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Posts published by “Junior Finfa”

José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.

ANS DIVULGA LISTA DE OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE QUE SERÃO FECHADAS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou a lista de operadoras de planos de saúde que terão as atividades encerradas por causa de graves problemas econômico-financeiros e administrativos. Os usuários desses convênios têm até 60 dias para solicitar a portabilidade especial de carências para outras operadoras. A Ideal Saúde é a única que compõe a lista de Pernambuco (relembre a situação da operadora).

Este tipo de portabilidade, em vigor desde abril de 2011, possibilita ao usuário mudar para um convênio compatível com o anterior em situações especiais. São permitidas as trocas nos seguintes casos: quando a operadora tem o registro cancelado pela ANS, está em processo de falência ou por causa da morte do titular do plano.

Nessas situações, o consumidor tem algumas vantagens, como trocar de plano de saúde independentemente do mês de aniversário do contrato, fica desobrigado de cumprir a permanência mínima no plano e novas carências e o preço do novo plano deve ser igual ou menor que o antigo.

EDUARDO CRITICA POLÍTICA TRIBUTÁRIA DO GOVERNO DILMA

 Em meio às especulações do lançamento de sua candidatura à Presidência da República em 2014, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, criticou  ontem a política de desoneração tributária promovida pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Diante de uma plateia formada por boa parte dos 443 prefeitos eleitos pela legenda, Campos afirmou que essas medidas são responsáveis pela redução da capacidade de investimentos dos estados e dos municípios, que acabaram penalizados com a perda de receita.

“Precisamos começar políticas de desoneração que não sejam só para um segmento ou outro, porque às vezes um segmento impacta mais num Brasil e não impacta em outro Brasil. Se vamos fazer desonerações tributárias que vão ser carregadas nas costas, sobretudo, do Brasil mais profundo, a gente precisa também desonerar para a economia dessa área. Se vamos fazer desonerações tributárias, vamos fazer também transversais, ou seja, para todos”, discursou Campos. “Temos que ter mecanismos de compensação pelas desonerações tributárias”, emendou.

Umas das maiores queixas são as desonerações no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto de Renda (IR) concedidas pelo Governo Federal e que têm impacto direto na distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). “Se é importante que desonere para a indústria automobilística, também é importante que se desonere para a pequena iniciativa, para a agricultura familiar, para a média empresa brasileira, para o setor de serviços, para quem emprega muito, para a indústria alimentícia”, afirmou o governador.

DILMA VETA MUDANÇAS NA DIVISÃO DOS ROYALTIES DE CONTRATOS EM VIGOR

A presidente Dilma Rousseff decidiu vetar o artigo 3º do projeto de lei aprovado no Congresso que diminuía a parcela de royalties e da participação especial dos contratos em vigor destinada a estados e municípios produtores de petróleo. O veto era uma reivindicação de estados como Rio de Janeiro e Espírito Santo, dois dos principais produtores.

Dilma também decidiu editar uma medida provisória que destina para a educação 100% dos royalties de estados e municípios provenientes dos contratos futuros de exploração de petróleo.

Os royalties são tributos pagos ao governo federal pelas empresas que exploram petróleo, como forma de compensação por possíveis danos ambientais causados pela extração. Participação especial é a reparação pela exploração de grandes campos de extração, como da camada pré-sal descoberta na costa brasileira recentemente.

O anúncio do veto foi feito pelos ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Aloizio Mercadante (Educação), Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Edison Lobão (Minas e Energia) na tarde desta sexta (30), último dia do prazo que a presidente dispunha para assinar a sanção do projeto aprovado pela Câmara.

Com o veto, fica mantida a atual distribuição dos recursos a estados e municípios produtores dos campos atualmente em exploração.

“O que se está fazendo é o aperfeiçoamento da lei, mantendo por outro lado aquilo que o Congresso Nacional deliberou para o regime de partilhas daqui para a frente”, declarou o ministro Edison Lobão.

O ministro Aloizio Mercadante disse que, com a decisão, a presidente Dilma Rousseff não mexe nos contratos passados para não gerar uma “tensão federativa”.

LEONARDO DIAS DESISTE E ANUNCIA APOIO A JOÃO FERNANDO

Às vésperas da eleição para futura Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o deputado Leonardo Dias (PSB) desistiu de bater-chapa contra o correligionário João Fernando Coutinho (PSB) pela Primeira-Secretaria. Em carta enviada à Imprensa, o socialista renunciou à disputa alegando que seu partido decidiu, soberanamente, pela recondução de Coutinho para o posto e não seria ele, isolado, que desrespeitaria as orientações do partido e, assim, “semearia a desagregação”. Em resposta, a bancada do PSB assinou uma nota elogiando a decisão do parlamentar, ressaltando maturidade no gesto de Dias.

“A minha postulação ao cargo de primeiro-secretário foi motivada, antes de tudo, pelo desejo de contribuir mais diretamente para a definição dos rumos da política pernambucana e da administração do Poder Legislativo estadual. O partido definiu-se pelo nome do deputado João Fernando Coutinho que já comanda a Casa e se apresenta como postulante à reeleição. A decisão dos meus pares é, para mim, soberana. Acredito na força de um PSB unido e não seria eu – que defendo veementemente o respeito às orientações partidárias – que semearia a desagregação”, assinalou Leonardo Dias.

Ainda na carta, Leonardo Dias ponderou que o mandato de um representante na Mesa Diretora “não se configura num projeto pessoal”. “Ele é uma construção coletiva, baseada em um projeto político partidário. Em nome desse projeto, retiro minha candidatura à Primeira Secretaria da Assembleia Legislativa e me coloco à disposição para colaborar para a gestão do primeiro-secretário João Fernando Coutinho”, escreveu.

AUTO VIAÇÃO PROGRESSO NÃO RESPEITA IDOSOS

Ouvidora Municipal de Afogados da Ingazeira, Maria José de Assis Cerquinha Maranhão ,  após receber várias manifestações de idosos insatisfeitos com o atendimento da Empresa Progresso reune-se com 1ª e 2ª Promotoria de Justiça, advogada da Progresso e representante da Empresa.

As denúncias versam sobre as dificuldades em conseguir “bilhete de viagem do Idoso” e fracionamento do preço de passagem.

Há direito garantido que, ao idoso (idade igual ou superior a 60 anos), com renda igual ou inferior a dois salários mínimos serão reservadas duas vagas gratuitas em cada veículo. Além das vagas previstas terá direito ao desconto mínimo de 50% do valor da passagem (transporte interestadual).

Nova reunião foi marcada para 20/ 12/ 2012 com a presença da direção da Progresso e DER com Promotoria de Justiça para tratar a proposta de:

aumentar o número de serviço convencional para maior atendimento quanto à passagem gratuita ao idoso;

– conceder desconto de 50% também nas passagens do transporte intermunicipal.

CONFIRMADA REUNIÃO PARA DEBATER POLUIÇÃO SONORA E OCUPAÇÃO DE CALÇADAS NA AVENIDA RIO BRANCO EM AFOGADOS DA INGAZEIRA

A Dra. Ana Clézia, Promotora de Justiça, com atuação na Curadoria do Meio Ambiente, comunica que haverá  “Reunião Pública” no próximo dia 04/12/2012 (terça-feira), às 09:30, na Sede do Ministério Público, com a presença de representantes do Poder Público Municipal (Prefeito e Secretários Municipais), com a finalidade de discutir sobre as providências a serem adotadas para evitar as praticas de poluição sonora provocadas por eventos artísticos e bares na Avenida Rio Branco.

“Ao mesmo tempo, ficam convidados os moradores da Avenida Rio Branco, bem como moradores de ruas e travessas próximas para participarem da reunião pública, na qual haverá a ampla possibilidade de manifestação de reclamações e/ou sugestões”, diz o comunicado do MP. Além da questão dos bares, os eventos que acontecem na Rio Branco como Afogareta e Carnaval (Bloco A Onda) estarão em discussão.

PATRIOTA REÚNE FRENTE POPULAR PARA DEBATER FUTURO DE AFOGADOS DA INGAZEIRA

O Prefeito eleito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, inicia o diálogo político com o conjunto de forças da Frente Popular que ajudaram na sua eleição. Vereadores (eleitos e não eleitos), Presidentes de Partidos e lideranças políticas participam de uma grande reunião no próximo dia 06, com local ainda a ser definido, para discutir os princípios e as diretrizes que nortearão a futura gestão. Patriota quer ouvir também, sugestões de ações e projetos prioritários que possam atender às grandes expectativas da sociedade com relação ao seu governo.

Até o momento, não há nenhum nome confirmado para o primeiro escalão. Cabe ao Prefeito eleito, José Patriota, a quem o povo de Afogados delegou, majoritariamente, o seu voto e o seu crédito de confiança, definir os nomes do futuro secretariado, obviamente que ouvindo o conjunto de forças que o apoiou. Toda e qualquer informação que fugir disso não passa de mera especulação.

Os técnicos da equipe de transição continuam trabalhando, diariamente, para elaborar um diagnóstico preciso da adminstração municipal, com o apoio do Prefeito Totonho Valadares e sua equipe, que tem disponibilizado todas as informações solicitadas, com transparência e espírito público. (Foto Júnior Finfa)

ARMANDO DIZ QUE REFORMA TRIBUTÁRIA DEVE COMEÇAR

O senador Armando Monteiro ressaltou hoje a relevância de se modernizar o arcabouço tributário do País, priorizando a reforma do ICMS. A questão foi levantada no debate sobre as “Reformas Inadiáveis”, tema do seminário promovido pela Câmara Americana de Comércio (AMCHAM) de São Paulo – a maior dentre as 104 existentes nos demais países – e que tratou dos entraves à competitividade da economia. A discussão foi coordenada pelo economista Delfim Netto, com a presença dos professores Fernando Resende e Jacques Marcovitch, além de lideranças do Senado e Câmara Federal.

“A reforma tributária tem que começar. Não é mais possível conviver com esse ambiente caótico. Temos que dar um mínimo de harmonização ao ICMS”, disse o senador. O bom trânsito político para a proposta de uniformização do imposto numa alíquota de 4% para as operações interestaduais, como defendida por Resende no encontro, deverá, segundo o senador, respeitar algumas condições.

Primeiro, será necessário compensar os Estados com mecanismo que permita a recomposição automática e imediata das receitas perdidas; segundo, deverá haver um processo mais lento – no mínimo de oito anos – de transição para os Estados do Nordeste, reconhecidamente os maiores perdedores com a conversão à nova alíquota; e o governo deve calibrar todos os instrumentos à disposição, inclusive criando novos fundos para apoiar o desenvolvimento regional, destacadamente em áreas de política industrial e inovação, tecnologia e educação.

O senador Armando Monteiro frisou igualmente a necessidade de o governo avançar de forma integrada na agenda federativa, como a definição de novas regras de rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), divisão dos royalties do petróleo e um novo indexador para as dívidas dos Estados. “Esses são pontos sensíveis e que exigem cuidado no trato”, disse ele.

A questão da reestruturação do ICMS também foi pauta do encontro na última terça-feira, em Brasília, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A iniciativa do governo buscou colher sugestões para a construção de uma proposta a ser encaminhada ao Congresso e que será alvo de audiência pública prevista para o próximo dia 04 de dezembro na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

ESPAÇO DO INTERNAUTA


‘ULTRAPASSAR LIMITES É FAZER DOS SONHOS UMA REALIDADE’
Ao despertar de cada dia, os raios do sol nascem cada vez mais fortes e brilhantes, assim somos nós, que a cada dia lutamos contra as adversidades do mundo e que ao amanhecer, sabemos que recomeça nossa luta. Luta para superar nossas dificuldades, nossa angústia, dor e alegrias.
Esta homenagem é prá vocês, Júlia e Gabi, que desde que nasceram há 9 anos, lutam para superar, uma pequena deficiência, que com tratamento especializado na AACD e demais Hospitais de Referências em Pernambuco, ultrapassam seus limites e hoje vive uma realidade bem diferente.
Mas, sua família, papai, mamãe, vovó e titias, que estão lhes protegendo em todos instantes, encontraram em DEUS a força que precisa.
 Finalizando, presto homenagem a Equipe Gestora da Escola Monteiro Lobato de Afogados da Ingazeira; Zeza, Rosilda, Lusinete, Jussara, Ivanildo e demais funcionários, pela compreensão e dedicação as nossas filhas, temos orgulho de pertencer a Família Monteiro Lobato.
Seus Pais
José Ronaldo Nunes e Luzineide Pereira Pastor

OPINIÃO DO BRANDÃO

NORDESTE MEU PAÍS.

Ao contrário do que muitos pensam, a seca não atinge toda região nordeste. Ela se concentra numa área conhecida como Polígono das Secas. Esta área envolve parte de oito estados nordestinos (Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Maranhão e Sergipe) e parte do norte de Minas Gerais.

As principais causas da seca do nordeste são naturais. A região está localizada numa área em que as chuvas ocorrem poucas vezes durante o ano. Esta área recebe pouca influência de massas de ar úmidas e frias vindas do sul. Logo, permanece durante muito tempo, no sertão nordestino, uma massa de ar quente e seca, não gerando precipitações pluviométricas (chuvas).

Uma coisa é certa somos esquecidos e muitos acreditam que estamos aqui como a banda podre da nação, quando na realidade somos o povo que mais contribui para o crescimento deste País, pois, é desse povo a mão de obra que alavanca o progresso do Brasil. Somo fortes, isso sim, mas fazem questão de mostrar as nossas mazelas e com esmolas têm enganado a grande massa nordestina.

Por Celso Brandão