sempre causou desconforto.
“Ele (Augusto César) é um subalterno do deputado Inocêncio Oliveira. Aliás, ele deveria se chamar ‘Augusto Oliveira’. Mudei de partido porque costumo honrar a minha palavra. Diferente dele. Eu me comporto como um aliado das pessoas e não como um subalterno”, disparou o prefeito Carlos Evandro, justificando sua ruptura com o deputado Inocêncio Oliveira, de quem foi aliado por 18 anos.
O prefeito declarou que está fazendo ajustes na máquina administrativa para entregar a prefeitura ‘enxuta’ ao seu sucessor e disse que o deputado Augusto César, que já foi prefeito de Serra Talhada (1993-1996) não deveria fazer críticas no campo da gestão pública. “Todos os meses pago cerca de R$ 180 mil de precatórios. Muitos deles, referentes aos 6 meses de salários não pagos pelo ex-prefeito Augusto César. O famoso ‘seis meizin (sic). Ele não tem moral para criticar a minha administração”, disse o prefeito, arrematando.
“Eu vou entregar a prefeitura diferente dos outros prefeitos que me antecederam”, finalizou Carlos Evandro. (Blog Farol de Notícias)
Presidente eleito da Ordem dos Advogados do Brasil secção Pernambuco (OAB-PE) para o triênio 2013-2015, o procurador Pedro Henrique planeja como um dos primeiros atos da sua gestão realizar o recadastramento dos profissionais na tentativa de se aproximar da classe. Ele pretende atualizar e acrescentar os dados e meios de contato da classe para criar meios de ouvir as demandas dos associados.
“Vamos democratizar mais a gestão, fazendo, por exemplo, enquetes para saber os desejos dos advogados. A falta de comunicação é um defeito histórico da OAB”, observou.
Para ele, sua propostas convergem com as do candidato da oposição, Emerson Leônidas, mas foi o escolhido dos eleitores porque seu grupo mostrou que tem “credenciais” para cumprir as propostas. “Tanto Jayme [Asfora, ex-presidente da Ordem] como Henrique Mariano [atual presidente] cumpriram a agenda e isso nos deu credibilidade”, avaliou.
Pedro venceu a eleição com 75,6% dos votos válidos conta os 24,4% de Emerson. A abstenção foi de 49,5%.
O município de Moreno, na Região Metropolitana do Recife (RMR), será berço para o surgimento de mais um partido no país: o Partido da Verdadeira Justiça Brasileira (PVJB). Na definição dos organizadores, a primeira sigla do Brasil a ter inspiração no Judiciário e “em pessoas notáveis”, a exemplo do ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF) e a ex-corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Eliana Calmon (foto).
De acordo com o presidente da Comissão Provisória Nacional do PVJB, Fábio Rogério Xavier, atualmente filiado ao PPS, a sigla está em processo de construção. “Estamos na etapa de conseguir assinaturas nos nove estados, como manda a legislação. Já conseguimos em sete”, festejou.
Depois dessa fase, os organizadores precisam registrar a nova legenda no cartório de ofícios, em Brasília, publicar o estatuto no Diário Oficial de União e, em seguida, solicitar o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Hoje, o Brasil conta oficialmente com 30 partidos. Outros nove aguardam o parecer do TSE. Além desses, outros estão sendo articulados, como é o caso do Partido de Defesa do Consumidor do Brasil (PDCB), idealizado pelo ex-candidata a vereadora do Recife Renê Patriota (PV).
Questionado sobre a proliferação de partidos no país, Fábio Rogério ressaltou que os deputados federais contrários à criação de novas legendas não estão preocupados com a ideologia partidária, mas em perder o fundo partidário. “Na verdade, eles querem evitar o surgimento de um outros Kassab (Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo e presidente nacional do PSD). São poucos os que se preocupam em moralizar a política. Queremos ter voz e defender nossos ideias”, defendeu.
A previsão dos idealizadores do PVJB é de lançar oficialmente a agremiação no final de dezembro. Para a festa, uma programação está sendo preparada.
Várias obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) em Pernambuco receberam o selo amarelo, de “atenção”, no balanço divulgado nesta segunda-feira (19) pelo governo federal. Entre elas a duplicação da BR-101. O trecho que vai de Palmares à divisa com Alagoas teve o contrato rescindido por recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU) e um novo edital de licitação foi publicado em setembro. As propostas devem ser entregues no dia 4 de dezembro e a expectativa é a de que os trabalhos sejam concluídos em dezembro de 2013.
Já o trecho que vai de Igarassu atá a divisa com a Paraíba, de responsabilidade do Exército, sofreu com as chuvas de 2011 e também está atrasado. Seis anos após iniciada, da pista nova foram concluídos 40,5 quilômetros e 12 obras de arte especiais. Da pista existente, foram concluídos 27 quilômetros de restauração e estão em execução três obras de arte especiais, com 90% concluídos. O término deste trecho, de acordo com o balanço, está previsto para abril de 2013.
Do empreendimento, ainda estão pendentes a sinalização dos trechos Cabo/Ribeirão e Ribeirão/Palmares, bem como a recuperação de placas da pista nova entre Ribeirão e Palmares, o que devem ser concluídos até dezembro deste ano. Ao todo, a duplicação e modernização da rodovia no estado de Pernambuco envolve recursos superiores a R$ 1,2 bilhão.
Outros exemplos de obras que ficam em território pernambucano e foram consideradas atrasadas no quinto balanço do PAC 2 são a construção de dez navios petroleiros pelo Estaleiro Atlântico Sul, com 43% de realização até setembro, com conclusão prevista para agosto de 2016; e o projeto de transposição de águas do Rio São Francisco, que vem sofrendo com a desistência de empreiteiras.
No caso do Atlântico Sul, a meta é chegar a 46% do lote até dezembro. Como se sabe, houve um atraso de quase dois anos na entrega da primeira encomenda, o suezmax João Cândido. O segundo, Zumbi dos Palmares, deve ser lançado ao mar nesta sexta-feira (23). Um terceiro navio, ainda sem nome, está em construção.
Em relação à transposição, o eixo leste, mais avançado e que cobre Pernambuco e Paraíba, está com 51% de realização e tem previsão de ser concluído em dezembro de 2014. O eixo norte, que vai até o Rio Grande do Norte e Ceará, tem apenas 26% executados e só deve ficar pronto em dezembro de 2015. O projeto está orçado em R$ 5,2 bilhões
Seis meses depois de a Lei de Acesso à Informação entrar em vigor, 12 Ministérios Públicos Estaduais, além do Ministério Público Militar, ainda não divulgam individualmente nomes e salários de seus funcionários. Entre eles, cinco são praticamente uma caixa-preta: não dão qualquer dado sobre os vencimentos – nem nome nem matrícula dos servidores – contrariando resolução do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) sobre o assunto. O Ministério Público de São Paulo é um dos que não divulgam individualmente informações sobre salários de seus membros. Estão ainda nessa lista Ceará, Maranhão, Pernambuco e Sergipe.
O item VII do artigo 7.º da resolução 89 do CNMP determina que cada MP deve publicar em seu sítio na internet “remuneração e proventos percebidos por todos os membros e servidores ativos, inativos, pensionistas e colaboradores do órgão, incluindo-se as indenizações e outros valores pagos a qualquer título, bem como os descontos legais, com identificação individualizada do beneficiário e da unidade na qual efetivamente presta serviços”.
Dos cinco Ministérios Públicos Estaduais que ainda não publicam os salários de seus servidores, três prometeram divulgá-los nominalmente em breve. O de São Paulo diz que vai publicar em seu portal nomes e respectivos vencimentos “no menor prazo possível”. O MP do Maranhão disse estar “em fase de aprovação”, ainda para novembro, “a tabela especificada pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) dos salários e nomes de membros de servidores”. O do Ceará afirmou que divulgará os dados a partir desta semana “de forma discriminada”.
Já o MP de Pernambuco informa que “continua trabalhando para se adequar à resolução 89 do CNMP” e que “disponibilizará numa só tabela os dados dos servidores e seus respectivos vencimentos”, sem especificar se a divulgação será nominal ou por matrícula. O de Sergipe não respondeu ao e-mail do jornal O Estado de S Paulo, que não conseguiu contato com sua assessoria.
Não é de hoje que o senador Jarbas Vasconcelos vem deixando o PMDB estadual livre para tomar decisões estratégicas. Ele, por exemplo, a despeito das resistências internas à permanência de Dorany Sampaio no exercício da presidência estadual, não se dedicou a cuidar do assunto – deixou o caminho livre para que o tema seja debatido sem o peso da sua interferência. Na legenda, entretanto, há expectativa por uma ingerência do senador, o que levou peemedebistas a interpretarem que Jarbas “tem evitado tratar do assunto, se recolhendo, mantendo-se calado”. Diante desse quadro, predomina, nos bastidores, um sentimento de “não esticar a corda com Jarbas”. Secretário-geral do partido, o deputado federal Raul Henry é o mais cotado para ocupar a presidência estadual, caso se bata o martelo sobre uma renovação. Só que Raul também não se pronunciou a respeito, embora seja ele que venha tomando, aos poucos, as rédeas das estratégias adotadas pelo PMDB. A propósito, na próxima sexta-feira, a sigla promove um encontro estadual, das 9h às 13h, no hotel Barramares (Piedade). O objetivo principal é homenagear os eleitos para o Executivo e o Legislativo. A programação, por sinal, tem foco em um assunto que é a menina dos olhos de Henry: Educação. A primeira palestra será do professor Marcos Magalhães, ex-presidente da Phillips e presidente do Instituto de Co-Responsabilidade pela Educação (ICE).
Por Renata Bezerra Folha PE









