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Crônica de Ademar Rafael

DIGNIDADE, NÃO TOQUEM!

Esta palavra pode ser definida como um valor correspondente a honra, a autoridade moral, aos direitos e o respeito aos valores próprios. Ela será o tema da nossa reflexão desta primeira do semana do mês dedicado as crianças e aos professores e muito caro para nós católicos para ser o mês da padroeira do Brasil Nossa Senhora Aparecida e diríamos o mês em que os paraenses dedicam suas orações para Virgem de Nazaré.

Com nossa alma entregue aos preceitos religiosos vamos conversar sobre a dignidade humana que sob meu ponto de vista vem sendo atacada de diversas formas. Seu valor tem sido negligenciado com muita facilidade por nós e por terceiros, inclusive pelo estado opressor.

Esta negligência ocorre da nossa parte quando aceitamos jornadas de trabalho acima da nossa capacidade laboral, na hora que normalizamos a violência e fechamos os olhos para as injustiças e nos momentos que permitimos ser manipulados pelos linchamentos virtuais e suas nefastas regras comportamentais, em nome do “politicamente correto”.

O mesmo fenômeno ocorre por ações de terceiros em hipóteses normalizadas pelas omissões citadas acima, a saber: negação de direitos, a discriminação, preconceito e utilização de vulnerabilidades socias e/ou financeiras em favor de outrem.

O estado, por meio de ações de governantes indignos, faz sua parte no rol das negligências quando nega acessos e bens e serviços essenciais para uma vida digna, nos atos que sucateia a educação e desqualifica a ação nobres dos professores, na seletividade para aplicação das leis e criar barreiras burocráticas também seletivas para acesso aos benefícios conquistados pelo esforço e pelas contribuições ou por fatores temporários que impede trabalhar.

A soma de tais negligências obriga-nos a agir e preservar nossa dignidade.

2 Comentários

  1. Valdinar Monteiro de Souza 5 de outubro de 2026

    Concordo plenamente. Excelente reflexão. Parabéns!

  2. Rosa Chaves 5 de outubro de 2026

    Grande verdade, poeta Ademar!

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