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Posts published by “Junior Finfa”

José de Sá Maranhão Júnior (Júnior Finfa), nasceu em Afogados da Ingazeira-PE, trabalhou no Blog do Magno, sendo o fotógrafo oficial, cobrindo as eleições de 2008 e 2010. No Blog do Sertão, atuou como repórter e fotógrafo, realizando um trabalho de inovação, sendo bastante elogiado nos meios de comunicações.

VEREADORES FAZEM CRÍTICAS A SECRETÁRIO

A temperatura subiu durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Serra Talhada (CMST), nesta segunda-feira (16), quando os vereadores Sinézio Rodrigues (PT) e José Raimundo Filho-foto (PTB) cobraram do prefeito Luciano Duque (PT) respeito quanto a Lei Orgânica do Município (LOM) que obriga o gestor a responder todos os pedidos de informações feitos pelos vereadores. De pronto, José Raimundo criticou o secretário de Governo, Josembergues Melo; que até agora não enviou respostas sobre alguns requerimentos. Entre eles, o que revela os nomes da escola privada e do restaurante que tiveram suas contas de energia elétrica pagas pela prefeitura, segundo o Blog Farol de Notícias.

“Esta casa precisa ser valorizada. O secretário Josembergues enviou apenas parte dos pedidos de informações feitos pela câmara. O líder do governo, Nailson Gomes, ligou cinco ou seis vezes para o secretário cobrando respostas e nada. Tem que ser registrado esta falta de respeito do secretário do governo”, disse Raimundo. A revelação do pagamento das contas de energia elétrica foi feita pelo próprio prefeito Luciano Duque, durante assembleia dos professores.

Já o vereador petista Sinézio Rodrigues, também cobrou transparência com relação aos gastos feitos na Secretaria de Educação e no Instituto de Previdência Própria (IPPST). “Quero saber de todos os repasses feitos para educação desde o mês de janeiro. O prazo de respostas está se esgotando. Embora faça parte da base do governo tenho uma postura de independência e não de submissão”, declarou o petista. Sinézio e José Raimundo subscreveram um requerimento que propõe a realização de uma audiência pública sobre o Instituto de Previdência de Serra Talhada.

EX-DEPUTADO EDGAR MOURY FERNANDES AGORA É SOCIALISTA

O ex-deputado federal Edgar Moury Fernandes assinou na tarde de ontem (16) a ficha de filiação ao PSB. Ele deixou o PMDB para ingressar no ninho socialista. A adesão aconteceu na sede do PSB, na presença do secretário geral do partido, Adilson Gomes.

Na semana passada, o deputado estadual André Campos anunciou sua saída do PT e também decidiu engrossar as fileiras da legenda comandada pelo governador Eduardo Campos (PSB), eventual candidato à Presidência da República em 2014. O prazo de filiações termina no dia 5 de outubro e os partidos correm contra o tempo para atrair novos nomes, inclusive de outras correntes políticas.

ESPAÇO DO INTERNAUTA

A frágil pauta de exportação brasileira
No mundo onde as comunicações e o comércio romperam fronteiras pela força dos empreendimentos transnacionais e pelo enfraquecimento de hegemonias internacionais não cabem mais ingenuidades ideológicas sectárias e chauvinismos isolacionistas. Até porque o mercado interno não dará conta de aperfeiçoar nosso atraso industrial.
O saldo comercial negativo do Brasil, de US$ 3,8 bilhões nos primeiros oito meses do ano, é o pior resultado para o período em 18 anos. As exportações brasileiras derrapam e o baixo perfil de recuperação dos mercados internacionais não é o único culpado. A situação decorre da grande dependência das vendas de commodities e da falta de competitividade de nossa indústria no mercado externo.
E o futuro não é promissor. No início do mês, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo revelou que o comércio mundial deve crescer apenas 2,5% em 2013, por causa da fragilidade persistente da economia global, e 4,5%, em 2014, comparados aos 5% estimados em abril. A demanda global continua mais fragilizada do que o esperado e as tendências protecionistas mantêm-se nas mesas de discussões.
Não é por falta de aviso que o País está diante desse cenário sombrio. Em estudo publicado há dois anos, por exemplo, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), fundação vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, alertou para a mudança do perfil da pauta de exportações brasileiras. Entre 2007 e 2010, a participação das commodities primárias naquela pauta saltou de 41% para 51%, depois de estar estacionada na faixa dos 40%, nos anos 1990.
Segundo o estudo, o Brasil, desde 2005, perde participação nas exportações mundiais em todos os produtos da pauta de exportações brasileiras, exceto nas commodities primárias e outros itens, que inclui o petróleo. Em 2005, o comércio do País representava 3,77% de todas as exportações de commodities primárias no mundo; em 2009, sua participação subiu para 4,66% delas.
Éramos responsáveis por 0,94% dos produtos de média intensidade tecnológica exportados mundialmente, mas em 2009, essa participação caiu para 0,74% daqueles produtos. A participação em produtos de alta intensidade tecnológica era de 0,50% em 2005 e caiu para 0,49% em 2009. De 2006 a 2012, o número de empresas exportadoras caiu de 20.591 para 18.630, enquanto o das importadoras quase dobrou entre 2004 e 2012, de 22.410 para 42.458.
Brasil não dita preços
O forte crescimento das exportações brasileiras nos últimos anos por conta da elevação das cotações de commodities como produtos agrícolas e minerais não fez o Brasil avançar sua participação no mercado internacional. Continuamos cerca de duas dezenas de posições atrás dos primeiros colocados. As comemorações de 2011, por exemplo, devem-se ao aumento de preços dos produtos primários. Como o próprio governo dizia, as exportações cresceram porque o preço das commodities aumentou. Não a sua quantidade. Não há mérito algum para o Brasil, porque não é o País que estimula a demanda ou define preço, mas as políticas nacionais e o mercado internacional.
Em vez de exportar o minério de ferro, precisamos exportar também o aço e assim sucessivamente. Nossa competitividade é tão pequena que há anos não superamos 1,2 % de participação no comércio mundial, mesmo ostentando o sétimo maior Produto Interno Bruto do mundo.
É preciso ter novas parcerias
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também alertou o governo, em junho passado, que o Brasil ficará isolado se não buscar novos acordos comerciais. A perda de competitividade da indústria brasileira e a queda nas exportações de semimanufaturados e manufaturados sinaliza que o Brasil precisa dar mais atenção às negociações internacionais.
Os parceiros brasileiros na América Latina, no Chile, na Colômbia, no México e Peru, que, juntos, possuem 35% do Produto Interno Bruto (PIB) latino-americano e 3% do comércio mundial, se uniram recentemente na Aliança do Pacífico. O Chile possui preferenciais tarifárias com 62 países. A Colômbia com 60 mercados. O México tem acesso preferencial a 50, e o Peru, a 52. Todos eles têm acordos de livre comércio com Estados Unidos e União Europeia. O Brasil tem 22 acordos preferenciais, a maioria pouco relevante.
E lembra que a parceria Transpacífica é prioridade do presidente Barack Obama e unirá sob um mesmo chapéu as economias da Austrália, de Brunei, do Canadá, Chile, de Cingapura, dos Estados Unidos, do Japão, da Malásia, do México, da Nova Zelândia, do Peru e Vietnã, que correspondem a quase 25% do comércio mundial.
Desde o inicio do Mercosul, firmamos apenas três Acordos Internacionais de Comércio: com a Palestina, Israel e Egito. Somos considerados um dos países mais fechados do mundo, temos pouquíssimos especialistas em comércio exterior no poder público e nossa cultura exportadora é quase nula. Nossa promoção comercial está concentrada em pouco mais de 80 projetos vinculados a entidades setoriais e o mínimo de apoio direto às empresas exportadoras. Nossa agência de promoção, a Apex-Brasil conta com pouco mais de US$ 150 milhões para atender mais de setenta setores produtivos.
Até 2008, a economia internacional estava em crescimento e havia espaço para todos. Depois da crise, a concorrência aumentou com o excesso de oferta decorrente dos apertos da economia mundial. Isso moveu as nações às estratégias agressivas para aumentar a competitividade. Mas o Brasil continuou trocando passos indecisos. O Reintegra, por exemplo, não tem continuidade e apenas compensa o tributo acumulado na cadeia produtiva: um incentivo fiscal que concede crédito equivalente a 3% do valor exportado.

Por: Arnaldo Jardim. Deputado Federal PPS/SP. Presidente da Frente Parlamentar em Defesa de Infraestrutura 

ESPOSA NEGA TER SIDO AGREDIDA PELO APRESENTADOR SÉRGIO DIONIZIO

O apresentador do Plantão 190, Sérgio Dionízio, e a esposa dele, Júlia Montenegro, também jornalista, prestaram depoimento na Delegacia da Mulher, no bairro de Santo Amaro, na tarde desta segunda-feira (16). No último dia 9, a jovem de 22 anos prestou queixa contra o marido por lesão corporal. Nesta noite, Júlia negou a agressão e disse que foi até a delegacia num momento de nervosismo.
“A gente teve uma discussão motivada por ciúme. E na hora, por impulso, procurei a delegacia. Hoje prestei um novo depoimento, mais detalhado, e ele também”, disse a jornalista. Eles estão casados há dois anos e têm uma filha de 9 meses.
O apresentador considera normais os desentendimentos entre casais, mas diz ser incapaz de bater em uma mulher. “A verdade é que não houve agressão. Existem discussões, ciúmes e coisas normais de cada casal. O que não pode haver é agressão física e difamação de lado nenhum. Mas tenho que entender qualquer rompante de ela tomar uma atitude que é errada. Cabe a quem é mais velho saber compreender e perdoar”, declarou.
A TV Jornal, empresa concessionária do serviço de radiodifusão de som e imagem e proprietária do programa de jornalismo policial Plantão 190, apresentado por Sérgio Dionízio, comunica que os fatos relatados no Boletim de Ocorrência n° 130318004387 estão sendo apurados pelas autoridades competentes e serão acompanhados pela emissora para a adoção das medidas legais cabíveis. (NE10.com)

ESPAÇO DO INTERNAUTA

Desabafo sobre atendimento dado ao meu filho.

Caro Júnior Finfa

Na última quinta-feira, 12 de setembro, meu filho amanheceu febril e começou a ficar molinho; já eu achei que não iria ser nada e lhe dei uma dose de Novalgina, como de costume, quando ele começa a ter febre. Esperei todo o resto do dia pra ver se ele evoluía e a febre cedia, mas isso não aconteceu.

Às 20h resolvi levá-lo à Casa de Saúde, porque lá um Pediatra estava de plantão. Cheguei, fiz a ficha, e logo fui atendida pelo Dr. Ribamar. Ele examinou meu filho (garganta, ouvidos, barriga) e não constatou qualquer anormalidade. Me fez algumas perguntas, e por conta da febre que nesse momento era de 39º achou melhor deixar meu filho internado para fazer exames. E assim foi…

Ele foi internado e medicado com antibiótico Cefalotina (de 6 em 6h), e Dipirona, para febre. Durante a noite ele evoluía bem e eu até me animei achando que no outro dia teria alta.

Na manhã do dia 13 às 6h, o Dr. Ribamar passou fazendo a visita e me disse que o Pedro ficaria ali até que fossem realizados os exames e saíssem os resultados. Caso não houvesse alteração, o Dr. Edson passaria, olharia e lhe daria alta.

Pouco tempo depois o Dr. Edson esteve no quarto e lhe repassei a informação do Dr. Ribamar… Ele disse que assim que saíssem os exames ele passaria lá para avaliar a criança. Mais ou menos às 10 da manhã foi colhido material do meu filho para um hemograma e um sumário de urina. Às 11h30 informei à técnica de enfermagem que meu filho estava com os lábios muito ressecados, com aparência de desidratado e com febre de 38,5º… foi novamente feito uma dipirona, e ele continuou no soro e no antibiótico.

Às 15h sairam os resultados dos exames do meu filho. Às 16h20 novamente estava meu filho – que mesmo tomando antibiótico há quase 20h -, novamente com 38,2º de febre. Fiquei angustiada ao ver meu filho sem se alimentar – nem sequer de água -, abatido, com aparência de desidratado, ali tomando todas aquelas medicações e sem resultado. Continuei a aguardar o médico que iria passar pra ver meu filho como combinado e me dar os resultados dos exames.

Passaram-se as 18, 19, 20h e nada de um médico aparecer; foi quando vi um médico amigo que ia passando para avaliar um paciente seu e lhe pedi que desse uma olhadinha nos exames do meu filho. Ele prontamente assim procedeu e me informou que não tinha dado nada, que poderia ser uma virose. Nisso lhe questionei as já passadas 24h ali e nada de resultados… Ele me pediu que aguardasse o médico que viria evoluir pra ver qual a posição do mesmo, porque ele não poderia prescrever nenhuma medicação… (certíssimo ele, já que meu filho não era seu paciente.

Novamente estou eu ali, angustiada, esperando o médico vir evoluir meu filho e cadê?! NADA DE MÉDICO! Às 2h da madrugada acordei com meu filho gritando, com febre de 39º, chamei novamente a técnica em enfermagem que mais uma vez lhe fez outra dipirona… essa já a 4ª em 30h de internação, afora o antibiótico que estava sendo feito de 6 em 6 horas sem nenhum resultado já que a febre não cedia.
Demorou um bom tempo pra que ele voltasse a dormir.

No sábado 14, e lá vou eu de novo no Postinho das técnicas em enfermagem avisá-las de que novamente estava o meu filho com 39º de febre. Novamente o que foi feito? “Dipirona!” Coitado, já estava com trauma de tanta injeção. Nesse momento questionei à Técnica sobre a visita do medico e ela “não me respondeu”.

Algum tempo depois me aparece o Dr. Roberto na porta do quarto do meu filho… até me animei porque enfim ia ter uma resposta do que estaria acontecendo com o garoto já que até então ninguém havia me informado nada. A animação foi embora muito rápida e, sabe por que? Dr. Roberto simplesmente chegou na porta sem sequer examinar o meu filho pra ver se sua garganta estava inflamada e o porquê de sua barriga estar inchada já que ele não estava se alimentando.

O doutor me fez uma única pergunta da porta: -Como ele está? Lhe respondi que estava do mesmo jeito, com febre, porém não sabia de onde estava vindo esse problema já que meu filho não estava sequer resfriado, nem tendo diarreia, muito menos vômito. Ele simplesmente se virou e me disse ele iria continuar internado já que ainda tem febre.
Pouco tempo depois chega a menina do Laboratório Maria do Carmo para colher sangue e realizar um Hemograma do meu filho. Mas, peraí, Hemograma de novo? E eu nem sequer fui informada? Tudo bem, foi colhido mais sangue. Dei um banho na criança que ainda estava muito febril e tentei fazer ele comer novamente, sem sucesso, já que ele só havia tomado uns 3 dedos de mingau…

Às 10 da manhã, quando eu consigo fazê-lo dormir, sinto algo quente, escorrendo em mim… fui olhar a fralda do meu filho e tinha sangue! Isso mesmo, SANGUE! Nesse momento me desesperei mais do que já estava e fui mostrar à técnica… ela me perguntou o que ele tinha comido e eu lhe respondi que “nada”, só tinha tomado “um pingo” de leite, e ela respondeu que tinha sido dele. Respondi que não, pois ele toma todos os dias e não acontece nada.

Ela foi avisar ao Dr. Roberto que disse que viria olhar quando o resultado do exame chegasse. Correndo, deixei meu filho com uma moça que estava no quarto da frente e fui pegar o resultado do novo hemograma que novamente deu NEGATIVO!

Comecei a chorar e ficar cada minuto mais preocupada sem saber o que estava acontecendo com meu filho. A técnica novamente chamou o Dr. Roberto que novamente foi no meu quarto e nem sequer triscou no meu filho: simplesmente olhou a fralda da criança e saiu dizendo que iria passar um remédio e que eu aguardasse… Aguardar o quê, me pergunto?! Meu filho piorar?!

Vem a Técnica e lhe pergunto o que era a medicação e ela me respondeu que era Florax… Mas, se meu filho não está com diarreia porque dar Florax? E se é infecção intestinal o correto não é deixar ele colocar tudo pra fora?! Ele tomou o medicamento e continuou molinho, sem querer se alimentar nem tomar água. Deu umas voltinhas pelos corredores e voltou a se deitar, conseguindo assim dormir um pouco…

Ao acordar às 18h novamente meço a temperatura, e quanto está? 38,5°… A Técnica dessa vez não fez a dipirona e sim deu uma dose de Tylenol para meu filho, e lhe questionei: Mas, se o Dipirona endovenosa (na veia) não está fazendo efeito, imagine se uma dose de Tylenol via oral vai fazer!

Ela então me pediu que tirasse a camiseta do meu filho e fizesse um envoltório (compressa). Dei o remédio e fiz a compressa. Aguardei para ver se a febre baixava, e nada… foi quando simplesmente informei a ela que tirasse o soro do meu filho que eu o levaria pra casa já que lá não estava resolvendo nada, e que ele começava a apresentar sinais de cansaço (falta de ar) e que Dipirona eu tinha em casa. Foi quando ela me pediu que aguardasse que ela iria chamar o médico pra dar uma olhada nela. Poucos minutos depois ela volta e me disse que o médico simplesmente não tinha sido encontrado.

Fui à recepção, pedi um termo para assinar que iria sair com meu filho… o rapaz da recepção assim o fez, assinei e fui pegar meu filho. Fui ao Postinho e pedi os exames para que pudesse mostrar a outro médico e ela me respondeu que só poderia me ceder as xerox.

Fui novamente à recepção e pedi que o rapaz me entregasse cópias dos exames e das medicações para que eu pudesse mostrar a o outro medico o que meu filho já estava tomando, e sabe o que ele me respondeu?! “Que NAO PODIA!” Que só forneceria dos exames porque foram feitos particular (pagos)… Mas, peraí, a consulta também não foi? Pra que a gente paga plano caro?

Comecei a me estressar e lhe disse que não iria ficar naquela Casa de Saúde onde não estava obtendo resultados e que nem sequer tinha “um médico” que pudesse dar a devida atenção ao meu filho, e que na segunda-feira procuraria meus direitos porque eu dei entrada com meu filho somente com febre e estava saindo de lá com ele além da mesma febre, cansado e que tinha feito cocô por duas vezes com sangue…
O rececionista entrou lá na sala, tirou xerox dos exames e da primeira folha de medicação que meu filho tinha tomado, no caso, no ato da internação e da evolução do Dr. Ribamar.

Na parte em que o Dr. Roberto prescreveu e evoluiu ele não me deu. Às 20h (48h após a internação do meu filho) estava eu indo pra casa com meu filho, febril, com diarreia e cansado.

Cheguei em casa, e felizmente o meu filho está até mais animadinho, já tomou uma mamadeira de Gagau, mas infelizmente a febre continua, o cansaço inclusive. Fez nebulização e uso de sua bombinha, e cocô por duas vezes. Graças a Deus sem sangue, porem escura.

Estou rezando aqui para que ele não tenha nenhuma piora mais grave e que eu consiga levá-lo para sua pediatra, Dra. Vânia na cidade de Serra Talhada, porque, felizmente, graças a Deus, todas as vezes que precisei dela com meu filho, ela sempre nós deu “a devida atenção e cuidados ao meu filho”.

É triste, muito triste, saber que a gente tem que sair da sua cidade natal a procura de uma boa assistência médica. Ninguém vai em busca de assistência médica simplesmente porque quer! Eu mesma faço de tudo e só levo quando já não consigo resolver em casa…

Sem dúvida, esses têm sido os piores dias da minha vida. Espero que outras pessoas não precisem passar pelo que passei, e que não venha a acontecer o pior por conta de profissionais que não dão valor ao seu paciente!

Apesar de tudo, não poderia deixar de AGRADECER ao Dr. Ribamar pela atenção dada ao meu filhote no tempo em que ele o acompanhou, às técnicas de enfermagem que fizeram o que podiam dentro das suas limitações…

Deixo aqui o meu repudio aos que podiam fazer algo – simplesmente cumprindo o seu dever – e, por motivos que não sei, não o fizeram. Infelizmente você paga um plano de saúde caro, esperando ter um atendimento digno e atencioso, mas não é o que aconteceu comigo e o meu filho.

Antes tivesse levado meu filho ao Hospital Regional Emília Câmara… garanto que lá teria pelo menos saído com uma resposta do que meu filho tem, já que da Casa de Saúde saí sem essa informação.

Esse foi apenas o DESABAFO de uma mãe que ama seu filho e que não vai se omitir em cobrar os seus direitos.

Informo que estou munida de provas de tudo que o estou dizendo (fotos, exames, prontuário incompleto, pacientes).”

(O desabafo acima foi-me enviado pela senhora Deysianne Dayanne, mãe do pequeno Pedro, de 2 anos)