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11 de julho de 2013
José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.
Dois atos irão marcar o Dia Nacional de Luta do Trabalhador em Pernambuco nesta quinta-feira (11). O primeiro será pela manhã, no Complexo Portuário de Suape. À tarde, a partir das 14h, os trabalhadores se reúnem na Praça do Derby, área Central do Recife, de onde saem em caminhada até a Assembleia Legislativa (Alepe), na Boa Vista, para entregar uma pauta com reivindicações nacionais e locais.
As sete centrais sindicais que organizam o movimento no Estado juntamente com a Central Única dos Trabalhadores (CUT-PE) esperam reunir pelo menos 60 mil pessoas nas manifestações. Para o ato no Complexo Portuário de Suape, as centrais sindicais usarão carros de som para convocar os trabalhadores nas três entradas principais de acesso ao complexo, a partir das 7h. A manifestação será encerrada às 10h, na Curva do Boi, em frente à Fábrica da PTA.
No Recife, os manifestantes sairão da Praça do Derby em caminhada pela Avenida Conde da Boa Vista até a sede da Alepe, onde será entregue uma pauta de reivindicação nacional, além de uma carta aberta com reivindicações locais na área de saúde, educação e transporte público.
A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) informou que agentes de trânsito estarão de prontidão na concentração e em alguns pontos do percurso. Bloqueios itinerantes também serão realizados, caso necessário.
Segundo os organizadores, vários sindicatos confirmaram adesão ao movimento. Em relação ao ensino superior, a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Pernambuco (Adufepe) confirmou que os professores da UFPE e UFRPE irão paralisar as atividades na quinta. A partir das 9h, haverá um protesto em frente à entrada do campus para reivindicar melhores condições de trabalho para o ensino superior.
O Senado aprovou nesta quarta-feira (10) proposta de emenda à Constituição (PEC 11/2003) que proíbe que candidatos para senador escolham como seus suplentes parentes de sangue de até segundo grau – como pais, filhos, irmãos, além de cônjuges. A proposta também reduz de dois para um o número de suplentes aos candidatos no Senado.
A aprovação se deu um dia após PEC de conteúdo praticamente igual ter sido rejeitada no plenário. A nova proposta foi aprovada em dois turnos: no primeiro, 64 votos favoráveis, 1 contrário, e 1 abstenção; e no segundo, com 60 a favor e 1 contra, com 1 abstenção. A proposta ainda precisa passar por outras duas votações na Câmara dos Deputados.
Nesta terça, a outra PEC que acabava com o segundo suplente e proibia parentes teve apenas 46 votos favoráveis, abaixo do mínimo (três quintos, o equivalente a 49 senadores).
A diferença em relação ao texto derrubado é que a nova PEC permite que o suplemente permaneça até o fim do mandato. A PEC anterior previa que o cargo fosse ocupado por, no máximo, dois anos.
Atualmente, dos 16 suplentes que ocupam o cargo de senador, o caso mais notório de parentesco é o de Lobão Filho (PMDB-MA), que assumiu a vaga no lugar do pai, Edison Lobão (PMDB-MA), ministro de Minas e Energia. Também é parente consanguíneo o suplente do senador Acir Gurcaz (PDT-RO). Seu pai, Assis Gurcaz (PDT-RO), chegou a assumir o cargo no lugar do filho em 2012, durante afastamento por motivo de saúde.
Hoje não existe determinação sobre parentesco para suplente, mas é necessário obedecer as mesmas exigências feitas aos senadores, como ter idade mínima de 35 anos, ter direito a elegibilidade pela Lei da Ficha Limpa e filiação partidária.(G1.COM)
O Brasil tem 700 cidades sem um médico que resida nos municípios. No País, a razão de médicos por mil habitantes é de 1,83. Em Pernambuco, por exemplo, das 185 cidades, 114 (61%) não atingem, sequer, essa média (ver quadro). Por isso, serão ofertadas 12,4 mil novas vagas para residência, onde há deficiência de profissionais, conforme anunciou o Ministério da Saúde, ontem. Conforme a pasta, essa carência abrange os especialistas não só no setor público, mas também no privado.
Um dado, segundo o diretor do Departamento da Gestão da Educação em Saúde, Felipe de Oliveira, que apoia as medidas do Programa Mais Médicos, está no crescimento do mercado de trabalho. “Nos últimos dez anos foram abertos 146 mil postos de trabalho para o primeiro emprego, mas só tivemos 93 mil egressos”, disse. Até 2014, serão abertos 35 mil novos postos de trabalho em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Unidades Básicas de Saúde (UBS).