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Posts published by “Junior Finfa”

José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.

G1 TRANSMITE AO VIVO DE BELO JARDIM-PE, AULÃO DO CONTAGEM REGRESSIVA

Em seu oitavo ano, o projeto Contagem Regressiva, da Globo Nordeste, chega pela primeira vez ao interior pernambucano, neste sábado (17). A cidade de Belo Jardim, no Agreste, receberá o primeiro aulão  preparatório para as provas do vestibular 2014. Mais de 3 mil estudantes são esperados para receber dicas de 22 professores, que fazem parte do Projeto Educação. O G1 irá transmitir ao vivo o evento, a partir das 12h30.

Os internautas podem acessar aqui a apostila entregue aos estudantes, que vão acompanhar assuntos das aulas de 13 disciplinas nos telões. O aulão acontece mais de dois meses antes da realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Todos os estudantes participantes do Contagem Regressiva são de instituições públicas e vieram de 178 escolas do Agreste e Sertão do estado. Durante cerca de 5 horas, eles irão assistir a resoluções de questões baseadas no modelo do Enem.

O G1 também levará aos internautas uma cobertura exclusiva do evento, com textos e fotos diretamente da cidade de Belo Jardim. Não é preciso instalar nenhum programa específico no computador para acompanhar as aulas, bastando acessar o G1 durante a apresentação dos professores.

Veja quais professores participarão do Contagem Regressiva de Belo Jardim: Beraldo Santos e Diego Mendonça, de física; Fernando Beltrão e Geraldo Moura, de biologia; Vicente Santos e Nestor Accioly, de português; Flávia Suassuna, de literatura; Fernanda Bérgamo, de redação; Marco Antônio e Otacilio Barreto, de inglês; Ana Carla de Andrade e Flavia Conceição, de espanhol; Kiko Santos e Vinícius Ribeiro, de geografia; Manoel Affonso e Ricardo Gomes, de história geral; Lula Couto e Paulo Chaves, de história do Brasil; Fábio Medeiros, de sociologia e filosofia; Marcello Menezes e Aliomar Santos, de matemática; e Gilton Lyra, de química.

AGENDA DO GOVERNADOR EDUARDO CAMPOS

Data: 17 e 18/08/2013 –  SÁBADO E DOMINGO
 Horário
Evento
Local
O governador Eduardo Campos não terá agenda pública neste sábado e domingo (17 e 18/08).

GOVERNO INAUGURA UNIDADE DO SAMU EM CARPINA

“Samu era um privilégio das Capitais, mas até dezembro, Pernambuco será o primeiro Estado do Nordeste/Norte brasileiro a ter 100% das nossas cidades com Samu”. Foram essas as palavras do governador Eduardo Campos ao inaugurar, a unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) no município de Carpina, na Mata Norte do Estado. O empreendimento faz parte do processo de universalização do Samu em Pernambuco, que atende, atualmente, a cerca de 70% da população. A previsão do Governo de Pernambuco é universalizar o serviço em todo o Estado.

Em seu discurso durante a solenidade, o governador afirmou que na saúde também é preciso cuidar da retaguarda da urgência e emergência. “Além das Upas de emergência, também estamos criando as Upas Especialidades, que na rotina, são muito necessárias à população que precisa de especialistas”, explicou Eduardo, garantindo que, até dezembro, assinará edital de licitação para construção de uma unidade da UpaE no município.

A unidade do Samu em Carpina conta com uma ambulância de suporte básico e um veículo avançado, equipado com UTI. Para cada ambulância básica, que fica responsável pelo atendimento apenas do município de origem, o Estado repassa R$ 6,2 mil para custeio. Já no caso da avançada, R$ 19,2 mil.


Além de Carpina, a UTI móvel beneficiará Buenos Aires, Lagoa do Carro, Lagoa de Itaenga, Nazaré da Mata, Paudalho e Vicência. Atualmente, Pernambuco conta com 186 ambulâncias do Samu 192, sendo 160 básicas e 26 avançadas. Somente neste ano, foram entregues 82 veículos. Até o final de 2013, ainda serão entregues outras 65 ambulâncias.

ESTRADA – Na passagem por Carpina, o governador Eduardo Campos também vistoriou as obras da duplicação da BR-408. “É uma obra importante para o ciclo de crescimento econômico, para atrair investimentos para região que gerem emprego e oportunidade de trabalho, ao lado do que está acontecendo em Goiana, puxar para Carpina as novas indústrias que estão chegando”, justificou Eduardo.

CAMPUS DO IFPE EM AFOGADOS DA INGAZEIRA TEM NOVO DIRETOR

Foi publicado no Diário Oficial da União do último dia 06 a nomeação do servidor Márcio Flávio Tenório Costa para assumir a Direção Geral do Instituto Federal – Campus Afogados da Ingazeira.

Márcio Tenório, que é Arcoverdense, nascido em 26 de outubro de 1976, graduado em ciências contábeis, é especialista em contabilidade pública e responsabilidade fiscal, ingressou no IFPE- Campus Afogados da ingazeira em 2011 exercendo a função de contador, assumiu por dois anos a coordenação de contabilidade e agora assume a Direção Geral do Campus Afogados da Ingazeira. (Anchieta Santos)

SEMINÁRIO QUE O BLOG DO MAGNO ESTÁ PROMOVENDO SERÁ NO DIA 29 EM AFOGADOS DA INGAZEIRA

O Blog do Finfa, se engajou no apoio ao Seminário “REVOLUÇÃO DIGITAL”, que o jornalista afogadense Magno Martins, através do Blog do Magno, está realizando no Estado de Pernambuco. São seis seminários e Afogados da Ingazeira será o Polo Pajeú no próximo dia 29  no auditório do Fórum Laurindo Leandro Lemos, às 19 horas. 

PRESIDENTE DO PT-SP DIZ QUE ‘NÃO É BOM PARA DEMOCRACIA’ A SIGLA SE PERPETUAR NO PODER

O presidente do PT paulista, o deputado estadual Edinho Silva, afirma que as recentes manifestações que levaram multidões às ruas do Brasil precisam obrigar o partido a criar uma “agenda de futuro intensa”, que inclua até o apoio a um candidato de outro partido em 2018. “O grande desafio que o PT terá de enfrentar será entender que ele não pode ser o PRI mexicano (o Partido Revolucionário Institucional ficou no poder de 1929 a 2000 no México)”, afirma Edinho. “Ele não pode querer se eternizar no exercício do governo. Em algum momento, o PT terá de entender que a consolidação desse projeto iniciado pelo ex-presidente Lula terá de ser desenvolvida por uma coalizão”, diz Edinho. Sociólogo, ele foi prefeito de Araraquara e entrou para a política nas pastorais da Igreja Católica. Sua afirmação ocorre num momento em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula Silva tenta convencer o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), a apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014. Em troca, o PT apoiaria uma candidatura de Campos em 2018.  

ÉPOCA – Em 2011, num artigo sobre a Primavera Árabe, o senhor alertava para os novos movimentos sociais e dizia que a sociedade civil queria “sair da arquibancada para entrar no jogo”. É possível dizer que o PT foi surpreendido pelas manifestações de junho? O partido se afastou da sociedade ao chegar ao poder?
Edinho Silva – Digamos que o PT não priorizou a relação com os movimentos sociais. Isso foi um erro de interpretação, acreditar que somente as relações institucionais dariam conta da realidade. As manifestações de junho mostraram que isso não é verdade. O PT cometeu outro grave erro por não ter sabido olhar o que acontecia no mundo: a Primavera Árabe, o Ocupy Wall Street, os Indignados da Europa… Há uma nova característica de movimentos sociais surgindo no mundo. O Brasil não é uma ilha.
ÉPOCA – Eles são antidemocráticos?
Edinho Silva – É um discurso quase antidemocrático. A característica comum a todos esses movimentos é o questionamento ao modelo de Estado. Aqui no Brasil, gente importante do PT errou na leitura, porque vivíamos um momento de crescimento e achávamos que a sociedade percebia essas vitórias. Porém, a juventude que foi para as ruas é pós-governo Lula. Ela não viveu o processo inflacionário, o desemprego estrutural, o achatamento da renda. E essa juventude disse: “Nós queremos muito mais”. Muita gente que foi para a rua nunca pisou num ônibus. Há um sentimento de mudança, de transformação, de reforma de Estado. E isso não acabou, está latente e pode voltar para as ruas a qualquer momento.
ÉPOCA – O senhor está dizendo que no pós-Dilma, a partir de 2018, o PT deverá apoiar um candidato de outro partido?
Edinho Silva – A tarefa do PT cada vez mais terá de ser pensar o papel do Brasil na América Latina e no mundo. O Brasil como um país que consiga irradiar novas políticas. E isso não se faz sozinho, se faz com uma coalizão. Só o PT governará o Brasil? Não é bom para a democracia, num projeto de longo prazo, só o PT exercer e desempenhar o papel de governo. Por que o PT não pode ajudar a dar sustentação a um projeto conduzido por um aliado de uma coalizão? Se o PT se recusar a aceitar isso, sem dúvida será derrotado no futuro.
ÉPOCA – Para o senhor, o “volta Lula” não existe para 2014?
Edinho Silva – Nossa prioridade zero deve ser a recondução da presidente Dilma, assim como foi a do Lula em 2006. Dilma é a consolidação do nosso projeto, a primeira mulher a presidir o Brasil. É assim que se muda a história. O “volta Lula” não existe. Existem lideranças no PT que se manifestam no momento errado, que pensam em voz alta. Só a história registrará a dimensão do que representou e representa a Dilma para o Brasil. O que me preocupa mesmo é o pós-Dilma.
ÉPOCA – Qual é a importância do diretório que o senhor preside na reeleição da Dilma?
Edinho Silva – São Paulo é o grande desafio do PT. A formação socioeconômica de São Paulo é historicamente inóspita às forças de centro-esquerda e progressistas. Temos de fazer um giro da esquerda para o centro para quebrar a hegemonia conservadora, hoje liderada pelo PSDB. Temos de buscar setores da classe média, dialogar com os setores médios da sociedade paulista e construir uma política ampla de alianças. Se não deslocarmos a oposição em São Paulo, o Estado sempre será uma trincheira contra nós. Em 2014, precisamos deslocar essas forças. Seria muito importante que Dilma obtivesse uma vitória em São Paulo. Para isso, o palanque do Alexandre Padilha (ministro da Saúde e pré-candidato do PT ao governo paulista) será o mais importante.
ÉPOCA – O senhor deixará a presidência do PT paulista no fim deste ano. Como vê sua atuação no período?
Edinho Silva – Um partido é uma construção coletiva, tanto os acertos como os erros. Fui eleito presidente num momento muito difícil da vida do PT, após a crise de 2005 e o caso dos aloprados, na eleição de 2006. Naquele momento, o partido estava fragmentado. Um dos maiores méritos da minha gestão foi pacificar o PT. Era prefeito de Araraquara (São Paulo) quando assumi o cargo. Quando você é prefeito, chama um secretário e diz “mude esta xícara de lugar”, e ele muda. No PT, você primeiro tem de fazer várias reuniões para convencer a todos que a xícara precisa mudar de lugar. É bem mais complicado. Outro mérito da minha gestão foi aproximar o partido dos movimentos sociais.