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Posts published by “Junior Finfa”

José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.

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Bboo: BLOQUEIO DE BENS INCLUI R$ 300 MILHÕES E FERRARIS, SEGUNDO MP

A decisão da Justiça Federal de Goiás, que na última quarta-feira (10) decretou a indisponibilidade dos bens da empresa de rastreador de veículos BBom e de seus sócios, teve nesta quinta-feira (11) mais um capítulo. De acordo com os Ministérios Públicos Federal e Estadual de Goiás, a retensão inclui o bloqueio de R$ 300 milhões em contas bancárias do grupo, além aproximadamente 100 veículos, incluindo motos e carros de luxo, como os italianos Ferrari e Lamborghinis.

Foi a juíza federal substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Gheller, que acolheu ação e decretou a indisponibilidade dos bens da empresa Embrasystem Tecnologia em Sistemas, conhecida pelos nomes fantasia BBom e Unepxmil, e da empresa BBrasil Organizações e Métodos. Segundo a decisão da magistrada, há “robustos indícios” de que o modelo de negócios operado pela BBom “se trata, na verdade, de uma pirâmide financeira, prática proibida no Brasil e que se configura crime contra a economia popular”, ao contrário da alegação das empresas, de que praticam a modalidade de marketing multinível.

Em entrevista ao portal G1, o procurador da República Helio Telho, um dos autores da ação, afirmou que “somando as contas da empresa e dos sócios proprietários chega a passar de R$ 300 milhões”. Telho detalhou o bloqueio, que inclui “um Maserati GranCabrio, duas Ferraris California, quatro Lamborghinis Gardo e um Rolls Royce Ghost que, sozinho, vale mais de US$ 1 milhão”.

Segundo o procurador, parte da frota em nome da empresa e de seus sócios seria usada como estratégia de marketing para premiar os associados com melhor desempenho no recrutamento de novas pessoas para a rede. A força-tarefa formada por promotores e procuradores para investigar a Bbom informou ainda que, até o fim de 2012, antes do início das operações da “BBom”, as empresas do grupo não movimentavam mais do que R$ 300 mil por ano. Já as investigaçõs do MP concluiram que em pouco mais de seis meses o fluxo financeiro do grupo aumentou mais de 3.000%.

“O bloqueio de bens para transferência visa evitar que mais vítimas caiam nesta arapuca, e garantir que as pessoas que já cairam consigam recuperar ao menos uma parte do que colocaram”, explicou Telho. Ele informou que a força-tarefa aguarda agora o julgamento do pedido de suspensão da inclusão de novas associados à BBom, cuja ação ainda não foi julgada.

Ressarcimento

Segundo os órgãos envolvidos na investigação, o processo se encontra sob segredo de Justiça. A Justiça Federal de Goiás informou, em nota no seu portal, que ao analisar a documentação, a juíza entendeu que há índicos de que as empresas atuam de forma ilegal, lesando os consumidores. Na decisão, inclusive, ela explicou que o bloqueio dos bens se estende aos sócios e “busca evitar a dilapidação do patrimônio da empresa, de modo a possibilitar futuro ressarcimento aos consumidores lesados”.

No esquema adotado pela BBom, conforme identificado pela magistrada, o pagamento dos participantes depende exclusivamente do recrutamento feito por ele de novos associados. “A ‘sustentabilidade’ do negócio não advém da renda gerada pela venda do produto supostamente objeto da franquia, que se trata um rastreador”, diz o comunicado.

Outra irregularidade apontada pela juíza é a falta de licença expedida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a venda de rastreadores de veículos. “O rastreador utilizado em veículos é uma estação de telecomunicações que necessita ser licenciada pela agência, e não foi concedida pela Anatel autorização à empresa para trabalhar com esse tipo de produto”, completa o comunicado.

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EM SERRA TALHADA, EDUARDO ENTREGA SISTEMA DE ABASTECIMENTO D’ÁGUA E OBRAS ESTRUTURADOS NA SAÚDE

A universalização do Samu e um atendimento de qualidade na saúde. Foi o que garantiu o governador Eduardo Campos, ontem (11/07), em sua passagem pelo município de Serra Talhada, no Sertão Central. Eduardo aproveitou para vistoriar a construção de mais uma Unidade Pernambucana de Atendimento Especializado (UpaE) e entregar a Farmácia de Medicamentos Excepcionais de Pernambuco, que fornecerá gratuitamente medicamentos de alto custo. “Para atender melhor o usuário, a saúde pública precisa de mais recursos”, disse o governador.

Para Eduardo, as transformações na saúde de Pernambuco são notáveis. “É importante considerar que o contexto econômico não é dos melhores no Brasil e no Mundo, mas Pernambuco é um dos únicos Estados que não cancelou obras por falta de recursos”, garantiu o governador, dizendo que a atual gestão executa obras imediatas, mas também se preocupa com o futuro.

A Farmácia de Medicamentos Excepcionais de Pernambuco vai atender a três mil usuários na região. Ao todo, foram investidos R$ 595 mil nas obras e aquisição de medicamentos. Com esse empreendimento, Pernambuco conta agora com 24 unidades da farmácia. “Em Pernambuco, 40 mil pessoas precisam de remédios especiais. Deste total, cinco mil recebem a medicação em casa, pois não têm condições de se locomover. A interiorização dessas farmácias vai proporcionar um tempo menor na espera pelo medicamento”, explicou Eduardo.

Sobre a UpaE, hoje com 80% de sua obra finalizada, o governador garantiu que a unidade estará disponível para a população até o fim do ano. Ao todo, serão investidos mais de R$ 6,6 milhões para construção e compra dos equipamentos. De acordo o secretário estadual da Saúde, Antônio Carlos Figueira, quando estiver pronta, a unidade terá capacidade para realizar mais de 79 mil atendimentos por ano, em mais de 10 especialidades. “A grade de especialidades foi formatada de acordo com a necessidade da região”, destacou Figueira.

“A maior dificuldade de quem reside no Interior é encontrar um especialista. Por isso, assumimos essa responsabilidade com a construção de novas unidades”, admitiu Eduardo, lembrando que há oito anos, essa região não oferecia leitos de UTI e que o Governo do Estado, ao longo desse período, credenciou novos leitos e minimizou a migração de pacientes para a Região Metropolitana do Recife. Pernambuco destina hoje cerca de 17% da arrecadação para a saúde.

 

ESTRADAS – Ainda no município de Serra Talhada, o governador autorizou o início da obra de implantação e pavimentação da PE-418, no trecho que vai do distrito de Santa Rita até a divisa com a Paraíba, que compreende 11 quilômetros. O investimento será de R$ 13 milhões. “Esse será mais um importante trecho que vai impulsionar o desenvolvimento da região”, completou Eduardo, que na ocasião garantiu a recuperação da PE-275, no trecho de Tabira a São José do Egito. A obra já foi licitada e tem previsão para começar em outubro deste ano. O investimento ficará na casa dos R$ 50 milhões.

 

COMPESA – “Quando estabelecemos o plano de governo, lá em 2007, nós colocamos o acesso à água como uma das premissas da gestão e nós estamos executando cada meta”, lembrou Eduardo, durante a entrega do sistema de abastecimento de água do município. Na ocasião, o governador entregou um caixa d’água com capacidade para armazenar 300 mil litros. “Essa é a primeira de outras quatro que ainda vão ser entregues a população”, garantiu Eduardo.

A vice-prefeita Tatiana Duarte, que no ato representou o prefeito Luciano Duque, disse que a universalização desse recurso natural representa a realização de um sonho para a população. “Essa água devolve a esperança a esse povo”, comentou a gestora.

O presidente da Compesa, Roberto Tavares, destacou as ações já realizadas pela atual gestão e adiantou que ainda há muito a ser feito. “Quanto mais a gente faz, mais somos cobrados, pois o povo percebeu que há uma solução para todos os nossos problemas”, disse Tavares. (Fotos: Eduardo Braga/SEI)

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DILMA DISPENSA CELULAR CRIPTOGRAFADO

A presidente Dilma Rousseff dispensa seu telefone celular criptografado, que embaralha as mensagens, e prefere um aparelho comum para acionar seus ministros. A revelação foi feita pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e rendeu até uma brincadeira: segundo ele, as broncas que leva de Dilma podem se tornar públicas diante da falta de proteção das conversas, o que o tornaria alvo de um pedido de explicação pelos parlamentares.

A tecnologia foi desenvolvida pelo próprio governo brasileiro para tentar salvaguardar informações oficiais trocadas entre autoridades. Segundo fontes do setor, as placas inseridas nos celulares para criptografar as mensagens são produzidas pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento para a Segurança das Comunicações (Cepesc), criado há mais de 30 anos na estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Os equipamentos são fornecidos à presidente, aos ministros e a servidores de áreas estratégicas para a segurança nacional.

Bernardo confirmou que Dilma e todos os ministros têm celulares criptografados.

Todos os ministérios têm um telefone criptografado e recebemos periodicamente ligação dos técnicos encarregados, para ver se estão funcionando. A presidente da República nunca me ligou por um desses telefones. Ela liga no meu celular e às vezes eu levo uma bronca porque faltou uma informação… Não há nenhuma preocupação de que seja vazado o que nós falamos. Ouvir ligações, copiar dados de e-mails (sem autorização judicial) é crime. Se aconteceu em território nacional, é assim que deve ser tratado – disse o ministro.(O Globo)

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JUSTIÇA CONDENA EX-GOVERNADOR DE ALAGOAS A 13 ANOS DE PRISÃO

A Justiça Federal em Alagoas condenou o ex-governador do Estado Ronaldo Lessa-foto (PDT) e o empresário Zuleido Veras, da consultora Gautama, por desvio de mais de R$ 5 milhões em uma obra de drenagem de águas pluviais em Maceió. O advogado de Lessa ainda não declarou se ele irá recorrer da decisão.

Lessa foi condenado a 13 anos e quatro meses de prisão, e Veras, a oito anos de prisão –ambos pelo crime de peculato (usar cargo público para obter vantagem). Outros quatro funcionários do governo de Alagoas à época das gestões de Lessa (1999-2006) também foram condenados.

Todos foram absolvidos das acusações de dispensa ilegal de licitação e de formação de quadrilha, segundo o Ministério Público Federal. Cabe recurso da decisão –a própria Procuradoria, que ofereceu denúncia sobre o caso em 2009, afirmou que irá recorrer.

Segundo o Ministério Público Federal, houve desvio de verbas e má execução nas obras de macrodrenagem do bairro do Tabuleiro dos Martins, em Maceió, que era uma das principais obras públicas tocadas pela Gautama em Alagoas. (Folha de São Paulo)