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Atrados em obras viram combustível aditivado para oposição de Tabira

Por: Júnior Alves
As críticas feitas pela bancada de oposição de Tabira durante entrevista ao programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, foram reforçadas por uma série de obras atrasadas da gestão municipal. Para os oposicionistas, não se trata de discurso político, mas de fatos visíveis.
Entre os principais exemplos está a reforma do antigo prédio do Fórum, na Avenida Coronel Zuza Barros, que deverá abrigar a Secretaria de Saúde. A obra tinha entrega prevista para 16 de dezembro, conforme placa institucional, mas segue paralisada há mais de dois meses, sem explicação justificável para o atraso.
Outro ponto citado são as praças dos Bairros Vitorino Gomes e Missões, que continuam inacabadas e sem data de entrega. Logo após a entrevista na rádio, a vereadora Estéfany de Júnior esteve em um dos locais e gravou um vídeo cobrando celeridade da gestão municipal.
Também entrou na lista de cobranças o calçamento da Rua João Salvino Liberal, que foi concluído, mas a praça prometida para atividades físicas ainda não saiu do papel. No local, restou apenas um espaço de terra e pedras, destoando da pavimentação recém-concluída.
Ainda tem a situação da Casa de Apoio que no mês de maio o prefeito Flávio Marques anunciou a compra em Recife. Depois disso a gestão enfrentou um problema com uma inquilina, mas que depois foi resolvido. Porém o prédio ainda não foi entregue para servir à população.
Mais recentemente, a gestão autorizou a modernização dos canteiros das Ruas Clóvis de Siqueira Xavier, João Gabriel de Vasconcelos e Maria Pereira Amorim. Apesar da ordem de serviço ter sido dada há cerca de duas semanas, somente agora começaram a surgir as primeiras movimentações, ainda de forma lenta, restritas à retirada de alguns gelos baianos das vias.
Para a oposição, apontar falhas é parte do papel fiscalizador. Em Tabira, porém, segundo os vereadores, o próprio governo tem facilitado esse trabalho ao acumular atrasos e deixar obras inacabadas, transformando promessas em munição política contra si mesmo.

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