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Posts published by “Junior Finfa”

José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.

CÔRTE REAL COMEMORA MAIS RECURSOS PARA O PROGRAMA ÁGUA PARA TODOS EM PERNAMBUCO

O deputado federal Jorge Côrte Real (PTB-PE) comemora a liberação de recursos federais para o Programa Água Para Todos. Em Pernambuco, serão construídos 144 sistemas, em 48 municípios, atendendo à demanda de 5.760 famílias atingidas pela seca, com investimento de R$18.720.000,00. Cada sistema de abastecimento custa em média R$ 130 mil e a previsão é que o projeto seja concluído no prazo de seis meses.

Côrte Real participou na tarde dessa terça-feira (10), de cerimônia, no Palácio do Planalto, em Brasília, da assinatura de Termos de Compromisso do Programa Federal Água Para Todos, quando a presidenta Dilma Rousseff anunciou investimento de R$ 135,4 milhões, para implantação de sistemas simplificados de abastecimento de água. Os recursos irão beneficiar 41 mil famílias de comunidades rurais de baixa renda em 336 cidades do semiárido brasileiro.

De acordo com o deputado, o investimento vem em boa hora. “A seca é um fenômeno que não pode ser combatido. Devemos aprender a conviver com ela. A iniciativa do Governo Federal mostra a preocupação das autoridades com o fato em dar prosseguimento às ações para minimizar os efeitos da prolongada estiagem que atinge a população do semiárido”, frisou.

De acordo com informações do Ministério da Integração que está à frente da ação, os estados beneficiados com 1.042 sistemas simplificados de abastecimento de água são: Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, e os recursos serão repassados para: Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) – que atenderá às prefeituras de Alagoas, Bahia, Minas Gerais e Pernambuco; ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) – que será o responsável pelos municípios da Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Sergipe; e à Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) – que executará o projeto nos estados da Paraíba, Pernambuco e Piauí.

Água para Todos – O Programa Água para Todos oferece outras tecnologias de instalação simples, como cisternas, pequenas barragens e kits de irrigação. Ao todo, o programa irá investir cerca de R$ 5 bilhões para universalizar o acesso à água para populações residentes em comunidades rurais.

Criado em 2011, o programa já entregou mais de 370 mil cisternas no semiárido. A meta é entregar 750 mil até 2014. O Água para Todos é coordenado pelo Ministério da Integração Nacional, e também executado pelos Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e do Meio Ambiente, pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa), pelo Banco do Nordeste (BNB) e pela Fundação Banco do Brasil (FBB).

HUMBERTO: “GOVERNO FEDERAL TEM COMPROMISSO COM PERNAMBUCO”

O senador Humberto Costa (PT) falou sobre os novos investimentos anunciados, ontem, pela presidente Dilma Roussef (PT), para o programa Água para Todos, em Brasília. Serão R$ 135,4 milhões para instalação de sistemas simplificados de abastecimento em 336 municípios do semi-árido brasileiro. Só em Pernambuco, 5.760 famílias que residem na zona rural serão beneficiadas.

“É preciso dizer aos prefeitos dos municípios atendidos com o Água para Todos que o governo federal tem um compromisso com Pernambuco, com o Nordeste e com o povo que mais precisa”, disse Humberto, que completou:  “O abastecimento hídrico tornará atraente para investidores uma região do País que, até alguns anos atrás, raramente era escolhida para sediar empreendimentos privados. O Nordeste e Pernambuco, hoje, por meio da ação do governo federal, apresentam índices de crescimento e de geração de empregos que são a prova da transformação do País”.

O senador também lembrou outras ações que o governo Dilma têm realizado em Pernambuco em parceria com o governo do estado. “Nós temos a adutora do Pajeú; a adutora do Agreste; a própria obra da transposição; as obras do Água Para Todos; mais de mil barragens que estão sendo feitas. Sem o incentivo do governo federal , Pernambuco jamais atingiria o patamar de desenvolvimento e de crescimento que tem hoje em nosso País”, ressaltou.

Relator da comissão especial que trata da transposição do rio São Francisco, o senador destacou ainda importância da obra para o Nordeste. “O Projeto São Francisco fará a água chegar com regularidade às casas 12 milhões de pessoas residentes no Ceará, na Paraíba, em Pernambuco e no Rio Grande do Norte. Isso representará um grande salto social e econômico”, afirmou.

De acordo com o Ministério da Integração Nacional, a cada R$1,00 investido no Projeto São Francisco, outros R$2,00 são aplicados para garantir a segurança hídrica no Nordeste. “O governo federal trabalha para mudar definitivamente a realidade da Região. Esses investimentos são transformadores, buscam dar à população dos Estados nordestinos a garantia de que um bem essencial à vida, indispensável para a manutenção da saúde e do bem-estar de todo o ser humano, chegue com regularidade às torneiras desses brasileiros”, resumiu o senador.

OPINIÃO DO PERNINHA

A revolta das ruas
Após uma trégua nas manifestações a que assistimos por esse Brasil afora, é necessário que façamos algumas indagações: 1- Será que esse gigante que chamamos de “povo” acordou de verdade? 2 – As mensagens transmitidas chegaram as fontes desejadas? 3- De que forma o governo dará suas respostas aos anseios da população? 4- Quando teremos novas investidas?
É salutar para a nossa democracia que o gigante não se deixe adormecer. À parte os vandalismos e a violência, rejeitados pela absoluta maioria (e que devem ser severamente reprimidos), as ruas falaram. E de forma tão inesperada quanto magnífica. Mas entenderá muito mal esse clamor quem não enxergar a sua essência. Que é a denúncia da representação, a péssima representação política que temos hoje no Brasil, tanto que as bandeiras dos partidos políticos foram expressamente alijadas dos protestos.
A revolta não foi feita somente sem os partidos; foi feita sobretudo contra eles, contra os políticos. Todas as demais reivindicações giram em torno dessa insatisfação e, de fato, dependem dela. E o pior que pode acontecer é, em nome da óbvia necessidade da representação (contra o anarquismo de imaginar que o povo não precisa de partidos políticos), defender a manutenção da representação como aí está, sem nenhuma reforma profunda.
Segundo o professor universitário José Luiz Delgado, em recente matéria, “o País está farto dos políticos – bem entendido: desses que estão aí (ressalvadas raras exceções). Esses que se consideram uma casta à parte e se permitem todos os privilégios, todas as mordomias e todas as corrupções. Portanto a reforma de que necessita é a reforma dos políticos. Mas esta começa pela reforma da política, ou pelo menos de institutos e instrumentos, que podem fazer aparecer políticos melhores”.
Assim sendo, já passou da hora de promovermos uma reforma política amplamente discutida com a sociedade, passando por uma drástica redução na quantidade de senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, enfim, tudo que se faz necessário ao ajuste financeiro e equilíbrio com os gastos públicos.
Não vemos em nenhum país do mundo a quantidade de políticos que temos por aqui. Para se ter uma ideia, são 81 senadores (03 por estado), 513 deputados federias e outro absurdo de deputados estaduais que variam de acordo com cada unidade federativa; Pernambuco, por exemplo, tem 49 cadeiras. São ovos demais para pouco omelete. E o pior de tudo são os abusos.
Vejam o que mostra o Portal da Transparência sobre o nosso Senado: em tempos de vacas magras para brasileiros “normais”, a crise econômica parece ter passado longe do Senado. Desde que tomaram posse em 2011, senadores já torraram mais de R$ 53,2 milhões em cotas para exercício da atividade parlamentar, o famoso “cotão”. Segundo dados do Portal, só em divulgação do mandato e consultorias os gastos ultrapassam os R$13,3 milhões. As passagens aéreas ocupam o segundo lugar no ranking dos principais gastos dos senadores: beiram os R$ 13 milhões.
Despesas com 39 ministérios somam R$ 611 bilhões por ano. Destes, R$ 192 bilhões pagam 984.330 funcionários. Havia 24 pastas no governo Fernando Henrique. Lula criou mais 11  ministérios, e Dilma Rousseff achando que eram insuficientes, criou mais quatro. A quantidade de cargos de confiança é a maior desde 1997: 22.417.
Esses dois exemplos que citei com o Senado e os Ministérios servem de amostragem para sentirmos quanto dinheiro é torrado às custas do trabalhador brasileiro. Mas, por curiosidade, deem uma olhadinha nos gastos com o Congresso Nacional. Ali, temos 513 crianças brincando de gastar real sem o menor pudor. E ainda temos que escutar que faltam verbas públicas para as prioridades básicas como: educação, saúde, moradia e segurança. Mas tem que faltar; caso  contrário não sobraria para “eles”. 
Entenderam por que a reforma política se arrasta há tanto tempo e essa casta de privilegiados não tem a menor pretensão de promovê-la?
É por isso que volto a insistir: que durmam os políticos, mas esse gigante chamado “povo” tem que continuar vigilante.
Por: Danizete Siqueira de Lima.

AGENDA DO GOVERNADOR EDUARDO CAMPOS

Data: 11/09/2013 – QUARTA-FEIRA
 Horário
Evento
Local
10h
Assinaturas do decreto para desapropriação do terreno onde será instalada a Escola Técnica de Moreno, e da ordem de serviço para construção da Academia das Cidades

Ginásio Municipal Zezo Bernardo – Moreno